Iconográfico

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

Nota(s) da fonte

Mostrar nota(s)

Termos hierárquicos

Iconográfico

Termos equivalentes

Iconográfico

Termos associados

Iconográfico

2035 Descrição arquivística resultados para Iconográfico

2035 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos

NOV.C.2 (70)

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, o presidente da república, Juscelino Kubitschek (1902-1976), e Israel Pinheiro (1896-1973), presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, conversam enquanto inspecionam uma obra, sob o olhar atento dos operários. Kubitschek veste um paletó creme, camisa branca, calça social verde e sapatos marrons. Ele mantém os braços cruzados atrás do corpo, segurando um pequeno pacote não identificado. Pinheiro veste um paletó azul, camisa branca, calça marrom com listras brancas e sapatos marrons, também com os braços para trás. Em contraste, os operários vestem roupas simples e sujas, algumas rasgadas; dos oito trabalhadores, apenas quatro estão usando capacetes de proteção. Todos observam atentamente os dois políticos. Ao lado, dois homens vestidos com roupas sociais caminham de costas pelo ambiente. Kubitschek e Pinheiro estão sobre uma base de madeira elevada, com um operário em pé logo atrás, também com os braços para trás. Ao lado, há uma pequena construção de madeira pintada de amarelo, com listras vermelhas diagonais. Em frente a essa cabine de madeira, há um extintor de incêndio e três nichos laterais: um pintado de vermelho com uma lâmpada vermelha, outro pintado de amarelo com uma lâmpada, e o terceiro pintado de verde com uma lâmpada verde acesa. No segundo plano, é possível perceber que a foto foi tirada ao anoitecer, revelando um ambiente mais escuro, o que dificulta a visualização de detalhes adicionais. No entanto, nota-se um piso de terra com cascalho, seguido de um espaço escuro que indica uma diferença de profundidade no local. Ao fundo, a claridade do céu destaca uma árvore, uma pequena construção e a vegetação que se estende até a linha do horizonte.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (71)

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, um grupo de pessoas caminha por uma área com vegetação típica do Cerrado. Em primeiro plano, está Sarah Kubitschek (1908-1996), esposa de Juscelino Kubitschek (1902-1976), vestindo blusa e casaco brancos, com saia e luvas pretas. Ao seu lado, está Coracy Uchôa Pinheiro (1906-2013), esposa de Israel Pinheiro (1896-1973), vestindo roupa toda preta. Logo atrás, está Israel Pinheiro Filho (1931-2020), de calça social bege, camisa verde e mãos nos bolsos. Em seguida, Ernesto Silva (1914-2010), diretor administrativo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, veste calça e camisa claras, acompanhado de um homem não identificado usando uniforme militar. O grupo se aproxima de uma cerca feita com estacas de madeira e arame farpado. Em segundo plano, nota-se um extenso campo coberto por gramíneas e arbustos, característicos do bioma Cerrado. Ao fundo, uma densa mata de galeria é visível, destacando-se pela maior concentração de árvores e vegetação mais fechada. A paisagem ao redor é aberta, com uma vegetação que inclui tanto plantas rasteiras quanto árvores esparsas, indicando a diversidade do Cerrado. A fotografia foi tirada em um dia claro, com o céu azul ao fundo, proporcionando uma boa visibilidade do ambiente natural.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (72)

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, Ernesto Silva (1914-2010), diretor administrativo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, e um homem não identificado conversam enquanto estão sentados em poltronas dentro de um avião. Em primeiro plano, Silva está com o olhar direcionado para um livro que segura em suas mãos. Ele veste uma camisa branca, gravata e calça bege. No bolso de sua camisa, carrega uma caixa de óculos. Ao seu lado, o homem conversa, com o braço levantado, segurando papéis em sua mão. O ambiente interno da aeronave é simples e funcional, com poltronas acolchoadas em tons neutros. Atrás deles, uma janela com cortina bege parcialmente aberta. As poltronas são separadas por um braço que serve também como apoio. O revestimento das paredes internas é de uma cor clara, complementando o ambiente.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (73)

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, Ernesto Silva (1914-2010), diretor administrativo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, participa de uma reunião com outras autoridades no Palácio Piratini, sede do Poder Executivo e residência oficial do governador do estado do Rio Grande do Sul, localizado no Centro Histórico de Porto Alegre. Em primeiro plano, estão cinco homens sentados em poltronas clássicas, com tecido estampado e estrutura de madeira pintada de dourado. No canto esquerdo da imagem, há um homem não identificado, seguido por Silva, que observa atentamente o então governador do estado do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola (1922-2004), enquanto ele fala e gesticula. Ao lado de Brizola, estão Édio Fredigo e outro homem não identificado. Todos estão vestidos com terno e gravata. A sala possui um estilo clássico, com sofás e poltronas detalhados em dourado. Entre os móveis, há uma mesa lateral de madeira com cinzeiros dourados, e tapetes persas adornam o piso. Ao fundo, as paredes brancas são enfeitadas com pilastras de gesso, enquanto boiseries decoram a parte inferior das janelas de madeira e vidro. Cortinas leves cobrem individualmente cada janela, complementando a decoração refinada do ambiente.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (74)

