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NOV.B.12 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-26
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato retrato. Em destaque o edifício do hospital distrital (atual hospital de Base) em construção. Observa-se a instalação das esquadrias das janelas nos pavimentos e a empena do prédio. No alto, fixado na laje da cobertura a marca da empresa Construtora Pederneiras. Conforme Sylvia Ficher e Andrey Schlee (2010, p. 171), o projeto arquitetônico é a variação da solução dada, em 1936, para a sede do Ministério da Educação e Cultura, no Rio de Janeiro, trata-se de uma lâmina vertical sobre pilotis (para a internação e enfermarias), à qual se contrapõe um volume baixo, predominantemente horizontal (para clínicas e ambulatórios). A concepção do Hospital Distrital remonta a 1957, quando do planejamento do Sistema de Saúde de Brasília, que foi pensado para atender as definidas “zonas distritais”, que eram áreas que compreenderiam entre 45 mil e 50 mil habitantes. Cada zona deveria ter seu próprio hospital distrital que comporia o sistema local de saúde (Silva, 2006, p. 269). O único Hospital Distrital, atual Hospital de Base, foi construído pela CIA. Construtora Pederneiras S.A no Plano Piloto e inaugurado em 12 de setembro de 1960. O projeto arquitetônico é de Oscar Niemeyer com colaboração de Milton Ramos. Sobre o Hospital Distrital ver os itens: 5, 9, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 35 e 45.

Untitled

NOV.B.12 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-25
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Em destaque o edifício do hospital distrital (atual hospital de Base) em construção. Observa-se a instalação das esquadrias das janelas nos pavimentos e a empena do prédio. No alto, fixado na laje da cobertura a marca da empresa Construtora Pederneiras. No canto inferior direito da imagem, uma pessoa parece olhar para a câmera e o fotógrafo. Conforme Sylvia Ficher e Andrey Schlee (2010, p. 171), o projeto arquitetônico é a variação da solução dada, em 1936, para a sede do Ministério da Educação e Cultura, no Rio de Janeiro, trata-se de uma lâmina vertical sobre pilotis (para a internação e enfermarias), à qual se contrapõe um volume baixo, predominantemente horizontal (para clínicas e ambulatórios). A concepção do Hospital Distrital remonta a 1957, quando do planejamento do Sistema de Saúde de Brasília, que foi pensado para atender as definidas “zonas distritais”, que eram áreas que compreenderiam entre 45 mil e 50 mil habitantes. Cada zona deveria ter seu próprio hospital distrital que comporia o sistema local de saúde (Silva, 2006, p. 269). O único Hospital Distrital, atual Hospital de Base, foi construído pela CIA. Construtora Pederneiras S.A no Plano Piloto e inaugurado em 12 de setembro de 1960. O projeto arquitetônico é de Oscar Niemeyer com colaboração de Milton Ramos. Sobre o Hospital Distrital ver os itens: 5, 9, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 35 e 45.

Untitled

NOV.B.12 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-24
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. A fotografia tem por enquadramento a preparação do terreno, já desmatado e nivelado, com a separação dos canteiros, para o início da obra de edificação do Hospital Distrital. Na imagem trabalhadores e máquinas, ao fundo a vegetação do Cerrado presente na região. Construído pela CIA. Construtora Pederneiras S.A, projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer com colaboração de Milton Ramos. A concepção do Hospital Distrital remonta a 1957, quando do planejamento do Sistema de Saúde de Brasília, que foi pensado para atender as definidas “zonas distritais”, que eram áreas que compreenderiam entre 45 mil e 50 mil habitantes. Cada zona deveria ter seu próprio hospital distrital que comporia o sistema local de saúde (Silva, 2006, p. 269). O único Hospital Distrital, atual Hospital de Base, foi construído no Plano Piloto e inaugurado em 12 de setembro de 1960. Sobre o Hospital Distrital ver os itens: 5, 9, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 35 e 45.
SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

