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NOV.B.2 (338)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de parte da sala de estar no pavimento térreo com luz, provavelmente, do amanhecer, logo atrás e ao lado esquerdo da escada interna do Palácio da Alvorada que dá acesso à sala íntima do palácio no primeiro andar, o qual constitui a parte residencial do Palácio. Em destaque, o piso de madeira do pavimento térreo do Palácio e seis poltronas Barcelona pretas de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm. Ao centro, entre as poltronas, um tapete de cor aparentemente bege e nas janelas da fachada oeste têm cortinas levemente transparentes na cor bege/branco. Ao fundo, vista da fachada principal do Palácio da Alvorada, aparecendo pequena parte de um dos espelhos d’água (à direita da fotografia) e no horizonte, uma vasta área de grama sem vegetação nativa do Cerrado e o Brasília Palace Hotel mais ao fundo.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (337)

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista diagonal das torres do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com elevação em parte do terreno por um monte de terra e rebrota de ervas, arbustos e subarbustos esparsos sobre terra batida que possivelmente surgiram após a primeira remoção da vegetação. Ao centro, ressalta-se o Palácio do Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. As torres anexas com sua estrutura de aço aparente demonstrando sua surpreendente monumentalidade. Atrás das torres, suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. Abaixo das torres há uma pequena construção temporária de aspecto longitudinal, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. A casca da cúpula do Senado (à direita) aparenta estar finalizada, enquanto a da Câmara está em processo cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, circundando o mesmo. Abaixo das cúpulas, encontra-se o Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. Atrás da cúpula da Câmara dos Deputados, parte da Esplanada dos Ministérios, no sentido leste-oeste estão os edifícios administrativos (prédios ministeriais) correspondente aos Ministérios composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto e sem esquadrias).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (336)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de noite de parte da sala de estar e da sala de música, ao fundo, no pavimento térreo do Palácio da Alvorada e do mezanino do pavimento superior. Parte da sala possui pé direito duplo e o pavimento é todo revestido com piso de madeira, este está com iluminação amarela nos abajures e nas fileiras de iluminação com spot. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, uma escada com guarda-corpo vazado com perfil metálico, esta leva para o nível do subsolo do edifício; atrás do guarda-corpo, um recamier mondrian (um tipo de sofá, no caso, sem encosto com um rolo de espuma que remete a uma almofada/travesseiro) linear com perfis metálicos e estofado vermelho e um tapete sob o mesmo; ao seu lado esquerdo, uma imagem religiosa que parece ser a de Nossa Senhora da Conceição (a mesma utilizada na Capela do Palácio da Alvorada e a qual a Capela é dedicada). Ainda ao centro, uma marquesa brasileira (versão híbrida de leito e de sofá que remontam ao estilo francês “restauration” e ao Brasil do século 19) de madeira jacarandá com braços curvados para dentro e arrematados por travessa torneada, assento em palhinha, pernas reviradas para fora; algumas poltronas em madeira de jacarandá e tecido do século XX, com estrutura retilínea, traços em ângulos retos descendo as pernas no mesmo contexto, assento e espaldar almofadado vermelho; com dimensões de 78x74x76 cm; sob a marquesa e essas poltronas, um tapete simples, aparentemente bege, centraliza os móveis e ao fundo, dois abajures estão encostados em uma parede revestida com espelho reflete parte da sala; há leves cortinas nas janelas da fachada oeste. Ao fundo, à esquerda da fotografia, a sala de música com um pequeno sofá vermelho, um recamier (um tipo de sofá, no caso, sem encosto) preto e umas quatro poltronas Barcelona, na cor preta, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm; ao centro, um tapete simples de cor, aparentemente, branca; à direita, mais seis poltronas Barcelona, na cor branco. Ao centro das poltronas Barcelona está um tapete simples de cor, aparentemente, cinza, e uma pequena mesa de centro no formato quadrado com perfis metálicos e tampo de vidro (acima da mesa de centro há alguns objetos de decoração). Toda a sala de música possui piso de madeira e uma parede revestida de espelho, à direita da fotografia, e ao fundo uma parede de mármore na cor preta; à direita, um conjunto do que aparenta ser simples poltronas brancas. Encostado na parede de mármore, há o piano de cauda do século XX de autoria da fabricante alemã Grotrian-Steinweg em madeira ebanizada (técnica que consiste em escurecer a madeira), marfim e metal; e uma banqueta também do mesmo século com os mesmos materiais. No teto, há duas fileiras de iluminação com spots as quais são refletidas pela parede com revestimento de espelho.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (335)

