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NOV.C.1 (55)

Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco é possível ver dois homens sentados em uma cama, dentro de um cômodo, revestido com forro paulista, que aparenta ser um dormitório, ambos vestem camisa social em tons claros e calça de cor cinza. O homem à esquerda da fotografia segura documentos e fotos impressas em suas mãos, enquanto o outro observa atentamente os mesmos. Ao fundo se vê ainda algumas prateleiras onde estão dispostos itens pessoais como malas e roupas. Possivelmente estes homens eram funcionários do departamento de comunicação NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (54)

Fotografia preto e branco, formato paisagem. A fotografia retrata um grupo de três homens dentro de um cômodo, revestido com forro paulista, que aparenta ser um dormitório, todos vestem camisa social em tons claros e calça de cor cinza. O grupo é visto sentado em camas e observam atentamente para os documentos e fotografias nas mãos do homem ao centro. No quarto é possível ver ainda um aparador, feito em madeira, onde estão dispostos utensílios como rádios, luminárias, garrafas de bebida e copos, logo abaixo do móvel se encontra uma câmera fotográfica de época. As pessoas na fotografia não foram identificadas, mas possivelmente foram funcionários do setor de comunicação da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (53)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Na imagem estão sete homens, provavelmente todos funcionários da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – Novacap. Na imagem há um homem de terno e gravata apontando para uma planta de paisagismo que se encontra em um grande quadro apoiado em uma parede de madeira. O homem aparenta explicar a planta para outros seis indivíduos, todos estão com os olhares voltados para o grande quadro.
A mudança da capital do Brasil para o Planalto Central ganhou relevância governamental no texto da primeira constituição republicana promulgada em 1891. Contudo, a concretização de uma capital federal no interior do território nacional só ocorreu durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961). Para realizar essa grande empreitada, foi necessário criar um órgão com as atribuições necessárias para transformar esse projeto em realidade. Assim, em 1956, por meio da Lei nº 2.874, a mesma que tratava da transferência da Capital Federal, criou a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap. Com isso, a história da Novacap se entrelaça à história de Brasília desde sua concepção.
A tarefa de construir uma capital era um grande desafio que precisava transpor tanto as barreiras políticas e econômicas, como barreiras de logística e execução. Nesse contexto, surge a Novacap como um instrumento administrativo crucial para viabilizar esse objetivo. A empresa pública foi elaborada de forma minuciosa para evitar brechas que pudessem permitir que a oposição atrapalhasse o desafio de construir Brasília dentro do prazo estabelecido de 1.309 dias.
A Novacap teve um papel decisivo para efetivar o projeto de urbanização e modernização do Brasil proposto por Juscelino Kubitschek. Para gerenciar todo o processo de construção, o alto escalão administrativo da empresa teve uma formação política de aliados do governo, porém, como estratégia para manter a tranquilidade que o momento exigia, um terço da Diretoria, do Conselho Administrativo e do Conselho Fiscal seriam indicados pela oposição, por meio de uma listra tríplice.
Com a estrutura da Novacap montada, iniciaram-se as primeiras atividades da empresa, que incluíam lançar o Concurso do Plano Piloto de Brasília, abrir estradas para facilitar o acesso à região, adquirir maquinário e materiais de construção, e iniciar a contratação dos funcionários e operários, que foram os responsáveis por executar e concretizar a ambiciosa missão de construir a Nova Capital do Brasil.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (52)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco é possível ver o processo de canalização de água na Avenida das Nações, onde trabalhadores cavaram uma vala em meio a vegetação nativa de cerrado, que aparenta sinais de desmatamento, para a implementação da tubulação.
Entre os trabalhadores é possível reconhecer o jornalista Raimundo Nonato da Silva (1918), segundo homem da esquerda para direita na fotografia, ele veste camisa de manga-longa de cor clara e calça social em tons escuros. Nonato foi diretor da Divisão de Divulgação da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil) e editor da Revista Brasília, periódico mensal mantido pela construtora a fim de documentar a estruturação da cidade, sendo o primeiro veículo de comunicação da capital.
O jornalista foi contratado pela Novacap para editar o boletim da companhia com as nomeações e atos oficiais, assumindo oficialmente a direção da Divisão de Divulgação e da revista em 16 de abril de 1957, substituindo a posição de Paulo Rehfeld, que passa a ser chefe da organização. A fotografia foi realizada em 08 de abril de 1994.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (51)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano estão quatro homens adultos, eles vestem roupas sociais e caminham por uma via de terra batida, logo atrás deles outro homem dirige um veículo utilitário da época, mais especificamente um Ford Willys, com uma inscrição na parte frontal do veículo, indicando que o veículo pertencia ao Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI). Ao fundo é possível ver ainda a estrutura já erguida de alguns edifícios que viriam a ser construídos para receber o primeiro hospital da cidade, o Hospital do IAPI, renomeado posteriormente como Hospital Juscelino Kubitschek, o HJKO, onde funciona atualmente o Museu Vivo da Memória Candanga.
Nota-se ainda resquícios da vegetação nativa de cerrado que foi desmatada. Entre os trabalhadores é possível reconhecer o jornalista Raimundo Nonato da Silva (1918), o homem próximo ao carro, vestindo suéter e camisa social de manga-longa em cor clara. Nonato foi diretor da Divisão de Divulgação da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil) e editor da Revista Brasília, periódico mensal mantido pela construtora a fim de documentar a estruturação da cidade, sendo o primeiro veículo de comunicação da capital.
O jornalista foi contratado pela Novacap para editar o boletim da companhia com as nomeações e atos oficiais, assumindo oficialmente a direção da Divisão de Divulgação e da revista em 16 de abril de 1957, substituindo a posição de Paulo Rehfeld. O homem à esquerda não pode ser identificado, mas possivelmente também foi funcionário do departamento de comunicação da construtora.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (50)

Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano é possível ver um homem adulto, ele veste camisa social branca e calça em cor escura, que segura a maçaneta de uma porta de madeira, onde se vê uma placa com as seguintes inscrições: “Villa Capri: Delegação Oficial da Imprensa Europea”. Atrás do homem está uma porta aberta que dá entrada para o edifício, feito em madeira revestida com forro paulista. O homem não pôde ser identificado, mas possivelmente foi trabalhador no setor de comunicação durante o período de construção da nova capital.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (5)

Fotografia colorida, formato paisagem. Em primeiro plano se vê um grupo de três pessoas, com uma mulher ao centro e dois homens ao seu lado, eles vestem calça social e suéteres, todos se apoiam sobre uma mesa de desenho, onde a mulher aparentemente está mostrando um caderno à eles. Ao fundo é possível ver mapas pregados nas paredes e plantas arquitetônicas espalhadas pelo cômodo, que foi o espaço destinado como escritório aos funcionários da Divisão de Engenharia do DTUI (Departamento de Telefones Urbanos e Interurbanos) da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (49)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco é possível ver dois homens se cumprimentando, o homem à esquerda é Mário Fontenelle (1919-1986), ele veste roupa social composta por camisa branca e calça em tons escuros, que aparentemente está recebendo a visita do homem que adentrou o cômodo, possivelmente um padre devido à batina preta que está usando. Ao redor deles é possível ver diversos equipamentos para fotografia e fotos coladas na parede ao fundo.
O cômodo onde o homem se encontra foi um estúdio de fotografia que pertenceu ao fotógrafo Mário Fontenelle, fotógrafo oficial do governo Juscelino Kubitscheck (1956-1961) e funcionário da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Mário se destacou como um dos principais fotógrafos do período, responsável por registrar o processo de construção da cidade que se iniciava, além da vida cotidiana de seus habitantes. Centenas de fotografias captadas pelo artista, entre as décadas de 50 e 60, integram o acervo do Fundo Novacap, material tutelado pelo Arquivo Público do Distrito Federal. Neste contexto se exalta a relevância do trabalho de Mário e seu papel como memorialista da capital, feito que acabou por lhe conceder o título de Cidadão Honorário de Brasília post mortem. A fotografia foi registrada em 03 de setembro de 1959.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (48)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano é possível ver um homem, ele veste um tipo de batina e segura uma caixa em suas mãos, ao seu lado se vê um equipamento semelhante à um ampliador sob uma bancada, são vistos ainda alguns outros utensílios como telefone, temporizadores, uma luminária de gabinete e uma bolsa de couro sob a mesa.
O cômodo onde o homem se encontra foi um estúdio de fotografia que pertenceu ao fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986), fotógrafo oficial do governo Juscelino Kubitscheck (1956-1961) e funcionário da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Mário se destacou como um dos principais fotógrafos do período, responsável por registrar o processo de construção da cidade que se iniciava, além da vida cotidiana de seus habitantes. Centenas de fotografias captadas pelo artista, entre as décadas de 50 e 60, integram o acervo do Fundo Novacap, material tutelado pelo Arquivo Público do Distrito Federal. Neste contexto se exalta a relevância do trabalho de Mário e seu papel como memorialista da capital, feito que acabou por lhe conceder o título de Cidadão Honorário de Brasília post mortem. A fotografia foi registrada em 03 de setembro de 1959.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (47)

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta funcionários da NOVACAP em um espaço amplo com paredes de madeira e pé direito alto sustentado por vigas grossas de madeira. No teto, ao centro, três lâmpadas acesas iluminam o ambiente, mais afastada, à direita, uma quarta lâmpada encontra-se desligada. Na parede à direita da imagem, mais baixa que o teto, deduz-se ter um quadro de avisos fixado; encostado nesta mesma parede observa-se um armário-arquivo de aço. Na parede à esquerda da foto, é possível observar outros dois armários-arquivos de metal. Na parede ao fundo, uma estante abriga pastas registradoras. Em primeiro plano, observa-se o topo de uma mesa com materiais diversos para escritório. Em segundo plano, à direita e à esquerda da imagem, cinco figuras masculinas de cada lado, dispostas em fileira, trabalham em máquinas de escrever sobre as mesas.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

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