Figuras masculinas

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NOV.B.14 (45)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986). Vista da construção da canalização de água de Brasília. Em destaque, quatro figuras humanas masculinas com vestes simples e chapéu estão atuando na obra. Há alguns tubos e escavação para o posicionamento dos mesmos. Nas laterais da escavação há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (33)

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta cinco figuras masculinas ao redor de uma mesa retangular de escritório, de material metálico, em um espaço fechado de paredes de madeira pintada de cor branca e pisos de madeira, no canto inferior esquerdo uma lixeira. Na parede há um objeto comemorativo, remete documento com uma certificação.
Em que duas figuras masculinas se encontram de pé e três figuras sentadas. A primeira de pé, está de perfil com um braço na cintura e outro tragando um cigarro, utiliza camiseta social de manga longa, calça de alfaiataria e sapato social leva como adorno óculos. A segunda figura de perfil e em pé, olhando para baixo, está de braços cruzados, usa uma blusa fechada de gola com manga até o bíceps, leva de acessórios um cinto e relógio de pulso.
As outras figuras masculinas, a primeira, está do lado esquerdo da mesa, próximo a arestas encontra-se de costas para o fotógrafo, sentada de pernas cruzadas com os braços segurando o joelho de cima. O homem, senta em um banco alto feito de madeira. Utiliza blusa branca, calça preta de tecido grosso, infere-se ser de jeans; sapato social.
Os outros dois rapazes, estão atrás da mesa, próximos a parede, estando centralizados pelo olhar do fotógrafo. O primeiro rapaz, está de perfil, porém com o rosto direcionado para o fotógrafo, com semblante de sorriso; porém com lábios fechados, que está com um braço atrás da nuca e de blusa de cor branca. O outro homem, utiliza camisa social de botão até altura dos bíceps, com uma segura o braço da cadeira, do lado esquerdo da imagem; e com outro braço apoio o cotovelo no braço da cadeira e segura o rosto com os dedos, do lado direito da imagem. Este último utiliza óculos e um adorno no braço do lado direito da imagem.
Em cima da mesa, encontram-se materiais de escritórios, tais como: cadernos, papéis, suporte para folhas, equipamento de escritório (Maquinaria); objeto em formato quadrado e pequeno com a seguinte inscrição: “quink” ou “Naink”.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.1 (47)

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta funcionários da NOVACAP em um espaço amplo com paredes de madeira e pé direito alto sustentado por vigas grossas de madeira. No teto, ao centro, três lâmpadas acesas iluminam o ambiente, mais afastada, à direita, uma quarta lâmpada encontra-se desligada. Na parede à direita da imagem, mais baixa que o teto, deduz-se ter um quadro de avisos fixado; encostado nesta mesma parede observa-se um armário-arquivo de aço. Na parede à esquerda da foto, é possível observar outros dois armários-arquivos de metal. Na parede ao fundo, uma estante abriga pastas registradoras. Em primeiro plano, observa-se o topo de uma mesa com materiais diversos para escritório. Em segundo plano, à direita e à esquerda da imagem, cinco figuras masculinas de cada lado, dispostas em fileira, trabalham em máquinas de escrever sobre as mesas.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (22)

