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NOV.C.2 (29)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-29
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem de autoria de Mário Fontenelle, datada de 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. A fotografia está composta por dois planos horizontais. No primeiro plano, túmulo de amontoado de terra vermelha com ornamentos de coroas de flores e folhas por cima, trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959). As coroas são compostas por flores variadas de cinco pétalas de pequeno e médio porte, com flores similares às de margaridas (Asteraceae sp) ou às gérberas (Gerbera jamesonii Bolus) de cores brancas e tonalidades roxas. As coroas possuem faixas com frases, das quais não é possível identificar as inscrições. Em volta do túmulo, existe areia de tonalidade clara distribuída sobre terra vermelha. E ao lado esquerdo da imagem, existe um baixo amontoado de terra vermelha, que acaba por se conectar ao túmulo. E ao lado direito da imagem, existe um amontoado de areia. Após a delimitação de areia, há uma estrada de terra, que divide o primeiro plano para o segundo. Assim, o segundo plano é formado por uma vegetação que, possivelmente, transita de campo sujo para cerrado típico. Nesta parte, atrás do túmulo, destaca-se duas figuras humanas, que infere-se ser masculinas: em que uma utiliza blusa de tonalidade branca e calça de tonalidade escura; e a outra, utiliza blusa e calça de tonalidade branca. Neste segundo e último plano se complementa com o céu composto por nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas:
NOV-D-4-4-B-25 (1); NOV-D-4-4-B-25 (2); NOV-D-4-4-B-25 (5); NOV-D-4-4-B-25 (6); NOV-D-4-4-B-25 (7); NOV-D-4-4-B-25 (8); NOV-D-4-4-B-25 (9); NOV-D-4-4-C-2 (27);NOV-D-4-4-C-2 (28); NOV-D-4-4-C-2 (30); NOV-D-4-4-C-2 (31); NOV-D-4-4-C-2 (32); NOV-D-4-4-C-2 (34);
NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147)"

Untitled

NOV.C.2 (28)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-28
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia de Mário Fontenelle. Imagem fotográfica em formato horizontal e colorida, datada de 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. A fotografia está composta por dois planos horizontais. No primeiro plano, túmulo de amontoado de terra vermelha com ornamentos de coroas de flores e folhas por cima, trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959). As coroas são compostas por flores variadas de cinco pétalas de pequeno e médio porte, com flores similares às de margaridas (Asteraceae sp) ou às gérberas (Gerbera jamesonii Bolus) de cores brancas e tonalidades roxas. As coroas possuem faixas com frases, das quais não é possível identificar as inscrições. Em volta do túmulo, existe areia de tonalidade clara distribuída sobre terra vermelha. Após a delimitação de areia, há uma estrada de terra, que divide o primeiro plano para o segundo. Assim, o segundo plano é formado por uma vegetação que, possivelmente, transita de campo sujo para cerrado típico. Neste último, está complementado com o céu composto por nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas:
NOV-D-4-4-B-25 (1); NOV-D-4-4-B-25 (2); NOV-D-4-4-B-25 (5); NOV-D-4-4-B-25 (6); NOV-D-4-4-B-25 (7); NOV-D-4-4-B-25 (8); NOV-D-4-4-B-25 (9); NOV-D-4-4-C-2 (27);NOV-D-4-4-C-2 (29); NOV-D-4-4-C-2 (30); NOV-D-4-4-C-2 (31); NOV-D-4-4-C-2 (32); NOV-D-4-4-C-2 (34);
NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147)
"

Untitled

NOV.C.2 (27)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-27
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem de Mário Fontenelle, datada de 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. A fotografia está composta por dois planos horizontais. No primeiro plano, túmulo de amontoado de terra vermelha com ornamentos de coroas de flores e folhas por cima, trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959). As coroas são compostas por flores variadas de cinco pétalas de pequeno e médio porte, com flores similares às de margaridas (Asteraceae sp) ou às gérberas (Gerbera jamesonii Bolus) de cores brancas. Em volta do túmulo, existe areia de tonalidade clara distribuída sobre terra vermelha. Ao fundo, o segundo plano é formado por uma vegetação que, possivelmente, transita de campo sujo para cerrado típico. Neste último, está complementado com o céu composto por nuvens.
"

