Ficus gomelleira

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NOV.B.13 (134)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-134
  • Pièce
  • 2010
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH), no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos. À frente, o estacionamento do hotel. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.
"

Sans titre

NOV.B.13 (135)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-135
  • Pièce
  • 2010
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH), no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos.. À frente, o estacionamento do hotel. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.
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Sans titre

NOV.B.13 (136)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-136
  • Pièce
  • 2010
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH) levemente em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos. À frente, o estacionamento do hotel. Na margem esquerda da fotografia se enxerga alguns galhos e folhas de um tipo de laranja (Citrus sp.) do pomar próximo ao estacionamento e no canto esquerdo nota-se parte da copa de uma árvore de médio porte (espécie não identificada). O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.

Sans titre

NOV.B.13 (137)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-137
  • Pièce
  • 2010
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH), no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira-branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos. À frente, o estacionamento do hotel. No canto esquerdo, próximo ao estacionamento, alguns homens trabalham no ajardinamento. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.
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Sans titre

NOV.B.13 (143)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-143
  • Pièce
  • 2000 - 2010
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida no formato paisagem. Registro externo do Brasília Palace Hotel (ou Hotel de Turismo), entre os anos de 2000-2010 em Brasília-DF. Vista de parte da fachada oeste que atualmente contém brises móveis (estruturas quebra-sol) e colunas de escada com grandes aberturas cobertas por um painel envidraçado. Anteriormente tal fachada era composta de cobogós que recebiam janelas intercaladas e não havia caixas de escada nas fachadas. Os pilares também foram modificados, deixando de ser puramente em metal anodizado preto e recebendo um invólucro concretado. Os pilares também foram modificados, deixando de ser puramente em metal anodizado preto e recebendo um invólucro concretado. No terço inferior da imagem, vê-se que o gramado plantado foi removido e o terreno recebe manutenção, mas na lateral direita e ao fundo do prédio o gramado permanece intacto. Na lateral direita do hotel, há uma árvore de médio porte (espécie não identificada) e ao fundo o tronco e parte da folhagem da árvore popularmente conhecida como gameleira branca (Ficus gomelleira). No quadrante inferior esquerdo, tem-se o hotel Royal Tulip Alvorada Brasília, com sua fachada em vermelho. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada em uma reforma que se iniciou em 1997 e foi reinaugurado em 2006 pela empresa Paulo Octávio com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
"

Sans titre

NOV.B.13 (144)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-144
  • Pièce
  • 2000 - 2010
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida no formato paisagem. Registro externo do Brasília Palace Hotel (ou Hotel de Turismo), entre os anos de 2000-2010 em Brasília-DF. Vista da fachada leste do Palace, onde tem-se as varandas dos apartamentos. Antes da reforma, em sua estrutura original, esta fachada não possuia varandas, contendo as janelas envidraçadas. Os pilares também foram modificados, deixando de ser puramente em metal anodizado preto e recebendo um invólucro concretado. No terço esquerdo da fotografia, entre o bloco anexo em T e o bloco principal, Ocupando a esquerda da imagem, uma árvore de grande porte popularmente conhecida como gameleira-branca (Ficus gomelleira) e em frente nota-se oura árvore (espécie não identificada), ambas sobre grama plantada com aspecto ralo, sendo que a parte inferior do gramado se encontra em manutenção. No plano de fundo, à direita, árvores de grande porte estão aglomeradas. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada em uma reforma que se iniciou em 1997 e foi reinaugurado em 2006 pela empresa Paulo Octávio com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
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Sans titre

NOV.B.13 (150)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-150
  • Pièce
  • 2000 - 2010
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida no formato paisagem. Registro externo do Brasília Palace Hotel (ou Hotel de Turismo), entre os anos de 2000-2010 em Brasília-DF. Vista da fachada leste do Palace, onde tem-se as varandas dos apartamentos. Antes da reforma, em sua estrutura original, esta fachada não possuia varandas, contendo as janelas envidraçadas. Os pilares também foram modificados, deixando de ser puramente em metal anodizado preto e recebendo um invólucro concretado. Atrás do bloco principal, estão trabalhadores de uniforme azul, alguns utilizando capacete branco (provavelmente engenheiros ou arquitetos responsáveis pela obra de reforma), passando atrás do conteiner do lixo. Vê-se um conjunto de árvores de médio porte atrás dos trabalhadores à esquerda da fotografia. Parte da estrutura do bloco anexo em T está visível no quadrante inferior direito, assim como um carro escuro hatchback, um carro branco e um carro prata que aparecem estacionados. No gramado em frente ao cobogó, há uma árvore de médio porte e copa densa. No plano de fundo, à direita, vê-se a larga copa da árvore popularmente conhecida como gameleira-branca (Ficus gomelleira). O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada em uma reforma que se iniciou em 1997 e foi reinaugurado em 2006 pela empresa Paulo Octávio com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
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Sans titre