Estrada Parque Guará (EPGU)

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NOV.B.18 (94)

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas brancas. Registro térreo sobre o viaduto da via Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051) que passa sobre a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção capital (1956-1958). No registro, em primeiro plano, parte da infraestrutura da ponte: o guarda corpo; meio-fio; escoamento de águas pluviais; blocos de concreto que estruturam parte da infraestrutura do viaduto; a via já asfaltada; resquícios de materiais (pedaços de madeira e tábuas). Abaixo da ponte, a EPIA se estende verticalmente sentido ao final oeste do Eixo Monumental, seguindo para o “Balão do Colorado” que interliga as vias Estrada Parque do Contorno (EPCT ou DF-001) responsável por contornar a Bacia Hidrográfica do Paranoá e “inicialmente, seria um demarcador da sua área de proteção - o “cinturão verde” de Brasília.”, e a Estrada Parque Armazenagem e Abastecimento (EPAA ou DF-010) que interliga “liga a N-1 do Eixo Monumental (na altura do Palácio do Buriti) ao Setor de Abastecimento e Armazenagem Norte (SAAN) (Cavalcanti, 2012). Identifica-se um processo de asfaltamento avançado devido ao fluxo de veículos nos dois sentidos da via, porém, com alguns locais em solo terroso alterado e porções de terra, ainda evidenciando o ambiente de obra recente (nos canteiros laterais e no central). No canteiro central, é possível identificar algumas vias vicinais que cortam diagonalmente o canteiro presente entre os dois sentidos da EPIA. À direita, às margens da EPIA, quatro transeuntes transitam no sentido oposto ao fluxo da direita, onde, três estão caminhando lado a lado e um quarto caminha mais a frente. Acima, uma via vicinal corta transversalmente a vegetação à direita das rodovias. As margens do Eixo Monumental, há a presença de parte da vegetação campestre do Cerrado, incerto se é naturalmente campestre ou outra forma de vegetação que teve vegetação removida pela ação humana e ao fundo nota-se uma faixa de vegetação com maior adensamento de árvores, sendo a mata de galeria que acompanha o Córrego Bananal.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (95)

Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas brancas. Registro térreo da Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) em processo de pavimentação, com a ponte do trevo de interligação da Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051) no plano central da fotografia, e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção capital (1956-1958). A ponte se encontra em processo de construção, aparentando estar em processo de asfaltamento, havendo a presença (sobre a ponte) de: uma caminhonete com caçamba; três tratores de terraplenagem; sete operários dispersos pela infraestrutura da ponte. Na parte inferior da ponte identificam-se seis operários, sendo: dois à direita do maquinário (provavelmente destinado à pavimentação da EPAR) na sombra da estrutura; três agachados próximos do maquinário; um à esquerda do maquinário, caminhando no sentido do registro. Ainda abaixo da ponte, alguns tonéis metálicos aglomerados perto dos pilares e outros caídos próximos ao talude de sustentação da estrutura. A frente da ponte, duas cancelas bloqueando o tráfego no sentido ao “Balão do Aeroporto”, responsável por conectar as vias Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) e a Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025), evidenciando o processo de obra no local. No chão, no quadrante inferior esquerdo, resquícios de materiais (pedras, areia e terra), e marcações de passagem de maquinário. Ao fundo, após a ponte, à direita, montantes de materiais utilizados na obra. À esquerda, nos canteiros centrais e laterais da via, identificam-se tonéis espalhados sobre o solo terroso. Mais ao fundo encontram-se: parte da vegetação de mata ciliar do córrego Riacho Fundo; a continuidade da extensão da via EPAR, até sua conexão com o “Balão do Aeroporto”. No plano de fundo do registro, na linha do horizonte há a presença da vasta vegetação de Cerrado, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

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