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NOV.B.08 (34)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-34
  • Unidad documental simple
  • 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Imagem fotográfica da fachada oeste do Teatro Nacional Claudio Santoro, em 1960, durante o período inicial da construção. No registro, a obra da etapa estrutural se encontra em estágio avançado, com a colocação de parte das vigas invertidas de concreto protendido. A laje da entrada principal também está finalizada. No canto superior esquerdo, há um andaime levantando um elemento construtivo cilíndrico com um operário pendurado. Na parte superior da construção, existem diversos escoramentos e alguns trabalhadores apoiados sobre a laje de cobertura e na primeira viga do lado esquerdo da fachada. Outros três operários podem ser visualizados sobre a laje de cobertura inclinada, e um sobre a laje de acesso à entrada principal. Três escadas provisórias e um caminhão caçamba, não identificado, aparecem no centro da fotografia. Em frente a construção.
O projeto do Teatro Nacional de Brasília é do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), produzido em 1958. A obra passou por um longo período até ser completamente finalizada, iniciada em julho de 1960 e sua parte estrutural concluída em janeiro de 1961. Entre as décadas de 1960 e meados de 1970, o teatro, mesmo inacabado, era utilizado para realização de eventos. Em 1975, o arquiteto Milton Ramos (1929-2008) foi convidado a detalhar e complementar a obra, gerando mudanças significativas no prédio. Com a construção das salas concluída, em 6 de março de 1979, o teatro foi reaberto com vários problemas técnicos. A obra foi retomada e ele foi reinaugurado em 21 de abril de 1981. Integram a equipe de construção inicial: a Construtora Rabello, o engenheiro Bruno Contarini (1933-2021), responsável inicial pelo projeto de cálculo e acompanhamento da construção, Aldo Calvo (1906-1991), técnico de teatro e cenógrafo, engenheiro Lothar Cremer (1905-1990), responsável pelo estudo acústico completo, e Athos Bulcão (1918-2008), artista plástico, autor dos volumes presentes nas fachadas norte e sul. Já a equipe de retomada da obra, em 1975, é composta por Milton Ramos, arquiteto responsável, Aldo Calvo e Athos Bulcão, novamente contratados, Roberto Burle Marx (1909-1994), paisagista, Sérgio Rodrigues (1927-2014), arquiteto e designer de mobiliário, e Igor Sresnewsky (1913-1996), consultor de acústica.
"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Imagem fotográfica da fachada oeste do Teatro Nacional Claudio Santoro, em 1960, durante o período inicial da construção. No registro, a obra da etapa estrutural se encontra em estágio avançado, com a colocação de parte das vigas invertidas de concreto protendido. A laje da entrada principal também está finalizada. No canto superior esquerdo, há um andaime levantando um elemento construtivo cilíndrico com um operário pendurado. Na parte superior da construção, existem diversos escoramentos e alguns trabalhadores apoiados sobre a laje de cobertura e na primeira viga do lado esquerdo da fachada. Outros três operários podem ser visualizados sobre a laje de cobertura inclinada, e um sobre a laje de acesso à entrada principal. Três escadas provisórias e um caminhão caçamba, não identificado, aparecem no centro da fotografia. Em frente a construção.
O projeto do Teatro Nacional de Brasília é do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), produzido em 1958. A obra passou por um longo período até ser completamente finalizada, iniciada em julho de 1960 e sua parte estrutural concluída em janeiro de 1961. Entre as décadas de 1960 e meados de 1970, o teatro, mesmo inacabado, era utilizado para realização de eventos. Em 1975, o arquiteto Milton Ramos (1929-2008) foi convidado a detalhar e complementar a obra, gerando mudanças significativas no prédio. Com a construção das salas concluída, em 6 de março de 1979, o teatro foi reaberto com vários problemas técnicos. A obra foi retomada e ele foi reinaugurado em 21 de abril de 1981. Integram a equipe de construção inicial: a Construtora Rabello, o engenheiro Bruno Contarini (1933-2021), responsável inicial pelo projeto de cálculo e acompanhamento da construção, Aldo Calvo (1906-1991), técnico de teatro e cenógrafo, engenheiro Lothar Cremer (1905-1990), responsável pelo estudo acústico completo, e Athos Bulcão (1918-2008), artista plástico, autor dos volumes presentes nas fachadas norte e sul. Já a equipe de retomada da obra, em 1975, é composta por Milton Ramos, arquiteto responsável, Aldo Calvo e Athos Bulcão, novamente contratados, Roberto Burle Marx (1909-1994), paisagista, Sérgio Rodrigues (1927-2014), arquiteto e designer de mobiliário, e Igor Sresnewsky (1913-1996), consultor de acústica.
Ainda, é válido ressaltar que, em alguns textos mais antigos, o teatro pode aparecer denominado como Teatro Nacional de Brasília, pois o nome atual, Teatro Nacional Cláudio Santoro, só foi definido em 1989, na Lei nº 37, no Diário Oficial do Distrito Federal. A antiga denominação, inclusive, aparece em um artigo presente na revista Brasília, coleção completa do 2º aniversário, de 1953 a 1954, da NOVACAP. Nessa publicação, a estética do Teatro Nacional é justificada como: ""A forma exterior, de paredes lisas, caídas, indiferentes, é apenas, (assim se expressou Oscar Niemeyer), o envólucro necessário para deixar funcionar livremente todos os tipos de teatro para o povo de Brasília""."