Untitled

NOV.C.2 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-26
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica foi tirada em um ambiente de vegetação de cerrado típico, mostra-se no primeiro plano, no canto inferior direito da imagem, podemos identificar a metade do rosto de uma figura infantil (criança), com uma mão no seu ombro e também o tronco de uma árvore no canto superior esquerdo da imagem. Tais características da figura infantil e da mão no ombro, configura-se como um corteativo por parte do(a) responsável do registro. A imagem tem como centralidade apresentar caminhões com figuras humanas em cima do mesmo, sendo cinco caminhões de cor amarela clara e automóveis outros não-identificados; sendo todos parados entre a vegetação do cerrado (típico). No primeiro caminhão, há cinco (5) figuras masculinas de pé e uma sentada em cima de um caminhão amarelo, e na frente do mesmo, figuras humanas sentadas no banco interno do automóvel. Dentre as que estão de pé, uma de pele negra, que se destaca pela tonalidade da roupa mais escura que as demais. Ainda no mesmo automóvel, outra parte com figuras impedidas de visualizar as faces devido a copa das árvores do Bioma do Cerrado. O segundo caminhão, ao lado (da direita para esquerda), com aproximadamente cinco (5) figuras masculinas de pé em cima, com roupas de tonalidades claras e marrons. Na porta do caminhão contém a inscrição: “NOVACAP” em caixa alta e abaixo dois dígitos não-identificados, no capô uma faixa preta na horizontal. A frente desse segundo automóvel, há uma árvore retorcida do cerrado, que a copa da mesma estar por cima de figuras humanas que estão distribuídas no terceiro e no quarto caminhão. Há outros automóveis não-identificados distribuídos, na vegetação do cerrado (típico). Atrás desses automóveis, vegetação de cerrado campestre, infere-se ser Campo Rupestre. Por último o céu de nuvens.

Untitled

NOV.C.2 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-25
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco no formato paisagem, autor desconhecido. No primeiro plano, a fotografia mostra uma multidão e no meio dela há um caminhão cheio de figuras humanas. As figuras humanas em cima do caminhão estão em pé, a maioria vestida de camisa branca, observa-se que dentre essas figuras humanas, contém com peles negras. Há uma sombrinha aberta para se proteger do sol ardente do cerrado. Ao redor do caminhão, existem figuras humanas que estão agrupadas e sem espaço para o menor movimento. No canto direito da imagem, é possível enxergar dois capacetes, infere-se ser de policiais uniformizados da década de 1950. No segundo plano, há uma vegetação vasta e por último, o céu repleto de nuvens.

"

Untitled

NOV.C.2 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-24
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica foi tirada em um ambiente de vegetação do cerrado (típico). No primeiro plano, apresenta-se um caminhão com figuras humanas que estão de perfil, umas em pé e outras sentadas, e com olhares direcionados para frente, sendo voltado para o lado direito da imagem. As figuras humanas, estão divididas entre figuras masculinas e infantis. Utilizam como roupas blusas em tonalidades claras, elementos de chapelaria, sombrinhas e duas figuras de óculos de sol. No fundo da imagem, há formação de cerrado típico predominante em harmonia com o céu.

"

Untitled

NOV.C.2 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-23
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido. A fotografia foi tirada em um ambiente com presença do cerrado (típico). Apresenta, em primeiro plano, um grupo de pessoas em cima de automóveis, podendo ser identificado dois. O grupo é composto por figuras masculinas e femininas, cuja maioria dessas são masculinas, vestidas em grande parte de blusas de tonalidade clara, e se encontram em pé e também sentadas na parte nas laterais dos automóveis. Ao fundo da imagem, podemos identificar o teto de um ônibus de cor amarela por trás de um arbusto. E na linha do horizonte, copa da vegetação de árvores do cerrado em harmonia com o céu.

