Iconográfico

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NOV.B.04 (42)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-04-42
  • Item
  • 1957
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem.
Esta imagem foi identificada na edição 8 da Revista Brasília de 1957, descrita desta forma: “Pedreira situada a 8km da praça dos Três Poderes, uma das que fornecem material para as obras de Brasília.” No DF, Sobradinho e Plano Piloto são duas das regiões administrativas com maior contingente de áreas mineradas.

Untitled

NOV.B.04 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-04-41
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco. Formato Paisagem.
Nove homens posam para a foto na frente de um caminhão carregado de manilhas, provavelmente fabricadas no local e sendo preparadas para transporte. Eles parecem ocupar funções laborais diferentes, o clima no entanto parece amistoso. Todos vestem botinas de couro, alguns vestem camisas sociais enquanto outros têm suas roupas cobertas de barro. Ainda não foi possível identificá-los.

Untitled

NOV.B.04 (40)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-04-40
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco.
A imagem é composta por um galpão de madeira e cobertura de telhas metálicas, três homens que caminham pelo local e manilhas de concreto espalhadas pelo terreno. Dentro do galpão, que é visto lateralmente, se encontram algumas tábuas de madeira, uma pilha de areia e uma máquina que não foi possível identificar. A identidade das pessoas que aparecem na imagem permanece desconhecida, no entanto, os trajes limpos e de caráter social indicam o que devia ser uma visita breve ao canteiro de produção de manilhas. Na paisagem ao fundo, há vegetação de Cerrado separada por uma cerca de arame, seguido de uma formação de morros e algumas árvores esparsas. À direita, próximo ao galpão, é possível identificar um pequizeiro.

Untitled

NOV.B.04 (39)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-04-39
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco.
No primeiro plano se encontra uma pilha de lenha, provavelmente para queima nos fornos de olaria, já que é possível identificar pelos galpões de madeira ao fundo que se vê o mesmo local de produção de tijolos cerâmicos retratado em outras imagens. É interessante na imagem os galpões de duas águas em segundo plano, o primeiro, construído em madeira e telha metálica e o outro ainda em construção, onde se vêm dois homens trabalhando em sua estrutura, de madeira. Logo atrás, um casebre que deve servir de banheiro e pilhas de areia. Em último plano na imagem está uma longa faixa de Cerrado com densidade alta/média de árvores.

Untitled

NOV.B.04 (38)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-04-38
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco.
Uma pilha de argila branca ocupa a maior parte do quadro. À esquerda estão quatro homens descarregando um caminhão com esta argila. Dois estão dentro da caçamba, vestem chapéus e utilizam pás para realizar o trabalho, os outros dois auxiliam o descarregamento do chão. Ao fundo se vê parte de um galpão de madeira e telha metálica. É provável se tratar da mesma olaria vista em outros itens desta pasta.

Untitled

NOV.B.04 (37)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-04-37
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco.
A imagem retrata a mesma máquina para moldar argila do item 5 desta pasta. Vista de outro ângulo, se trata de uma máquina utilizada para extrusar e moldar argila em blocos cerâmicos de dez furos que devem então ser cortados em tijolos, secos e cozidos para utilização na construção civil. É provável que seja em olaria localizada em São Sebastião.

Untitled

NOV.B.04 (36)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-04-36
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco.
Sete homens trabalham na fabricação de tijolos em conjunto com uma máquina. À esquerda, um deles, em cima de uma plataforma improvisada, deposita a argila, que então moldada pela máquina, é cortada e separada, como se observa à direita da imagem. A parede de tábuas de madeira do galpão está coberta de números riscados e contas, característicos de um canteiro.

Untitled

NOV.B.04 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-04-35
  • Item
  • 1957
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco.
“Secagem de tijolos em uma olaria de Brasília, já em pleno e eficiente funcionamento.” é a legenda que se lê na 8ª edição da Revista Brasília, onde esta fotografia foi publicada em 1957. Esta imagem dialoga com outros itens da pasta que mostram o mesmo local em outros momentos, ainda em construção. Ao fundo, observa-se vegetação de Cerrado com média/alta densidade de arbóreas e mais a frente muitos homens que trabalham nos fornos ou espalhados entre os corredores formados pelas pilhas de tijolos. Quase todos usam chapéus.

Untitled

NOV.B.3 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-9
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem, destacando a Estaca Zero situada sobre um monte de terra, simbolizando a extensa movimentação de solo realizada para a construção da plataforma Rodoviária, um marco fundamental para o desenvolvimento de projetos significativos durante a concepção de Brasília. Ao redor e ao fundo, observa-se uma paisagem de terra batida. Atualmente, a Estaca Zero encontra-se na rodoviária central, precisamente na pista dentro do túnel sob a Rodoviária Central, popularmente denominado "Buraco do Tatu", em referência a um animal típico da fauna do Cerrado. O projeto foi concretizado com base no marco geodésico Vértice nº 8, estabelecido pelo IBGE no ponto mais elevado da cidade, próximo ao Cruzeiro, sendo utilizado como referência por Joffre Mozart Parada para o posicionamento preciso da Estaca Zero. Lucio Costa propôs a construção da Esplanada dos Ministérios em um terrapleno, demandando que a movimentação de terra no terreno seguisse o declive existente. Nesse processo, a Estaca Zero foi suspensa por um pequeno morro, preservando o nível do terreno original deixado pelas máquinas. Brasília, originada a partir do Vértice nº 8 do Cruzeiro, irradiou-se a partir da Estaca Zero, representando um ponto central na sua fundação.

Untitled

NOV.B.3 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-8
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem, destacando-se no primeiro plano a Estaca Zero, um marco crucial para a implementação de projetos significativos durante a concepção de Brasília. Ao fundo, registra-se a presença de um helicóptero sobrevoando os arredores da área. Atualmente, a localização da Estaca Zero encontra-se na Rodoviária do Plano Piloto, precisamente na pista situada dentro do túnel sob a Rodoviária, na transição entre o Eixo Rodoviário sul/norte, popularmente conhecido como "Buraco do Tatu", em alusão ao animal característico da fauna do Cerrado. Para a concretização do projeto, Joffre Mozart Parada utilizou como referência o marco geodésico Vértice nº 8, instalado pelo IBGE no ponto mais elevado da cidade, ao lado do Cruzeiro. Lucio Costa propôs a construção da Esplanada dos Ministérios em um terrapleno, sendo necessário esculpir o terreno devido ao declive. Nesse processo, a Estaca Zero foi suspensa por um pequeno morro deixado pelas máquinas, mantendo-se no nível do terreno original. Brasília, tendo seu ponto de origem no Vértice nº 8 do Cruzeiro, irradiou-se a partir da Estaca Zero, representando um marco fundamental em sua fundação.

Untitled

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