Figura masculina

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NOV.C.1 (30)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-30
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta figura masculina sentada em uma mesa retangular de escritório, de material metálico com gavetas, em um espaço fechado. Utiliza terno e gravata. A figura está de perfil, sentada em uma cadeira de estrutura metálica e com almofada revestida com couro. Porém, o rosto está voltado para a fotografia. A respeito das características, utiliza corte de cabelo baixo, infere-se ser de modelo “social” devido ao corte-ativo em parte da cabeça. Possui bigode e barba ralas. Os braços estão apoiados sobre a mesa; sendo um apoiado na parte dos fundos da mesa que segura jornais e outro segura um lápis; de acessório leva um anel no dedo anelar. O jornal por cima, apresenta a seguinte inscrição, de maneira nítida, em caixa alta, centralizada: “GREVE DE FOME NO PRONTO SOCORRO DA PDF: COMIDA MATA!”. Existem outras inscrições tais como: “Povo Marcha Contra [...]”; “TENTATIVA DE [...] E MILITARES [...]”. Em cima da mesa, contém materiais de escritórios, como: vidro de cola utilizado para fechar envelopes ou cartas, folhas avulsas, livros - um deles com a seguinte inscrição na lateral de maneira fragmentada: “Novo [...] Porta” -, telefone (em corte-ativo). Ademais, há dois cinzeiros e uma caixinha de fósforo. Ao fundo, uma parede formada por metade de madeira e outra por janelas de vidros com molduras em madeiras.
"

Untitled

NOV.C.1 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-26
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta figura masculina sentada em uma mesa retangular de escritório, de material metálico com gavetas, em um espaço fechado. Utiliza camisa de modelo social com gola e mangas dobradas, de tonalidade clara com estampa de listras na horizontal de tonalidade escura. Calça de alfaiataria de tonalidade mais escura que detalhes da camisa; ademais, leva como acessórios um cinto de couro. A figura está de perfil, sentada em uma cadeira de estrutura metálica e com almofada revestida com couro; sobre o espaldar da cadeira um blazer ou paletó de tom claro. A posição dos quadris na cadeira, está localizada na metade da almofada, de maneira que o tronco superior inclina-se em direção a parte de cima da mesa. Nesse sentido, seus braços seguram um pacote de envelope de papel com ação de realizar uma inscrição. Sendo um dos braços apoiado na parte dos fundos da mesa que segura a base do envelope e com outro realiza a escrita com uma caneta estilizada. Na cabeça, penteado curto, onde nas laterais os pelos são mais baixos que no topo da cabeça de cor preta, a maneira descrita tem sido conhecida como corte de cabelo “social”; ademais, na parte próxima da testa, os fios são um pouco mais avantajados. O rosto está voltado para baixo em direção a mão que realiza a escrita, leva como acessório óculos de grau de cor preta e armadura quadrado-retangular. Em cima da mesa, contém jornal, objeto que guarda materiais pequenos e uma régua. Ao fundo, uma parede formada por metade de madeira e outra de material transparente, que pode ser vidro; sendo possível receber luz externa para o ambiente de trabalho.
"

Untitled

NOV.C.1 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-24
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta a figura masculina de pele negra sentada ao lado de uma mesa retangular de escritório, em um espaço fechado. A mesma figura, encontra-se de lado com um braço sobre a mesa; porém com a face voltada para a câmara, direcionando o olhar para a fotografia. A característica facial: possui rosto “jovem”, cabelo penteado curto, onde nas laterais os pelos são mais baixos que no topo da cabeça, a maneira descrita tem sido conhecida como corte de cabelo “social” de fios crespos e escuros. Utiliza terno de tonalidade clara e gravata de tom escuro. Observa-se que o fotógrafo buscou retratar a mesa com os instrumentos de trabalho de um funcionário da NOVACAP, onde pode se encontrar: amontoados de envelopes; vidro de cola utilizado para fechar envelopes ou cartas; furador de papel; telefone de disco e um cinzeiro de vidro. Ao fundo, parede pintada de branco, com corte-ativo de janelas com moldura de madeira e uma tomada redonda.
"