Sin título

NOV.B.08 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-35
  • Unidad documental simple
  • 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Vista da construção do Teatro Nacional Claudio Santoro pela perspectiva da plataforma inferior da Plataforma Rodoviária de Brasília (Rodoviária do Plano Piloto). Em primeiro plano, há a estrutura inferior da rodoviária completamente finalizada, entretanto, do lado esquerdo da figura existe uma pequena obra próxima à plataforma que é evidenciada pela presença de seis trabalhadores, não identificados, um caminhão, dois amontoados de terra e uma pá. Os operários presentes na imagem estão posicionados em locais distintos, sendo dois na carroceria de um caminhão e um próximo a ele, dois perto dos amontoados de terra e um mais afastado dos demais. Em segundo plano, em frente ao grande desnível de terra batida existente entre o nível inferior da rodoviária e o platô do Teatro Nacional, há um ônibus em movimento. Também são visíveis estruturas provisórias comuns em canteiros de obras, como alojamentos temporários de madeira, refletores e andaimes. Em terceiro plano, está a construção do teatro em fase de fechamento da fachada sul com placas de concreto pré-fabricadas, colocadas com o auxílio de um guindaste.
Informações adicionais:
A Plataforma Rodoviária de Brasília foi construída entre os anos de 1958 e 1963. Em 1960, a maior parte do conjunto edificado foi concluída. O projeto arquitetônico é do arquiteto Lucio Costa (1902-1998), o projeto estrutural de Bruno Contarini (1933-2021) e a empresa executora foi a Construtora Rabello S/A. A construção de concreto protendido é uma superestrutura de mais de setecentos metros de extensão e marca o cruzamento entre os eixos monumental e rodoviário da capital.
A respeito da obra, o livro Diário de Brasília, volume VII, em 19 de fevereiro de 1960, apresenta as seguintes informações: ""[...] Plataforma rodoviária - Iniciada em fins de dezembro de 1958, acha-se em sua fase inicial a construção da Plataforma Rodoviária de Brasília, obra projetada por Lucio Costa e cuja execução foi entregue pela NOVACAP a firma particular, selecionada por concorrência pública. A Plataforma, com 9 metros de altura, é um dos trabalhos mais arrojados deste grande canteiro de obras modernas e será uma das estações rodoviárias mais perfeitas do mundo. Nela foram gastos 160 mil sacos de cimento, 600 toneladas de aço duro para concreto protendido e 800 toneladas de aço de outro tipo. Terá, além das instalações comuns a tais edificações, restaurante, bar, cozinha, guarda-volumes, quatro escadas rolantes e três elevadores, com capacidade de 20 pessoas cada um"" (BRASIL, 1960, p. 89-90).
Ainda, é possível encontrar mais registros sobre o período de construção da Rodoviária do Plano Piloto em contratos de pagamentos disponíveis no acervo textual do Arquivo Público do Distrito Federal, tais como os documentos com as seguintes notações: NOV-C-1-2-0046 (14)d; NOV-C-1-4-0393 (6)d; NOV-C-1-4-0394 (21)d.
Sobre o Teatro Nacional de Brasília, seu projeto é do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e foi produzido em 1958. A obra passou por um longo período até ser completamente finalizada, iniciada em julho de 1960 e sua parte estrutural concluída em janeiro de 1961. Entre as décadas de 1960 e meados de 1970, o teatro, mesmo inacabado, era utilizado para realização de eventos. Em 1975, o arquiteto Milton Ramos (1929-2008) foi convidado a detalhar e complementar a obra, gerando mudanças significativas no prédio. Com a construção das salas concluída, em 6 de março de 1979, o teatro foi reaberto com vários problemas técnicos. A obra foi retomada e ele foi reinaugurado em 21 de abril de 1981. Integram a equipe de construção inicial: a Construtora Rabello, o engenheiro Bruno Contarini, responsável inicial pelo projeto de cálculo e acompanhamento da construção, Aldo Calvo (1906-1991), técnico de teatro e cenógrafo, engenheiro Lothar Cremer (1905-1990), responsável pelo estudo acústico completo, e Athos Bulcão (1918-2008), artista plástico, autor dos volumes presentes nas fachadas norte e sul. Já a equipe de retomada da obra, em 1975, é composta por Milton Ramos, arquiteto responsável, Aldo Calvo e Athos Bulcão, novamente contratados, Roberto Burle Marx (1909-1994), paisagista, Sérgio Rodrigues (1927-2014), arquiteto e designer de mobiliário, e Igor Sresnewsky (1913-1996), consultor de acústica.
Ainda, é válido ressaltar que, em alguns textos mais antigos, o teatro pode aparecer denominado como Teatro Nacional de Brasília, pois o nome atual, Teatro Nacional Cláudio Santoro, só foi definido em 1989, na Lei nº 37, no Diário Oficial do Distrito Federal. A antiga denominação, inclusive, aparece em um artigo presente na revista Brasília, coleção completa do 2º aniversário, de 1953 a 1954, da NOVACAP. Nessa publicação, a estética do Teatro Nacional é justificada como: ""A forma exterior, de paredes lisas, caídas, indiferentes, é apenas, (assim se expressou Oscar Niemeyer), o envólucro necessário para deixar funcionar livremente todos os tipos de teatro para o povo de Brasília"".
"