Untitled

NOV.C.2 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-22
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A fotografia mostra uma multidão distribuída no cerrado(típico), que foi registrada em um dia ensolarado. A multidão está composta por figuras masculinas e femininas, que usam roupas de modelo social do contexto da década de 1950-1960. No primeiro plano, mostra-se um jovem em cima de um carro olhando por cima do teto do carro em direção à multidão. Observa-se na multidão dois guardas-chuvas abertos de cor preta; infere-se, que um dos guardas-chuvas (localizado mais à esquerda da imagem), esteja protegendo o presidente Juscelino Kubitschek; e a outra está protegendo uma figura feminina com óculos de sol (localizado mais à direita da imagem). Infere-se que a figura feminina, possa ser a primeira-dama. Próximo ao presidente, um figura masculina que utiliza indumentária associada à função da Igreja Católica. Ao redor dos dois, figuras masculinas que estão de ternos, outras de camisas brancas. Ainda, próxima a figura feminina, destaca-se uma figura masculina com adorno de chapelaria. Há na multidão policiais uniformizados com capacete, situados em uma espécie de primeiro plano; figuras humanas outras, que utilizam adornos de chapelarias diversas. Dentre as figuras humanas, existem próximas de caminhões que vestem roupas relacionadas a usos diários, como blusas, camisetas, calças, sapatos, dentre outros não-identificados.
Ao fundo do aglomerado da multidão, existem três caminhões, sendo que dois destes puderam ser identificados e produzidos pela Fábrica Nacional de Motores. Esses automóveis possuem a inscrição, com siglas e em caixa alta: “FNM”, tal inscrição foi possível identificar na fotografia remissiva 41. Sobre os caminhões em movimento, figuras humanas diversas.
Ainda no fundo da imagem, no segundo plano, cerrado denso com árvores da vegetação em questão.

Informações Adicionais: “A FNM, estatal, foi criada em 1942 em Xerém, distrito industrial da cidade de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, para ser a primeira fábrica de motores de avião do País, idealizada pelo general brigadeiro Antônio Guedes Muniz, que dirigiu a criação e a fase inicial de operação da FNM - Fábrica Nacional de Motores S.A., e se tornou o diretor-presidente da empresa criada no bojo dos acordos entre o Brasil e os Estados Unidos sobre a cessão das bases aéreas e militares nas regiões Norte, em Barreiras, na Bahia e no Nordeste do Brasil, em Natal, no Rio Grande do Norte, durante a Segunda Guerra Mundial, para apoio militar do Brasil aos Estados Unidos”.
"

Untitled

NOV.C.2 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-21
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque Israel Pinheiro (1896 -1973), presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, seu filho Israel Pinheiro Filho (1931 – 2020) e um homem não identificado conversam em frente a um avião. Em primeiro plano, está Pinheiro com uma mão no bolso e a outra segura uma estrutura metálica que compões a frente do avião, ele tem o olhar direcionado o para o chão, mas aparenta prestar atenção no que homem em sua frente fala. Atrás dos dois, olhando para o outro lado, com a mão na cintura está Israel Pinheiro Filho. Os três homens usam calça social e camisa. Eles estão em um terreno descampado, provavelmente uma pista de pouso, em frente uma aeronave estacionada. O avião é um Cessna 310, bimotor de pequeno porte, na cor verde com detalhes brancos. Ao fundo, nota-se vegetação típica do bioma Cerrado, com fitofisionomia não identificada.

Untitled

NOV.C.2 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-20
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque Israel Pinheiro (1896 -1973), primeiro presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, conversa com homem não identificado em frente a um avião. Em primeiro plano, está Pinheiro com as mãos no bolso e olhar direcionado para o homem, os dois vestem calças e camisas socais de manga longa. Eles estão em um terreno descampado, provavelmente uma pista de pouso, próximos a eles é possível ver a frete da aeronave estacionada. O avião é Cessna 310, bimotor de pequeno porte, na cor verde com detalhes brancos. Ao fundo, nota-se vegetação típica do bioma Cerrado, com fitofisionomia não identificada.

Untitled

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