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NOV.B.2 (208)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-208
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, no formato paisagem, registro aéreo. Visão geral dos materiais de obra para a construção do Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, a metade inferior da imagem sendo pilhas de estacas de madeira dispostas no terreno da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu. Na porção central da imagem, logo à frente do palácio presidencial, está o protótipo de madeira dos pilares, que viriam a formar a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m. Nos itens NOV-D-4-4-B-2 (206), (210), (212), (216), (218), (227), (469) é possível ver um protótipo do pilar do palácio, que foi feito de madeira e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo de parabole deixando o pilar mais estreito) (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106). Os itens NOV-D-4-4-B-2 (206), NOV-D-4-4-B-2 (210), NOV-D-4-4-B-2 (212) fazem parte de uma provável sequência de fotos aéreas. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com poucas árvores, caracterizando campo sujo.

Untitled

NOV.B.02 (209)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-209
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Em primeiro plano observa-se solo exposto, em que se destacam três placas de empresas responsáveis pela construção da catedral, da esquerda para a direita temos a placa da Estacas Franki LTDA. responsável por fornecer as estacas de madeira utilizadas na obra da igreja; segunda placa é da Companhia de Urbanização da Nova Capital (NOVACAP) identificando a construção da catedral; a terceira placa é da TORSTAHL 50 responsável por fornecer aço utilizado na obra; em segundo plano está a Catedral Metropolitana de Brasília em período de construção, com os pilares parabólicos sendo moldados a partir de uma forma de madeira; mais à direita da imagem está a placa da empresa Mills, responsável por fornecer os andaimes utilizados na obra; logo atrás dessa placa está o galpão de materiais de construção utilizados na obra.
CONTEXTO HISTÓRICO:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - CATEDRAL:
· A execução do projeto de edificação da catedral, foi acompanhado desde 1960 pela Arquidiocese de Brasília, que teve como seu primeiro arcebispo Dom José Newton de Almeida Baptista (1904-2001), este sacerdote teve papel relevante na condução das obras do templo, mantendo contato com os órgãos governamentais e empreendendo campanhas para arrecadar fundos para que a edificação fosse concluída.
· A Catedral de Brasília possui uma acústica potente, ou seja, se está perto de uma parede, é possível ouvir claramente o que uma pessoa fala a vários metros de distância se ela também estiver próxima da parede.
· A cruz no topo da Catedral de Brasília foi instalada em 1968 e tem 12 metros de altura. Ela foi benzida pelo Papa Paulo VI (1897-1978);
· O Papa Paulo VI (1897-1978) doou o altar principal da Catedral de Brasília;
· No interior da Catedral de Brasília, está a Cruz Histórica, essa cruz fez parte da 1ª missa oficial de Brasília, celebrada em 1957 na atual Praça do Cruzeiro, localizada no Eixo Monumental;
· Para não comprometer a estrutura da Catedral de Brasília, o Batistério foi construído depois que a estrutura da igreja foi finalizada."

Untitled

NOV.B.2 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-21
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da Praça dos Três Poderes, o Congresso Nacional ainda está com estrutura inacabada e sem tintura original completa. Os dois anexos grandes destinados aos escritórios administrativos (de volumes verticalizados de 92 metros) apresentam-se com apenas metade dos edifícios com tintura e a outra está repleta de andaimes. A Câmara está quase no estágio final de acabamento e o Senado está ainda sem revestimento externo concluído. À direita, o Palácio do Planalto sem a cobertura finalizada e, à esquerda, o Supremo Tribunal Federal está com sua estrutura fundante incompleta. Ambos os momentos do Legislativo e Judiciário estão rodeados por galpões e depósitos que provavelmente acumulavam os materiais de construção utilizados nas obras. À frente, do triângulo equilátero formador do solo da Praça dos Três Poderes, há os Ministérios enfileirados estão com a acabamento incompleta. É possível visualizar a elevação da ponte que futuramente contribuirá com a formação da Via de Ligação Se/Ne. Todo o solo e vias (incluindo o Eixo Monumental) estão sem pavimentação. À direita, da Esplanada dos Ministérios, com diversas habitações populares está a Vila Planalto. É possível visualizar que o bioma natural da região está em estágio avançado de desmatamento, resta apenas algumas manchas de Cerrado espalhadas pelo território em questão.