"Fotografia área, formato paisagem. Vista aérea do Congresso Nacional. Em primeiro plano, destaca-se um guindaste levantando os pilares para a constituição das torres anexas ainda com pouquíssimos pavimentos e com suas estruturas de aço aparente, tal maquinário localiza-se perto da fundação deste monumento, ao seu lado estão vigas e pilares posicionados ao chão enfileirados. Na parte posterior do guindaste, observa-se outras peças de aço posicionadas ao canto em meio a um terreno bem desgastado com recursos das obras espalhados como areia e tábuas de madeira. Nota-se que nos edifícios anexo da esquerda, há pilares soltos sem a ligação com vigas e operários encontram-se no último andar em cima de um tapume madeira, já na outra torre a cobertura mostra-se mais completa com as vigas interligadas aos pilares e um tapume de madeira no andar de baixo repete-se à frente da cobertura somente. No sentido leste das torres anexas, visualiza-se no terreno, ao centro, uma pequena área forma elíptico com mais materiais metálicos, no seu lado esquerdo, encontra-se um operário posicionando as cargas em uma caçamba de caminhão ao lado de mais quatros obreiros que observam a cena. Acima, há um outro caminhão branco transitando perto de um operário fixo em pé. Adiante, encontra-se outro veículo deslocando perto da fachada de uma construção temporária que se assemelha a um alojamento, verifica-se que a parte estrutural da edificação a direita está sem vedação, um caminhão direciona-se a essa localidade. À frente, visualiza-se a parte posterior do edifício principal em franco processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras no sentido oeste e no sentido leste observa-se o processo de desmontagem dessas estruturas. Acima, na plataforma,repleta de perfurações no piso, a qual abriga o Senado em fase bem inicial de edificação envolta em uma forma circular que estende-se até uma edificação simplória fora da plataforma. Ao centro, estão reunidas algumas construções temporárias. No lado esquerdo, observa-se que a Câmara está ainda em processo de fundação. Adiante, visualiza-se que a rampa externa está também em fase construtiva inacabada à sua esquerda encontra-se uma construção provisória em meio a vários materiais de construção, observa-se que na extremidade esquerda, há um grande acúmulo de areia próximo a dois postes e uma rampa simples de madeira que leva a plataforma. No lado oposto ajuntamento de escoras madeiras desmontadas espalhadas no chão. Logo depois, destaca-se um pequeno alojamento com a bandeira do Brasil hasteado na cobertura, o qual detém um pequeno estacionamento com dois automóveis estacionados cercados por três indivíduos, mais dois perambulam perto dessa região. À esquerda, situam -se consecutivamente duas edificações impermanentes, permeado por um pequena construção de menor expressão. A seguir, estacionamento coberto com alguns automóveis parados nas vagas, à esquerda está mais uma edificação temporária de pequena dimensão, adjacente a um poste. Percebe-se deslocando-se ao estacionamento, um caminhão próximo a edificação temporária. Posteriormente, há outra construção bastante diminuta próximo a duas caixas d' água: uma pequena proporção paralela a ela e outra adjunta a outra grande edificação. Ulteriormente, pousa-se outro estacionamento de aspecto longitudinal pouco distanciada de outra construção temporárias, as quais provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Compondo a região, constata-se que a via N1, Eixo Monumental, ainda não pavimentada, detém um trajeto mais longo que a via S1, localiza-se no outro oposto, também sem pavimentação, com parte de seu trajeto planejado está efetuado, parte do espaço desse percurso está densamente ocupado por acúmulos de recursos da obra. No lado esquerdo alastra-se pelo terreno um grande descampado. Ao fundo desse complexo, situa-se um perímetro que é possível enxergar alguns perfis metálicos espalhados pelo solo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (334)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da Capela do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, grama e uma muda de espécie arbórea já plantada no solo. Um pouco mais ao fundo da espécie arbórea, uma luminária na grama apontada em direção à Capela. Ao centro, a Capela já finalizada em concreto armado e na cor branca nas fachadas e nas rampas de acesso à obra. Abaixo de sua base, é possível visualizar uma janela em fita de vidro discreta. No horizonte, diversas fitofisionomias do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (333)

