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NOV.B.19 (94)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-94
  • Item
  • 1957
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem de uma folha com 2 croquis de estudo preliminar das áreas residenciais do Plano Piloto de Brasília, projetado por Lucio Costa. O primeiro desenho, localizado na parte superior direita, apresenta uma proposta de morfologia urbana para a superquadra, por isso, são apresentadas as disposições dos blocos residenciais, dos comerciais locais, das vias e dos passeios de pedestres. A segunda ilustração está localizada na parte inferior da imagem, e é um grande croqui, em perspectiva do pedestre, de uma superquadra com blocos de 6 pavimentos sobre pilotis. Este croqui foi utilizado, posteriormente, pela Revista Brasília, da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), para explicar a configuração do setor habitacional (BRASIL, 1957, p. 9).

Informações adicionais sobre as superquadras de Brasília: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
"

Untitled

NOV.B.19 (95)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-95
  • Item
  • 1957
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Prancha com o esquema geral das áreas não residenciais do Plano Piloto de Brasília, projetado por Lucio Costa. A folha apresenta, do lado direito, uma grande ilustração esquemática da Asa Sul com suas respectivas quadras e grandes áreas, enquanto, do lado esquerdo, há o título do desenho com uma legenda de ícones. Por fim, é válido mencionar que a parte textual é segmentada em seis tópicos - sistema escolar, setor espiritual, setor hospitalar, setor recreativo, comércio e serviços - e para cada um deles há símbolos que representam os equipamentos urbanos propostos no projeto.

Informações adicionais sobre as superquadras de Brasília: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
"

Untitled

NOV.B.19 (96)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-96
  • Item
  • 1957
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem alterada do mapa geral, na escala 1:25.000, do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998) para o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Na fotografia, além do desenho de locação do projeto - com o preenchimento a grafite suavizado na digitalização -, há uma nova legenda impressa com fonte serifada. Tais modificações possivelmente foram feitas para facilitar a apresentação do projeto em veículos de imprensa.

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)
Fotografia similar: nov-d-4-4-b-19 (69)"

Untitled

NOV.B.19 (97)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-97
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem do mapa geral do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998), em fase inicial de projeto. Na fotografia, há um grande desenho preliminar do PPB, ainda esquemático e com marcações referentes à implantação de espaços essenciais, e de parte do Lago Paranoá. Ainda, em comparação com o projeto original apresentado para o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, é possível notar uma evolução na forma e locação dos equipamentos urbanos propostos. Por último, no canto inferior esquerdo, encontra-se a legenda numérica que auxilia na compreensão do que é apresentado.

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)
Para mais informações, consulte as referências a seguir.
Informações adicionais sobre as Superquadras: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
"

Untitled

NOV.B.19 (98)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-98
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A imagem em preto e branco, no formato paisagem, apresenta as plantas baixas do terceiro pavimento e do terraço do palácio presidencial. No canto superior esquerdo, a sigla ""NC"" indica que se trata da Nova Capital. A análise do Dr. Elcio Gomes sugere que é o primeiro projeto - primeira versão do palácio presidencial, essa primeira versão tem data registrada em agosto de 1956.
No lado esquerdo da imagem, a planta baixa do terceiro pavimento está setorizada por números de 1 a 10, começando por: 1 - vazio do segundo pavimento; 2 - espera; 3 - salão de recepções e banquetes; 4 - salas para atender; 5 - secretários; 6 - sala de despachos; 7 - gabinete do presidente; 8 - sanitários homens; 9 - sanitários mulheres; 10 - sanitário do presidente.
Do lado direito da imagem, a planta baixa do terraço está setorizada por números de 1 a 4, começando por: 1. Sala de estar; 2. auditório 3. Jardim; 4. Marquise.

No primeiro estudo, a distribuição do programa é definida em dois volumes: o edifício principal, que abriga as principais funções do órgão, e um anexo semi-enterrado para a garagem, totalizando uma área construída de 13.700m². O edifício principal possui quatro níveis: o térreo recuado, o segundo e terceiro pavimentos, com a maior ocupação do volume, e o terraço-jardim na cobertura. A segmentação reflete a hierarquia na distribuição do programa: o térreo recuado conta com acessos abrigados e atendimento ao público; nos pavimentos superiores, predominam as áreas nobres, destinadas aos salões de recepção e de banquetes, além de contemplarem as funções principais do órgão. No terraço, há locais de estar, abertos e fechados, e um pequeno auditório, todas essas partes integradas pela marquise recortada e pelos jardins previstos nas fachadas leste e oeste. A predominância das áreas nobres marca a setorização adotada nos principais níveis. No segundo e terceiro pavimentos, o Grande Hall de dupla altura, define-se como principal espaço, em torno do qual os demais usos são organizados. Esses níveis configuram-se com predominância das áreas caracterizadas como ambientes abertos e integrados, com poucas zonas compartimentadas de escritórios, concentradas junto à face leste. Em termos de ocupação, incluindo o terraço, as destinações para áreas nobres equivalem a mais da metade da área total prevista."

