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NOV.B.2 (167)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-167
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem em que se observa a Esplanada dos Ministérios em construção, com toda a região ainda em terra batida. Em primeiro plano, destaca-se galpões de aspecto longitudinal que provavelmente acumulavam os materiais de construção utilizados nas obras ou serviam de habitação temporária, estão rodeados por poste de luz e outros recursos da obra. Na edificação maior encontram-se dois trabalhadores próximos a uma bicicleta na entrada. Abaixo, estão amontoados de tábuas de madeira. Nota-se uma carregadeira alocando um amontoado de materiais. Mais a frente, está uma via provisória com um Jeep Candango transitando e outros automóveis estacionados ao redor do terreno. Ao centro, está o espaço vazio característico moderno da praça cívica da Esplanada dos Ministérios, no sentido leste-oeste estão os edifícios administrativos correspondente aos Ministérios composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto. No lado direito localiza-se a Catedral Metropolitana de Brasília com seus marcantes dezesseis pilares parabólicos, compostos de concreto (ainda não finalizados no topo), oriundos de sua planta circular de 70 m de diâmetro. Tais pilares característicos sobem inclinadamente tocando uns aos outros, os virtuosos vitrais internos elaborados por Marianne Peretti constituídos de fibra de vidro de tons de: azul, verde, branco e marrom, ainda não foram instalados. A cobertura ainda não está concretizada, expondo apenas sua estrutura metálica. Ao fundo, do sentido esquerda para direita, encontra-se o Palácio do Planalto características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. Destaca-se a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas (ao lado) revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que remetem à forma velas de barco. Tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão a caixa de vidro que compõem o Palácio do Planalto. Ao centro, o Congresso Nacional fica no vértice superior do triângulo, e é composto pelo edifício principal e dois anexos destinados aos escritórios administrativos (ainda sem o mármore branco completado finalmente). Os prédios formam vértices de 92 metros que podem ser vistos desde a Torre de TV e orientam a perspectiva do visitante até a Esplanada dos Ministérios. As cúpulas do edifício do Congresso (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo) possuem um traço delicado que contrasta com colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Ao lado direito, encontra-se o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro, localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte.

Sin título

NOV.B.2 (166)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-166
  • Unidad documental simple
  • 1958
  • Parte deSin título

Fotografia em cores, no formato paisagem. Vista panorâmica do terreno pertencente à Praça dos Três Poderes e Esplanada dos Ministérios, sendo que no lado esquerdo está a região que corresponde ao Supremo Tribunal Federal, com galpões de aspecto longitudinal que provavelmente acumulavam os materiais de construção utilizados nas obras. Por fora das habitações notabiliza-se os recursos materiais da obra concentrados. Mais a frente, está a construção ainda incipiente da malha estrutural da cúpula do Senado, composta de pilares metálicos e concreto (ainda não inserido) formando uma planta circular. Próximo a esta estrutura inicial da sede do Legislativo, estão mais galpões e recursos materiais reunidos. Ao fundo, encontra-se apenas uma estrutura composta de pilares e vigas metálicas de um edifício administrativo correspondente à Esplanada dos Ministérios. Tais recursos de obra estão sendo sustentados por um guindaste pinça que alastra-se por mais uma aérea destinada a uma futura edificação. No lado direito, é possível visualizar mais um guindaste pinça, todavia sem um terreno modificado mais drasticamente. Ao fundo da construção, principalmente na lateral esquerda, observa-se vegetação de Cerrado nativo (fitofisionomia não identificável) que se estende pelo horizonte, em que é possível distinguir áreas campestres e com alta densidade de arbóreas dispersas em forma de mosaico.

