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NOV.D.1 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-10
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no Centro Cultural Brasil na Bolívia, La Paz, em 1959. Em destaque, três figuras humanas masculinas com vestes formais (paletó e calça) estão observando a exposição de fotografias com diversos dimensionamentos das fotos de maquetes físicas do Palácio do Congresso Nacional, Palácio da Alvorada, o que aparenta ser o Setor Bancário Sul ou algum setor central de Brasília (à direita), além de fotografias da construção desses monumentos (ao centro e à esquerda). Todas as fotografias estão fixadas na parede que possui revestimento amadeirado. O piso do ambiente é aparentemente de ardósia e no canto inferior esquerdo há um pequeno móvel sobre o mesmo.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Untitled

NOV.D.1 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-49
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Em destaque, sete figuras humanas, sendo quatro masculinas e três femininas com vestes formais (paletó, calça e gravata; vestido midi, acessórios, luvas e chapéus brancos). Os dois homens à esquerda seguram a edição da Revista Brasília (percebe-se pela capa que o homem da direita segura a edição nº 15 do ano 2 de 1958). Ao fundo, fotografia da maquete física do Palácio do Congresso Nacional, mais figuras humanas, esquadrias metálicas e entre os homens à direita, aparenta ser a maquete física pressupõe-se ser o Setor Bancário Sul ou algum outro setor central de Brasília sobre um expositor de chão de madeira.
É possível observar a mesma figura humana masculina de terno preto à direita desta fotografia (com o rosto levemente para à direita) nos itens NOV-D-4-4-D-1 (47) e NOV-D-4-4-D-1 (48).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA BRASÍLIA:
Periódico criado pela Novacap – Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil, publicado entre janeiro de 1957 e maio de 1963, mensalmente.

O objetivo da revista era documentar a construção da nova capital, como um boletim informativo, para abastecer a opinião pública nacional e internacional sobre o andamento das obras.
Com uma tiragem de aproximadamente 6.000 exemplares, a revista era gratuita e destinada aos assinantes, que em sua maioria eram bibliotecas, universidades e colégios. Uma remessa de 1.000 cópias era encaminhada para o exterior, principalmente às embaixadas.

A sede da Revista de Brasília sempre foi na capital federal, ou seja, até meados de 1959 era na cidade do Rio de Janeiro e entre 1959 até sua extinção foi a cidade de Brasília enquanto que todas as edições da revista foram impressas na editora Bloch, localizada na cidade carioca.

Hoje, a documentação da NOVACAP, inclusive as 44 edições da Revista Brasília, integra um dos Fundos Públicos do Arquivo Público do Distrito Federal – ArPDF.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.D.1 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-8
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. Em destaque, cinco figuras humanas masculinas com vestes formais (paletó, calça e gravata) estão posando para a foto, sendo que três estão usando óculos de grau e o que está ao centro segura um cigarro em sua mão esquerda. As duas figuras masculinas à esquerda estão olhando a Revista Módulo nº 8 (julho de 1957 - edição especial: “Brasília a nova capital”). Na parte inferior da fotografia, uma mesa com tampo de vidro tem montes de papéis e o que aparenta ser um cinzeiro de vidro sobre o mesmo. Ao fundo, atrás das figuras masculinas, uma fotografia da maquete física do que pressupõe-se ser o Setor Bancário Sul ou algum outro setor central de Brasília sobre uma parede branca.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA MÓDULO:
A Revista Módulo foi criada em 1955 pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), sendo o editor do mesmo e tendo como tema principal a arquitetura, mas também temas sobre artes, urbanismo, design e cultura de forma geral. Em 1965 a Revista Módulo acabou por ser proibida pela ditadura militar do Brasil que iniciou-se em 1964 e voltou a circular em 1975, acabando definitivamente em 1986.
Revista Módulo nº 8 (julho de 1957 - edição especial) “Brasília a nova capital”. Diretores responsáveis: Oscar Niemeyer e Marcos Jaimovich. Conselho de redação composto por Vinicius de Moraes. “Edição especial: Brasília, a nova capital do Brasil. Tiragem de 11.000 exemplares, texto em português e alemão, e uma separata em francês e inglês. Esta edição foi realizada com a colaboração da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil e da Divisão Cultural do Itamarati, representada por seus diretores, conselheiro Meira Penna e primeiro secretário Wladimir Murtinho.”
"

Untitled