Fotografias

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NOV.D.1 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-25
  • Item
  • 26/08/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no edifício Panair do Brasil em Lisboa, Portugal, em 26 de agosto de 1959. Em destaque, diversas figuras humanas masculinas e femininas estão observando a exposição tendo em destaque a ex-primeira dama do Brasil (de 1956 a 1961) Sarah Kubitschek (1908-1996) com vestido midi branco com mangas compridas, acessórios de pérolas e luvas branca a qual está segurando em sua mão esquerda enquanto conversa com o homem à sua esquerda. Ao fundo, um extenso painel de chão tem tramas aparentemente amadeiradas na parte superior e estas expõem diversas fotografias de maquetes físicas como do Palácio do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto bem como a construção desses monumentos. Na parte superior da fotografia, ao centro, uma pequena logomarca da empresa Panair do Brasil.
É possível observar a mesma figura humana masculina que conversa com a ex-primeira dama Sarah Kubitschek (1908-1996) e a figura humana feminina com vestido de estampa florida no item NOV-D-4-4-D-1 (26).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO PANAIR DO BRASIL:
“As origens da Panair do Brasil remontam à 17 de março de 1929, quando o americano Ralph O’Neill fundou a empresa New York, Rio, Buenos Aires Line, Inc. (NYRBA) com a ambiciosa missão de interligar as três cidades.
As primeiras rotas europeias da Panair do Brasil foram Lisboa, Paris e Londres. No dia 23 de setembro de 1946, Roma tornava-se a quarta escala no continente europeu. Nos anos seguintes outras cidades foram incluídas: Madri, Zurique, Frankfurt, Hamburgo, Dusseldorf, Istambul, Beirute e Cairo, sincronizados com a malha europeia da Pan American, de tal forma que a operação em algumas destas cidades eram para atender os interesses da empresa americana.
Em 1984, o Supremo Tribunal Federal deu ganho de causa à Panair do Brasil contra a falência e em 1995 foi encerrado o processo de falência, transformando a empresa apta a voltar suas atividades e mesmo três décadas inativa, possuía US$ 10 milhões em caixa. Em 10 de dezembro de 2014, a Comissão Nacional da Verdade reconheceu que a Panair do Brasil foi vítima de perseguição política por meio de instituições do Estado.” (NAGANO, 2023).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO:
Sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio.
"

Untitled

NOV.D.1 (32)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-32
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, em Washington, D.C., nos Estados Unidos. Em destaque, diversas figuras humanas masculinas circundando uma mesa de reunião aparentemente de madeira com diversos papéis, um cinzeiro e dois microfones sobre o mesmo. Uma dessas figuras é o militar e político brasileiro Ernâni do Amaral Peixoto (1904-1989), o qual está assinando papéis. Ele foi governador do Rio de Janeiro nas décadas de 30, 40 e 50 e senador pelo Rio de Janeiro de 1971 a 1987. Todos os homens vestem roupas formais (paletó, calça e gravata). Ao fundo, um painel que aparenta ser de metal perfurado com diversas fotografias da construção de Brasília, um mapa do Brasil mostrando a distância de Brasília para as demais capitais dos estados brasileiros, um mapa do Plano Piloto de Brasília, uma fotografia da maquete física do Palácio da Alvorada e parte de um texto escrito “The new capital of Brazil” (tradução: “A nova capital do Brasil”). À esquerda, há a bandeira dos Estados Unidos em haste de tripé.
Esta fotografia aparece na Revista Brasília nº 11 de 1957, página 18.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Untitled

NOV.D.1 (34)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-34
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição que aparenta ser sobre a região Nordeste do Brasil. Em destaque, duas figuras humanas, sendo uma mulher à esquerda e um homem à direita, ambos segurando uma pintura emoldurada do então presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). Ele foi presidente do Brasil entre 1956 e 1961 e idealizador da construção da nova capital. Ao fundo, da esquerda para a direita, diversos painéis expõe fotografias, um gráfico sobre os “Recursos e Acumulação d’Água no Polígono das Sêcas”, o mapa do Brasil com foco na região Nordeste com o título de “Nordeste - polígono das sêcas” e outro com o título de “Obras contra as secas - realizações: desde o império até 1956 do presidente Juscelino Kubitschek”. No canto superior à direita, uma luminária fixada na parede apontando para os painéis.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
"