NOV.B.12 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-23
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Placa de identificação da obra: CIA. Construtora Pederneiras S.A Hospital Distrital de Brasília. A concepção do Hospital Distrital remonta a 1957, quando do planejamento do Sistema de Saúde de Brasília, que foi pensado para atender as definidas “zonas distritais”, que eram áreas que compreenderiam entre 45 mil e 50 mil habitantes. Cada zona deveria ter seu próprio hospital distrital que comporia o sistema local de saúde (Silva, 2006, p. 269). O único Hospital Distrital, atual Hospital de Base, foi construído no Plano Piloto e inaugurado em 12 de setembro de 1960. Sobre o Hospital Distrital ver os itens: 5, 9, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 35 e 45.
SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

NOV.B.12 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-22
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Placa de identificação da obra: Hospital Distrital Novacap Departamento de Edificações 3α Divisão. A concepção do Hospital Distrital remonta a 1957, quando do planejamento do Sistema de Saúde de Brasília, que foi pensado para atender as definidas “zonas distritais”, que eram áreas que compreenderiam entre 45 mil e 50 mil habitantes. Cada zona deveria ter seu próprio hospital distrital que comporia o sistema local de saúde (Silva, 2006, p. 269). O único Hospital Distrital, atual Hospital de Base, foi construído no Plano Piloto e inaugurado em 12 de setembro de 1960. Sobre o Hospital Distrital ver os itens: 5, 9, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 35 e 45.
SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

NOV.B.12 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-21
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Trabalhadores em longa fila para acessar o espaço coberto, talvez o refeitório, que aparece ao lado esquerdo da fotografia. Ao fundo árvores do Cerrado emolduram a paisagem. É provável, com base no conteúdo dessa pasta, que sejam trabalhadores empenhados na construção do Hospital Distrital.
A concepção do Hospital Distrital remonta a 1957, quando do planejamento do Sistema de Saúde de Brasília, que foi pensado para atender as definidas “zonas distritais”, que eram áreas que compreenderiam entre 45 mil e 50 mil habitantes. Cada zona deveria ter seu próprio hospital distrital que comporia o sistema local de saúde (Silva, 2006, p. 269). O único Hospital Distrital, atual Hospital de Base, foi construído no Plano Piloto e inaugurado em 12 de setembro de 1960. Sobre o Hospital Distrital ver os itens: 5, 9, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 35 e 45.
SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

NOV.B.12 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-20
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. No fundo, após as placas e a faixa de árvores do Cerrado, está o edifício do Hospital Distrital (atual hospital de Base) em construção. Construído pela CIA. Construtora Pederneiras S.A, projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer com colaboração de Milton Ramos. Além da placa da construtora, presentes na imagem as placas: indicando a obra Hospital Distrital Novacap Departamento de Edificações 3α Divisão; Estacas Franki Ltda Fundações; e Aço Torsima. A concepção do Hospital Distrital remonta a 1957, quando do planejamento do Sistema de Saúde de Brasília, que foi pensado para atender as definidas “zonas distritais”, que eram áreas que compreenderiam entre 45 mil e 50 mil habitantes. Cada zona deveria ter seu próprio hospital distrital que comporia o sistema local de saúde (Silva, 2006, p. 269). O único Hospital Distrital, atual Hospital de Base, foi construído no Plano Piloto e inaugurado em 12 de setembro de 1960. Sobre o Hospital Distrital ver os itens: 5, 9, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 35 e 45.
SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