Untitled

NOV.C.1 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-22
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido?
A imagem fotográfica apresenta duas figuras. De costas para a câmera, uma figura feminina sentada em uma mesa retangular de escritório trabalha em uma máquina de datilografia. A figura feminina usa um vestido de gola e mangas curtas, possui cabelo escuro, curto e liso; é possível ver a haste lateral do óculos em seu rosto.
A mesa, de material metálico, está com as gavetas abertas, na lateral é possível ler a inscrição “NOVACAP” seguida de uma numeração. Sobre a mesa, além da máquina de datilografia, existem papeis espalhados e um pacote de papel pardo amarrado à direita. Posicionada do outro lado da mesa está uma figura masculina, de pé, direcionando o olhar para a figura feminina a sua frente. Possui cabelo curto, bigode, está trajando camisa social de cor clara com botões e mangas curtas e calça social escura. Nas mãos, posicionadas em frente ao corpo, segura um objeto.
As duas figuras encontram-se em um espaço fechado de paredes claras com uma porta aberta ao fundo.
"

Untitled

NOV.C.1 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-21
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. Figura masculina sentada em uma cadeira voltada para uma mesa. A figura de cabelos curtos veste calça escura, camisa clara com listras verticais e manga longa dobrada até o antebraço e gravata de fundo claro, estampada. Um paletó está estendido no encosto da cadeira em que a figura está sentada. No bolso do paletó é possível ver o espiral de um pequeno caderno. Com os braços apoiados sobre as coxas, a figura direciona o olhar para a frente. Sobre a mesa a sua frente encontra uma máquina de escrever, alguns papeis e um cinzeiro de metal. A direita da imagem, posicionado ao lado da mesa encontra-se um armário- arquivo de metal. O ângulo da fotografia, tirada de cima, corta o topo da cabeça da figura.
"

Untitled

NOV.C.1 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-20
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. Figura masculina, posicionada de frente para a câmera. A figura está sentada de modo que é possível ver apenas seu tronco e sua cabeça, está com os braços apoiados sobre a gaveta aberta de uma mesa que está a sua frente. O braço à direita da imagem fotográfica está dobrado e apoiado com as mãos sobre a gaveta, enquanto o braço à esquerda está dobrado de maneira que apoia o cotovelo na gaveta e a mão se encontra na altura de seu rosto. No braço à esquerda usa um relógio de pulso e na mãe à esquerda possui um anel no dedo anelar. A figura veste camisa social de cor clara, com mangas curtas dobradas e gravata de cor escura com listras claras no sentido diagonal. À esquerda, é possível ver a ponta de um óculos dobrado dentro do bolso da camisa. A figura possui cabelos curtos, está com a cabeça levemente voltada para a direita e com as sobrancelhas arqueadas direciona o olhar para a câmera. Sobre a mesa a sua frente encontra-se um cinzeiro de material transparente e um furador de papel. A esquerda da fotografia é possível ver o topo de uma estante baixa, de altura equivalente ao da figura sentada, com um livro na segunda prateleira de cima para baixo. Ao fundo, em segundo plano, é possível enxergar um balcão, uma estante vazia, outra mesa com uma cadeira, e uma porta fechada atrás desta mesa.
"