Untitled

NOV.B.19 (99)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-99
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A imagem em preto e branco, em formato paisagem, retrata detalhes cruciais do palácio presidencial, apresentando croquis meticulosamente desenhados. No canto superior esquerdo, a sigla ""NC"" denota a Nova Capital, indicando o contexto geográfico. Uma análise conduzida pelo Dr. Elcio Gomes sugere que se trata da primeira versão do projeto do palácio presidencial, datada de agosto de 1956.
No lado esquerdo da imagem, encontra-se o desenho detalhado da estrutura, acompanhado da escala 1:200 e da especificação dos diferentes pavimentos, incluindo térreo, 2º pavimento, 1º pavimento e terraço.
No lado direito da imagem, são apresentados dois desenhos distintos: um corte transversal do palácio presidencial e, abaixo dele, a fachada principal, representando a elevação sul. Esses elementos combinados oferecem uma visão abrangente e detalhada do projeto inicial do palácio presidencial, encapsulando sua arquitetura e características estruturais fundamentais.

No primeiro estudo, a distribuição do programa é definida em dois volumes: o edifício principal, que abriga as principais funções do órgão, e um anexo semi-enterrado para a garagem, totalizando uma área construída de 13.700m 2. O edifício principal possui quatro níveis: o térreo recuado, o segundo e terceiro pavimentos, com a maior ocupação do volume, e o terraço-jardim na cobertura. A segmentação reflete a hierarquia na distribuição do programa: o térreo recuado conta com acessos abrigados e atendimento ao público; nos pavimentos superiores, predominam as áreas nobres, destinadas aos salões de recepção e de banquetes, além de contemplarem as funções principais do órgão. No terraço, há locais de estar, abertos e fechados, e um pequeno auditório, todas essas partes integradas pela marquise recortada e pelos jardins previstos nas fachadas leste e oeste. A predominância das áreas nobres marca a setorização adotada nos principais níveis. No segundo e terceiro pavimentos, o Grande Hall de dupla altura, define-se como principal espaço, em torno do qual os demais usos são organizados. Esses níveis configuram-se com predominância das áreas caracterizadas como ambientes abertos e integrados, com poucas zonas compartimentadas de escritórios, concentradas junto à face leste. Em termos de ocupação, incluindo o terraço, as destinações para áreas nobres equivalem a mais da metade da área total prevista.
"

Untitled

NOV.B.20 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-1
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem com riscos e manchas amarelas e verdes. Em primeiro plano, chão de terra com vegetação rala, indicando que houve remoção recente da vegetação, com pequena elevação e um poste com fiação mais à direita. Em segundo plano, algumas construções que aparentam ser habitações em alvenaria com árvores esparsas entre as casas e ao fundo, sendo algumas delas a árvore popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea). À direita, uma pequena construção com tábuas de madeira. Todas as construções possuem telhados com uma água (ou meia água) que é um único plano inclinado, responsável pelo escoamento das águas pluviais. Não foi possível identificar o local e a função das edificações. Ao fundo, vegetação do Cerrado composta de árvores de médio/grande porte, sendo uma vegetação florestal (mata seca ou cerradão).

Untitled

NOV.B.20 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-10
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, chão de terra batida com blocos de rocha de grande dimensão resultado de extração. Ao centro, em segundo plano, uma bate-estaca (equipamento utilizado para execução de fundações profundas em grandes construções) com um caminhão à esquerda que aparenta ser Chevrolet e figuras humanas. Atrás, um edifício longilíneo não identificado que aparenta ser provisório e provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Este com revestimento de tábuas de madeira horizontais posicionadas em escamas/sobrepostas e à direita algumas aberturas para porta e janela. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte.

Untitled

NOV.B.20 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-11
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, vegetação rala à esquerda, indicando remoção recente da vegetação, e duas árvores de baixo porte e uma de médio porte, ambas nativas do Cerrado. Atrás, o que aparenta ser uma montagem de forma com tábuas de madeira com travamentos diagonais também de madeira. Ao redor, algumas figuras humanas e materiais de construção. Este está próximo ao canteiro de obra que está sendo construído, da SQS 106, futuro projeto da empresa Kosmos engenharia S/A, que tiveram a tarefa de erguer os onze blocos do “Conjunto Residencial IAPC” a superquadra, custeada pelo Instituto de Assistência Previdenciária dos Comerciários – IAPC.
Fotografia do mesmo local do item NOV-D-4-4-B-1 (35).
"

Untitled

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