Fase de construção

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NOV.B.2 (29)

"Fotografia em cores em formato paisagem. Em destaque, vê-se o Congresso Nacional em construção e, aos arredores, o canteiro de obra com movimentação de veículos e trabalhadores (ângulo da elevação sudoeste). No primeiro plano, verifica-se o terreno limpo e nivelado que atualmente corresponde ao gramado frontal e ao espelho d'água. No segundo plano, está a base horizontal em concreto armado - o Edifício Principal - que abriga as cúpulas dos plenários. Na foto, a laje superior da plataforma, a rampa de acesso e a cúpula menor (Senado) já estão concretadas e desenformadas, enquanto a cúpula maior (Câmara dos Deputados) encontra-se com o sistema de andaimes montados, indicando que ainda está em processo de execução. Posterior ao Edifício Principal, estão os Anexos, torres gêmeas com 29 andares que acomodam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados, destacado somente pelo seu esqueleto estrutural em aço. Sua montagem ainda está em processo, fato evidenciado pela presença de um guindaste no topo de uma das torres e pela ausência das empenas laterais cegas (paredes laterais sem aberturas) e da cortina de vidro (componente construtivo de vedação destacado da estrutura que suporta o edifício, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, sem interrupção, por pelo menos dois pavimentos). Na lateral à esquerda do Congresso Nacional, percebe-se a movimentação de caminhões e operários. No último plano, há o horizonte ainda sem urbanização.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (30)

"Fotografia espelhada em cores em formato retrato. Na foto, se vê o canteiro de obras e o Congresso Nacional ainda em construção, visto da porção posterior (ângulo da elevação sudeste). No primeiro plano, tem-se o terreno escavado, limpo e nivelado e mais a frente percebe-se abertura no solo cheia de água - local que atualmente corresponde ao espelho d'água ao qual repousam as torres dos Anexos da Câmara dos Deputados e do Senado. No segundo plano, há construções simples, usuais em canteiros de obra, constituídas unicamente de apoios e cobertura (usadas possivelmente para proteger ferramentas e equipamentos), materiais de construção organizados em volumes, bem como caminhões e maquinários de maior escala, a exemplo do guindaste pinça visto à direita na foto. Ao centro, está o esqueleto estrutural de aço das torres dos Anexos. Sua montagem está em processo, fato evidenciado pela presença de andaimes montados, de maquinário no topo de uma das torres, pela ausência das empenas laterais cegas (paredes laterais sem aberturas), das lajes dos últimos andares e da cortina de vidro (componente construtivo de vedação destacado da estrutura que suporta o edifício, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, sem interrupção, por pelo menos dois pavimentos). O Edifício Principal, igualmente, está em execução, estando com o sistema de andaimes ainda montados em toda extensão da edificação e a presença de trabalhadores circulando no local. Além disso, a cúpula menor (Senado) encontra-se parcialmente encoberta presumivelmente pelo madeiramento das fôrmas de concreto, enquanto a cúpula maior (Câmara dos Deputados) está envolta por cimbramento (estrutura de suporte provisória, formada por um conjunto de peças que apoiam fôrmas horizontais e sustentam as cargas atuantes na edificação em execução) em seu perímetro. Ao fundo, percebe-se um dos prédios dos Ministérios incompleto, com a armação estrutural erigida, porém ainda sem vedação.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (31)

"Fotografia em cores em formato paisagem. No primeiro plano, em destaque, há trabalhadores deslocando-se na Rampa Solene do Congresso Nacional, sede do poder Legislativo, em direção à laje de cobertura do Edifício Principal, embasamento que abriga as duas cúpulas dos Plenários. Oscar Niemeyer (1907-2012), autor desse projeto, em seu livro ""A forma na Arquitetura"", pontua que Le Corbusier (1887-1965), um dos grandes nomes da Arquitetura Moderna, enaltece a concepção plástica dessa rampa destacando sua originalidade. Na foto, a rampa está concretada e desenformada, porém ainda sem o revestimento de piso previsto em projeto: placas de mármore bruto em dimensões variadas, assentadas com juntas desencontradas. Um dos pilares em concreto de seção circular, parte integrante da estrutura da rampa, locado na sua porção final mais elevada, está desenformado, entretanto, permanece com o escoramento montado. No seu entorno à esquerda, há um amontoado de terra e areia retidos por contenção de madeira e, à direita, há peças de madeira dispostas em pilhas, presumivelmente utilizadas majoritariamente como escoras e fôrmas para concreto armado, e se observa parcialmente um barracão de obra simples em madeira. No segundo plano, observa-se o Edifício Principal, com a laje de cobertura concretada e desenformada, porém com cimbramento (estrutura de suporte provisória, formada por um conjunto de peças que apoiam fôrmas horizontais e sustentam as cargas atuantes na edificação em execução) montado na porção lateral direita, área equivalente à projeção da Câmara dos Deputados. Nesse trecho, na plataforma superior (cobertura do edifício/embasamento das cúpulas), há a movimentação de trabalhadores e percebe-se que a execução da cúpula da Câmara dos Deputados está incipiente, visto que a montagem do molde para o concreto armado da estrutura não foi concluído e é possível aferir que a malha de aço da armação não está amarrada. Em terceiro plano, posterior ao Edifício Principal, pode-se identificar o edifício Anexo da Câmara dos Deputados, uma das torres gêmeas com 29 andares que acomodam os gabinetes da sede do Legislativo, evidenciado somente pelo seu esqueleto estrutural em aço em processo de construção. No momento do registro fotográfico, sua montagem estava no estágio inicial, estando com os pavimentos parcialmente erigidos, uma passarela provisória em balanço conectando ambos edifícios e maquinário (grua) no topo de uma das torres.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (32)