Untitled

NOV.B.2 (210)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-210
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem, visão aérea. Visão geral dos materiais de obra para a construção do Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, com dois terços da imagem sendo pilhas de estacas de madeira dispostas no terreno logo à frente da área de construção do palácio presidencial. No canto superior esquerdo está o protótipo de madeira dos pilares que viriam a formar a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51). Nos itens NOV-D-4-4-B-2 (206), (210), (212), (216), (218), (227), (469) é possível ver um protótipo do pilar do palácio, feito de madeira, e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo da parábola deixando o pilar mais estreito) (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106). Os itens NOV-D-4-4-B-2 (206), NOV-D-4-4-B-2 (210), NOV-D-4-4-B-2 (212) fazem parte de uma provável sequência de fotos aéreas.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.02 (211)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-211
  • Item
  • 1969 - 1970
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Vista interna da catedral como foco principal da imagem, fotografia tirada na direção da a entrada, em fase de construção está o corpo da igreja; na lateral direita nota-se uma figura masculina; nesta área interna da catedral percebe-se a presença de materiais de suporte para a construção; em segundo plano, na parte superior da imagem, é possível ver o batistério, com um grupo de figuras masculinas em cima da estrutura, em construção; entre a catedral e o batistério estão um caminhão betoneira e um guindaste, com duas figuras masculinas ao lado; mais ao fundo da imagem é possível ver dois prédios ministeriais.
CONTEXTO HISTÓRICO:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - CATEDRAL:
· A execução do projeto de edificação da catedral, foi acompanhado desde 1960 pela Arquidiocese de Brasília, que teve como seu primeiro arcebispo Dom José Newton de Almeida Baptista (1904-2001), este sacerdote teve papel relevante na condução das obras do templo, mantendo contato com os órgãos governamentais e empreendendo campanhas para arrecadar fundos para que a edificação fosse concluída.
· A Catedral de Brasília possui uma acústica potente, ou seja, se está perto de uma parede, é possível ouvir claramente o que uma pessoa fala a vários metros de distância se ela também estiver próxima da parede.
· A cruz no topo da Catedral de Brasília foi instalada em 1968 e tem 12 metros de altura. Ela foi benzida pelo Papa Paulo VI (1897-1978);
· O Papa Paulo VI (1897-1978) doou o altar principal da Catedral de Brasília;
· No interior da Catedral de Brasília, está a Cruz Histórica, essa cruz fez parte da 1ª missa oficial de Brasília, celebrada em 1957 na atual Praça do Cruzeiro, localizada no Eixo Monumental;
· Para não comprometer a estrutura da Catedral de Brasília, o Batistério foi construído depois que a estrutura da igreja foi finalizada."

Untitled

NOV.B.2 (212)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-212
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem, visão aérea. Visão geral dos materiais de obra e do terreno de obras do Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. Em primeiro plano na lateral esquerda da imagem estão pilhas de estacas de madeira dispostas no terreno logo à frente da área de construção do palácio presidencial, que é também o espaço delimitado para a construção da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu. Em segundo plano ao centro da imagem está o protótipo de madeira dos pilares que viriam a formar a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51) (esse pilar foi feito de madeira e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo de parabole deixando o pilar mais estreito (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106)). Logo atrás do protótipo está o terreno de obras do palácio presidencial onde é possível ver a marcação no chão para delimitar a área de construção do palácio presidencial, dentro dessa marcação estão as fundações, tubulações e estacas do Palácio dos Despachos sendo constituídas e o acampamento de construção em volta. Em terceiro e último plano é possível ver o acampamento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. localizado onde costumava ser parte da Vila Planalto, servindo de moradia para os trabalhadores, todo esse acampamento está cercado por vegetação típica do Cerrado. Nos itens NOV-D-4-4-B-2 (206), (210), (212), (216), (218), (227), (469) é possível ver um protótipo do pilar do palácio, que foi feito de madeira e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo da parábola deixando o pilar mais estreito) (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106). Os itens NOV-D-4-4-B-2 (206), NOV-D-4-4-B-2 (210), NOV-D-4-4-B-2 (212) fazem parte de uma provável sequência de fotos aéreas.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.02 (213)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-213
  • Item
  • 1959 - 1969
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca, no formato retrato, tirada em movimento. Em primeiro plano observa-se chão batido com uma cerca de madeira e arame delimitando a área destinada a construção da catedral; em segundo plano à frente da catedral nota-se uma casa de madeira (presume-se que seja a casa de algum trabalhador da obra ou um anexo de apoio para a obra) e uma máquina à esquerda da casa. Em terceiro plano em destaque central da imagem está a Catedral Metropolitana de Brasília em período de construção, com os pilares e o círculo de sustentação já finalizados, com a movimentação de terra feita para iniciar as construções do corpo da catedral, entrada e dos caminhos para os anexos; ao fundo da imagem está o galpão de materiais utilizados na obra.
CONTEXTO HISTÓRICO:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - CATEDRAL:
· A execução do projeto de edificação da catedral, foi acompanhado desde 1960 pela Arquidiocese de Brasília, que teve como seu primeiro arcebispo Dom José Newton de Almeida Baptista (1904-2001), este sacerdote teve papel relevante na condução das obras do templo, mantendo contato com os órgãos governamentais e empreendendo campanhas para arrecadar fundos para que a edificação fosse concluída.
· A Catedral de Brasília possui uma acústica potente, ou seja, se está perto de uma parede, é possível ouvir claramente o que uma pessoa fala a vários metros de distância se ela também estiver próxima da parede.
· A cruz no topo da Catedral de Brasília foi instalada em 1968 e tem 12 metros de altura. Ela foi benzida pelo Papa Paulo VI (1897-1978);
· O Papa Paulo VI (1897-1978) doou o altar principal da Catedral de Brasília;
· No interior da Catedral de Brasília, está a Cruz Histórica, essa cruz fez parte da 1ª missa oficial de Brasília, celebrada em 1957 na atual Praça do Cruzeiro, localizada no Eixo Monumental;
· Para não comprometer a estrutura da Catedral de Brasília, o Batistério foi construído depois que a estrutura da igreja foi finalizada."

