Hotel de Turismo

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NOV.B.13 (147)

"Fotografia colorida no formato paisagem. Registro externo do Brasília Palace Hotel (ou Hotel de Turismo), entre os anos de 2000-2010 em Brasília-DF. Vista da fachada leste do Palace, onde tem-se as varandas dos apartamentos. Antes da reforma, em sua estrutura original, esta fachada não possuia varandas, contendo as janelas envidraçadas. Os pilares também foram modificados, deixando de ser puramente em metal anodizado preto e recebendo um invólucro concretado. Parte da estrutura do bloco anexo em T está visível no quadrante inferior direito, assim como um carro escuro hatchback, um carro branco e uma caminhonete prata que aparecem estacionados. À frente da caminhonete está uma árvore de grande porte e copa densa. À esquerda da árvore grande, no segundo pavimento, uma pessoa se apoia no parapeito da varanda. Na área de gramado em frente ao cobogó do térreo, há uma árvore de médio porte e um trabalhador que caminha logo abaixo. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada em uma reforma que se iniciou em 1997 e foi reinaugurado em 2006 pela empresa Paulo Octávio com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (148)

"Fotografia colorida no formato paisagem. Registro externo do Brasília Palace Hotel (ou Hotel de Turismo), entre os anos de 2000-2010 em Brasília-DF. Vista da fachada leste do Palace, onde tem-se as varandas dos apartamentos. Antes da reforma, em sua estrutura original, esta fachada não possuia varandas, contendo as janelas envidraçadas. Os pilares também foram modificados, deixando de ser puramente em metal anodizado preto e recebendo um invólucro concretado. Atrás do contêiner de lixo, está um trabalhador de uniforme azul, utilizando capacete branco (provavelmente engenheiro ou arquiteto responsável pela obra de reforma). Parte da estrutura do bloco anexo em T está visível no quadrante inferior direito, bem como parte da uma copa de uma árvore (espécie não identificada). Na parte inferior da imagem e nas laterais do hotel, nota-se gramado plantado com algumas falhas. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada em uma reforma que se iniciou em 1997 e foi reinaugurado em 2006 pela empresa Paulo Octávio com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (149)

"Fotografia colorida no formato paisagem. Registro externo do Brasília Palace Hotel (ou Hotel de Turismo), entre os anos de 2000-2010 em Brasília-DF. Vista da fachada leste do Palace, onde tem-se as varandas dos apartamentos. Antes da reforma, em sua estrutura original, esta fachada não possuia varandas, contendo as janelas envidraçadas. Os pilares também foram modificados, deixando de ser puramente em metal anodizado preto e recebendo um invólucro concretado. Atrás do bloco principal, dispersos, estão trabalhadores de uniforme azul, alguns utilizando capacete branco (provavelmente engenheiros ou arquitetos responsáveis pela obra de reforma), passando atrás do conteiner do lixo. Vê-se um conjunto de árvores de médio porte atrás dos trabalhadores à esquerda da fotografia. Parte da estrutura do bloco anexo em T está visível no quadrante inferior direito, assim como um carro escuro hatchback e um carro branco aparecem estacionados. Nas laterais do prédio, nota-se gramado plantado com algumas falhas, sendo que na lateral direita há uma árvore de médio porte (espécie não identificada) sobre o gramado. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada em uma reforma que se iniciou em 1997 e foi reinaugurado em 2006 pela empresa Paulo Octávio com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (150)

"Fotografia colorida no formato paisagem. Registro externo do Brasília Palace Hotel (ou Hotel de Turismo), entre os anos de 2000-2010 em Brasília-DF. Vista da fachada leste do Palace, onde tem-se as varandas dos apartamentos. Antes da reforma, em sua estrutura original, esta fachada não possuia varandas, contendo as janelas envidraçadas. Os pilares também foram modificados, deixando de ser puramente em metal anodizado preto e recebendo um invólucro concretado. Atrás do bloco principal, estão trabalhadores de uniforme azul, alguns utilizando capacete branco (provavelmente engenheiros ou arquitetos responsáveis pela obra de reforma), passando atrás do conteiner do lixo. Vê-se um conjunto de árvores de médio porte atrás dos trabalhadores à esquerda da fotografia. Parte da estrutura do bloco anexo em T está visível no quadrante inferior direito, assim como um carro escuro hatchback, um carro branco e um carro prata que aparecem estacionados. No gramado em frente ao cobogó, há uma árvore de médio porte e copa densa. No plano de fundo, à direita, vê-se a larga copa da árvore popularmente conhecida como gameleira-branca (Ficus gomelleira). O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada em uma reforma que se iniciou em 1997 e foi reinaugurado em 2006 pela empresa Paulo Octávio com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (151)

