Hotel

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NOV.C.2 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-60
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em foco está retratado um grande grupo de pessoas, cerca de vinte e oito, elas vestem roupas sociais, como ternos, suéteres, vestidos, camisas e camisetas em diferentes cores. O grupo está acompanhando pelo rádio a transmissão do jogo da seleção brasileira de futebol no torneio da Copa do Mundo de 1958. As pessoas se encontram ao redor de uma mesa circular feita em madeira, ao centro da fotografia. É possível reconhecer entre os trabalhadores o ex-presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), ele se encontra sentado à mesa, vestindo terno em cor caqui, camisa social branca e gravata preta, e observa o rádio disposto sobre a mesa. Ao seu lado, também sentada à mesa, está sua esposa Sarah Kubitschek (1908-1996), ela utiliza um vestido vermelho.
O cômodo no qual se encontram é o espaço entre o jardim externo e o salão de festas do Brasília Palace Hotel. O local da fotografia pode ser identificado a partir do painel de azulejos brancos e azuis ao fundo, o painel é de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) e tem ao todo 3,25x26m de dimensão. O painel possui dois tipos de azulejos composto por um único de peça, de tamanho 11cm x 11cm, com formas e cores que se alternam, de modo que o resultado é um jogo positivo/negativo, o que proporciona um efeito ótico nos observadores.
O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.
"

Untitled

NOV.C.2 (59)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-59
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Em foco está retratado um grande grupo de pessoas, cerca de vinte e oito, elas vestem roupas sociais, como ternos, suéteres, vestidos, camisas e camisetas em diferentes cores. O grupo está acompanhando pelo rádio a transmissão do jogo da seleção brasileira de futebol no torneio da Copa do Mundo de 1958. As pessoas se encontram ao redor de uma mesa circular feita em madeira, ao centro da fotografia. É possível reconhecer o ex-presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), ele se encontra sentado à mesa, vestindo terno em cor caqui, camisa social branca e gravata preta, e observa atentamente o rádio que está disposto sobre a mesa. Ao seu lado, também sentada à mesa, está sua esposa Sarah Kubitschek (1908-1996), ela utiliza um vestido vermelho e aparenta estar conversando com um dos trabalhadores ao seu lado.
O cômodo no qual se encontram é o espaço entre o jardim externo e o salão de festas do Brasília Palace Hotel. O local da fotografia pode ser identificado a partir do painel de azulejos brancos e azuis ao fundo, o painel é de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) e tem ao todo 3,25x26m de dimensão. O painel possui dois tipos de azulejos composto por um único de peça, de tamanho 11cm x 11cm, com formas e cores que se alternam, de modo que o resultado é um jogo positivo/negativo, o que proporciona um efeito ótico nos observadores.
O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.
"

Untitled

NOV.B.13 (99)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-99
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada sul do Brasília Palace Hotel e parte do segundo bloco térreo em fase inicial de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Na porção esquerda da imagem, diversos trabalhadores (11) estão distribuídos por entre as estruturas da base ao segundo pavimento, sendo que alguns estão se equilibrando nas vigas. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram comuns devido à ausência ou limitação de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela altura. Atrás do segundo bloco térreo - onde se localiza o saguão, restaurante, salão de festas e o mezanino - está um andaime de madeira treliçado. No plano de fundo do lado direito, atrás dos montes de materiais, estruturas destinadas para apoio ao canteiro de obras. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico.

