Esplanada dos Ministérios (Brasília, DF)

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NOV.B.2 (183)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista aérea do complexo Praça dos Três Poderes-Esplanada dos Ministérios. Em primeiro plano, vegetação Cerrado rala, com rebrotas sobre terra batida que indicam desmatamento, e em segundo plano, terreno em terra batida fruto de terraplanagem, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, ainda incompleto e com erosões levemente acentuadas nas laterais, correspondente a futura Esplanada dos Ministérios. Nota-se a presença apenas do Marco Zero, símbolo da construção de Brasília, que consiste em um relevo de altitude baixa e bastante acidentado. No canto direito, localiza-se uma rampa improvisada com dois Escrêiperes transitando por fora da localidade principal. Essas máquinas servem para auxiliar no processo de formação do terrapleno, ao lado, e para carregamento de terra. No espaço correlacionado à Praça dos Três Poderes nota-se à esquerda apenas os dois pilares emblemáticos do Palácio do Planalto, com suas formas que se assemelham às velas de barco. Adjacente encontra-se ainda não concluído Eixo Monumental, possui somente um trecho manchado, infere-se ser brita. Alguns automóveis perambulam pelo local. Na praça central, destaca-se um espaço vazio, característica marcante da arquitetura moderna. Na ponta do centro, situa-se a base característica do Concreto Nacional sem sua largura projetada completa, é possível visualizar a rampa formando-se com materiais de construção circundando a localidade. No canto direito, predomina apenas depósitos de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Nas laterais observa-se vegetação do Cerrado com média densidade de árvores e ao fundo a mesma se estende pelo horizonte, porém com outras fitofisionomias, que se distribuem na forma de mosaico. Ao fundo, encontra-se o Cerrado do campo rupestre. Ao redor, está um Cerrado nativo do tipo savânico.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (181)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica da Esplanada dos Ministérios, em primeiro plano, destaca-se a praça central, com a presença de duas edificações temporárias de aspecto longitudinais, compostas de madeira, que parecem estar sendo desfeitas, tais edifícios poderiam ter a função de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. É possível visualizar mais desses depósitos permeados entre os Ministérios. No trecho inicial, nota-se uma construção simples com duas aberturas e um telhado inclinado que presume-se que seja um banheiro seguido de uma rastro de terra que possivelmente serve para tampar o sistema de encanamento, nota-se uma cancela isolada, que provavelmente fazia parte de um grande cercado. Em segundo plano, localiza-se o Eixo Monumental, em fase inicial de construção, sem pavimentação. Trabalhadores e caminhonetes percorrem essa ampla via. Em terceiro plano, situa-se os edifícios administrativos, no sentido leste, encadeados apresentando apenas sua malha estrutural, composto de vigas e pilares metálicos e empenas cegas, sem revestimentos de concreto. Ao fundo das construções, observa-se vegetação do Cerrado.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (180)

"Fotografia em cores, formato retrato. Vista do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) praticamente finalizado. Em primeiro plano, terra batida com materiais de construção sobre o mesmo. Em destaque, vista frontal de uma das sete colunas presentes nas fachadas leste e oeste do Palácio do Supremo Tribunal Federal. Mais ao fundo, à esquerda há um caminhão, alguns postes de madeira e no edifício, vários homens trabalham na obra. A volumetria central do edifício está quase finalizada, com as esquadrias e alguns vidros das janelas e um andaime. No horizonte, dois edifícios em construção que aparentam ser dois dos ministérios na Esplanada dos Ministérios.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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NOV.B.2 (18)

