Iconográfico

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

Nota(s) da fonte

Mostrar nota(s)

Termos hierárquicos

Iconográfico

Termos equivalentes

Iconográfico

Termos associados

Iconográfico

2035 Descrição arquivística resultados para Iconográfico

2035 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos

NOV.B.21 (51)

Fotografia preta e branca em formato paisagem retirada entre 1957-1960. Registro de uma placa de identificação da construtora Adolpho Lindenberg, empresa, possivelmente, responsável pela construção do Edifício JK – localizado na SCS Quadra 1 Bloco D, na Asa Sul –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa está apoiada por uma estrutura treliçada com ripas de madeira, apresentando as inscrições: “Construtora Adolpho Lindenberg - Edifício JK - Escritórios e Condomínio - Adolpho Lindenberg”. A placa está instalada sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada destinada ao ambiente de obra no local. O cerceamento em madeira e arame em primeiro plano evidencia as limitações do perímetro do canteiro. Atrás da placa, uma caminhonete – de modelo não identificado – e dois alojamentos em madeira caracterizam o ambiente do canteiro de obra. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Dentro do perímetro do canteiro, são visíveis amontoados de materiais diversos – pedregulhos, galhos, terra, tambores metálicos e mesas de trabalho. Na parte externa do perímetro, notam-se amontoados de materiais – tábuas, ripas e pequenos troncos de madeira. Ainda no interior do ambiente de obra, dois operários são visíveis, estando o primeiro escorado na extremidade esquerda da estrutura da placa, olhando para o registro; e o segundo, ao fundo, aparenta estar saindo da estrutura em plano posterior. Em plano de fundo, ao que tudo indica, trata-se do agrupamento comercial da W3. Toda a região está em terra batida, sendo que ao fundo é possível observar parte de copas de árvores do Cerrado.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (52)

"Fotografia colorida em formato paisagem retirada entre 1957-1960. Registro de parte das placas de identificação às margens de uma estrada interna ainda sem pavimentação, possivelmente responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 9 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, sendo possível identificar algumas, lê-se: Monac; Aço Torsima S.A.; Emulpress - Obras dos Ministérios; Construtora Planalto; Estacas Franki LTDA. - Acampamento Escritório; IRB - Instituto de Resseguros do Brasil - Edifício “Seguradoras”. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Atrás das placas, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparenta uso de maquinário para retirada e planificação de terra. Em plano de fundo, há a presença de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte sobre a camada contínua de gramíneas.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (53)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista frontal da placa instalada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) que identificava as obras do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), em que se lê: “Palácio do Supremo Tribunal Federal - NOVACAP - Departamento de Edificações - 2ª divisão”. CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL: O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Mesma imagem do item 420 encontrada na B2. Data: 02/05/1959
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (54)

Fotografia preta e branco em formato paisagem retirada em outubro de ano desconhecido entre 1957-1960. Registro das placas de identificação de parte de um trecho das rodovias Brasília-Belo-Horizonte e Brasília-Planaltina – hoje identificadas como BR-040 e a EPIA (DF-003) –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No quadrante inferior, em primeiro plano, a estrada ainda sem pavimentação, apenas terraplanada, com resquícios de materiais e passagem de pneu dos veículos e maquinários. No registro, as placas retangulares de madeira estão sustentadas por uma estrutura simples de ripas de madeira às margens trechos da Rodovia Brasília-Belo Horizonte e Rodovia Brasília-Planaltina, ainda em fase de obra na época da construção, em que se lê, na placa esquerda, as inscrições: “NOVACAP D.V.O. Rodovia Brasília - Belo Horizonte. Trecho Estação Rodoviária-Luziânia 47 km (20 km em pista dupla) Construção de Coenge S.A. Engenharia e Construções”; e na segunda placa: “NOVACAP D.V.O. Rodovia Brasília-Planaltina - Construção de Coenge S.A. Engenharia e Construções”. A construtora identificada nas placas trata-se da Coenge S.A. que, junto da Companhia Metropolitana, realizaram a terraplanagem do Aeroporto definitivo de Brasília. A placa identifica trechos de construção do que hoje é a BR-040” faz parte de um grande sistema rodoviário que contempla os Estados de Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e o Distrito Federal [...]. Possui extensão superior a mil quilômetros, e faz ligação entre as capitais brasileiras.” (Santos; Gomes, 2015, p. 16). As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Em plano de fundo, às margens da via, a vegetação se faz evidente, e pequenos aglomerados de terra separam a vegetação da estrada. Ao fundo está uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que se estende pelo horizonte.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (55)