"Imagem fotográfica em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A fotografia mostra uma multidão distribuída no cerrado(típico), que foi registrada em um dia ensolarado. A multidão está composta por figuras masculinas e femininas, que usam roupas de modelo social do contexto da década de 1950-1960. No primeiro plano, mostra-se um jovem em cima de um carro olhando por cima do teto do carro em direção à multidão. Observa-se na multidão dois guardas-chuvas abertos de cor preta; infere-se, que um dos guardas-chuvas (localizado mais à esquerda da imagem), esteja protegendo o presidente Juscelino Kubitschek; e a outra está protegendo uma figura feminina com óculos de sol (localizado mais à direita da imagem). Infere-se que a figura feminina, possa ser a primeira-dama. Próximo ao presidente, um figura masculina que utiliza indumentária associada à função da Igreja Católica. Ao redor dos dois, figuras masculinas que estão de ternos, outras de camisas brancas. Ainda, próxima a figura feminina, destaca-se uma figura masculina com adorno de chapelaria. Há na multidão policiais uniformizados com capacete, situados em uma espécie de primeiro plano; figuras humanas outras, que utilizam adornos de chapelarias diversas. Dentre as figuras humanas, existem próximas de caminhões que vestem roupas relacionadas a usos diários, como blusas, camisetas, calças, sapatos, dentre outros não-identificados.
Ao fundo do aglomerado da multidão, existem três caminhões, sendo que dois destes puderam ser identificados e produzidos pela Fábrica Nacional de Motores. Esses automóveis possuem a inscrição, com siglas e em caixa alta: “FNM”, tal inscrição foi possível identificar na fotografia remissiva 41. Sobre os caminhões em movimento, figuras humanas diversas.
Ainda no fundo da imagem, no segundo plano, cerrado denso com árvores da vegetação em questão.

Informações Adicionais: “A FNM, estatal, foi criada em 1942 em Xerém, distrito industrial da cidade de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, para ser a primeira fábrica de motores de avião do País, idealizada pelo general brigadeiro Antônio Guedes Muniz, que dirigiu a criação e a fase inicial de operação da FNM - Fábrica Nacional de Motores S.A., e se tornou o diretor-presidente da empresa criada no bojo dos acordos entre o Brasil e os Estados Unidos sobre a cessão das bases aéreas e militares nas regiões Norte, em Barreiras, na Bahia e no Nordeste do Brasil, em Natal, no Rio Grande do Norte, durante a Segunda Guerra Mundial, para apoio militar do Brasil aos Estados Unidos”.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (23)

Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido. A fotografia foi tirada em um ambiente com presença do cerrado (típico). Apresenta, em primeiro plano, um grupo de pessoas em cima de automóveis, podendo ser identificado dois. O grupo é composto por figuras masculinas e femininas, cuja maioria dessas são masculinas, vestidas em grande parte de blusas de tonalidade clara, e se encontram em pé e também sentadas na parte nas laterais dos automóveis. Ao fundo da imagem, podemos identificar o teto de um ônibus de cor amarela por trás de um arbusto. E na linha do horizonte, copa da vegetação de árvores do cerrado em harmonia com o céu.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (24)

"Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica foi tirada em um ambiente de vegetação do cerrado (típico). No primeiro plano, apresenta-se um caminhão com figuras humanas que estão de perfil, umas em pé e outras sentadas, e com olhares direcionados para frente, sendo voltado para o lado direito da imagem. As figuras humanas, estão divididas entre figuras masculinas e infantis. Utilizam como roupas blusas em tonalidades claras, elementos de chapelaria, sombrinhas e duas figuras de óculos de sol. No fundo da imagem, há formação de cerrado típico predominante em harmonia com o céu.

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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (25)

"Fotografia preto e branco no formato paisagem, autor desconhecido. No primeiro plano, a fotografia mostra uma multidão e no meio dela há um caminhão cheio de figuras humanas. As figuras humanas em cima do caminhão estão em pé, a maioria vestida de camisa branca, observa-se que dentre essas figuras humanas, contém com peles negras. Há uma sombrinha aberta para se proteger do sol ardente do cerrado. Ao redor do caminhão, existem figuras humanas que estão agrupadas e sem espaço para o menor movimento. No canto direito da imagem, é possível enxergar dois capacetes, infere-se ser de policiais uniformizados da década de 1950. No segundo plano, há uma vegetação vasta e por último, o céu repleto de nuvens.