Untitled

NOV.D.1 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-35
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Provavelmente uma exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem data e local. Duas figuras humanas masculinas com vestes simples observam uma fotografia exposta sobre um painel branco do então presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976) o qual está apertando a mão do engenheiro agrônomo brasileiro Bernardo Sayão (1901-1959) que foi responsável por diversas obras para Brasília, principalmente das rodovias para interligar a capital com as demais regiões do país. Kubitschek foi presidente do Brasil entre 1956 e 1961 e idealizador da construção da nova capital. Na fotografia, além do presidente e do engenheiro, outras figuras masculinas observam o encontro e o ambiente ao qual a foto foi tirada possui vegetação com alta densidade de árvores, possivelmente uma mata de galeria ou mata ciliar. O painel à direita branco também expõe uma fotografia, sendo esta de um avião com o título de “Força aérea Brasil” em sua lateral. Em ambos os painéis há pequenas luminárias fixas na parte superior apontadas para as fotografias. No canto superior direito, parte de tronco e folhas de árvores.
As figuras humanas aparentam ser as mesmas da fotografia NOV-D-4-4-D-1 (36).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
"

Untitled

NOV.D.1 (36)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-36
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Provavelmente uma exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem data e local. Duas figuras humanas masculinas com vestes simples observam uma fotografia exposta sobre um painel branco da construção de uma rodovia e ponte. A figura humana masculina mais à frente segura um chapéu em sua mão direita e ambos estão apoiando a mão direita em suas cinturas. O painel à esquerda também expõe uma fotografia que pressupõe ser um desenho/legenda de algum dado sobre “obras e serviços executados” como escrito no mesmo.
As figuras humanas aparentam ser as mesmas da fotografia NOV-D-4-4-D-1 (35).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
"

Untitled

NOV.D.1 (37)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-37
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Provavelmente uma exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem data e local. Em destaque, duas figuras humanas, sendo uma feminina à esquerda e outra masculina à direita. A mulher veste saia xadrez, camisa com um bordado do Brasil à direita e uma bolsa apoiada nas suas costas pelo encosto da cadeira ornamentada de ferro e palha trançada. O homem veste calça e camisa e está levemente agachado com a mão esquerda apoiada sobre a sua coxa. Ambos estão a observar fotografias das quais a mulher está segurando. Ao fundo, o ambiente possui piso e paredes simples e um painel com duas fotografias grandes.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
"

Untitled

NOV.D.1 (45)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-45
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. À esquerda, três painéis metálicos verticais com vidros transparentes ao centro com diversas fotografias dos monumentos de Brasília como o Palácio da Alvorada, a Capela do Alvorada, os ministérios da Esplanada dos Ministérios, entre outros. Junto às fotografias, há alguns títulos espalhados pelos painéis. Na lateral, uma escultura representando as colunas das fachadas frontais e posteriores do Palácio da Alvorada. Abaixo dos painéis, pequenos vasos de plantas possuem algumas plantas popularmente conhecidas como espada-de-são-jorge (Dracaena trifasciata). Ainda à esquerda, um painel comprido do desenho da fachada do Palácio da Alvorada, residência do presidente. À direita, a maquete física da Catedral Metropolitana Nossa Senhora de Brasília e duas fotografias grandes do Palácio da Alvorada, residência do presidente, um na parede e outro no painel, tendo acima dos mesmos um detalhe de gesso com iluminação direta e indireta. Ao fundo, um portal com o escrito ALVORADA sobre o batente do mesmo, com figuras humanas masculinas e uma feminina com vestes formais (paletó, calça; saia midi, salto e acessórios), fotografias e documentos expostos.
Mesma exposição e ambiente das fotografias NOV-D-4-4-D-1 (5) e NOV-D-4-4-D-1 (46).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASÍLIA:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica."

