Iconográfico

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NOV.B.2 (158)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-158
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da construção do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, chão de terra batida com materiais de construção sobre o mesmo além de um galpão, mais abaixo da fotografia, para armazenamento de materiais. Ao centro, construção da fundação do STF já dando início a base do edifício. No mesmo local, há diversos trabalhadores e uma torre de madeira ao centro. Atrás da construção, da esquerda para a direita, chão de terra batida que se estende até a parte superior da fotografia, um rasgo no chão de terra e outros galpões.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília, foi desenvolvido entre janeiro de 1958 e junho de 1960, ano de sua inauguração, por Oscar Niemeyer (1907-2012) e outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) com fundações da empresa Estacas Franki Ltda. e execução de obras da Construtora Rabello S.A. iniciado em agosto de 1958, além da Construtora Planalto Ltda. e da empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria.
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, com suas sete colunas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro, localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (TEIXEIRA, 2019; SILVA, 2014).
"

Untitled

NOV.B.2 (157)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-157
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Nesta está escrito: “Êste santuário, o primeiro de Brasília, foi mandado erigir, em honra de Nossa Senhora de Fátima, por iniciativa da Exma. Sra. D. Sarah Kubitschek (1908-1996), em cumprimento de uma promessa. Brasília 28 de junho de 1958.”
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Untitled

NOV.B.2 (156)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-156
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, no formato paisagem. Vista em destaque encontra-se o Eixo Monumental, ainda sem pavimentação, alongando-se por todo complexo Praça dos Três Poderes-Esplanada dos Ministérios com dois caminhões ao final do trajeto, ao lado evidencia-se uma vegetação de Cerrado com diversas rebrotas sobre terra batida, circundada por uma cerca simplória. À esquerda, destaca-se o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. Em uma das colunas há um enorme andaime com uma construção simples de altura diminuta provavelmente com função de depósito ou galpão. A caixa de vidro, localizada no meio, dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, transmite a sensação de suspensão, porém não está plenamente concluída. Mais a frente notabiliza-se o Congresso Nacional, em estado inicial de construção, com a presença de andaimes e estruturas provisórias. Adjacente à sede do Legislativo está a cúpula do Senado em estágio final de acabamento. Ao fundo, nota-se a série de edifícios administrativos correspondente aos Ministérios com sua malha estrutural composta predominantemente de barras de aço nos pilares e lajes repleta de andaimes.

Untitled

NOV.B.2 (155)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-155
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, com marcas do tempo, formato paisagem. Em primeiro plano, um terreno modificado urbanisticamente, em segundo plano a parte posterior da Igreja de Nossa Senhora de Fátima com destaque, um maquinário, os pilares esquerdos e direito e posicionados nos fundos da edificação, começam com 350 cm. Os três elementos terminam, no encontro com as vigas da cobertura, com uma altura de 20 cm. No centro, a parte posterior da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, com cinco janelas dispostas em diferentes posições ao lado esquerdo um trabalhador de vestes simples passeando em volta da Igreja e mais atrás umas construções simples de estilo colonial. Ao fundo, vista do Cerrado no horizonte de Brasília, em que atualmente é o Lago Paranoá.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Untitled

NOV.B.2 (154)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-154
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do Palácio do Congresso Nacional a partir da marquise do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), cobertura que se projeta para além da área edificada. Em primeiro plano, as colunas que possuem nas fachadas leste e oeste do edifício; três colunas da fachada Oeste; um poste de madeira com fiação e um homem próximo a uma das colunas (à direita da fotografia). Em segundo plano, chão de terra batida com montes de terra em alguns locais. Da esquerda para a direita, alguns montes de materiais de construção e um pequeno grupo de homens entre as colunas. Em terceiro plano, o Palácio do Congresso Nacional em construção tendo as estruturas de madeira na parte da Câmara dos Deputados, parte da cúpula do Senado Federal praticamente finalizada e as duas torres do edifício ainda em construção com as estruturas aparentes.
Item NOV-4-4-B-2 (432) é semelhante, porém há alteração de coloração da fotografia para preto e branco e movimentação dos trabalhadores.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (153)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-153
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, com marcas de uso, formato paisagem. Vista interna da Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, mais precisamente, do altar. Em primeiro plano, quatro pessoas, sendo dois homens brancos, um homem negro e uma mulher sobre bancos genuflexórios (apropriado para orar de joelhos). Ao fundo, da esquerda para a direita da imagem, escultura, figura de Nossa Senhora de Fátima com 2 m e 50 cm de altura, pesando 200 quilos, esculpida em cedro, ornada com ouro de libra e pedras preciosas pelo artista Antônio da Silva Antunes, sobre uma base de madeira com três vasos de flores simples. Sobre a mesa do altar, um tecido bordado com cruz e cálice forra o móvel, além de quatro velas compridas nas laterais, um sacrário (espaço onde se guarda objetos sagrados como a hóstia e relíquias) com uma cruz cristã sobre ela. Na parede, percebe-se que a ausência do afresco de Alfredo Volpi (1896-1988) que foi retirada no começo da década de 1960.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
CONTEXTO HISTÓRICO DA PINTURA DE ALFREDO VOLPI:
As pinturas do afresco de Alfredo Volpi foram destruídas nos anos 1960 e substituídas em 2009, nas obras do Iphan de restauro do templo, por pinturas de Francisco de Fátima Galeno. (RAMOS, 2023, p.168 e Instituto Alfredo Volpi de Arte Moderna, 2014, p. 142). Segundo o arquiteto Luiz Mario Xavier, que escutou de Ítalo Campofiorito (1933-2020) (1933-2020), arquiteto e seu sócio e grande amigo e profissional de confiança de Oscar Niemeyer (1907-2012), que “O padre da Igrejinha procurou dona Sarah Kubitschek (1908-1996), disse que ninguém gostava das pinturas e pedia a liberação para pintar as paredes. Niemeyer concordou com o apagamento das pinturas. Ele falou pessoalmente com Volpi, explicando a questão. Em troca, prometeu que, na construção do Itamaraty, Volpi seria chamado para realizar uma pintura.” (RAMOS, 2023, p.121 - 122). Athos Bulcão (1918-2008) foi enfático em apontar a precariedade técnica dos afrescos volpianos. (RAMOS, 2023, p. 162). Relatos contam que as paredes com as pinturas foram atacadas por mofo. [...] Seja por questões vinculadas à iconografia, seja por questões técnicas - que um bom trabalho de restauro teria recuperado, importa sempre ressaltar -, o apagamento de Volpi da memória da Igrejinha ocorreu desde o princípio, o que indica dificuldades para o acolhimento de sua obra (RAMOS, 2023, p. 163). No processo da nova pintura, tomou-se cuidado ao colocar placas de MDF sobre as paredes e foi sobre essa superfície que as novas pinturas foram realizadas (RAMOS, 2023, p. 173).
CURIOSIDADES SOBRE A IMAGEM/ESCULTURA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:

  1. Foi doada ao Santuário de Brasília pela Revista Portugal- Brasil, de Lisboa, representada pelos Srs. Veloso de Carvalho e Aníbal Contreiras, objetivando estreitar os laços de amizade entre Portugal e o Brasil. (REVISTA BRASÍLIA, nº 28, p. 19)
  2. Quarta-feira, 13 de maio de 1959: [...] Do aeroporto, a imagem é conduzida em carro especial até o núcleo bandeirante, de onde ruma então para o Palácio da Alvorada e, finalmente, ao Santuário de Fátima, doado a Brasília pela Senhora Sarah Kubitschek (1908-1996), Lemos Kubitschek. (DIÁRIO DE BRASÍLIA, Coleção Brasília VI, p. 66, 1959).
    "

Untitled

NOV.B.2 (152)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-152
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da construção do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, chão de terra batida com pequeno cercado de madeira e materiais de construção sobre o chão. Ao centro, da esquerda para a direita, um galpão para armazenamento de materiais da obra, o início da fundação do STF, outro galpão um pouco mais à frente e um canteiro de obras. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília, foi desenvolvido entre janeiro de 1958 e junho de 1960, ano de sua inauguração, por Oscar Niemeyer (1907-2012) e outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) com fundações da empresa Estacas Franki Ltda. e execução de obras da Construtora Rabello S.A. iniciado em agosto de 1958, além da Construtora Planalto Ltda. e da empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria.
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, com suas sete colunas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro, localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (TEIXEIRA, 2019; SILVA, 2014).
"

Untitled

NOV.B.2 (151)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-151
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Construção da Igreja Nossa Senhora de Fátima, conhecida como Igrejinha. Em primeiro plano, piso de “chão batido”. Ao centro, vista lateral da Igreja com estruturas, andaimes de madeira estão apoiando os três pilares principais da estrutura e da (apenas o central e o direito estão visíveis). Na parede há uma janela seccionada em três partes que futuramente seria uma porta. Três trabalhadores, localizados de maneira esparsa, pela cobertura, pilar e janela da Igrejinha, estão finalizando o andamento das obras. Na fachada principal, instalação das portas da Igrejinha com o visual de cinco folhas de madeira, com a superfície vazada por figuras geométricas, em dimensões e formatos variados, alternando quadrados e retângulos, que receberam vidro colorido, de origem italiana e um vão, no centro, para a entrada dos visitantes.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Untitled

NOV.B.2 (150)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-150
  • Item
  • 1958 - 21/04/1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Em destaque, há a pavimentação da pista que circunda a Praça dos Três Poderes, próximo ao Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília que se encontra na lateral esquerda da fotografia circundado por chão de terra batida. Ao fundo, um veículo, Jeep Rural, próximo ao Museu da Cidade, máquina pavimentadora de asfalto, e há operários trabalhando na pavimentação. Ao centro no canto direito, observa-se parte da copa de árvores, provavelmente nativas do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.2 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-15
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. À direita da imagem, vista do pilar da fachada principal da Igrejinha Nossa Senhora de Fátima com altura de 450 cm e uma cruz acima posta transversalmente. Em primeiro plano, grama que circunda o edifício com uma pequena estrutura de madeira no jardim. Ao fundo, construção de dois edifícios residenciais localizados na superquadra 108 Sul, com andaimes nas fachadas e à frente, uma construção de madeira para os trabalhadores. Na foto, há cinco pessoas, aparentando ser cinco homens. À esquerda da imagem, há dois veículos e à direita, algumas árvores.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Results 1951 to 1960 of 2035