Sin título

NOV.B.08 (36)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-36
  • Unidad documental simple
  • 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Imagem fotográfica da fachada leste durante a obra do Teatro Nacional Claudio Santoro, em 1960. No registro, é retratado a conclusão da marquise de entrada lateral e a montagem das treze vigas invertidas e inclinadas de concreto protendido. Na parte superior, esses elementos estruturais se encontram escorados e com fôrmas de madeira, ainda é possível identificar um braço mecânico, com sistema de polias, ancoragens, e quatro elementos provisórios de iluminação. Na lateral esquerda, parte da fachada sul é retratada na fotografia e, na parte inferior, estruturas pré-moldadas com ferragens de espera aparecem apoiadas no chão de terra batida. Outros dois componentes importantes da imagem são o método de apoio para a circulação de trabalhadores pela fachada inclinada, utilizando ripas de madeira escalonadas e encaixadas em um suporte de vigamento, e a presença dos próprios operários durante o momento de trabalho. Na fotografia, vinte e oito figuras masculinas, não identificadas, são registradas, sendo a grande maioria dispostas na parte inferior, entre as duas primeiras vigas, da esquerda para a direita.
O projeto do Teatro Nacional de Brasília é do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), produzido em 1958. A obra passou por um longo período até ser completamente finalizada, iniciada em julho de 1960 e sua parte estrutural concluída em janeiro de 1961. Entre as décadas de 1960 e meados de 1970, o teatro, mesmo inacabado, era utilizado para realização de eventos. Em 1975, o arquiteto Milton Ramos (1929-2008) foi convidado a detalhar e complementar a obra, gerando mudanças significativas no prédio. Com a construção das salas concluída, em 6 de março de 1979, o teatro foi reaberto com vários problemas técnicos. A obra foi retomada e ele foi reinaugurado em 21 de abril de 1981. Integram a equipe de construção inicial: a Construtora Rabello, o engenheiro Bruno Contarini (1933-2021), responsável inicial pelo projeto de cálculo e acompanhamento da construção, Aldo Calvo (1906-1991), técnico de teatro e cenógrafo, engenheiro Lothar Cremer (1905-1990), responsável pelo estudo acústico completo, e Athos Bulcão (1918-2008), artista plástico, autor dos volumes presentes nas fachadas norte e sul. Já a equipe de retomada da obra, em 1975, é composta por Milton Ramos, arquiteto responsável, Aldo Calvo e Athos Bulcão, novamente contratados, Roberto Burle Marx (1909-1994), paisagista, Sérgio Rodrigues (1927-2014), arquiteto e designer de mobiliário, e Igor Sresnewsky (1913-1996), consultor de acústica.
Ainda, é válido ressaltar que, em alguns textos mais antigos, o teatro pode aparecer denominado como Teatro Nacional de Brasília, pois o nome atual, Teatro Nacional Cláudio Santoro, só foi definido em 1989, na Lei nº 37, no Diário Oficial do Distrito Federal. A antiga denominação, inclusive, aparece em um artigo presente na revista Brasília, coleção completa do 2º aniversário, de 1953 a 1954, da NOVACAP. Nessa publicação, a estética do Teatro Nacional é justificada como: ""A forma exterior, de paredes lisas, caídas, indiferentes, é apenas, (assim se expressou Oscar Niemeyer), o envólucro necessário para deixar funcionar livremente todos os tipos de teatro para o povo de Brasília""."