Untitled

NOV.B.13 (97)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-97
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fundação do Brasília Palace Hotel, entre os anos de 1957-1960, em Brasília - DF. Representante digital contém uma mancha central esbranquiçada e riscos e pontos brancos dispersos na fotografia. Captura das sapatas concretadas do bloco principal do Brasília Palace, a partir delas se encaixam os pilares e vigas metálicas que estruturam o edifício. É possível ver, em um plano atrás, que o edifício já tem parte de seu esqueleto metálico estrutural já montado até o começo do terceiro andar. Na segunda sapata na fileira esquerda, uma escada está escorada. Na mesma linha de sapatas, um operário de pele negra, vestes claras (regata, calça e boina), entre a 4ª e 5ª sapata, está agachado se equilibrando sobre a viga, com ambos os braços encolhidos frente ao corpo, como se segurasse algo. Do lado direito da imagem, no quadrante inferior, está uma grande viga metálica posicionada horizontalmente sobre o solo. Na mesma linha de sapatas, entre a 5ª e 6ª sapata, um operário vestindo calças claras e uma camisa aberta se equilibra ao descer a escada apoiada na viga, segurando um balde na mão direita e, de cabeça baixa, observava o piso abaixo. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram comuns devido à ausência ou limitação de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela altura. Entre as fileiras paralelas de sapatas está um operário sorridente com vestes brancas, boina branca e um balde na mão esquerda. Mais à esquerda, duas carriolas e uma pedra ao centro. A estrutura do Palace foi uma inovação em relação às demais construções que ocorriam em Brasília à época, recebeu estrutura de aço revestida de concreto, conferindo uma agilidade construtiva. A maioria dessas estruturas de aço da construção de Brasília eram advindas dos Estados Unidos, mas, no caso do Palace, foram utilizadas 905 toneladas de aço proveniente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e trazidas pela ferrovia de Anápolis - GO. 

Untitled

NOV.B.13 (96)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-96
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fundação do Brasília Palace Hotel, entre os anos de 1957-1960, em Brasília - DF. Captura da fabricação das sapatas concretadas do bloco principal do Brasília Palace, à partir delas se encaixam os pilares e vigas metálicas que estruturam o Palace. Nos dois quadrantes direitos da imagem, nota-se a presença de operários na 3ª e 4ª sapata, estando três operários na 3ª e quatro na 4ª. Na 3ª sapata, um homem de chapéu de palha, à esquerda, está curvado trabalhando com uma pá, provavelmente remexendo o concreto da base da sapata. Atrás da mesma sapata, dois homens de camisa clara: um está de chapéu escuro, calça em um tom mais escuro e dobra uma das pernas, apoiando o pé.  Ao seu lado, um homem de cabelos escuros e curtos olha na direção do fotógrafo. Na linha da 4ª sapata, dois operários estão inclinados frente a frente mexendo com a base da sapata, enquanto outros dois operários de pé analisam pranchas. Entre os operários, dois baldes metálicos. Acima das sapatas, fios com lâmpadas propiciam a iluminação do canteiro. No nível acima do canteiro, notam-se postes de energia elétrica, uma torre de energia, dois rolos compactadores e, ao fundo, vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). A estrutura do Palace foi uma inovação em relação às demais construções que ocorriam em Brasília à época, recebeu estrutura de aço revestida de concreto, conferindo uma agilidade construtiva. A maioria dessas estruturas de aço da construção de Brasília eram advindas dos Estados Unidos, mas, no caso do Palace, foram utilizadas 905 toneladas de aço proveniente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e trazidas pela ferrovia de Anápolis - GO.

Untitled

NOV.B.13 (89)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-89
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital consta manchas e riscos, devido às ações do tempo. Vista da fachada oeste do bloco principal, permeada por cobogós e grandes janelas, com dois mastros à frente. Os mastros içam duas bandeiras: uma do Brasil e a outra da França. Atrás do edifício principal, vê-se a extensão do saguão e corredor para o segundo bloco da área social do hotel. Abaixo do maior bloco, 5 carros, sendo: um Fusca, um Buick Super Sport 1941, uma Kombi e um Jeep Willys com um homem de vestes claras dentro. Ao lado, sob o sol, um Rural Willys transportando um homem do lado do passageiro, está estacionado no piso concretado. Entre a kombi e o Buick, um homem de calça escura e camisa de manga clara caminha. Ao fim do prédio, do lado direito, a pilha de materiais está sob a laje e um caminhão está estacionado à sombra. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio  acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). No canto direito, atrás do hotel, a vegetação do Cerrado se estende pela linha do horizonte.