Untitled

NOV.B.2 (214)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-214
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem, com pequena mancha amarela na parte central inferior da fotografia e alguns sinais de deterioração. Em primeiro plano o terreno da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu (1689-1755) (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.23), ainda em terra batida, resultado de um processo de terraplanagem, com uma pilha de areia um pouco à direita da imagem; é possível ver alguns caminhões carregando materiais de construção no terreno da praça. Em segundo plano o Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, com a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51) de fachada frontal com dois andaimes nas colunas que estão uma de cada lado da rampa de acesso ao salão nobre, colunas que sustentam a laje de cobertura que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m², feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p. 51), a rampa ainda em estágio intermediário de construção, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro), e o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70), com a estrutura finalizada, mas sem acabamento; entre a rampa e o parlatório está a placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial; na lateral esquerda da rampa está a placa da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) identificando a obra do Palácio do Planalto. À direita do palácio aparece a caixa d’água temporária da obra com a placa com as letras “PFD”. identificando a construtora do Palácio do Planalto (Pacheco Fernandes Dantas), vários trabalhadores da época acreditavam ser “PFD” de Palácio Federal dos Despachos (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.46, p.47)
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.02 (215)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-215
  • Item
  • 1959 - 1969
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Em primeiro plano, tubos de concreto espalhados em solo exposto do canteiro central do eixo monumental, com vários montinhos de terra; em segundo plano, algumas vias do Eixo Monumental com movimentações de areia nas beiradas das vias; na via mais próxima da catedral, um caminhão em movimento com pessoas em cima; é possível ver as movimentações de terra para a construção do corpo da igreja e os anexos, logo atrás está o galpão de materiais à direita da igreja e à esquerda da igreja está o acampamento de construção da catedral; mais ao centro da imagem em foco está a catedral com as colunas estruturais já finalizadas e um prédio ministerial ao lado.
CONTEXTO HISTÓRICO:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - CATEDRAL:
· A execução do projeto de edificação da catedral, foi acompanhado desde 1960 pela Arquidiocese de Brasília, que teve como seu primeiro arcebispo Dom José Newton de Almeida Baptista (1904-2001), este sacerdote teve papel relevante na condução das obras do templo, mantendo contato com os órgãos governamentais e empreendendo campanhas para arrecadar fundos para que a edificação fosse concluída.
· A Catedral de Brasília possui uma acústica potente, ou seja, se está perto de uma parede, é possível ouvir claramente o que uma pessoa fala a vários metros de distância se ela também estiver próxima da parede.
· A cruz no topo da Catedral de Brasília foi instalada em 1968 e tem 12 metros de altura. Ela foi benzida pelo Papa Paulo VI (1897-1978);
· O Papa Paulo VI (1897-1978) doou o altar principal da Catedral de Brasília;
· No interior da Catedral de Brasília, está a Cruz Histórica, essa cruz fez parte da 1ª missa oficial de Brasília, celebrada em 1957 na atual Praça do Cruzeiro, localizada no Eixo Monumental;
· Para não comprometer a estrutura da Catedral de Brasília, o Batistério foi construído depois que a estrutura da igreja foi finalizada.
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Untitled

NOV.B.2 (216)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-216
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  • 1958
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"Fotografia em cores, no formato paisagem. Em primeiro plano há algumas vigas utilizadas na obra dispostas em fila lado a lado, em cima do chão de terra batida, resultado de um processo de terraplanagem, do terreno delimitado para a Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu; com oito figuras masculinas vestindo roupas claras e com capacetes brancos, trabalhando nas vigas. Em segundo plano, na lateral esquerda da imagem está o protótipo de madeira dos pilares que viriam a formar a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51). À direita do protótipo é possível ver parte de algumas estruturas temporárias da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. localizado no canteiro de obras do Palácio do Planalto, servindo de suporte para os trabalhadores da obra (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105); à frente das construções está a caixa d’água temporária da obra. Nos itens NOV-D-4-4-B-2 (206), (210), (212), (216), (218), (227), (469) é possível ver o protótipo do pilar do palácio, que foi feito de madeira e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo da parábola, deixando o pilar mais estreito) (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106)
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
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