Sin título

NOV.B.08 (37)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-37
  • Unidad documental simple
  • 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Imagem fotográfica do canteiro de obras do Teatro Nacional Claudio Santoro, em 1960. Em primeiro plano, há a obra de infraestrutura para a construção posterior do bloco anexo do teatro, o qual está implantado semi-enterrado. Essa primeira parte do registro é segmentada por uma larga vala disposta diagonalmente na fotografia. No canto inferior esquerdo, várias tábuas, ripas e fôrmas estão posicionadas sobre o chão de terra batida, enquanto no canto direito, há vários amontoados de terra e areia e dois gabaritos feitos de madeira e em formato quadrangular. Em alguns pontos dessa área existem cinco construções provisórias com lonas, provavelmente utilizadas para abrigar os trabalhadores no canteiro de obras. Ao centro, cruzando o eixo da vala, há diversos escoramentos e estruturas de madeira que devem compor as fôrmas que serão utilizadas para concretar duas lajes de acesso à área inferior do teatro. Três trabalhadores são retratados nesse trecho enterrado, outro próximo aos amontoados de terra, seis do lado esquerdo da foto e junto às estruturas de escoras e dois operários caminhando com um carrinho de mão sobre uma das escoras. Em segundo plano, ocupando a parcela direita da imagem, compondo a fachada norte do aparelho cultural, encontra-se o grande paredão de concreto semi-enterrado, com cinco aberturas - sendo três localizadas no nível da via N2, uma no canto esquerdo próximo à contenção de terra e a última, obstruída, um nível acima da cota do solo - e um andaime e uma escada de madeira. Na fachada norte, volumes de Athos Bulcão integram a estética da construção. Na parcela esquerda da fotografia há o grande talude resultante da imposição do desnível do terreno. Três escadas provisórias de madeira conectam a cota mais baixa com a mais alta, enquanto três máquinas de construção sobre o talude aproveitam o desnível para depositar materiais, possivelmente concreto, dentro de um recipiente situado no ponto inferior do lote. Na parte superior do talude, há postes de energia e de iluminação, materiais de construção e dois alojamentos temporários de madeira. Ao fundo, em terceiro plano, é possível visualizar seis blocos ministeriais.
O projeto do Teatro Nacional de Brasília é do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), produzido em 1958. A obra passou por um longo período até ser completamente finalizada, iniciada em julho de 1960 e sua parte estrutural concluída em janeiro de 1961. Entre as décadas de 1960 e meados de 1970, o teatro, mesmo inacabado, era utilizado para realização de eventos. Em 1975, o arquiteto Milton Ramos (1929-2008) foi convidado a detalhar e complementar a obra, gerando mudanças significativas no prédio. Com a construção das salas concluída, em 6 de março de 1979, o teatro foi reaberto com vários problemas técnicos. A obra foi retomada e ele foi reinaugurado em 21 de abril de 1981. Integram a equipe de construção inicial: a Construtora Rabello, o engenheiro Bruno Contarini (1933-2021), responsável inicial pelo projeto de cálculo e acompanhamento da construção, Aldo Calvo (1906-1991), técnico de teatro e cenógrafo, engenheiro Lothar Cremer (1905-1990), responsável pelo estudo acústico completo, e Athos Bulcão (1918-2008), artista plástico, autor dos volumes presentes nas fachadas norte e sul. Já a equipe de retomada da obra, em 1975, é composta por Milton Ramos, arquiteto responsável, Aldo Calvo e Athos Bulcão, novamente contratados, Roberto Burle Marx (1909-1994), paisagista, Sérgio Rodrigues (1927-2014), arquiteto e designer de mobiliário, e Igor Sresnewsky (1913-1996), consultor de acústica.
Ainda, é válido ressaltar que, em alguns textos mais antigos, o teatro pode aparecer denominado como Teatro Nacional de Brasília, pois o nome atual, Teatro Nacional Cláudio Santoro, só foi definido em 1989, na Lei nº 37, no Diário Oficial do Distrito Federal. A antiga denominação, inclusive, aparece em um artigo presente na revista Brasília, coleção completa do 2º aniversário, de 1953 a 1954, da NOVACAP. Nessa publicação, a estética do Teatro Nacional é justificada como: ""A forma exterior, de paredes lisas, caídas, indiferentes, é apenas, (assim se expressou Oscar Niemeyer), o envólucro necessário para deixar funcionar livremente todos os tipos de teatro para o povo de Brasília""."