"Fotografia área, formato paisagem. Vista aérea do Congresso Nacional. Em primeiro plano, verifica-se a via S1, ainda sem pavimentação. Apenas parte de seu trajeto planejado está efetuado, tal espaço está densamente ocupado por acúmulos de recursos da obras, principalmente, em suas laterais. Em segundo plano,destaca-se o edifício principal do Congresso Nacional com seu formato antigo de extremidades pontiagudas.Acima, na plataforma, repleta de perfurações no piso, visualiza-se a Câmara dos Deputados ainda em processo de fundação. Ao centro, pousa-se um conjunto de construções temporárias, que provavelmente servem de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, ao lado, localiza-se o Senado em fase bem inicial de edificação envolta em uma forma circular que estende-se até uma edificação simplória fora da plataforma. À esquerda, do edifício principal, situa-se o canteiro de obras, no sentido baixo-cima, visualiza-se uma rampa simplória. ainda em processo de construção, de sustentação ainda frágil que leva a Câmara e mais distante, é possível enxergar a rampa externa está também em fase construtiva inacabada, com escoras de madeira na base da rampa superior, ao lado é pouco perceptível as dezenas de pontaletes de madeiras espalhados ao solo fruto de um provável processo de desmonte de um cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. No lado direito do edifício principal, constata-se um guindaste levantando os pilares para a constituição das torres anexas ainda com pouquíssimos pavimentos e com suas estruturas de aço aparente, tal maquinário localiza-se perto da fundação deste monumento, ao seu lado, estão vigas e pilares posicionados ao chão enfileirados. Na parte posterior do guindaste, observa-se outras peças de aço posicionadas ao solo em meio a um terreno bastante desgastado com recursos das obras espalhados como areia e tábuas de madeira. No lado esquerdo das torres anexas, presencia-se um uma construção temporária que se assemelha a um alojamento de dimensão considerável, em sua diagonal, dispõem uma grande caixa d’água no perímetro do edifício principal. Já próximo a fachada da edificação impermanente, é possível observar a posterior de um veículo, deslocando-se perpendicularmente em relação a outro caminhão. Seguindo lateralmente após uma via tortuosa de terra de chão batido, concentra-se outra área com diversos perfis metálicos enfileirados ao solo. À esquerda deste perímetro, evidencia-se a via N1, está o Eixo Monumental, com pavimentação inconclusa, o qual perpassa todo complexo que liga a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios. Em terceiro plano, presencia-se uma expressiva área verde, cortada transversalmente por uma grande via de terra e diagonalmente por outra menor. À direita, grande cerca que delimita o canteiro de obras do Palácio do Planalto. Em sua porção inicial, localiza-se a uma grande construção temporária de cobertura íngreme sem beiral, frontalmente a ela, há uma pequena guarita com estrutura similar. Mais adiante, predomina-se a complexa estrutura embrionária do Palácio do Planalto, nota-se a presença de apenas uma coluna de concreto do Planalto que provavelmente serviu para um teste logístico. Ao fundo da região, situa no sentido oeste uma acúmulo de materiais de construção e no sentido leste, no canto direito, uma construção temporária de aspecto longitudinal, posteriormente a ela é possível identificar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (332)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da Capela do Palácio da Alvorada em fase de construção. Em primeiro plano, vista da construção do subsolo com tapumes de madeira e uma parede de concreto; este está sob uma elevação da rampa de acesso na fachada principal e da base da Capela. Ao centro, na base da obra, alguns postes de madeira, materiais de construção e trabalhadores homens atuando na construção. A Capela já com as paredes curvas de concreto armado com tábuas de madeira na entrada para sustentação. Ao fundo, diversas fitofisionomias do Cerrado.

Imagem semelhante à NOV-D-4-4-B-2 (606) com alteração de coloração e enquadramento levemente alterado com aproximação.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (331)

