Iconográfico

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NOV.B.3 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-25
  • Item
  • 12/06/1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato retrato. A foto mostra a escultura "O Rito do Ritmo" da artista Maria Martins (1894 – 1973) sobre terra batida e, ao seu lado, há homem trajando uniforme policial. Escultura surrealista, fundida em bronze, polido e patinado, sobre base em granito. Dimensões 511x289x143cm. Monumento criado para inauguração de Brasília, enviado para cidade em 25 de agosto de 1958. Encontra-se no jardim do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República, projetado por Oscar Niemeyer (1907 - 2012). Uma miniatura dessa escultura foi distribuída como lembrança aos convidados no dia da inauguração da nova Capital Federal. Ao fundo, o espelho d’água, o Palácio da Alvorada e sua capela à direita.

Untitled

NOV.B.3 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-23
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Escultura nomeada ""Maternidade"" ou ""Mãe"" de Celso Antônio de Menezes (1896 – 1984), retirada do antigo Ministério de Educação e Saúde Pública, Rio de Janeiro, por trabalhadores. Ao fundo é possível observar as colunas, grandes vidraças e luminárias características do edifício. O antigo Ministério, hoje conhecido como Edifício Gustavo Capanema, Palácio Gustavo Capanema ou Palácio Capanema, foi idealizado e construído entre 1936 e 1943, durante o governo de Getúlio Vargas (1882 - 1954), na gestão do Ministro da Educação Gustavo Capanema (1900 - 1985). Foi projetado por uma equipe composta por renomados arquitetos como Lucio Costa (1902-1998) e Oscar Niemeyer (1907-2012) e é repleto de obras de artistas que buscavam enaltecer a identidade nacional. O artista modernista Celso Antônio cria em 1943, em mármore branco, com dimensões de 120x120x210cm, a estátua de uma mulher reclinada sobre um plinto oval, disposta sobre um pedaço de pano drapeado, com braço direito repousando sobre sua coxa e o esquerdo envolvendo uma criança junto ao seu corpo, com pés paralelos bem marcados e joelhos flexionados. Essa figura feminina sai do estereótipo europeu, comumente replicado por artistas brasileiros da época, dando ênfase às características do povo e às raízes da Nação brasileira.
A fotografia retrata o momento da retirada da obra do edifício que ocorreu na década de 1960. Lucio Costa aproveita um momento de manutenção do local e autoriza sua transferência para a praça da praia de Botafogo, Rio de Janeiro, onde permanece até o momento. Em seu lugar, foi remanejada a obra “Moça Reclinada”, também de Celso Antônio de Menezes, que anteriormente encontrava-se no jardim do Palácio."

Untitled

NOV.B.3 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-22
  • Item
  • 1957
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Escultura de Edgar Duvivier (1914 - 2001) para o Brasília Palace Hotel. O documento NOV-C-1-2-0033(36)d, documentação textual Fundo Novacap – Processo de pagamentos/serviços, traz informações sobre a escultura do artista. O arquivo relata que Duviver e Oscar Niemeyer (1907 - 2012) combinaram que o artista faria a escultura para o hotel com o dimensão de 2,5 metros, devendo ser fundida em bronze, cabendo a ele apenas a execução do modelo em gesso. O artista compromete-se em entregar o modelo em 90 dias a contar da data do documento – 18/12/1957. Apesar de não ter referências do nome da escultura em documentos oficiais, há cópia da obra em tamanho menor com o nome “Goleiro” de autoria de Edgar Duvivier.