Sin título

NOV.B.08 (38)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-38
  • Unidad documental simple
  • 1960 - 1964
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Crianças uniformizadas brincando em um parquinho de areia em frente à Escola Classe da Superquadra 114 Sul (SQS 114). Na imagem, em primeiro plano, há um grupo de alunos, uniformizados e com seus nomes bordados em suas camisas, caminhando de forma mais dispersa em direção ao local onde o fotógrafo se encontra. Do lado direito da fotografia, ainda em primeiro plano, três crianças sem uniforme estão brincando no gira-gira, sendo que uma delas é uma menina e está sentada, e as outras duas são meninos e estão em pé e agachado, respectivamente. No centro, há uma professora - vestida com uma camisa de botão, um cinto preto, uma saia plissada midi e uma sapatilha - caminhando, também em direção ao lado em que o fotógrafo está posicionado, com um grande grupo de alunos divididos em duas filas, nas quais os primeiros de cada estão sendo conduzidos pela mão. Mais ao fundo, do lado direito, seis figuras masculinas infantis estão sentadas brincando em um balanço de banco contínuo, enquanto um garoto pequeno, sem camisa, está em pé tentando subir no brinquedo e outro menino está saindo de perto do aparelho infantil. Do lado esquerdo, duas crianças brincam na gangorra ao mesmo tempo que são observadas por uma menina em pé, e outras três se divertem em um dos escorregadores do parquinho. Ao fundo, ainda no espaço recreativo, crianças se entretêm nos demais brinquedos como o trepa-trepa, os balanços e os escorregadores. Mais quatro mulheres adultas supervisionam as atividades. Além disso, é valido resaltar o paisagismo de caráter mais ornamental, inicialmente composto por gramas e palmeiras. A fotografia foi retirada voltada para o fundo do Comércio Local Sul 114, por isso, também aparecem na imagem alguns blocos residenciais, além do bloco comercial. Portanto, do lado direito, mais à frente, está localizado o bloco G da Superquadra 114 Sul e, mais ao centro da imagem, os blocos K, I e C da Superquadra 113 Sul.
Informações adicionais: A Superquadra Sul 114 possui nove blocos de apartamentos e tanto o projeto de arquitetura quanto de urbanismo foram realizados por Marcelo Campello e Sérgio Rocha. A Escola Classe da quadra foi construída em 1962 e a autoria do projeto arquitetônico é de Wilson Reis Netto, entretanto a co-autoria apresenta divergências entre os teóricos. Segundo Marcílio Mendes Ferreira (1936-2011) e Matheus Gorovitz (1938 - ?), no livro A invenção da Superquadra, o arquiteto e coordenador de arquitetura da NOVACAP, Nauro Esteves, também assina o projeto, entretanto, em um artigo publicado pelo professor Alexandre Benoit, apenas o nome de Netto aparece como autor."