Untitled

NOV.B.13 (88)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-88
  • Item
  • 21/10/1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, retirada em 21/10/1958 em Brasília - DF. Representante digital consta manchas, devido às ações do tempo. Vista da fachada oeste, permeada por cobogós. Atrás da edificação é possível ver a extensão do segundo bloco térreo, local destinado às áreas sociais do conjunto. À esquerda deste, um cercado de tapumes que divide a região construtiva da edificação de apoio aos operários. No canto esquerdo da imagem, na mesma linha, nota-se parte do Palácio da Alvorada ao fundo. Atrás da cerca, uma instalação de apoio. Na direita, abaixo do bloco principal, háu m gramado plantado com uma árvore seca e logo atrás, 5 carros estão estacionados, sendo: um Jeep Willys ao lado de uma escada, um Buick Super Sport 1941, ao lado, outro Jeep Willys e uma kombi,. No terceiro pilar ao fundo, da esquerda para a direita, é possível ver que uma pessoa de calças claras caminha em direção ao terreno de terra seca batida.  O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio  acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende. Na porção inferior da fotografia, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. 

Untitled

NOV.B.13 (87)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-87
  • Item
  • 21/10/1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, retirada em 21/10/1958 em Brasília - DF. Representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo. Vista da fachada leste, envidraçada e voltada para o segundo bloco térreo. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Na porção inferior da fotografia, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. Após o incêndio  acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). Ao fundo, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo).

Untitled

NOV.B.13 (80)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-80
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada do segundo bloco do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1957-1960 em Brasília - DF. Vista perpendicular entre o corredor de acesso ao segundo bloco do hotel e o painel de 3,18 x 34,74m de Athos Bulcão (1918-2008) feito por um único padrão de peças, 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco voltado para o jardim externo, composto de canelas-de-ema (Vellozia squamata) no canto direito sobre grama plantada. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas e com cobogós, duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como restaurante e um salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994).  

Untitled

NOV.B.13 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-6
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia aérea colorida em formato paisagem da extensão do Brasília Palace Hotel, em Brasília - DF, nos anos de 1956-1960. A representação digital contém manchas e riscos verdes. A vista aérea das fachadas voltadas para o noroeste retrata o contexto de implantação do Brasília Palace Hotel em fase avançada de construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, e foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício se estende transversalmente, sendo um prédio de três pavimentos com fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), além de duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) revestidas em mármore branco. Com 203 metros de comprimento, o edifício se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto, erguendo-se sobre um terreno ainda em terra seca batida. Nota-se o amplo contexto de obra ocorrido nos primeiros anos da concepção da nova capital. Segundo Esnal (2015, p. 123), "embora o concreto armado fosse o principal recurso estrutural empregado por Niemeyer em seus projetos, para o edifício deste hotel edificado em caráter de urgência foi escolhido o emprego de perfis estruturais metálicos revestidos de concreto e outros materiais de acabamento como o alumínio, o mármore e o lambril". Na parte inferior do registro, no terreno de implantação do Brasília Palace Hotel (no centro da fotografia), observa-se a intervenção antrópica devido à área descampada, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, sem árvores ou gramíneas, o que indica uma diferença brusca no solo, onde há gramas e muda-se para um terreno de terra seca. Pela ausência de vias e calçadas cimentadas, e pela presença de instalações de apoio (4) à esquerda da imagem, compreende-se que a obra ainda não foi concluída. À esquerda do edifício, observa-se uma torre de caixa d’água, duas pessoas abaixo e um Jeep Willys azul mais à frente. Atrás do plano do edifício à direita, duas pessoas caminham na estrada de terra. Mais atrás, duas duplas e um grupo de 5 trabalhadores se locomovem para uma mesma direção. Uma cordilheira extensa de Cerrado percorre a linha do horizonte, com algumas estradas de terra cortando a massa verde, composta por diferentes fitofisionomias distribuídas em forma de mosaico. Vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) é encontrada na porção inferior e atrás do hotel, sendo que na região inferior da imagem a vegetação tem aspecto ralo devido à intervenção humana na área. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008).

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