Figuras humanas

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NOV.B.20 (31)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-31
  • Item
  • 06/08/1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea de um edifício não identificado. Este é longilíneo com revestimento aparentemente de alvenaria e madeira com janelas em fita rente à cobertura e o telhado é de uma água com pequena inclinação. À frente do edifício há algumas figuras humanas, uma rotatória a qual está conectada ao asfalto no canto inferior direito e à direita da fotografia um pequeno canteiro com pavimentação. Atrás e nas laterais do cercado, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.20 (34)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-34
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de escavação do subsolo o qual possui escoramento com tábuas de madeira para contenção de terra. Diversas figuras humanas estão próximas ao local e à direita há uma pequena construção com revestimento de tábuas de madeira horizontais posicionadas em escamas/sobrepostas Atrás do canteiro de obras, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) ou uma formação florestal (mata seca ou cerradão), devido ao porte das árvores.

Untitled

NOV.C.2 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-22
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A fotografia mostra uma multidão distribuída no cerrado(típico), que foi registrada em um dia ensolarado. A multidão está composta por figuras masculinas e femininas, que usam roupas de modelo social do contexto da década de 1950-1960. No primeiro plano, mostra-se um jovem em cima de um carro olhando por cima do teto do carro em direção à multidão. Observa-se na multidão dois guardas-chuvas abertos de cor preta; infere-se, que um dos guardas-chuvas (localizado mais à esquerda da imagem), esteja protegendo o presidente Juscelino Kubitschek; e a outra está protegendo uma figura feminina com óculos de sol (localizado mais à direita da imagem). Infere-se que a figura feminina, possa ser a primeira-dama. Próximo ao presidente, um figura masculina que utiliza indumentária associada à função da Igreja Católica. Ao redor dos dois, figuras masculinas que estão de ternos, outras de camisas brancas. Ainda, próxima a figura feminina, destaca-se uma figura masculina com adorno de chapelaria. Há na multidão policiais uniformizados com capacete, situados em uma espécie de primeiro plano; figuras humanas outras, que utilizam adornos de chapelarias diversas. Dentre as figuras humanas, existem próximas de caminhões que vestem roupas relacionadas a usos diários, como blusas, camisetas, calças, sapatos, dentre outros não-identificados.
Ao fundo do aglomerado da multidão, existem três caminhões, sendo que dois destes puderam ser identificados e produzidos pela Fábrica Nacional de Motores. Esses automóveis possuem a inscrição, com siglas e em caixa alta: “FNM”, tal inscrição foi possível identificar na fotografia remissiva 41. Sobre os caminhões em movimento, figuras humanas diversas.
Ainda no fundo da imagem, no segundo plano, cerrado denso com árvores da vegetação em questão.

Informações Adicionais: “A FNM, estatal, foi criada em 1942 em Xerém, distrito industrial da cidade de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, para ser a primeira fábrica de motores de avião do País, idealizada pelo general brigadeiro Antônio Guedes Muniz, que dirigiu a criação e a fase inicial de operação da FNM - Fábrica Nacional de Motores S.A., e se tornou o diretor-presidente da empresa criada no bojo dos acordos entre o Brasil e os Estados Unidos sobre a cessão das bases aéreas e militares nas regiões Norte, em Barreiras, na Bahia e no Nordeste do Brasil, em Natal, no Rio Grande do Norte, durante a Segunda Guerra Mundial, para apoio militar do Brasil aos Estados Unidos”.
"

Untitled

NOV.D.1 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-1
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. Na parte inferior da fotografia, percebe-se uma luminária apontada para a maquete física do Palácio da Alvorada. Ao redor da maquete, há quatro figuras humanas masculinas e quatro femininas observando atentamente à maquete. Todos estão com vestes formais como ternos, vestidos, colares e brincos de pérolas. Atrás dos observadores, dois painéis, um à esquerda e outro à direita, possuem fotografias de diversos ângulos da maquete do Palácio da Alvorada. Ao fundo, uma cortina branca e quatro colunas cromadas. Além disso, é possível ver a fachada de vidro do edifício ao qual está sendo realizada a exposição bem como mais ao fundo, a fachada de outro prédio.
É possível observar algumas figuras humanas masculinas e femininas desta fotografia no item NOV-D-4-4-D-1 (2).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Untitled

NOV.D.1 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-10
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no Centro Cultural Brasil na Bolívia, La Paz, em 1959. Em destaque, três figuras humanas masculinas com vestes formais (paletó e calça) estão observando a exposição de fotografias com diversos dimensionamentos das fotos de maquetes físicas do Palácio do Congresso Nacional, Palácio da Alvorada, o que aparenta ser o Setor Bancário Sul ou algum setor central de Brasília (à direita), além de fotografias da construção desses monumentos (ao centro e à esquerda). Todas as fotografias estão fixadas na parede que possui revestimento amadeirado. O piso do ambiente é aparentemente de ardósia e no canto inferior esquerdo há um pequeno móvel sobre o mesmo.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Untitled