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, Ernesto Silva (1914-2010), diretor administrativo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, conversa com um homem e uma mulher não identificados a bordo de um avião. Silva, de pé e ligeiramente inclinado, veste uma camisa branca e gravata, com calça bege, enquanto segura um livreto e algumas imagens que mostra para o casal. O homem sentado à esquerda veste uma camisa branca e calça cinza. A mulher sentada ao centro veste uma blusa listrada em tons claros e observa atentamente os documentos. O ambiente interno da aeronave é simples e funcional, com poltronas acolchoadas em tons neutros. Em segundo plano, podem ser vistas as janelas da aeronave, uma delas com a cortina aberta e as demais com as cortinas fechadas. Na parte superior, próximo ao teto, há uma estrutura de plástico com luminária embutida e pequenas caixas de som. A numeração das poltronas está escrita na cor vermelha. Em frente ao assento da dupla, há outro passageiro com a cabeça encostada em sua poltrona, complementando o cenário da imagem.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (8)

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, o presidente da NOVACAP, Israel Pinheiro (1896 – 1973) e sua esposa Coracy Uchôa Pinheiro (1906 – 2013). O casal está sentado, com os olhares voltados para fora de uma janela, possivelmente de um avião. Coracy veste uma blusa azul clara, com um casaco de sobreposição em tons mais escuros, já Israel veste um paletó escuro, com camisa clara e gravata vermelha. A imagem é escura e traz poucas informações sobre o momento, mas evidencia o semblante cansado dos dois.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (9)

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, o primeiro presidente da NOVACAP, Israel Pinheiro (1896 – 1973), embarca em um carro em frente ao Catetinho II. Ele está vestindo um terno cinza claro sobreposto a um colete e uma camisa branca, além de uma gravata azul e cinto marrom. Israel assume a direção do carro, que ao que tudo indica, é um Chevrolet Yeoman. Enquanto isso, um homem branco, vestindo terno escuro e sorriso no rosto no rosto, segura a porta para que o presidente da NOVACAP entre no veículo. Dentro do automóvel, do lado do passageiro, está outro homem branco sentado de terno e camisa branca, ele direciona o olhar para a porta traseira, por onde entra uma mulher branca, vestida com roupas claras e um pequeno chapéu rosa com detalhes em branco. É possível que essa mulher seja a esposa de Israel Pinheiro, Coracy Uchôa Pinheiro (1906 – 2013). Em segundo plano, quatro homens observam a cena: dois brancos e dois negros, nenhum deles foi identificado. Todos estão vestidos de forma social, e um deles fuma enquanto observa a cena. Os homens estão na área dos pilotis, que é uma área térrea suspensa por pilares que deixa um vão livre. Na imagem, nota-se que esse o espaço foi utilizado para abrigar um conjunto de mesa e bancos de madeira. Os pilares estão pintados de cinza e encontram-se com as vigas brancas que compõem o teto de madeira, onde estão instaladas luminárias redondas com detalhes em vermelho. Alguns vasos de madeiras com plantas ornamentais estão espalhados pelo térreo. Na parte superior, é possível ver um pequeno recorte do painel treliçado de madeira em amarelo, com alguns adornos nas cores vermelha e verde, fazendo referência à bandeira de Portugal. O mesmo tema é representado pela pequena bandeirola presa ao espelho retrovisor dentro do carro. Através desses detalhes, é possível inferir que essa fotografia foi tirada durante o mês de junho de 1957, durante a passagem do Presidente de Portugal, Francisco Craveiro Lopes (1894 – 1964), ao Brasil, acompanhado de sua comitiva, em uma visita a Brasília. Ao fundo, é possível observar a vegetação do Cerrado com alta densidade de árvores, possivelmente uma mata de galeria.
O prédio Catetinho II, observado nessa imagem, é pouco conhecido na história de Brasília devido a sua breve existência e à escassez de documentação relacionada a ele. O primeiro Catetinho (nomeado em homenagem ao Palácio do Catete, no Rio de Janeiro), foi construído com o propósito de hospedar o presidente Juscelino Kubitschek em suas frequentes visitas à nova capital do Brasil durante o período de construção. No entanto, a equipe de Juscelino considerou o espaço inadequado para suas necessidades, optando por construir uma versão maior, mais bem acabada e confortável. Assim, em janeiro de 1957, nasce o novo Catetinho. Contudo, com o progresso das construções, em 30 de junho de 1958, o Palácio da Alvorada foi inaugurado como a residência oficial do Presidente da República, tornando-se o primeiro edifício de alvenaria de Brasília. Como resultado, o novo Catetinho deixava de ser necessário para abrigar Juscelino, e em 1959 sua estrutura foi vendida ao empreiteiro Sebastião Correa, que não teve interesse em mantê-la. No mesmo ano, o primeiro Catetinho foi tombado como patrimônio histórico.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.1 (1)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. Na parte inferior da fotografia, percebe-se uma luminária apontada para a maquete física do Palácio da Alvorada. Ao redor da maquete, há quatro figuras humanas masculinas e quatro femininas observando atentamente à maquete. Todos estão com vestes formais como ternos, vestidos, colares e brincos de pérolas. Atrás dos observadores, dois painéis, um à esquerda e outro à direita, possuem fotografias de diversos ângulos da maquete do Palácio da Alvorada. Ao fundo, uma cortina branca e quatro colunas cromadas. Além disso, é possível ver a fachada de vidro do edifício ao qual está sendo realizada a exposição bem como mais ao fundo, a fachada de outro prédio.
É possível observar algumas figuras humanas masculinas e femininas desta fotografia no item NOV-D-4-4-D-1 (2).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

Resultados 1961 a 1970 de 2035