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NOV.B.2 (347)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da construção do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com alguns materiais de construção sobre o mesmo. Em segundo plano, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. A cúpula do Senado está praticamente finalizada com algumas figuras humanas sobre o mesmo, enquanto a da Câmara está em processo cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, circundando o mesmo. Mais ao centro um pouco à esquerda, percebe-se os anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (346)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Imagem aproximada da delimitação da estrutura de alvenaria da Capelinha do Palácio da Alvorada, estágio inicial da construção; em destaque, estão as esperas da armadura de aço da estrutura de concreto armado posicionadas dentro das delimitações no chão de terra batida, resultado do processo de terraplenagem. Ao centro das marcações vê-se algumas tábuas de madeira apoiadas nas esperas, margeando as marcações, estão dois suportes de madeira com lâmpadas no topo, protegidos por uma cobertura de chapa metálica, que serviam de apoio à construção da Capelinha, iluminando o local nos turnos noturnos da obra, a fim de cumprir os prazos curtos de entrega determinados. Ao fundo da imagem cercado por vegetação típica do Cerrado, nota-se a Ermida Dom Bosco e um caminho de terra que levava do templo ao palácio residencial. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (345)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista parcial da construção da cúpula do Senado Federal do Palácio do Congresso Nacional com candangos na obra (a palavra candango é uma variação de candongo, da língua quimbundo, dos bantos do sudoeste de Angola, e era usada de forma depreciativa contra os colonizadores daquele continente. Ao serem traficados para a região canavieira nordestina, os africanos mantiveram o sentido pejorativo para se referir aos senhores portugueses e, depois, aos próprios brasileiros (HOLSTON,1993). Com o decorrer do tempo, porém, o alvo da depreciação foi invertido. A palavra virou sinônimo de cafuzo, mestiço, mameluco e negro. Posteriormente, seu significado foi ampliado, passando a abranger genericamente as populações pobres do interior do país, sobretudo trabalhadores itinerantes, de baixa qualificação profissional, situação predominante entre aqueles que chegaram ao canteiro de obras da futura capital). Em destaque, quatro trabalhadores homens com vestes simples (blusa clara com mangas compridas, calça escura e um grande chapéu claro em sua cabeça) estão sobre a cúpula. À esquerda, uma estreita escada, aparentemente de madeira, provisória sobre a casca da cúpula para os trabalhadores terem acesso ao topo do mesmo. No Palácio do Congresso Nacional, as suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. A cúpula ainda sem o acabamento final na superfície. Ao fundo, os anexos que constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (344)

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Vista perspectivada da fachada lateral (sul) e da fachada posterior (leste) do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, na imagem, a edificação está finalizada, os revestimentos foram inseridos e a pele de vidro está completa e em pleno funcionamento, fator que é notório devido os módulos de esquadria que se encontram abertos. O bloqueio visual, feito por grandes cortinas de tecido, também aparece instalado. A fotografia indica que a obra foi concluída em tempo considerável, pois o mármore branco que reveste as colunas e o piso apresentava pátina, especialmente na base desses elementos. O gramado é registrado cobrindo totalmente o entorno imediato da casa oficial. A escada de acesso à área do jardim íntimo também é vista lateralmente e conecta o bloco da residência à escultura “Ritos e Ritmos"", da artista Maria Martins (1894-1973), que não aparece no enquadramento da fotografia. Em segundo plano, há uma via lateral não pavimentada com um veículo, não identificado, estacionado. Em terceiro plano, encontra-se a vista da paisagem norte, sem alterações significativas na paisagem natural.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE: O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (343)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano, nota-se na área externa, mais à direita, um poste de madeira tipo T, o qual detém, lateralmente, dois fios elétricos que carregam uma lâmpada incandesce e liga sua fiação, frontalmente a outro poste de maior dimensão, situado atrás de uma construção temporária de aspecto longitudinal, composta de madeira bem trabalhada, múltiplas esquadrias e cobertura de tapume de metal. Dentro da edificação se faz pouco nítido a silhueta de um homem parada estaticamente. Rente a parede externa, verifica-se diversos entulhos jogados ao chão. Destoa-se no perímetro, um poste de madeira. adjunto a um carrinho de mão conectando-se, ao lado, com outro poste que possui uma tábua de madeira encostada em sua base, no intermédio entre essas estruturas, há lâmpada incandescente pendurada na fiação. Ao fundo da larga edificação, sobressai as torres anexas ainda com sua estrutura de aço aparente.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