"Fotografia preta e branca em formato retrato. Capturada em 19/10/1958 pelo fotógrafo Mário Fontenelle, Registra uma placa de identificação das Obras da futura sede da Confederação Nacional do Comércio, entidade sindical de grau máximo do setor terciário brasileiro, que reúne 34 federações e mais de mil sindicatos patronais filiados em todo o território brasileiro. Fundada em 4 de setembro de 1945, teve a sua sede transferida para Brasília e passou a funcionar em imóvel próprio no Setor Comercial Sul, quadra 2, bloco C, nº 227, Edifício Presidente Dutra, em 16/07/1973. No registro, a placa está apoiada por uma estrutura treliçada com ripas de madeira, apresentando as inscrições: “OBRAS DA FUTURA SEDE DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO/ DIRETORIA/ Brasilio Machado Neto/ Charles Edgart Moritz/ Severino Maia Filho/ Manoel Alfeu Silva/ Nylton Moreira Veloso/ Arnaldo Menezes Paiva/ Rosario Humberto Stramandinou/ Ranulpho Torres Raposo/ Jessé Pinto Freire/ Coryntho de Arruda Falcão/ Antonio Julio de Moraes/ Deraldo Motta/ Francisco Guimarães e Souza/ José Ramos de Moraes/ João de Souza Vasconcelos/ CONSELHO FISCAL/ Clovis Arrais Maia/ José Luiz Guerra Regu/ José Ribeiro Soares/ SECRETÁRIA GERAL/ José Carlos Pereira de Souza/ DIRETORIA GERAL DO SESC/ Manoel Lopes Meirelles/ DIRETORIA GERAL DO SENAC/ Maurício Magalhães Carvalho” e mais afastado, no canto inferior direito da placa “MEDINA”. Atrás da placa, uma estrada ainda em terra batida e a presença de parte de vegetação campestre do Cerrado (campo limpo), que transiciona para um ambiente com maior densidade de árvores ao fundo. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (56)

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retirada em 19/10/1958. Registro de uma das placas de identificação colocada às margens de um canteiro de obra destinado à construção dos Ministérios, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa apresenta os dizeres: “Emulpress do Brasil S/A. Indústria de Concreto. Concretagem dos 11 edifícios ministeriais”, empresta esta, responsável pela concretagem (lajes de forro, lajes pré-moldadas e estruturas de concreto armado) responsável por toda a concretagem dos 11 edifícios ministeriais. A placa está sustentada por uma estrutura treliçada feita com ripas de madeira. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Posterior a estrutura da placa, um alojamento simples feito em madeira com o telhado de uma água, possivelmente, destinava-se a uma instalação de apoio ao processo de construção dos Ministérios. A estrutura de madeira localiza-se próximo de outras estruturas destinadas aos processo de obra do local, sendo possível identificar: aglomerados de materiais, estruturas em madeira e lonas de cobertura, alojamentos em madeiras, postes de energia e uma torre d’água. Autor do fotografia: Mario Fontenelle.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (57)

Fotografia preta e branca em formato paisagem explicita uma placa identificadora de um estabelecimento comercial. A placa em questão contém a inscrição: Barbearia na Kosmos. Entre as palavras há um símbolo gráfico de direcionamento (seta). Esta placa está pregada no tronco de uma árvore nativa do Cerrado popularmente conhecida como curriola (Pouteria ramiflora). Ao fundo vê-se vegetação rasteira com árvores de médio porte esparsas e um cerceamento de madeira que delimita a área de duas construções de madeira, as quais se assemelham a um alojamento de funcionários de obra. A vegetação parece ter sofrido intervenção humana, tendo aspecto mais ralo.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (58)

Fotografia preta e branca em formato paisagem explicita uma placa de dizeres cômicos inscritos: Não Preciso Palpites: Sei Errar Sozinho. A placa parece estar aparafusada sobre um portal, não sendo possível apontar a sua exata localização neste ambiente ou de qual lugar pertence.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (59)