"Fotografia colorida no formato paisagem. Registro externo do Brasília Palace Hotel (ou Hotel de Turismo), entre os anos de 2000-2010 em Brasília-DF. Vista de parte da fachada oeste que atualmente contém brises móveis (estruturas quebra-sol) e colunas de escada com grandes aberturas cobertas por um painel envidraçado. Anteriormente tal fachada era composta de cobogós que recebiam janelas intercaladas e não havia caixas de escada nas fachadas. Os pilares também foram modificados, deixando de ser puramente em metal anodizado preto e recebendo um invólucro concretado. No terço inferior da imagem, vê-se que o gramado plantado foi removido e recebe manutenção. Na frente do pilar e ao lado da caixa de escada em primeiro plano há uniformes e materiais dos trabalhadores. No plano de fundo, à esquerda do bloco principal, vê-se um aglomerado de copas de árvores de porte médio e, na área de estacionamento, há uma árvore de médio porte (espécie não identificada). Atrás do pano de vidro da primeira caixa de escada, está visível que parte do grama foi removida para manutenção e que um funcionário, vestido em azul, está próximo do gramado, provavelmente executando o serviço. Nas laterais do prédio, nota-se gramado plantado com algumas falhas. À direita do bloco principal, no plano de fundo, está um carro prata estacionado à frente do bloco anexo em T. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada em uma reforma que se iniciou em 1997 e foi reinaugurado em 2006 pela empresa Paulo Octávio com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (152)

"Fotografia colorida no formato paisagem. Registro externo do Brasília Palace Hotel (ou Hotel de Turismo), entre os anos de 2000-2010 em Brasília-DF. Vista de parte da fachada oeste que atualmente contém brises móveis (estruturas quebra-sol) e colunas de escada com grandes aberturas cobertas por um painel envidraçado. Anteriormente tal fachada era composta de cobogós que recebiam janelas intercaladas e não havia caixas de escada nas fachadas. Os pilares também foram modificados, deixando de ser puramente em metal anodizado preto e recebendo um invólucro concretado. Na frente do pilar e ao lado da caixa de escada em primeiro plano há uniformes e materiais dos trabalhadores. No plano de fundo, à esquerda do bloco principal, vê-se um aglomerado de copas de árvores de porte médio e, na lateral direita, há uma árvore de médio porte (espécie não identificada). Atrás do plano de vidro da primeira caixa de escada, está visível que parte do grama foi removida para manutenção. À direita do bloco principal, no plano de fundo, uma árvore de médio porte sobre o gramado plantado e parte do bloco anexo em T. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada em uma reforma que se iniciou em 1997 e foi reinaugurado em 2006 pela empresa Paulo Octávio com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoril de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (153)

"Fotografia colorida no formato paisagem. Registro externo do Brasília Palace Hotel (ou Hotel de Turismo), entre os anos de 2000-2010 em Brasília-DF. Vista de parte da fachada oeste que atualmente contém brises móveis (estruturas quebra-sol) e colunas de escada com grandes aberturas cobertas por um painel envidraçado. Anteriormente tal fachada era composta de cobogós que recebiam janelas intercaladas e não havia caixas de escada nas fachadas. Os pilares também foram modificados, deixando de ser puramente em metal anodizado preto e recebendo um invólucro concretado. Na frente do pilar e ao lado da caixa de escada em primeiro plano há uniformes e materiais dos trabalhadores. No plano de fundo, à esquerda do bloco principal, vê-se um aglomerado de copas de árvores de porte médio e, na lateral direita há uma árvore de médio porte (espécie não identificada). Atrás do plano de vidro da primeira caixa de escada, está visível que parte do grama foi removida para manutenção, mas a grama presente nas laterais do hotel continua intacta porém com algumas falhas. À direita do bloco principal, no plano de fundo, uma árvore de médio porte sobre o gramado plantado e parte do bloco anexo em T. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada em uma reforma que se iniciou em 1997 e foi reinaugurado em 2006 pela empresa Paulo Octávio com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoril de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (101)

Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção da estrada Aeroporto - cidade Bandeirante, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Representante digital contém manchas brancas. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), essa estrada fez parte das obras advindas do Setor de estradas e rodagem, que tinham como objetivo interligar pontos estratégicas das primeiras construções da Nova Capital, sendo - no primeiro momento -, 3 vias, sendo elas: uma de ligação do aeroporto ao Cruzeiro, pensada para fornecer acesso direto ao centro da futura capital; uma de ligação do aeroporto ao sítio do Palácio Presidencial (Palácio do Planalto) e o Hotel de Turismo (Brasília Palace Hotel); uma de ligação do aeroporto à capelinha na Candangolândia, passando pelo Núcleo Bandeirante que, naquela época, denominava-se “Cidade Livre” sendo esta resultado “da necessidade de alojar os construtores da Capital e os que, tendo ou não ocupação fixa, se sentiram atraídos pelos trabalhos da construção” (Santos, 1965). No registro, a via se estende aplainada por aclives e declives até sumir na linha do horizonte, estando margeada por vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). O desmatamento recente na região se faz evidente devido à presença de galhos, aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Um fato histórico relevante foi que, durante a década de 1940, Getúlio Vargas (1882-1954) incentivou a ocupação do Cerrado Brasileiro, por meio do slogan “Marcha para o Oeste” havendo um pleno incentivo a ocupação do interior do Cerrado, a partir daí, com a construção de Brasília na década de 1950 o fluxo de imigrantes foi cada vez maior, ocasionando forte adensamento demográfico e consequentemente, a construção da infraestrutura necessária para o acesso a região – por meio das rodovias. A principal problemática dessa ocupação foi, justamente, a demasiada degradação do ecossistema causado durante o processo, afetando diretamente a vegetação do Cerrado existente (Brochado, 2014).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (102)

"Fotografia preta e branca em formato retrato. Representante digital consta manchas brancas. Registro térreo da estrada de terra que interligava o complexo do Aeroporto de Brasília à região onde hoje se encontra a Praça do Cruzeiro. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), essa estrada fez parte das obras advindas do Setor de estradas e rodagem, que tinham como objetivo interligar pontos estratégicas das primeiras construções da Nova Capital, sendo - no primeiro momento -, 3 vias, sendo elas: uma de ligação do aeroporto ao Cruzeiro, pensada para fornecer acesso direto ao centro da futura capital; uma de ligação do aeroporto ao sítio do Palácio Presidencial (Palácio do Planalto) e o Hotel de Turismo (Brasília Palace Hotel); uma de ligação do aeroporto à capelinha na Candagolândia, passando pelo Núcleo Bandeirante que, naquela época, denominava-se “Cidade Livre” sendo esta resultado “da necessidade de alojar os construtores da Capital e os que, tendo ou não ocupação fixa, se sentiram atraídos pelos trabalhos da construção” (SANTOS, 1965). No registro, a via se estende aplainada por aclives e declives até sumir na linha do horizonte, estando margeada por vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). O desmatamento recente na região se faz evidente devido à presença de galhos, aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Um fato histórico relevante foi que, durante a década de 1940, Getúlio Vargas (1882-1954) incentivou a ocupação do Cerrado Brasileiro, por meio do slogan “Marcha para o Oeste” havendo um pleno incentivo a ocupação do interior do Cerrado, a partir daí, com a construção de Brasília na década de 1950 o fluxo de imigrantes foi cada vez maior, ocasionando forte adensamento demográfico e consequentemente, a construção da infraestrutura necessária para o acesso a região – por meio das rodovias. A principal problemática dessa ocupação foi, justamente, a demasiada degradação do ecossistema causado durante o processo, afetando diretamente a vegetação do Cerrado existente (Brochado, 2014).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

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