Sin título

NOV.B.2 (165)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-165
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica do complexo Esplanada dos Ministérios-Praça dos Três Poderes, sobre terra batida. Em primeiro plano, galpões pequenos de depósitos de acúmulo de materiais longitudinais. Com um terreno de chão de terra batida com automóveis estacionados ao canto. Mais a frente, está a Esplanada dos Ministérios, com o sentido leste-oeste, com prédios administrativos encadeados com estrutura composta de vigas e pilares metálicos envolvidos por concreto. No lado direito, está a Catedral Metropolitana de Brasília com seus dezesseis pilares incompletos, ainda sem o formato parabólico completamente concretado, possuindo apenas sua estrutura metálica que auxilia na sustentação. Ao fundo, destaca-se o Congresso Nacional os prédios formam vértices de 92 metros. As cúpulas do edifício do Congresso (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo) possuem um traço delicado que contrasta com colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal.As cúpulas e colunas utilizadas pelo arquiteto Oscar Niemeyer são traços marcantes apresentados em sua arquitetura. Menos visível, no lado direito, está o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro, localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. No lado esquerdo, está o Palácio do Planalto, que detém como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. A caixa de vidro transmite uma sensação de suspensão, a cobertura acrescenta um aspecto de “caixa sobre caixa”. É possível apenas visualizar de lateralmente está a nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que remetem à forma velas de barco. À esquerda da fotografia, vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Sin título

NOV.B.2 (164)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-164
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da Praça dos Três Poderes em fase de construção. Ao centro, o Museu da Cidade em execução e o Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) praticamente finalizado, mais acima da fotografia. É possível visualizar terra batida por toda a imagem, além da demarcação da via e um veículo (aparentemente, um caminhão) passando entre o Museu da Cidade e o canteiro de obras do Palácio do Congresso Nacional. Ao lado esquerdo e na diagonal direita do Palácio do Supremo Tribunal Federal, há um conjunto de construções temporárias, possivelmente usadas como depósitos de materiais ou alojamento dos trabalhadores; à direita do mesmo, canteiro de obras.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sin título

NOV.B.2 (163)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-163
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica da Praça dos Três Poderes e da Esplanada dos Ministérios. No primeiro terço, ressalta-se o solo modificado com alterações bruscas no terreno próximos a sede do Legislativo, mais ao fundo, estão os Ministérios encadeados com sua estrutura composta de vigas e pilares metálicos, acompanhados, à esquerda, de uma parede lateral externa. Mais ao centro está o espaço vazio, característica marcante da arquitetura moderna, mais ao fundo está o Congresso Nacional com seus monumentais anexos destinados aos escritórios administrativos. Tais edificações formam vértices de 92 metros. As cúpulas do edifício do Congresso (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo) possuem um traço delicado que contrasta com colunas simétricas e dão um aspecto de beleza às duas torres correspondentes. Do lado direito, estão outros dos prédios administrativos dos Ministérios e alguns pequenos galpões de acúmulo de depósitos de materiais. Ao fundo das construções, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte.

Sin título

NOV.B.2 (162)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-162
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) em fase de construção. Em primeiro plano, terra batida com materiais de construção sobre o mesmo. Em segundo plano, à direita, parte do Museu da Cidade, também em fase de construção, com fôrma de madeira e andaimes ao redor; Em destaque, o Palácio do Supremo Tribunal Federal com cimbramento circundando todo o edifício; as colunas foram concretadas e desenformadas, e há a presença de uma grande rampa provisória (à direita da fotografia) que se estende do chão até a cobertura da fachada oeste. Uma placa de identificação na fachada principal, próximo à cobertura, tem as inscrições: “Palácio do Supremo Tribunal Federal”. Atrás do edifício, há duas torres de madeira na fachada leste do edifício e mais à direita, outras construções temporárias, possivelmente usadas como depósitos de materiais ou alojamento dos trabalhadores. No horizonte, a área de Cerrado aparentemente não foi modificada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sin título