Untitled

NOV. B-25 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-8
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica em formato vertical e em preto e branco, datada em 1959-1960; apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. No primeiro plano, túmulo de amontoado de terra vermelha com capim seco plantado e arbustos de pequeno e médio porte na lateral esquerda do túmulo. Na parte superior do amontoado, uma cruz de madeira que contém uma coroa de flores de tons claros, podendo estar associada à divindade da religião do cristianismo, podendo ser chamado de Jesus Cristo ou Jeová. Sobre o túmulo uma placa (simples) em formato quadrado, aparentemente, julga-se ser, um chassi de madeira para tela, com o estado de conservação em deterioração, encostada na base da cruz, que contém uma inscrição, de cor escura sobre fundo claro da tela, em letra de forma, indica ser uma mensagem póstuma, “Homenagem da Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro” abaixo continua com “ao Herói de Brasília Dr. Bernardo Sayão de Araújo” logo mais com tamanho da fonte menor, no canto inferior direito, “Brasília 2 de Novembro de 1959”. Trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959).
Ao fundo do túmulo, embasado com pavimentação, similar ao concreto, ou pedras em formatos quadrados, sendo possível identificar duas colunas com três fileiras. Logo, uma fileira de ornamentos de coroas de flores e folhas, que indicam para remoção dos ornamentos. Por trás, uma faixa de areia que cobre a terra do campo limpo (cerrado típico). Depois do campo limpo, foi possível identificar três características de fitofisionomias do bioma Cerrado e que aparecem nas seguintes ordens por camadas na imagem fotográfica, sendo o primeira de campo sujo, com a predominância de arbustos de pequeno porte; a segunda formada do cerrado rupestre, composta por árvores de médio e grande porte; a terceira fitofisionomia do cerrado típico.
No meio da vegetação existe um fragmento que forma um caminho para a passagem de pessoas, sendo esse caminho chamado de “caminho do desejo” ou popularmente como “caminho de rato”. O percurso possui um leve formato em “S”, porém mais comprido que direciona a estrutura de cruz em madeira. Após essa cruz, identifica-se duas figuras masculinas que utilizam calças compridas de tonalidades escuras e camisas sociais de mangas curtas em tonalidades curtas, localizados no final do caminho. Acima da copa das árvores o céu com presença de nuvens.
Há uma narrativa de Eduardo Brandão Cavalcanti sobre o falecimento de uma pessoa antes de Bernado Sayão, que relatou em uma entrevista no Projeto ""Programa de História Oral"" (disponível no Acervo Digital do ArPDF). Assim, nas palavras de Eduardo Cavalcanti (1992): ""[...] E nós convivemos muito com o
padre Roque e ele nos protegeu bastante. Tinha um outro padre também, na época,
muito engraçado - que dizem que é a primeira pessoa enterrada no Campo da
Esperança, antes do doutor Bernardo Sayão, que foi uma pessoa com quem eu tive
muito pouco contato, doutor Bernardo Sayão. No tempo que eu fui pra estrada de
ferro, da estrada, da Belém-Brasília, ele tinha morrido. E como ele andava pouco
aqui, conheci até pouco o doutor Bernardo Sayão - era o padre Plínio44, era um
alemão, gozadíssimo, um padre grande. Dizem que é o primeiro corpo colocado no
Campo da Esperança. E o padre Plínio... De vez em quanto o padre Roque ia os
dois, o padre Plínio ia, porque a festa era boa, a comida era gostosa, os padres
gostavam, gostava de ir também pra um lazerzinho deles. [...]"" (CAVALCANTI, 1992, p. 38).
Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)

Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (144); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
"