Untitled

NOV.B.3 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-21
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato retrato. Escultura “Os Guerreiros” ou “Os Candangos” do artista Bruno Giorgi (1905 – 1993) na Praça dos Três Poderes. A Escultura em bronze, medindo oito metros de altura, representação de dois corpos em pé, abraçados e cada um segurando uma haste. A obra foi fundida no Rio de Janeira e instalada na Praça dos Três Poderes antes da inauguração de Brasília. Em um primeiro momento foi chamada de “Os Guerreiros”, mas, pouco tempo depois, houve uma mudança de nome e passou a ser conhecida como “Os Candangos”. O termo candango ganhou um significado diferente ao normalmente utilizado antes da construção da nova capital, passou a designar aquelas pessoas que vieram de fora para trabalhar na criação de Brasília. Dessa forma, a estátua deixa seu primeiro nome no esquecimento e começa a fazer uma analogia com os verdadeiros guerreiros que seriam todos aqueles que atuaram na construção da Nova Capital, os Candangos. Ao fundo, o Museu Histórico de Brasília ou Museu da Cidade.
"

Untitled

NOV.B.3 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-20
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano, escultura ""O Rito do Ritmo"" da artista Maria Martins (1894 -1973). Ao fundo, observa-se o Palácio da Alvorada com sua fachada em pano de vidro e suas imponentes colunas. A escultura é uma obra surrealista, fundida em bronze, polido e patinado, sobre base em granito. Dimensões 511x289x143cm. Monumento criado para inauguração de Brasília, enviado para a cidade em 25 de agosto de 1958. Encontra-se no jardim do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República, projetado por Oscar Niemeyer (1907 - 2012). Uma miniatura dessa escultura foi distribuída como lembrança aos convidados no dia da inauguração da nova Capital Federal. .
"

Untitled

NOV.B.3 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-2
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Ao centro da fotografia está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, em segundo plano é possível visualizar a vegetação típica de Cerrado com árvores de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas, que aparentemente foi desmatada, devido a presença de marcas de automóveis, enquanto ao fundo a paisagem original de mata seca se mantém. É possível ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original. Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-19
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida no formato paisagem. Ao centro da imagem está a área que atualmente é a Praça do Cruzeiro, com destaque para a cruz feita em madeira de aroeira torneada. Em segundo plano é possível visualizar vegetação do Cerrado que foi alterada para a construção da Via S1 do Eixo Monumental, enquanto ao fundo a paisagem original de mata seca se mantém. É possivel ver ainda uma estrutura de madeira, que foi utilizada para sustentar uma lona que serviria como cobertura no local durante a celebração da primeira missa de Brasília em 3 de maio de 1957. Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-18
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida no formato paisagem. Ao centro da imagem está a área que atualmente é a Praça do Cruzeiro, com destaque para a cruz feita em madeira de aroeira torneada. Ao redor do marco é possível visualizar vegetação de Cerrado aparentemente desmatada, enquanto ao fundo a paisagem original de mata seca se mantém. É possivel ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona que serviria como cobertura no local durante a celebração da primeira missa de Brasília em 3 de maio de 1957. Por toda a imagem é perceptível a ação humana devido a presença de estradas de terra batida e marcas de veículos em meio às gramíneas. Na parte inferior da imagem observa-se árvores de médio porte de gomeira (Vochysia thyrsoidea). Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-17
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Ao centro da imagem está a área que atualmente é a Praça do Cruzeiro. Em segundo plano, é possível visualizar vegetação de Cerrado composta de tapete graminoso com árvores esparsas, entre elas a gomeira (Vochysia thyrsoidea), enquanto ao fundo a paisagem original de mata seca se mantém. Por toda a imagem é perceptível a ação humana, demonstrado pela presença de estradas de terra batida e marcas de veículos em meio às gramíneas. É possivel ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona que serviria como cobertura no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 3 de maio de 1957. Destaque para o canto inferior direito da imagem, onde é possível ver o marco geodésico "Vértice n°8", há alguns metros à direita do cruzeiro, sinalizado por uma bandeira hasteada. O marco se configura como um ponto referencial de coordenadas geográficas que integra a malha do Sistema Geodésico Brasileiro, instalado pelo IBGE da década de 1950. Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-16
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Ao lado direito da foto é possível ver o início da construção da "Via S1" do Eixo Monumental. Ao lado esquerdo, está o local que atualmente é a Praça do Cruzeiro. Destaque para a alteração da vegetação típica de Cerrado, em razão da construção das rodovias, enquanto ao fundo a paisagem original de mata seca se mantém. Na lateral direita há diversos indivíduos da árvore popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea) de floração amarela.

Untitled

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