"Fotografia em cores em formato retrato. Em primeiro plano, ressalta-se dois trabalhadores negros trajando camisa e calças claras, portando chapéu e sapato social. Um deles encontra-se sentado na pavimentadora de asfalto Barber-Greene modelo 879-A (datado de 1958) direcionando seu deslocamento, enquanto o outro operário aloca o material para dentro do maquinário por meio de uma pá. Destaca-se do resto da via que futuramente será o Eixo Monumental, o trecho, posterior ao maquinário, já recém-pavimentado. Nota-se sutilmente uma linha branca bem apagada, no nível do solo, que delimita o espaço percorrido pela pavimentadora. Ao fundo, ressalta-se a monumentalidade dos anexos administrativos, verticalizados de 92 metros, a partir do sétimo pavimento, está em curso mais acentuadamente o processo de cimbramento, o qual consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Os andares inferiores, estão com os pilares de concreto mais bem definidos. À frente, está um estrutura provisória sem vedação seguida de um provável depósito de aspecto longilíneo e telha inclinada, que possivelmente serviam para acúmulo de materiais. Posteriormente aos anexos, está a laje correspondente a base do Congresso Nacional também em processo de cimbramento, sob essa estrutura notabiliza-se a cúpula do Senado já com revestimento quase finalizado, diferencia-se da cúpula invertida da Câmara por ser de menor proporção e estar virada para baixo. É possível visualizar, uma construção temporária de madeira próximo a um poste de iluminação. No nível do solo próximo a base do Congresso Nacional, há uma grande lona com recursos da obra acima, um caminhão transitando pelas proximidades, adjunto, situa-se mais um pequeno depósito de madeira de cobertura inclinada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.20 (19)

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de um edifício não identificável em fase de construção. É possível visualizar uma viga baldrame (elemento estrutural) na parte inferior da fotografia com algumas esperas metálicas à esquerda. O edifício é de alvenaria, está em fase de chapisco (gesso grosso nas paredes externas), possui algumas aberturas que foram realizadas e posteriormente preenchidas na porção central das paredes e na parte superior há aberturas retangulares. Na cobertura, à esquerda, é possível visualizar uma figura humana e à direita, atrás do edifício, nota-se parte da copa de árvores do Cerrado, sendo que todas elas são da árvore popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.20 (19)

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de um edifício não identificável em fase de construção. É possível visualizar uma viga baldrame (elemento estrutural) na parte inferior da fotografia com algumas esperas metálicas à esquerda. O edifício é de alvenaria, está em fase de chapisco (gesso grosso nas paredes externas), possui algumas aberturas que foram realizadas e posteriormente preenchidas na porção central das paredes e na parte superior há aberturas retangulares. Na cobertura, à esquerda, é possível visualizar uma figura humana e à direita, atrás do edifício, nota-se parte da copa de árvores do Cerrado, sendo que todas elas são da árvore popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.20 (25)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da Escola Industrial de Taguatinga em fase de construção. Em primeiro plano, concretagem de parte do piso com carrinho de mão e diversos materiais de obra espalhados sobre o mesmo. Em segundo plano, o edifício longilíneo e horizontal de alvenaria, com alguns troncos de madeira (à direita) adjacentes às suas fachadas, acabamento de reboco aplicado na parede (após a alvenaria e antes da massa e do revestimento final), colunas em sua fachada à esquerda sobre o alpendre (pequeno telhado saliente acima de uma porta, de uma janela, para abrigar do sol, da chuva ou para servir de ornato; telheiro) e telhado de uma água com inclinação mínima. Ao fundo, nos cantos esquerdo e direito da fotografia, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
Fotografia semelhante ao item NOV-D-4-4-B-27’ (21) com alteração de coloração e espelhada.
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