Figura humana

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NOV.B.20 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-19
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de um edifício não identificável em fase de construção. É possível visualizar uma viga baldrame (elemento estrutural) na parte inferior da fotografia com algumas esperas metálicas à esquerda. O edifício é de alvenaria, está em fase de chapisco (gesso grosso nas paredes externas), possui algumas aberturas que foram realizadas e posteriormente preenchidas na porção central das paredes e na parte superior há aberturas retangulares. Na cobertura, à esquerda, é possível visualizar uma figura humana e à direita, atrás do edifício, nota-se parte da copa de árvores do Cerrado, sendo que todas elas são da árvore popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea).

Untitled

NOV.B.20 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-19
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de um edifício não identificável em fase de construção. É possível visualizar uma viga baldrame (elemento estrutural) na parte inferior da fotografia com algumas esperas metálicas à esquerda. O edifício é de alvenaria, está em fase de chapisco (gesso grosso nas paredes externas), possui algumas aberturas que foram realizadas e posteriormente preenchidas na porção central das paredes e na parte superior há aberturas retangulares. Na cobertura, à esquerda, é possível visualizar uma figura humana e à direita, atrás do edifício, nota-se parte da copa de árvores do Cerrado, sendo que todas elas são da árvore popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea).

Untitled

NOV.B.20 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-21
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea do que aparenta ser a rampa de acesso de um local não identificado para o pressupõe ser o Lago Paranoá. Em primeiro plano, parte da água do lago com um simples barco à direita. A rampa de acesso é de concreto e percebe-se sobre ela diversas cargas e uma figura humana masculina posando para a foto. No canto superior direito, parte de chão de terra com barras metálicas e tábuas de madeira sobre o mesmo.

Untitled

NOV.B.20 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-22
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem com risco no canto inferior direito e algumas manchas. Vista da Farmácia São João localizada na Cidade Livre, atual região administrativa Núcleo Bandeirante. A construção é longilínea e horizontalizada, com revestimentos de tábuas de madeira posicionadas verticalmente pintadas de verde claro, portas com detalhes em branco, telhado de uma água com inclinação mínima e sua base se eleva de acordo com a inclinação do terreno o qual é possível visualizar pelos tijolos rente ao chão de terra batida. Há uma figura humana masculina parada em uma das portas da construção e este está com veste formais (calça, camisa e terno). Acima desta porta há uma luminária de parede apontando para a rua. À direita da fotografia, a grande placa da farmácia escrito “Farmácia São João - manipulação, aplica-se injeções e domicílio”; uma bicicleta, parte da copa de um arbusto/árvore (espécie não identificada) e outra construção com telhado cerâmico com pelo menos duas águas.
Fotografia referência do item NOV-D-4-4-B-1 (246) a qual é possível visualizar ao fundo, à direita, escrito pintado em um edifício Farmácia São João. Esta fotografia está localizada na Avenida Central do Núcleo Bandeirante, mais especificamente na esquina da travessa Dom Bosco.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CIDADE LIVRE:
Conforme Jusselma Duarte Brito (2010, p. 68), o Núcleo Bandeirante foi idealizado como sede urbana temporária. Localizada à margem da rodovia que conectava com a cidade goiana de Luziânia (que abrigou os primeiros escritórios da Novacap na região), a pequena urbe mantinha em seu traçado primitivo apenas uma avenida central, duas secundárias e algumas ruas transversais, tinha seus terrenos cedidos em sistema de comodato, sem escritura definitiva, prevendo-se que fossem devolvidos aos domínios da Novacap em fins de 1959. As atividades comerciais eram facilitadas pela isenção de tributos, condição essa que inspirou o nome pelo qual o assentamento ficou mais conhecido em seus primeiros dias: Cidade Livre. Mas sagrou-se mesmo como Núcleo Bandeirante, onde cerca de duas mil pessoas habitavam em julho de 1957 (Geiger, 1963, p. 432).
"

Untitled

NOV.B.20 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-8
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista externa a partir da parte interna de um edifício não identificado. Em primeiro plano, piso aparentemente de concreto, duas colunas retangulares que enquadram esquadrias com finos perfis metálicos. Os vidros possuem marcações de X para facilitar a visualização da presença do material transparente. No teto, uma pequena abertura e uma lâmpada está suspensa com fiação improvisada. Atrás do edifício fundo nota-se terra batida, à direita uma figura humana caminhando sobre a terra. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pela linha do horizonte.
Fotografia vista de dentro do edifício NOV-D-4-4-B-20’ (16).
"

Untitled

NOV.D.1 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-13
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no Centro Cultural Brasil na Bolívia, La Paz, em 1959. Em destaque, uma figura humana masculina com vestes formais (paletó e calça) observando e apontando para o painel que possui diversas fotografias de capas e páginas da Revista Módulo publicadas em 1959 (nº 10 na parte superior ao centro - capa com a coluna do Palácio do Planalto; nº 12 no canto superior esquerdo - capa de um edifício colonial; nº 13 à esquerda - capa com linhas verticais e horizontais; nº 14 próximo ao paletó - capa branca com desenho estilizada) e da Revista Brasília publicadas em 1958 e 1959 (nº 16 no canto inferior direito - capa com fotografias da maquete física do Palácio do Planalto; nº 17 próximo a cabeça da figura masculina - capa com desenhos do Museu da Cidade; nº 20 no canto superior direito - capa do Brasília Palace Hotel; nº 21 no canto superior direito - capa com as colunas da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida de Brasília; nº 27 ao centro à direita - capa da Capela do Palácio da Alvorada; nº 28 logo abaixo do local onde a figura masculina está apontando - capa com fotografias da fachada de um bloco residencial do Iapc).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA MÓDULO:
A Revista Módulo foi criada em 1955 pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), sendo o editor do mesmo e tendo como tema principal a arquitetura, mas também temas sobre artes, urbanismo, design e cultura de forma geral. Em 1965 a Revista Módulo acabou por ser proibida pela ditadura militar do Brasil que iniciou-se em 1964 e voltou a circular em 1975, acabando definitivamente em 1986.
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA BRASÍLIA:
Periódico criado pela Novacap – Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil, publicado entre janeiro de 1957 e maio de 1963, mensalmente.

O objetivo da revista era documentar a construção da nova capital, como um boletim informativo, para abastecer a opinião pública nacional e internacional sobre o andamento das obras.
Com uma tiragem de aproximadamente 6.000 exemplares, a revista era gratuita e destinada aos assinantes, que em sua maioria eram bibliotecas, universidades e colégios. Uma remessa de 1.000 cópias era encaminhada para o exterior, principalmente às embaixadas.

A sede da Revista de Brasília sempre foi na capital federal, ou seja, até meados de 1959 era na cidade do Rio de Janeiro e entre 1959 até sua extinção foi a cidade de Brasília enquanto que todas as edições da revista foram impressas na editora Bloch, localizada na cidade carioca.

Hoje, a documentação da NOVACAP, inclusive as 44 edições da Revista Brasília, integra um dos Fundos Públicos do Arquivo Público do Distrito Federal – ArPDF.
"

Untitled

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