Sin título

NOV.B.08 (39)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-39
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Imagem fotográfica da fachada oeste do Teatro Nacional Claudio Santoro, em 1960, durante o período inicial de construção. O registro retrata o escoramento com madeira das lajes concretadas in loco e a montagem das armaduras das treze vigas invertidas e inclinadas de concreto armado. Na metade inferior da imagem, encontram-se escoradas, e ainda com as fôrmas de madeira, as lajes de concreto que compõem o acesso oeste ao teatro. Esses elementos possuem um espaçamento considerável entre eles, o que contribui para que apenas o canto direito da segunda laje apareça na fotografia. Três montantes de fôrmas empilhadas, possivelmente utilizadas para a concretagem do fechamento inclinado da fachada, estão dispostos sobre essas lajes de acesso. Ainda, duas escadas provisórias de madeira ligam os três níveis diferentes da obra. No chão, entre os apoios das lajes, um rastro de automóvel aparece marcado sobre terra batida, indicando um fluxo contínuo de veículos. Próximo à estrutura de escoramento da laje de acesso há dois buracos, sendo um deles tampado por duas ripas de madeira e outro contido por uma estrutura de formato cilíndrico com uma caçamba cônica para lançamento de concreto, maquinário utilizado para derrame de concreto em lugares altos ou de difícil acesso. Na lateral direita da imagem, há um operário caminhando em direção a parte interna do teatro e uma bicicleta está apoiada no primeiro pilar térreo da fotografia. Na parte inferior da estrutura do Teatro Nacional, existem quatro silhuetas de trabalhadores que estão pouco visíveis. Na parte superior da imagem, na fachada oeste, há dezesseis operários, apoiados sobre a laje inclinada de fechamento, executando a montagem em série das vigas invertidas em um processo de trabalho que se iniciou da direita para a esquerda do registro. Na laje de vedação da fachada, diversos materiais de construções aparecem dispostos sobre ela, tais como ripas, placas e fôrmas de madeira, vergalhões e pedras. Na cobertura, aparecem a construção das armaduras e fôrmas de três vigas treliçadas de seção ""I"", com 4,5 metros de altura e cerca de 30 metros de vão entre apoios. Nove trabalhadores são retratados executando esse processo. No lado superior esquerdo, uma grande estrutura de refletores é registrada com baixa visibilidade.
O projeto do Teatro Nacional de Brasília é do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), produzido em 1958. A obra passou por um longo período até ser completamente finalizada, iniciada em julho de 1960 e sua parte estrutural concluída em janeiro de 1961. Entre as décadas de 1960 e meados de 1970, o teatro, mesmo inacabado, era utilizado para realização de eventos. Em 1975, o arquiteto Milton Ramos (1929-2008) foi convidado a detalhar e complementar a obra, gerando mudanças significativas no prédio. Com a construção das salas concluída, em 6 de março de 1979, o teatro foi reaberto com vários problemas técnicos. A obra foi retomada e ele foi reinaugurado em 21 de abril de 1981. Integram a equipe de construção inicial: a Construtora Rabello, o engenheiro Bruno Contarini (1933-2021), responsável inicial pelo projeto de cálculo e acompanhamento da construção, Aldo Calvo (1906-1991), técnico de teatro e cenógrafo, engenheiro Lothar Cremer (1905-1990), responsável pelo estudo acústico completo, e Athos Bulcão (1918-2008), artista plástico, autor dos volumes presentes nas fachadas norte e sul. Já a equipe de retomada da obra, em 1975, é composta por Milton Ramos, arquiteto responsável, Aldo Calvo e Athos Bulcão, novamente contratados, Roberto Burle Marx (1909-1994), paisagista, Sérgio Rodrigues (1927-2014), arquiteto e designer de mobiliário, e Igor Sresnewsky (1913-1996), consultor de acústica.
Ainda, é válido ressaltar que, em alguns textos mais antigos, o teatro pode aparecer denominado como Teatro Nacional de Brasília, pois o nome atual, Teatro Nacional Cláudio Santoro, só foi definido em 1989, na Lei nº 37, no Diário Oficial do Distrito Federal. A antiga denominação, inclusive, aparece em um artigo presente na revista Brasília, coleção completa do 2º aniversário, de 1953 a 1954, da NOVACAP. Nessa publicação, a estética do Teatro Nacional é justificada como: ""A forma exterior, de paredes lisas, caídas, indiferentes, é apenas, (assim se expressou Oscar Niemeyer), o envólucro necessário para deixar funcionar livremente todos os tipos de teatro para o povo de Brasília""."

Sin título

NOV.B.08 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-4
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica mostra, em primeiro plano, o parquinho infantil com gangorra, escorregadores e balanços. O espaço de recreação infantil é composto por areia clara e árvores que têm seus troncos pintadas de branco até meia altura.
Dois grandes blocos de construções são destaques na fotografia.
A placa de identificação da obra informa: ""Casas Residenciais da Caixa Econômica Federal; Construção de: (....) J. da Costa Leite; Fiscalização: (...) Caixa Econômica"".
Entre um bloco de casas e outro, no meio da rua, existem ônibus, kombis e outro automóvel. Esse ângulo da fotografia permite ver 3 lados dos blocos: os fundos, a frente (com suas janelas singulares) e lateral. Essas casas foram construídas nas quadras da 707 a 715 Sul do Plano Piloto.
Entre as árvores e os blocos, dois postes estão presentes ligados por linhas de energia. Um está à direita na fotografia, e o outro mais à esquerda, atrás do balanço e também tem sua base pintada de branco.
Foi possível identificar a presença de nove crianças que brincam no parquinho, assim como cinco figuras masculinas que estão posicionando o escorregador. Ainda observa-se um casal de senhores de pele negra, sendo uma figura feminina empurrando uma criança no balanço e uma figura masculina que também supervisiona.
Informações Adicionais:
A construção dos blocos ocorreu entre 1957 a 1958.(Fonte: C30, Ficher, Sylvia; Schlee, Andrey Rosenthal; França, Joana).
A imagem trata do modelo de casas geminadas projetados por Oscar Niemeyer, sobrados para Habitação Popular denominados ""HP 5"" com 3 quartos e um banheiro na área principal. Nesse projeto, a entrada principal se daria pelos jardins, e o carro seria guardado pela entrada de serviços.
O SHIGS (Setor de Habitações Individuais Geminadas Sul) era originalmente destinado a casas populares. Cada quadra da 703 à 715 foi destinada a um órgão governamental específico e em todas as quadras manteve-se certa unidade formal por meio de seis tiplos de planta que são as HP (Habitação Popular), de HP1 a HP6. (Ricardo, p. 132)
Sobre as casas de dois movimentos, como as da imagem, Ricardo escreve:
""As quadras 703 a 707, como já observado no capítulo anterior, possuíam desenho idêntico, com as ruas e renques de casas dispostos de forma paralela à via W3. As casas, destinadas a moradores com maior poder aquisitivo, possuíam dois pavimentos. Voltados ao amplo jardim público que faceia todo o bloco, estão os ambientes sociais (sala de estar e refeições) no pavimento térreo e os quartos maiores no pavimento superior. O acesso de veículos, conectado obviamente à garagem (descoberta no projeto original), tinha comunicação com a área de serviço e a cozinha da casa, sugerindo uma conexão essencialmente funcional entre a vida externa e o cotidiano intramuros.
Este grupo de quadras possui pouca variação tipológica. Todas as casas possuem dois pavimentos, mas os lotes variam de tamanho. As quadras 703 e 707 são compostas por 6 blocos com 14 casas cada um, com lotes de 6,40m x 20m. As quadras 704, 705 e 706 têm blocos de 8, 10, 12 ou 13 casas. Os lotes variam de 6,40m x 20m a 8m x 20m. De qualquer modo, a disposição interna das casas se mostra semelhante""
Imagem fotográfica remissiva à: NOV-D-4-4-8(3)."