Untitled

NOV. B-25 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-25-2
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica em formato vertical e em preto e branco, datada de 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. No primeiro plano, centralizado, amontoado de terra vermelha, embasado com pavimentação, similar ao concreto, ou pedras em formatos quadrados. O amontoado de terra velha possui adornos de coroas de flores que estão distribuídas ao redor e por cima do túmulo. As coroas são compostas por flores variadas de cinco pétalas de pequeno e médio porte, com flores similares às de margaridas e gérbera. Assim, as folhas são diferentes, sendo similares as palmeiras rasteiras (Arecaceae sp.) e filodendro coração (philodendron sp.), que possuem formato simbólico de um coração imagético. Existe fixado ao amontoado de terra estrutura da cruz de madeira, que contém uma coroa de flores de copo de leite (Zantedeschia aethiopica), e outra similar, à margarida (Asteraceae sp.) sobre a Cruz. Ainda no primeiro plano, na lateral direita da fotografia, observa-se um corte ativo, ou seja, o autor da imagem fotográfica realizou um corte no momento em que registrou apenas parte do corpo de uma figura masculina em pé, nesse sentido, a figura apresenta o ombro e a ponta do sapato do lado direito do corpo. Leva consigo uma camisa social de manga longa em tonalidade clara e a mão se esconde no bolso da calça social de tonalidade escura, sapato de couro escuro de bico fino arredondado, em cima da base de pavimentação. No segundo plano, atrás do túmulo, no centro do lado esquerdo, figura masculina em pé que está parada olhando para o túmulo. Ao olhar na direção do amontoado de terra, a cabeça, com cabelos curtos de texturas lisas e onduladas, pescoço e rosto que se inclinam para baixo; apenas o braço do lado esquerdo pode ser visualizado sendo direcionado para trás do corpo. Ademais, a figura masculina leva consigo terno e gravata, podendo visualizar até a linha dos joelhos. Sendo que, a camisa social de tonalidade clara, gravata de tonalidade escura e o terno com tom que ficam entre a tonalidade da camisa social e a gravata. No terceiro plano, ao redor do túmulo, areia de tonalidade clara distribuída sobre terra vermelha, que teve a vegetação do Cerrado removida. A forma como a areia está distribuída, possui formato imagético das proporções da letra “L”, de maneira, em que a parte menor da letra está situada na diagonal do canto direito da imagem fotográfica, e a parte maior situada na horizontal do lado direito. Por cima da areia, constata vegetação de palmeiras rasteiras (Arecaceae sp.) e arbustos de pequeno porte, esparsos. Também as sombras da cruz e da figura masculina do lado esquerdo. No quarto plano, uma estrada de terra, que vai da lateral esquerda, em um ⅓ da horizontal inferior, no sentido diagonal, da esquerda para direita, até ⅓ da horizontal superior, pouco depois da metade da fotografia e abaixo da linha horizontal da cruz de madeira. Nos lados direito e esquerdo observa-se zona com ausência de vegetação de médio e grande porte, indicando possível remoção da parte aérea recente. Ainda no mesmo plano, ao centro da fotografia, observa-se uma árvore de grande porte sem folhagens e ao lado um monte de troncos, que possivelmente se originaram da remoção de árvores nos arredores. Ao fundo, no afilamento da estrada, na parte externa, cerrado típico, acima da copa das árvores do cerrado, céu limpo com poucas nuvens.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública nominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistitu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvre que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrito uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo anova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Berardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governardor de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atigindo por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utlimavam as obras de um campo em que deverá pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro falece antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas: NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
"

Untitled

NOV.B.20 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-23
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do posto de gasolina nomeado de Posto Paulista, “de propriedade do nipo-brasileiro Kioto Kahi, que veio de São Paulo em agôsto de 57. Estabeleceu-se com pôsto de gasolina, distribuindo os produtos “ATLANTIC”, conforme se vê na foto [...].” (História de Brasília. Revista, n. 1). O local possui chão de terra batida com dois tanques/reservatórios de gasolina. Duas placas estão com o nome Atlantic, um no poste entre os tanques e outro um letreiro sobre a cobertura do pequeno edifício de alvenaria com telhado de uma água o qual é branco com detalhes em azul (na base do edifício) e vermelho (ao redor das esquadrias) e têm escritos pintados em sua fachada: kelly, Posto, Kioto Kahi, Paulista; e escritos em letreiros próximo à cobertura: Atlantic, lavagem, lubrificação. Há duas figuras humanas masculinas à esquerda ao lado de vários veículos e outros dois sentados abaixo de uma das grandes janelas do edifício. Ao fundo, mais construções e veículos.

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NOV.B.20 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-21
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea do que aparenta ser a rampa de acesso de um local não identificado para o pressupõe ser o Lago Paranoá. Em primeiro plano, parte da água do lago com um simples barco à direita. A rampa de acesso é de concreto e percebe-se sobre ela diversas cargas e uma figura humana masculina posando para a foto. No canto superior direito, parte de chão de terra com barras metálicas e tábuas de madeira sobre o mesmo.

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