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NOV.B.2 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-2
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem, com uma mancha preta na lateral direita. Vista lateral da formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. Destaca-se a forma do triângulo, com ambos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu. Futuramente abarcará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, superior), Supremo Tribunal Federal (Judiciário, à esquerda) e Palácio do Planalto (Executivo, à direita), perpassando o triângulo equilátero, encontra-se o Eixo Monumental ainda sem pavimentação. Ao lado do triângulo equilátero, está um Cerrado com vegetação rasteira.

Untitled

NOV.B.2 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-20
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista frontal da formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, ainda sem monumento erguido. Nota-se que o terreno apresenta bastante erosão e está com o nivelamento precário na região relacionado ao Supremo Tribunal Federal e Palácio do Planalto. Notabiliza-se, na região da Praça dos Três Poderes, a presença do Marco Zero, um relevo de altitude baixa e bastante acidentado, que marca o cruzamento dos Eixos Monumental e Rodoviário (ainda não concluídos e asfaltados), símbolo do início da construção de Brasília. Mais à frente, o terreno de forma retangular da Esplanada dos Ministérios com a formação do terrapleno em estágio mais avançado de nivelamento. No centro e no lado direito, há somente as bases de alguns Ministérios construídos e galpões e depósitos que provavelmente acumulavam os materiais de construção utilizados nas obras. Circundando o terreno estão amostras de Cerrado nativo.

Untitled

NOV.B.2 (200)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-200
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem, visão aérea. Na imagem aparece parte da fachada frontal do Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, com a estrutura de concreto armado em construção e a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51), em fase de cimbramento (processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de madeira ou estrutura metálica), ainda sem o revestimento de mármore branco texturizado, sustentada pelos pilares está a laje de cobertura, que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá. Logo à frente da fachada do palácio está o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70), em fase de cimbramento, com suportes de madeira sustentando a estrutura. Ao lado direito do palácio é possível ver uma caixa d’água temporária da obra com a placa com as letras “PFD”. identificando a construtora do Palácio do Planalto (Pacheco Fernandes Dantas), vários trabalhadores da época acreditavam ser “PFD” de Palácio Federal dos Despachos (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.46, p.47). Ao lado esquerdo do parlatório nota-se uma placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial, encostada na placa há uma pilha de paralelepípedos; na parte inferior da imagem estão duas máquinas utilizadas na obra. É possível ainda notar algumas pilhas de materiais de construção dispostas na frente do palácio presidencial. Linha escura transversal pegando a lateral direita da imagem, possivelmente de um helicóptero.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.02 (201)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-201
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Em vista aérea destaque-se a Catedral Metropolitana de Brasília, em período de construção, com os pilares e o círculo de sustentação já finalizados; com a movimentação de terra feita para iniciar as construções do corpo da catedral, da entrada e dos caminhos para os anexos; em torno da estrutura encontra-se três anexos menores provisórios que serviam de apoio para a obra, com alguns matérias espalhados em volta desses anexos e no canto inferior esquerdo da catedral está um galpão de materiais; em volta do terreno de obra da igreja, é possível perceber outros terrenos de solo exposto e a via do eixo monumental com quatro carros em movimento; acima da via do eixo monumental está o canteiro central.
CONTEXTO HISTÓRICO:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - CATEDRAL:
· A execução do projeto de edificação da catedral, foi acompanhado desde 1960 pela Arquidiocese de Brasília, que teve como seu primeiro arcebispo Dom José Newton de Almeida Baptista (1904-2001), este sacerdote teve papel relevante na condução das obras do templo, mantendo contato com os órgãos governamentais e empreendendo campanhas para arrecadar fundos para que a edificação fosse concluída.
· A Catedral de Brasília possui uma acústica potente, ou seja, se está perto de uma parede, é possível ouvir claramente o que uma pessoa fala a vários metros de distância se ela também estiver próxima da parede.
· A cruz no topo da Catedral de Brasília foi instalada em 1968 e tem 12 metros de altura. Ela foi benzida pelo Papa Paulo VI (1897-1978);
· O Papa Paulo VI (1897-1978) doou o altar principal da Catedral de Brasília;
· No interior da Catedral de Brasília, está a Cruz Histórica, essa cruz fez parte da 1ª missa oficial de Brasília, celebrada em 1957 na atual Praça do Cruzeiro, localizada no Eixo Monumental;
· Para não comprometer a estrutura da Catedral de Brasília, o Batistério foi construído depois que a estrutura da igreja foi finalizada."