Untitled

NOV.D.1 (46)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-46
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. À esquerda, três painéis metálicos verticais com vidros transparentes ao centro com diversas fotografias dos monumentos de Brasília como o Palácio da Alvorada, a Capela do Alvorada, os ministérios da Esplanada dos Ministérios, entre outros. Junto às fotografias, há alguns títulos espalhados pelos painéis. Na lateral, uma escultura representando as colunas das fachadas frontais e posteriores do Palácio da Alvorada com fotografias e uma placa escrito “Isto é Brasília! A cidade mais moderna do mundo”. Observando os painéis, figuras humanas masculinas e uma feminina com vestes formais (paletó, calça; saia midi, salto e acessórios). Ainda à esquerda, um painel comprido do desenho da fachada do Palácio da Alvorada, residência do presidente. À direita, a maquete física da Catedral Metropolitana Nossa Senhora de Brasília e uma fotografia grande do Palácio da Alvorada, residência do presidente no painel, tendo acima dos mesmos um detalhe de gesso com iluminação direta e indireta. Observando a maquete, outra figura humana masculina com calça, jaqueta de couro, boné/chapéu segurando um objeto e uma maleta escrito “pinturas”. Ao fundo, um portal com o escrito ALVORADA sobre o batente do mesmo, com mais figuras humanas, fotografias e documentos expostos.
Mesma exposição e ambiente das fotografias NOV-D-4-4-D-1 (5) e NOV-D-4-4-D-1 (46).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASÍLIA:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica."

Untitled

NOV.D.1 (48)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-48
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Provavelmente exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. Em destaque, três figuras humanas, sendo duas masculinas e uma feminina com vestes formais (paletó, calça e gravata; vestido preto, colar de pérolas e luvas brancas). Além dessas, há mais figuras humanas à esquerda e ao fundo. Ao fundo, da esquerda para a direita, maquete de um edifício não identificado, planta ornamental, portal e uma fotografia de um edifício não identificado.
É possível observar a mesma figura humana masculina de terno preto à esquerda desta fotografia (com o rosto levemente para à direita) nos itens NOV-D-4-4-D-1 (47) e NOV-D-4-4-D-1 (49).
O item NOV-D-4-4-D-1 (48) aparenta ser uma continuidade do item NOV-D-4-4-D-1 (47).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
"

Untitled

NOV.D.1 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-49
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Em destaque, sete figuras humanas, sendo quatro masculinas e três femininas com vestes formais (paletó, calça e gravata; vestido midi, acessórios, luvas e chapéus brancos). Os dois homens à esquerda seguram a edição da Revista Brasília (percebe-se pela capa que o homem da direita segura a edição nº 15 do ano 2 de 1958). Ao fundo, fotografia da maquete física do Palácio do Congresso Nacional, mais figuras humanas, esquadrias metálicas e entre os homens à direita, aparenta ser a maquete física pressupõe-se ser o Setor Bancário Sul ou algum outro setor central de Brasília sobre um expositor de chão de madeira.
É possível observar a mesma figura humana masculina de terno preto à direita desta fotografia (com o rosto levemente para à direita) nos itens NOV-D-4-4-D-1 (47) e NOV-D-4-4-D-1 (48).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA BRASÍLIA:
Periódico criado pela Novacap – Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil, publicado entre janeiro de 1957 e maio de 1963, mensalmente.

O objetivo da revista era documentar a construção da nova capital, como um boletim informativo, para abastecer a opinião pública nacional e internacional sobre o andamento das obras.
Com uma tiragem de aproximadamente 6.000 exemplares, a revista era gratuita e destinada aos assinantes, que em sua maioria eram bibliotecas, universidades e colégios. Uma remessa de 1.000 cópias era encaminhada para o exterior, principalmente às embaixadas.

A sede da Revista de Brasília sempre foi na capital federal, ou seja, até meados de 1959 era na cidade do Rio de Janeiro e entre 1959 até sua extinção foi a cidade de Brasília enquanto que todas as edições da revista foram impressas na editora Bloch, localizada na cidade carioca.

Hoje, a documentação da NOVACAP, inclusive as 44 edições da Revista Brasília, integra um dos Fundos Públicos do Arquivo Público do Distrito Federal – ArPDF.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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