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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (26)

Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica foi tirada em um ambiente de vegetação de cerrado típico, mostra-se no primeiro plano, no canto inferior direito da imagem, podemos identificar a metade do rosto de uma figura infantil (criança), com uma mão no seu ombro e também o tronco de uma árvore no canto superior esquerdo da imagem. Tais características da figura infantil e da mão no ombro, configura-se como um corteativo por parte do(a) responsável do registro. A imagem tem como centralidade apresentar caminhões com figuras humanas em cima do mesmo, sendo cinco caminhões de cor amarela clara e automóveis outros não-identificados; sendo todos parados entre a vegetação do cerrado (típico). No primeiro caminhão, há cinco (5) figuras masculinas de pé e uma sentada em cima de um caminhão amarelo, e na frente do mesmo, figuras humanas sentadas no banco interno do automóvel. Dentre as que estão de pé, uma de pele negra, que se destaca pela tonalidade da roupa mais escura que as demais. Ainda no mesmo automóvel, outra parte com figuras impedidas de visualizar as faces devido a copa das árvores do Bioma do Cerrado. O segundo caminhão, ao lado (da direita para esquerda), com aproximadamente cinco (5) figuras masculinas de pé em cima, com roupas de tonalidades claras e marrons. Na porta do caminhão contém a inscrição: “NOVACAP” em caixa alta e abaixo dois dígitos não-identificados, no capô uma faixa preta na horizontal. A frente desse segundo automóvel, há uma árvore retorcida do cerrado, que a copa da mesma estar por cima de figuras humanas que estão distribuídas no terceiro e no quarto caminhão. Há outros automóveis não-identificados distribuídos, na vegetação do cerrado (típico). Atrás desses automóveis, vegetação de cerrado campestre, infere-se ser Campo Rupestre. Por último o céu de nuvens.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (39)

"Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido. A fotografia mostra uma multidão em uma vegetação de Cerrado (típico), no dia do velório de Bernardo Sayão, composta de figuras masculinas e femininas. A maioria figuras humanas estão vestidas de traje social, camisas brancas e ternos. É possível enxergar no meio da multidão, pessoas com chapéus, policiais uniformizados, especificamente quatro (4) com capacete, e seis (6) sombrinhas abertas. A foto é tirada perto do campo de vegetação. Há arbustos no meio da multidão, árvores de lado, e logo em seguida árvores do cerrado campo no fundo. E no último plano, o céu de nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.C.2 (40)

"Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A fotografia mostra uma multidão no Campo da Esperança no dia do enterro de Bernardo Sayão. A maioria das pessoas estão de costas, e aparecem duas figuras masculinas de perfil no primeiro plano, a primeira está olhando para o lado esquerdo da imagem com o braço direito meio levantado e a outra no canto inferior direito olhando para a direita. Na linha horizontal de baixo da fotografia, há dois vultos em cada canto. No meio da multidão, há uma ambulância militar de cor verde com o símbolo da Cruz Vermelha no quadrado branco e um outro carro do lado direito da imagem, de cor amarela clara, com a porta aberta do lado esquerdo, e com o banco vazio. No lado superior esquerdo da imagem, mostra-se um galho seco de uma árvore; e mais em baixo, no mesmo canto, há um grupo de figuras humanas de pé com a altura um pouco mais elevada do que a multidão, o que indica que estão em cima de um caminhão não-identificado. Do lado direito da imagem, por outro lado do carro de cor amarela clara, há algumas pessoas andando. No segundo plano, há o vasto campo de vegetação e no terceiro plano, o céu meio claro composto de nuvens.

Informações Adicionais: “A Cruz Vermelha Brasileira (CVB) foi fundada em 1908, autorizada a iniciar as atividades pelo Decreto n. 2.380, 31 de dezembro de 1910, e reconhecida pela Cruz Vermelha Internacional em 1912. A entidade tinha, entre outros objetivos, prestar diretamente, ou em auxílio ao Governo, socorros a feridos e enfermos e proteção aos necessitados em caso de calamidade pública, quando fossem insuficientes os recursos de defesas sanitárias habituais. Competia à diretoria promover e dirigir a instrução de seus auxiliares e fundar escolas de enfermeiras voluntárias e profissionais.”. (MOTT ; TSUNECHIRO, 2002, p. 594)

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