Fotografia preta e branca em formato retrato. Capturada em 1959 registra uma escrita feita com peças de letras em metal sobre uma estrutura de concreto que diz: “PONDO A SUA FÉ NO PATRIÓTICO/ EMPREENDIMENTO QUE É A CONSTRUÇÃO DE/ BRASILIA, A “AUTOMAR S.A.’,/ DE BELO HORIZONTE. E A SUA REPRESENTADA/ A GENERAL MOTORS DO BRASIL S.A./ VISTANDO ÊSTE LOCAL, EM 11 DE JULHO DE/ 1957, PLANTARAM ESTAS ÁRVORES./ ELAS CRESCERÃO COMO CRESCERÁ BRASILIA!”. Ao fundo um terreno de terra seca batida e a presença de rebrotas de vegetação do Cerrado, indicando remoção recente da vegetação devido a intervenção humana.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (6)

"Fotografia colorida em formato paisagem demonstra uma placa identificadora da região da Embaixada de Inglaterra. Representante digital contém riscos e pontos esverdeados. Na placa contém as inscrições: NOVACAP D.I Inglaterra Lote Nº 8. No canto esquerdo da placa, vê-se uma assinatura de A.Silva, artista gráfico da placa. Foi projetada por Alfred A.Couts, do Ministério de Obras Públicas da Inglaterra, com obras ocorridas entre os anos de 1978-1983. O paisagismo foi assinado por Ney Ururahy Dutra (1922-2013) e Derek Lovejoy (1925-2000). A Rainha Elizabeth II (1926-2022) visitou Brasília em novembro de 1968, saudando os representantes britânicos na nova capital. Após a transferência da Capital (anteriormente localizada no Rio de Janeiro), foi necessário também transferir o corpo diplomático para Brasília, assim viabilizando lotes localizados na Avenida das Nações, Setor de Embaixadas Sul, W3 Norte, Setor de Rádio e TV Norte, Asa Sul e Asa Norte. Mesmo após anos de inauguração de Brasília, a transferência dessas representações estrangeiras não foi feita de imediato, devido à resistência de alguns consulados, mas em 1973 foi concluída. Sobre o atraso da mudança das embaixadas para a nova capital, Mendes (1995, p.93) explicita um trecho inflamado retirado do Correio Braziliense de 15 de maio de 1969, redigido pelo jornalista Ari Cunha: “Isto, entretanto, é o resultado de muita preguiça entre muitos diplomatas, nacionais e estrangeiros. Se o governo for com ‘diplomacia’, não muda nunca. E a vergonha será sempre nossa. Três governos já marcaram a data da mudança do Itamaraty para Brasília. As Embaixadas já receberam, oficialmente, três comunicações diferentes, e nenhuma foi cumprida até agora. Este é o último desafio, porque depois restará apenas a desmoralização nossa diante dos governos estrangeiros, que nunca mais acreditarão em mudança, e estarão rindo dos papeis que fizeram investimentos monstruosos construindo Embaixadas numa cidade que o Itamaraty rejeita por princípio”. A primeira embaixada a concluir suas construções em Brasília foi a da Sérvia e Montenegro (antiga Iugoslávia) e a primeira nação a erguer a sua Chancelaria foi a dos Estados Unidos da América. As embaixadas, de modo geral, apresentam uma grande lista de edifícios e autores, o que explica a extensa variedade de soluções arquitetônicas adotadas – embora prevaleça a expressão brutalista –, sendo possível distinguir também traços típicos do país de origem. Apesar disso, parte das embaixadas precedem a intenção de retratar a modernidade – tanto de seu próprio país como a presente em Brasília e que, segundo Santos (2005, p. 157) “em algumas delas, no entanto, o objetivo é dar destaque à arquitetura tradicional e, finalmente, há aquelas em que ambas as alternativas foram harmonizadas ou convivem – bem ou mal – lado a lado”. Tais características não apenas ampliaram o interesse cultural nessas edificações, mas a tornaram significativas coleções de obras de arte, incorporando o patrimônio da cidade. Ao fundo está uma vegetação mais rasteira, contendo gramíneas, arbustivas e algumas árvores de pequeno porte correspondentes ao bioma Cerrado, especificamente um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Na parte inferior da imagem, nota-se terra batida e logo atrás algumas rebrotas, cuja vegetação foi removida por intervenção humana.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

Resultados 1791 a 1800 de 2035