Untitled

NOV.B.2 (202)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-202
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, no formato paisagem. Fotografia tirada a partir da fachada posterior do palácio presidencial. Imagem com vista parcial do Palácio do Planalto em construção, monumento sede do Poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. Obra em estágio inicial destacando-se o corpo construtivo formado majoritariamente por madeira. À frente da fachada frontal do palácio, é possível notar a estrutura do parlatório, situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. À esquerda do parlatório vê-se uma caixa d’água temporária da obra com a placa com as letras “PFD”. identificando a construtora do Palácio do Planalto (Pacheco Fernandes Dantas), vários trabalhadores da época acreditavam ser “PFD” de Palácio Federal dos Despachos (ref. palácio do planalto - entre o cristal e o concreto). Na parte superior da imagem é possível ver uma faixa de chão de terra batida, resultado de um processo de terraplenagem, onde viria a passar a via N1 do Eixo Monumental, logo acima da via aparecem alguns materiais de construção dispostos no terreno da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu.

Untitled

NOV.B.02 (203)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-203
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Em primeiro plano está o terreno de obras da igreja em terra batida, resultado de um processo de terraplanagem; na lateral esquerda da imagem tem um caminhão e uma cruz pintada de branco fincada na terra logo à frente da catedral, ao lado dessa cruz está uma mesa de madeira presume-se que servia para auxiliar nas necessidades da construção, atrás da cruz tem um guindaste com o gancho esticado; em destaque na imagem ao centro da imagem está a Catedral Metropolitana de Brasília em período de construção, com os pilares parabólicos sendo moldados a partir de uma forma de madeira; na base da catedral estão alguns materiais de construção espalhados pelo chão, perto desses materiais estão um grupo de onze trabalhadores circundando a obra; ao fundo da imagem, mais à direita da igreja está o galpão de materiais.
CONTEXTO HISTÓRICO:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - CATEDRAL:
· A execução do projeto de edificação da catedral, foi acompanhado desde 1960 pela Arquidiocese de Brasília, que teve como seu primeiro arcebispo Dom José Newton de Almeida Baptista (1904-2001), este sacerdote teve papel relevante na condução das obras do templo, mantendo contato com os órgãos governamentais e empreendendo campanhas para arrecadar fundos para que a edificação fosse concluída.
· A Catedral de Brasília possui uma acústica potente, ou seja, se está perto de uma parede, é possível ouvir claramente o que uma pessoa fala a vários metros de distância se ela também estiver próxima da parede.
· A cruz no topo da Catedral de Brasília foi instalada em 1968 e tem 12 metros de altura. Ela foi benzida pelo Papa Paulo VI (1897-1978);
· O Papa Paulo VI (1897-1978) doou o altar principal da Catedral de Brasília;
· No interior da Catedral de Brasília, está a Cruz Histórica, essa cruz fez parte da 1ª missa oficial de Brasília, celebrada em 1957 na atual Praça do Cruzeiro, localizada no Eixo Monumental;
· Para não comprometer a estrutura da Catedral de Brasília, o Batistério foi construído depois que a estrutura da igreja foi finalizada.
"

Untitled

NOV.B.2 (204)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-204
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem. Em primeiro plano uma estrada de terra batida, resultado de um processo de terraplanagem, da qual viria a se tornar a via N1 do Eixo Monumental; na lateral direita da imagem é possível ver dois caminhões, transportando materiais de construção, em movimento na via; logo atrás da via está o Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, com as lajes de piso e de suportes, sua sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51), todas as colunas em processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de madeira, sustentada pelos pilares está laje de cobertura, em estágio inicial de construção, que protege o palácio e tem área correspondente a a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá; a rampa de acesso ao salão nobre sendo construída, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento. Inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); e o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70); entre a rampa e o parlatório está a placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial; na lateral esquerda da rampa está a placa da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) identificando a obra do Palácio do Planalto. Ao fundo, na lateral esquerda da imagem está o acampamento da NOVACAP, da construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda, localizado na Vila Planalto, servindo de suporte para os trabalhadores da obra (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105); na lateral direita é possível ver o Brasília Palace Hotel e o Palácio da Alvorada, margeado por vegetação do cerrado sentido restrito. Na linha do horizonte nota-se vegetação típica do Cerrado, próximo ao local onde se formaria o Lago Paranoá. Os itens NOV-D-4-4-B-2 (204), NOV-D-4-4-B-2 (470), NOV-D-4-4-B-2 (471), NOV-D-4-4-B-2 (472) fazem parte de uma provável sequência.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.02 (205)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-205
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Em primeiro plano tem uma figura masculina, possivelmente um trabalhador, andando em solo exposto ao lado de um poste que leva energia para dentro da obra da igreja; em segundo plano alguns montes de areia usados na construção; em terceiro plano nota-se um caminhão betoneira com um grupo de três figuras masculinas ao lado esquerdo do caminhão, uma construção pequena de madeira, com um grupo de quatro figuras masculinas ao lado direito dessa construção; em destaque na imagem está a Catedral Metropolitana de Brasília em período de construção, com os pilares parabólicos sendo moldados a partir de uma forma de madeira.
CONTEXTO HISTÓRICO:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - CATEDRAL:
· A execução do projeto de edificação da catedral, foi acompanhado desde 1960 pela Arquidiocese de Brasília, que teve como seu primeiro arcebispo Dom José Newton de Almeida Baptista (1904-2001), este sacerdote teve papel relevante na condução das obras do templo, mantendo contato com os órgãos governamentais e empreendendo campanhas para arrecadar fundos para que a edificação fosse concluída.
· A Catedral de Brasília possui uma acústica potente, ou seja, se está perto de uma parede, é possível ouvir claramente o que uma pessoa fala a vários metros de distância se ela também estiver próxima da parede.
· A cruz no topo da Catedral de Brasília foi instalada em 1968 e tem 12 metros de altura. Ela foi benzida pelo Papa Paulo VI (1897-1978);
· O Papa Paulo VI (1897-1978) doou o altar principal da Catedral de Brasília;
· No interior da Catedral de Brasília, está a Cruz Histórica, essa cruz fez parte da 1ª missa oficial de Brasília, celebrada em 1957 na atual Praça do Cruzeiro, localizada no Eixo Monumental;
· Para não comprometer a estrutura da Catedral de Brasília, o Batistério foi construído depois que a estrutura da igreja foi finalizada."