NOV.B.12 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-2
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Na imagem, a Unidade Volante (hospital volante) da Fundação Pioneiras Sociais. Sob o toldo, sentados, três homens, sendo um com o uniforme da Guarda Especial de Brasília – GEB. A Unidade Volante está estacionada próximo a igreja de São João Bosco, da qual vislumbra-se a torre sineira, localizada no Núcleo Bandeirante ou Cidade Livre, no ano de 1957. O item 16 é a mesma exposição da fotografia, em preto e branco. Fundação das Pioneiras Sociais, criada em 1956 pelo presidente Juscelino Kubitscheck. Voltada à assistência médica e educacional, a Fundação inovou no combate ao câncer implantando hospitais volantes. Quando Juscelino Kubitschek foi eleito governador de Minas Gerais (1951-1955), Sarah Kubitschek começou a mobilizar as senhoras da alta sociedade mineira a fim de arrecadar doações para os necessitados. As voluntárias se reuniam na garagem do Palácio da Liberdade e se dedicavam à ajuda de crianças, mães e mulheres grávidas. Este grupo ganharia o nome de Pioneiras Sociais, cujos Núcleos se espalharam pelo estado, com dezenas de voluntárias trabalhando no preparo e distribuição de merenda escolar, roupas, alimentos, cadeiras de rodas e aparelhos para deficientes físicos.
Esta obra social ganhou novo impulso quando JK foi eleito presidente da República (1956-1961). Em 22 de março de 1956, Sarah Kubitscheck criou formalmente a Fundação das Pioneiras Sociais, que desenvolveu atuação em dez estados brasileiros. Suas ações principais estavam voltadas para as assistências médica e educacional da população pobre. Entre suas principais realizações, se podem citar a criação de hospitais volantes, escolas, centro de pesquisas, ambulatórios, lactários, centros de recuperação motora, recreação infantil e cursos de artes domésticas. Fonte: Fundação das Pioneiras Sociais - Observatório História e Saúde (fiocruz.br). Disponível em ohs.coc.fiocruz.br. Acesso em 30 jan. 2024.

Untitled

NOV.B.12 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-19
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Em destaque o edifício do Hospital Distrital (atual hospital de Base) em construção. Construído pela CIA. Construtora Pederneiras S.A, projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer com colaboração de Milton Ramos. A concepção do Hospital Distrital remonta a 1957, quando do planejamento do Sistema de Saúde de Brasília, que foi pensado para atender as definidas “zonas distritais”, que eram áreas que compreenderiam entre 45 mil e 50 mil habitantes. Cada zona deveria ter seu próprio hospital distrital que comporia o sistema local de saúde (Silva, 2006, p. 269). O único Hospital Distrital, atual Hospital de Base, foi construído no Plano Piloto e inaugurado em 12 de setembro de 1960. Sobre o Hospital Distrital ver os itens: 5, 9, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 35 e 45.
SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

NOV.B.12 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-18
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato retrato. Na imagem, a Unidade Volante (hospital volante) da Fundação Pioneiras Sociais. Na porta, uma mulher segurando algumas folhas interage com as pessoas que aparecem na parte inferior da fotografia. A Fundação das Pioneiras Sociais, foi criada em 1956 pelo presidente Juscelino Kubitscheck. Voltada à assistência médica e educacional, a Fundação inovou no combate ao câncer implantando hospitais volantes. Quando Juscelino Kubitschek foi eleito governador de Minas Gerais (1951-1955), Sarah Kubitschek começou a mobilizar as senhoras da alta sociedade mineira a fim de arrecadar doações para os necessitados. As voluntárias se reuniam na garagem do Palácio da Liberdade e se dedicavam à ajuda de crianças, mães e mulheres grávidas. Este grupo ganharia o nome de Pioneiras Sociais, cujos Núcleos se espalharam pelo estado, com dezenas de voluntárias trabalhando no preparo e distribuição de merenda escolar, roupas, alimentos, cadeiras de rodas e aparelhos para deficientes físicos.
Esta obra social ganhou novo impulso quando JK foi eleito presidente da República (1956-1961). Em 22 de março de 1956, Sarah Kubitscheck criou formalmente a Fundação das Pioneiras Sociais, que desenvolveu atuação em dez estados brasileiros. Suas ações principais estavam voltadas para as assistências médica e educacional da população pobre. Entre suas principais realizações, se podem citar a criação de hospitais volantes, escolas, centro de pesquisas, ambulatórios, lactários, centros de recuperação motora, recreação infantil e cursos de artes domésticas. Ver item n. 2. Fonte: Fundação das Pioneiras Sociais - Observatório História e Saúde (fiocruz.br). Disponível em ohs.coc.fiocruz.br. Acesso em 30 jan. 2024.

Untitled

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