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NOV.B.2 (342)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Tapeçaria de Di Cavalcanti (1897-1976) “Múmias” produzida entre 1958-1960. A obra é composta por linhas orgânicas e uso de cores intensas, como amarelo, azul, vermelho, marrom, preto, branco, laranja e verde em diversos tons. Em sua moldura há padrões geométricos étnicos e as imagens centrais têm clara referência formal ao modernismo e às tendências plásticas pós-grupos de vanguarda do início do século XX.
Descrição feita com auxílio do artista visual e plástico Moisés Crivelaro.
CURIOSIDADE SOBRE O QUADRO:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (603) com alteração de colorimetria em preto e branco e enquadramento mais aproximado.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (604) com alteração de colorimetria em preto e branco e enquadramento mais aproximado.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (341)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em evidência, situa-se a grande forma de madeira circular do Senado Federal do Palácio do Congresso Nacional. É possível visualizar em seu interior, um pequeno assoalho, seguido de uma plataforma alta e vigas de aço agrupadas, mais atrás, é possível visualizar a escada que fornece acesso ao topo da estrutura. Observa-se, por todo o semicírculo direito, diversas escoras de aço sob trilhos de madeira. Ao fundo, na extrema direita, verifica-se levemente uma elevação da plataforma, o qual detém muitas esperas rentes a sua parede lateral. Na parte esquerda do semicírculo, visualiza-se também inúmeras escoras de aço, no entanto, em sua porção final, destoa-se a presença de uma ponte de madeira que dá acessibilidade a outro perímetro que retém pontaletes (também conhecido como escora, são peças de madeira, formadas por quatro lados iguais, geralmente muito utilizadas em obras e na construção civil em geral para escoramento de lajes, pés de andaimes, como também pés de mesa e cadeiras e torneados) de madeiras agrupados em seu solo. Na parte da circunferência ausente de escoramento, situam-se duas caixarias de madeira para pilares rente a parede da forma, e outra esparsa na plataforma que liga-se a uma forma de formato peculiar que possui uma expressiva cavidade. À frente da plataforma, há dezenas de escoras para o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção. É ainda possível visualizar sutilmente um cavalete presente no pavimento inferior.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (340)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Tapeçaria realizada pelo artista modernista Emiliano Di Cavalcanti (1897-1976) em 1961 com o título de “Músicos”. Este foi o primeiro trabalho do artista em Brasília encomendada por Oscar Niemeyer (1907-2012) que serviria para ornamentar a biblioteca do Palácio do Planalto. Em destaque a obra que possui linhas orgânicas, ou seja, curvas, figuras femininas e instrumentos musicais em tons de branco, cinza e azul claro. Ao fundo, painel ripado de madeira.
CONTEXTO HISTÓRICO DA OBRA/TAPEÇARIA:
O trabalho homenageia a música brasileira e mostra um grupo de músicos tocando instrumentos típicos do samba raiz. A produção teve influência dos muralistas mexicanos (BORGES, 2023).
CURIOSIDADE SOBRE A OBRA/TAPEÇARIA:
O processo de criação do primeiro trabalho de Di Cavalcanti para Brasília, a tapeçaria Músicos, foi registrado em uma preciosa crônica escrita por Gilda Cesário Alvim em 4 de abril de 1958. Ela estava em um hotelzinho barato e sedentário, apesar do nome de trem expresso: Dinard. Num quarto do terceiro andar, Di Cavalcanti observa a rua e sonha com Brasília. E do sonho de Di Cavalcanti nascem mulheres, sinuosas e envolventes como lianas, mulheres serpentes, que o domador encanta, não com a clássica flauta, mas com pincéis e tintas (FRANCISCO, 2016).
CURIOSIDADE SOBRE A TAPEÇARIA:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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NOV.B.2 (34)

"Fotografia em cores em formato paisagem. Vista Lateral do Congresso Nacional, em primeiro plano, verifica-se um amontoado de barro concentrado à esquerda, ao meio, no nível do solo, está o chão de terra batida, no canto direito, encontra-se uma pequena estrutura provisória de madeira que fornece acesso a rampa externa, que em segundo plano, apresenta-se um trabalhador caminhando em direção a extensa laje que compõem a base da sede do Legislativo, é possível visualizar a coluna que sustenta a rampa, protegida por uma estrutura quadrangular de madeira, adjacente a ela, situa-se um pilar pouco espesso de madeira que serve de apoio. Em terceiro plano, localiza-se a rampa inferior, é perceptível ao olhar apenas a calça e o sapato de um operário, há mais alguns pilares simplórios alastrados pelo perímetro do saguão, entulhos em grande quantidade alastram-se pela área exterior da sede do Legislativo. Acima no conjunto principal do Congresso Nacional, pousam-se um grupo de seis trabalhadores resolvendo questões da obra e ao lado, mais outro agrupamento de quatro operários, a grande maioria está trajada com vestes simples e está portando capacete. No extremo direito, está a base circular da cúpula invertida com sua estrutura metálica. Nos arredores, mais trabalhadores com mais postes de iluminação. No nível de baixo, está em processo de cimbramento com diversas escoras de madeira sustentado de laje. Ao lado, situa-se uma construção temporária de grande dimensão provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, no trecho inicial e mais distante da Esplanada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (339)

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista dos visitantes no início da construção do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, diversos visitantes na obra da fundação do Edifício Principal do Congresso Nacional sobre tábuas de madeira. À direita, perfis metálicos posicionados para a futura concretagem dos pilares. Em segundo plano, materiais de construção sobre o chão de terra, montes de terra, um cercado baixo de madeira e três postes de tronco de madeira com fiação (à esquerda da fotografia). À esquerda, uma bandeira do Brasil no canteiro de obras do Congresso Nacional e duas pequenas construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. À direita, mais ao fundo, o talude (muro de arrimo) de terra alta, uma construção mais forte, capaz de conter forças como barrancos e equilibrar a pressão de um terreno, ao qual ficará adjacente a base/laje de cobertura do Edifício Principal do Palácio do Congresso Nacional. Na via do Eixo Monumental, há outra construção provisória.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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