"Fotografia área, formato paisagem. Vista aérea do Congresso Nacional. Em primeiro plano, destaca-se um pequeno alojamento,o qual detém um pequeno estacionamento em sua extremidade esquerda, com a bandeira do Brasil hasteado perto de sua lateral. À esquerda da edificação, é possível visualizar parte de uma pequena construção temporária.
Na sua parte posterior, observa-se vários entulhos espalhados pelo solo. À frente, visualiza-se um caminhão transitando pela região, próximo a dezenas de pontaletes de madeiras espalhados ao solo, fruto de um provável processo de desmonte de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Observa-se sutilmente a aparição de um diminuta construção de madeira em meio a tábuas de madeira. Lateralmente, localiza-se a rampa externa em fase construtiva inacabada, com escoras de madeira na base da rampa superior. No sentido leste, evidencia-se outra construção impermanente de dimensão considerável. Entre sua fachada e o edifício principal, o qual está em franco processo de cimbramento na porção esquerda, há diversos recursos da obra retidos ao chão. Na extremidade direita do canteiro de obras, pousa-se uma rampa simplória, ainda em processo de construção, de sustentação ainda frágil que leva a Câmara, a qual está em processo de fundação. Ao centro da plataforma, localiza-se um conjunto de construções temporárias,que provavelmente servem de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. À esquerda, o Senado em fase bem inicial de edificação envolta em uma forma circular que estende-se até uma edificação simplória fora da plataforma. Constituindo parte do sistema de locomoção: há a Via N1, o Eixo Monumental, com pavimentação inconclusa, o qual perpassa todo complexo que liga a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios. E no lado oposto situa-se a Via S1, ainda sem pavimentação. Apenas parte de seu trajeto planejado está efetuado, tal espaço está densamente ocupado por acúmulos de recursos da obra. Em seguida fora do edifício principal sobressai a constituição das torres anexas, ainda com pouquíssimos pavimentos e com suas estruturas de aço aparente, por meio da utilização de um guindaste, que somente aparece na parte superior, levantando os pilares para a constituição das torres anexas. No sentido leste, predomina um terreno bastante desgastado com recursos das obras espalhados como areia e tábuas de madeira. No sentido oeste, visualiza-se no terreno, ao centro, uma pequena área de formato elíptico com vários perfis metálicos posicionados, no lado direito da área, encontra-se um conjunto de oito trabalhadores reunidos próximo a um caminhão em sua perpendicular. Logo após, dispõem-se um alojamento de dimensão expressiva. percebe-se que parte estrutural da edificação à esquerda está incompleta sem vedação. Seguindo lateralmente após uma via tortuosa de terra de chão batido, concentra-se outra área com diversos perfis metálicos enfileirados ao solo.Subsequentemente a uma via tortuosa de terra de chão batido, concentra-se outra área com diversos perfis metálicos enfileirados ao solo sendo posicionados por outro guindaste. Na extremidade é possível ver outra construção impermanente. À direita, dispõem-se o grande complexo com diversos de depósitos e alojamentos de cor branca situados na área circundando a área de fundação do Supremo Tribunal Federal, assim como o Palácio do Planalto,o perímetro é delimitado por cercas de madeira. Ao fundo, alastra-se pelo território uma densa mata de Cerrado Nativo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (330)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da Capela do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, grama e uma luminária na grama apontada em direção ao Palácio da Alvorada. À direita da fotografia, parte de uma das colunas da fachada frontal e da cobertura do beiral do palácio residencial. Ao centro, a Capela já finalizada em concreto armado e na cor branca nas fachadas e nas rampas de acesso à obra. Abaixo de sua base, é possível visualizar uma janela em fita de vidro discreta. No horizonte, diversas fitofisionomias do Cerrado.

Imagem semelhante à NOV-D-4-4-B-2 (605) com alteração de coloração e enquadramento alterado para a esquerda.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (33)

"Fotografia em cores em formato paisagem. Vista interna da rampa externa do Congresso Nacional. No primeiro terço, está uma coluna de concreto ainda em processo de cura, situado na região que futuramente dará acesso ao Salão Negro, é possível visualizar ainda as imperfeições em seu revestimento, rente a coluna, estão dois tijolos acima um do outro. Mais a frente, reúnem-se diversos entulhos, destaca-se nessa localidade a presença de três estacas de madeira que . Ao fundo, nota-se um possível depósito, composto de madeira, que serviam alojamento para acúmulo de materiais , com vedação apenas da metade. No segundo terço, a rampa ensolarada localiza-se um trabalhador com capacete trajando uma camisa azul escura e calça clara deslocando ao centro. Posteriormente, está o Jeep Candango da Vemag adjunto de um poste de madeira. No terceiro terço, ressalta-se a coluna de concreto de larga dimensão que sustenta a laje do Congresso Nacional, mais próximo está uma coluna pequena com duas tábuas de madeira apoiadas no topo, sustentado a rampa externa acima. No lado direito, encontram-se barris de metal, ao lado, situam-se os entulhos no trecho inicial e no final. Ao redor, estão amontoados tijolos. Mais a frente, localiza-se uma extensa construção temporária de aspecto longitudinal, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, acoplado a edificação, há um poste de madeira de maior dimensão, mais atrás, há outro de menor altura. Na entrada do mesmo edifício, localizam-se cinco operários reunidos circunvizinhos a um amontoado de terra, na extrema esquerda, verifica-se um ônibus Mercedes que era responsável por levar os trabalhadores para os canteiros. Nos arredores há se alastra mais terra de chão batida juntamente com materiais de obras e diversos postes, no talude direito, pousa o Eixo Monumental, ainda não finalizado completamente, um Caminhão Chevrolet, popularmente conhecido como “Boca de Sapo”, percorrendo a via. Pouco visível, mais a frente, está um grupo de operários agrupados perto de uma edificação.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

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