NOV.D.1 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-14
  • Item
  • janeiro de 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, na Galeria de Arte de Milão na Itália em janeiro de 1958. Em destaque, quatro figuras humanas masculinas com vestes formais (paletó e calça) e duas femininas, sendo que uma das figuras femininas está mais ao fundo, observando a exposição. A figura masculina em destaque veste um sobretudo e observa as demais pessoas enquanto aponta para as três fotografias com ângulos diferentes da maquete física do Palácio do Congresso Nacional. À esquerda dessas fotos do Congresso Nacional, o que aparenta ser um documento ou croqui emoldurado e na parede ao fundo, à esquerda da fotografia, mais fotografias de maquete física do Palácio da Alvorada e outros desenhos emoldurados, sendo que um deles aparenta ser da Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecido como Igrejinha.
A figura masculina de sobretudo aparece na fotografia NOV-D-4-4-D-1 (16).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
CONTEXTO HISTÓRICO IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
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Untitled

NOV.D.1 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-16
  • Item
  • janeiro de 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, na Galeria de Arte de Milão na Itália em janeiro de 1958. Em destaque, três figuras humanas masculinas, sendo dois homens e uma mulher entre eles, vestindo roupas formais. O homem de sobretudo segura um chapéu na mão esquerda e a mulher segura uma revista em sua mão esquerda. Os três estão posicionados diagonalmente para a parede com uma fotografia/desenho do mapa do Brasil branco com fundo preto a qual destaca a posição de Brasília ao centro do mapa e sua distância para todas as demais capitais dos estados brasileiros por meio de linhas.
A figura masculina de sobretudo aparece na fotografia NOV-D-4-4-D-1 (14).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
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Untitled

NOV.D.1 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-17
  • Item
  • janeiro de 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, na Galeria de Arte de Milão na Itália em janeiro de 1958. Vista do ambiente de exposição, podendo visualizar duas figuras humanas femininas e duas masculinas ao fundo com vestes formais (vestidos longos e acessórios; terno e calça). Uma das figuras femininas está com a mão esquerda apoiando sobre sua cintura enquanto observa atentamente a maquete física do Palácio do Congresso Nacional a qual está sobre uma mesa e com uma luminária de chão apontada para o mesmo. Ao fundo, da esquerda para a direita, painéis de chão possuem fotografias da maquete física do Palácio do Congresso Nacional, explicação e croquis do monumento. À direita, uma erva ornamental de porte médio e ao fundo, esquadrias de vidro com perfis metálicos.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.D.1 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-18
  • Item
  • janeiro de 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, na Galeria de Arte de Milão na Itália em janeiro de 1958. Em destaque, uma figura humana feminina olhando para frente vestindo vestido midi floral, acessórios e óculos de sol e duas figuras masculinas, sendo que um está com vestes formais (terno e calça) observando atentamente os detalhes da a maquete física do Palácio do Congresso Nacional (a qual possui uma luminária de chão apontando para o mesmo) e outro está caminhando ao fundo com calça, camisa e segurando uma maleta na sua mão esquerda. Ao fundo, dois painéis de chão possuem fotografias da maquete física do Palácio do Congresso Nacional em diferentes ângulos e o que aparenta ser um croqui deste monumento.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.D.1 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-2
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. Na parte inferior da fotografia, percebe-se maquete física de estudo projetual, de materiais não identificados, das áreas residenciais do Plano Piloto de Brasília. Ao redor da maquete, há sete figuras humanas masculinas observando atentamente à maquete, sendo uma delas o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), responsável por projetar a cidade, as ruas, as praças, os volumes e espaços livres. Além das figuras masculinas, há outras três femininas também observando a maquete. Todos estão com vestes formais como ternos, vestidos, colares e brincos de pérolas. Atrás dos observadores, outra maquete física das superquadras, um painel com fotografias de diversos ângulos de outras maquetes das superquadras e uma luminária de chão apontada para o painel e para a maquete. Ao fundo, à direita, uma cortina branca e é possível ver a fachada de vidro do edifício ao qual está sendo realizada a exposição bem como mais ao fundo, a fachada de outro prédio.
É possível observar algumas figuras humanas masculinas e femininas desta fotografia no item NOV-D-4-4-D-1 (1).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOBRE AS SUPERQUADRAS DE BRASÍLIA:
A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
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