Untitled

NOV.B.2 (206)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-206
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem, visão aérea. Visão geral da obra do Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, com o palácio em estado inicial de construção, é possível ver a marcação no chão para delimitar a área de construção do palácio presidencial, dentro dessa marcação estão várias estacas de madeira de suporte para a construção e a laje de piso em fase inicial de construção; no canto inferior esquerdo da imagem aparecem parte de duas construções provisórias do acampamento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), da construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. localizado no canteiro de obras do Palácio do Planalto, servindo de suporte para os trabalhadores; na parte superior da imagem estão também algumas estruturas de apoio e galpões de materiais em volta da obra (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105); no topo da imagem é possível ver uma linha de vegetação de cerrado de sentido restrito margeando o canteiro de obra. Próximo à lateral direita da imagem, em frente ao Palácio do Planalto, está parte da base de apoio da construção do parlatório, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. Quase ao centro da imagem, está o protótipo dos pilares que viriam a formar a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51) e marcantes do Palácio do Planalto (esse pilar foi feito de madeira e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo de parabole deixando o pilar mais estreito (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106)). Nos itens NOV-D-4-4-B-2 (206), (210), (212), (216), (218), (227), (469) é possível ver um protótipo do pilar do palácio, que foi feito de madeira e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo da parábola deixando o pilar mais estreito) (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106). Os itens NOV-D-4-4-B-2 (206), NOV-D-4-4-B-2 (210), NOV-D-4-4-B-2 (212) fazem parte de uma provável sequência de fotos aéreas.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.02 (207)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-207
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca, no formato retrato. Em primeiro plano observa-se terra batida, com uma placa da empresa Mills com os seguintes dizeres “Andaimes tubulares - MILLS - AFERBRAS S.A.”, responsável por fornecer os andaimes utilizados na obra da catedral; mais à esquerda da placa está uma cruz pintada de branco fincada na terra; ao fundo da imagem está a catedral em período de construção, com os pilares parabólicos sendo moldados a partir de uma forma de madeira; em frente a estrutura da igreja tem alguns materiais de construção dispostos no chão; entre os materiais de construção nota-se dois grupos com três figuras masculinas em cada grupo.
CONTEXTO HISTÓRICO:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - CATEDRAL:
· A execução do projeto de edificação da catedral, foi acompanhado desde 1960 pela Arquidiocese de Brasília, que teve como seu primeiro arcebispo Dom José Newton de Almeida Baptista (1904-2001), este sacerdote teve papel relevante na condução das obras do templo, mantendo contato com os órgãos governamentais e empreendendo campanhas para arrecadar fundos para que a edificação fosse concluída.
· A Catedral de Brasília possui uma acústica potente, ou seja, se está perto de uma parede, é possível ouvir claramente o que uma pessoa fala a vários metros de distância se ela também estiver próxima da parede.
· A cruz no topo da Catedral de Brasília foi instalada em 1968 e tem 12 metros de altura. Ela foi benzida pelo Papa Paulo VI (1897-1978);
· O Papa Paulo VI (1897-1978) doou o altar principal da Catedral de Brasília;
· No interior da Catedral de Brasília, está a Cruz Histórica, essa cruz fez parte da 1ª missa oficial de Brasília, celebrada em 1957 na atual Praça do Cruzeiro, localizada no Eixo Monumental;
· Para não comprometer a estrutura da Catedral de Brasília, o Batistério foi construído depois que a estrutura da igreja foi finalizada."

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