Sin título

NOV.B.08 (40)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-40
  • Unidad documental simple
  • 1960 - 1964
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Imagem fotográfica, a partir de uma perspectiva de ângulo baixo, de crianças uniformizadas brincando no parquinho da Superquadra 114 Sul. A imagem foi retirada com a câmera localizada embaixo de um escorregador, o que é notório pela areia desfocada, a estrutura branca metálica de apoio do brinquedo e pelo trecho da rampa que aparece em primeiro plano. Em segundo plano, um homem - de camisa branca, calça cinza, cinto preto, chinelo e óculos - aparece de cabeça baixa ao lado de uma criança uniformizada com camisa branca, short e sapato preto. Ambos estão caminhando perpendiculares ao eixo focal da imagem, no sentido da esquerda para direita. No canto esquerdo, uma menina de uniforme branco com saia, meia e sapatos pretos, aparece recortada da fotografia. O pequeno fragmento do rosto da jovem que aparece no retrato indica que ela estava encarando uma figura feminina adulta, posicionada de costas para o fotógrafo, possivelmente uma professora, que está usando um vestido branco estampado e sapatilha com salto baixo. Próximo ao canto direito, um menino sem camisa, descalço e de short, observa as crianças brincando em um grande escorregador. Em terceiro plano, onze alunos de uniforme, em fila, aparecem aguardando para descer no escorregador, enquanto uma menina é registrada escorregando. Mais dois garotos correm em direção à fileira. Ao fundo do parquinho, no centro da imagem, três figuras infantis encontram-se brincando em um balanço de três lugares, enquanto no lado direito, três garotos aparecem correndo e uma menina sentada em outro balanço. Em último plano, há algumas árvores e palmeiras de pequeno porte, o bloco comercial da Superquadra 114 Sul e os blocos residenciais K, I e C da Superquadra 113 Sul.
Informações adicionais: A Superquadra Sul 114 possui nove blocos de apartamentos e tanto o projeto de arquitetura quanto de urbanismo foram realizados por Marcelo Campello e Sérgio Rocha. A Escola Classe da quadra foi construída em 1962 e a autoria do projeto arquitetônico é de Wilson Reis Netto, entretanto a co-autoria apresenta divergências entre os teóricos. Segundo Marcílio Mendes Ferreira (1936-2011) e Matheus Gorovitz (1938 - ?), no livro A invenção da Superquadra, o arquiteto e coordenador de arquitetura da NOVACAP, Nauro Esteves, também assina o projeto, entretanto, em um artigo publicado pelo professor Alexandre Benoit, apenas o nome de Netto aparece como autor."