NOV.B.2 (161)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-161
  • Unidad documental simple
  • 1960
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica do Eixo L2 Sul cruzando o Eixo Monumental. Destaca-se, em primeiro plano, uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) nos dois lados da pista. Uma construção simples de pouca expressividade, ao lado direito da pista, provavelmente de caráter provisório, destoa-se em meio a amostra do bioma. Próximo às vias urbanas, está a Catedral Metropolitana de Brasília com seus marcantes dezesseis pilares parabólicos, compostos de concreto, oriundos de sua planta circular de 70 m de diâmetro. Tais pilares característicos sobem inclinadamente tocando uns aos outros e são permeados por virtuosos vitrais internos elaborados por Marianne Peretti, constituídos de fibra de vidro de tons de: azul, verde, branco e marrom. Ao longo, do complexo da Esplanada dos Ministérios, destacam-se os edifícios administrativos, sentido esquerda e direita, compostos por sua estrutura marcante de vigas e pilares metálicos totalmente envolvidos por concreto, a execução de laje de forro no mesmo material, o que definiu, conforme os padrões, laje dupla nos pavimentos. À direita, estão vários edifícios que provavelmente correspondem a galpões ou depósitos para acúmulo de materiais de construção. Mais ao fundo, na Praça dos Três Poderes, está o Congresso Nacional com seus monumentais anexos destinados aos escritórios administrativos. Tais edificações formam vértices de 92 metros. As cúpulas do edifício do Congresso (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo) possuem um traço delicado que contrasta com colunas simétricas e dão um aspecto de beleza às duas torres correspondentes. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte.

Sin título

NOV.B.2 (160)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-160
  • Unidad documental simple
  • 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, no formato paisagem. Imagem enquadrando a Praça dos Três Poderes, o Palácio do Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto; todos inseridos em uma espaço delimitado de acordo com o projeto de Lucio Costa e passado pelo processo de terraplenagem; margeando as obras da praça e dos palácios é possível ver estruturas de acampamento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e das construtoras responsáveis pela obra dos monumentos. Na porção superior da imagem aparece o terreno de obras do Palácio do Planalto em estágio inicial de obras, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; à direita o palácio presidencial é margeado por vegetação de sentido restrito e logo à frente da fachada frontal passa uma via de terra que viria a se tornar a via N1 do Eixo Monumental. Na porção central da imagem, à esquerda está o terreno da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu; dispostas na praça estão materiais de obra. Ainda na porção central à direita aparece uma depressão de terra que em 1988 viria a se tornar o Parque Bosque dos Constituintes, um local de grande significado histórico por homenagear os membros da Assembleia Nacional Constituinte. Esses parlamentares foram pioneiros ao incluir, na Constituição Federal, um artigo inteiramente dedicado à proteção do meio ambiente - o 225. Na porção inferior da imagem aparece o terreno de obras do Palácio do Supremo Tribunal Federal em estágio inicial de obras, monumento sede do poder Judiciário, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (7 colunas). No canto direito superior, há parte de vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Duplicata do item NOV-D-4-4-B-2 (664)."

Sin título

NOV.B.2 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-16
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1959
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato retrato. Painel de Athos Bulcão (1918-2008), primeira obra do autor em Brasília, nomeado “Natividade” composto por azulejos de 15 x 15 cm para o revestimento externo colocado em 1959 da Igreja Nossa Senhora de Fátima conhecida como Igrejinha Nossa Senhora de Fátima. Realizado em 1957, a pomba branca representa o Divino Espírito Santo e a estrela em preto a estrela da Natividade, ambos sobrepostos ao fundo azul.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Sin título

NOV.B.2 (159)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-159
  • Unidad documental simple
  • 21/04/1958
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista externa da construção da Igrejinha repleta de andaimes de madeira ainda em processo de finalização da estrutura. Na imagem, vista diagonal do edifício já com o pilar do centro da fachada principal, praticamente finalizada que sustenta a curvilínea, característica típica do formato de catenária (curva que se assemelha a um arco parabólico) central e de 25 a 30 cm nas extremidades em balanço composta por laje maciça e apoiada em três pilares, aumentando as solicitações de carga na estrutura, faz parecer um elemento desprovido de peso. Em primeiro plano, piso modificado de aspecto lamacento.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Sin título

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