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NOV.B.08 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-41
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, Mário Fontenelle.
Vista da construção do Cine Brasília, localizado na entrequadra sul 106/107 (EQS 106/107), a partir da perspectiva do local que atualmente corresponde ao Eixo Rodoviário W. Na imagem, a obra encontra-se em estágio de escoramento dos elementos estruturais concretados e um grande andaime de madeira ao centro é evidenciado. No canteiro de obras, delimitado por uma cerca de toras de madeira e arames e identificado por uma grande placa da Companhia Construtora Pederneiras S.A., existem materiais de construção e uma betoneira que se mesclam com a estrutura que está atrás e se tornam pouco visíveis no registro. À frente, terra batida em que estão quinze módulos de concreto dispostos de forma desalinhada no chão, possivelmente utilizados para a construção da calçada na margem da via que seria pavimentada. Ainda, são retratadas as silhuetas de diversos trabalhadores, não identificados, posicionados sobre a laje de cobertura do cinema. Na lateral esquerda da imagem, é possível identificar o bloco K, atrás de duas árvores retorcidas, e a construção do bloco residencial H, com andaimes e em fase de finalização da fachada, da Superquadra 107 Sul (SQS 107). Do outro lado da fotografia, no canto direito, encontram-se em obra os blocos residenciais G e F da Superquadra 106 Sul (SQS 106), e, mais ao fundo, os blocos C, com uma grande placa da empresa ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A, e B da Superquadra 306 Sul (SQS 306).
O projeto do Cine Brasília é assinado por Oscar Niemeyer (1907-2012) e foi inaugurado no dia 22 de abril de 1960. O cinema faz parte do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB) que, em 1987, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO. A edificação, em si, foi tombada a nível distrital por meio do decreto nº 28.519, de 07 de fevereiro de 2007.
Sobre a construção do Cine Brasília, o Diário de Brasília de 1960 apresenta, no dia 8 de fevereiro, a seguinte informação: ""Antes de 21 de abril estará terminada a construção do Cine Unidade de Vizinhança, que se localiza entre os blocos IAPI e IAPETC e que começou a ser erguido em novembro do ano passado. Com uma tela de 15 metros por 7, uma fachada de 54 metros e tendo 60 metros da entrada à tela, o primeiro cinema de Brasília terá capacidade para 1.500 espectadores, e disporá de ar-refrigerado"". Embora essas informações apareçam no diário da construção, nem todas de fato foram concretizadas. Atualmente, o cinema possui 607 lugares e sua tela tem 14 metros de comprimento por 6,30 metros de altura. Inaugurado em 1960, o Cine Brasília passou por duas grandes reformas em 1975 e 2012. A primeira reforma foi realizada pela empresa Santa Bárbara Engenharia S.A., e tinha como responsável técnico Fernando Márcio Queiroz e como engenheiro Paulo de Paiva Fonseca. O valor estimado da obra foi de quatro milhões e quinhentos mil cruzeiros, e o prazo de execução estabelecido foi de 150 dias a partir do dia 01 de julho de 1975, data da Ordem de Serviço, Nº 034/75-CFO.
Sobre os documentos referentes ao Cine Brasília, consultar mais informações no fundo NOVACAP, na seção B.9 (Presidência - Contratos/Propostas), nas caixas 273 a 275."

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NOV.B.08 (42)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-42
  • Unidad documental simple
  • 1960 - 1964
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, Jannuzzi.
Imagem fotográfica diurna do parquinho de areia da Superquadra 114 Sul. O registro foi feito fora do espaço de recreação, comportando dentro do enquadramento o parquinho quase completo e os quatros lados da delimitação do local. Na parte inferior da fotografia encontra-se a via pavimentada, o meio-fio branco e o canteiro de grama estreito, com um caminho de acesso modulado em três fileiras do lado direito e com uma pequena palmeira do lado esquerdo. Próximo à grama que demarca três lados do parquinho, estão posicionados bancos de concreto, sendo que em um deles, mais ao centro da imagem, há um homem de camisa com listras verticais, calça jeans e sapato preto, sentado de costas para o fotógrafo e com a cabeça voltada para o lado direito. Próximo ao assento, em pé, encontram-se duas mulheres, possivelmente professoras, conversando e gesticulando. Em outro banco, ao fundo, do lado direito, duas figuras femininas aparecem sentadas. Na área do parquinho diversas crianças uniformizadas aparecem brincando em brinquedos variados tais como balanços, gira-gira, trepa-trepa e escorregadores. Outras duas professoras são retratadas em meio aos alunos, supervisionando as atividades deles. Do lado direito da imagem, de forma bem destacada, aparece grande parte da fachada posterior do bloco residencial G da Superquadra 114 Sul. À frente dele há um camionete de carroceria aberta, de cor branco e preto, com a logo da empresa de bebidas e os dizeres ""Produtos Antarctica"". Ao fundo do espaço infantil, há árvores de porte baixo e pequenas palmeiras, enquanto no lado esquerdo é retratado uma fileira de palmeiras de porte médio. Por fim, em último plano aparece o bloco da comercial da superquadra e os blocos residenciais K, I e C da Superquadra 113 Sul.
Informações adicionais: A Superquadra Sul 114 possui nove blocos de apartamentos e tanto o projeto de arquitetura quanto de urbanismo foram realizados por Marcelo Campello e Sérgio Rocha. A Escola Classe da quadra foi construída em 1962 e a autoria do projeto arquitetônico é de Wilson Reis Netto, entretanto a co-autoria apresenta divergências entre os teóricos. Segundo Marcílio Mendes Ferreira (1936-2011) e Matheus Gorovitz (1938 - ?), no livro A invenção da Superquadra, o arquiteto e coordenador de arquitetura da NOVACAP, Nauro Esteves, também assina o projeto, entretanto, em um artigo publicado pelo professor Alexandre Benoit, apenas o nome de Netto aparece como autor."

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