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da Praça dos Três Poderes, o Congresso Nacional ainda está com estrutura inacabada e sem tintura original completa. Os dois anexos grandes destinados aos escritórios administrativos (de volumes verticalizados de 92 metros) apresentam-se com apenas metade dos edifícios com tintura e a outra está repleta de andaimes. A Câmara está quase no estágio final de acabamento e o Senado está ainda sem revestimento externo concluído. À direita, o Palácio do Planalto sem a cobertura finalizada e, à esquerda, o Supremo Tribunal Federal está com sua estrutura fundante incompleta. Ambos os momentos do Legislativo e Judiciário estão rodeados por galpões e depósitos que provavelmente acumulavam os materiais de construção utilizados nas obras. À frente, do triângulo equilátero formador do solo da Praça dos Três Poderes, há os Ministérios enfileirados estão com a acabamento incompleta. É possível visualizar a elevação da ponte que futuramente contribuirá com a formação da Via de Ligação Se/Ne. Ademais, abaixo, da Praça dos Três Poderes, destaca-se o Eixo Monumental prolongando abaixo e cruza-se com as vias SCES Trecho 2, SCES Trecho 3 e a N1 Leste. Ambas as vias estão sem pavimentação . À direita, da Esplanada dos Ministérios, com diversas habitações populares está a Vila Planalto. É possível visualizar que o bioma natural da região está em estágio avançado de desmatamento, resta apenas algumas manchas de Cerrado espalhadas pelo território em questão.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (179)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Localiza-se a área da praça central da Esplanada dos Ministérios com o terreno ainda em terra de chão batido, com edifícios administrativos encadeados apenas com sua malha estrutural aparente, compostos de vigas e pilares metálicos, as empenas cegas ainda estão em fase inicial de construção. Estão as construções temporárias de aspecto longitudinais, compostas de madeiras, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Uma cerca simples circunda as edificações em geral. Mais a frente, localiza-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios administrativos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, virado à cima, e o Senado de menor proporção virado para baixo. Ambas as obras estão sem revestimento completo ainda em processo de construção, as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza.

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NOV.B.2 (177)

Fotografia aérea, em preto em branco. Em primeiro plano, encontra-se o Eixo Monumental sem pavimentação, adjacente à via, nota-se um fragmento de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Em segundo plano, encontra-se o terreno, fruto de processo de terraplanagem (técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo), correspondente à Esplanada dos Ministérios. No sentido leste-oeste, estão os edifícios administrativos apenas com sua malha estrutural aparente, compostos de vigas e pilares metálicos, alguns desses materiais são transportados por guindastes-pinças. Ao centro, está a praça central que constitui-se quase completamente de um espaço vazio, característica marcante da arquitetura moderna. No entanto, destoam-se apenas as construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, no trecho inicial e mais distante da Esplanada. No lado direito, deste complexo, as edificações estão iniciando a construção de suas empenas, é possível visualizar a presença de andaimes nos quatros prédios iniciais. Ao fundo, situa-se a vegetação nativa de Cerrado que se estende pela linha do horizonte.

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NOV.B.2 (175)

Fotografia aérea, em preto em branco. Vista aérea, da região central do Plano Piloto. Ressalta-se os edifícios ministeriais , no sentido leste-oeste, quase finalizados, encadeados com edifícios administrativos correspondente aos Ministérios composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto. Na ponta inferior, é possível visualizar as cúpulas de emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo sem tintura), as quais possuem um traço delicado. Ainda situam-se galpões (à frente do Congresso Nacional e ao lado do Eixo que provavelmente acumulam materiais de construção. À frente está a estrutura marcante da Rodoviária. O Eixo Monumental alonga-se pelo amplo terreno de Brasília. Adjacente a essa via, está em processo de construção o futuro Banco do Brasil. O edifício do Hospital de Base, encontra-se do outro lado, destoa-se em meio ao Cerrado Nativo ocupando as superquadras ainda não construídas. Lateralmente, localiza-se a Superquadra 104 Sul com diversos prédios e edificações administrativas compondo a região. Nas laterais e ao fundo da imagem, observam-se fragmentos de vegetação do Cerrado, com estradas de terra batida que indicam algum nível de intervenção humana.

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NOV.B.2 (174)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista da Esplanada dos Ministérios e de parte do Palácio do Congresso Nacional a partir da marquise, cobertura que protege e circunda as fachadas, do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, à direita da fotografia, duas das sete colunas presentes nas fachadas leste e oeste do STF. Em segundo plano, terra batida com materiais de construção e trabalhadores atuando na obra da Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Três Poderes. À esquerda, um dos ministérios e, mais à frente, o grande monte de terra que será parte da pista de veículos do Eixo Monumental em Brasília ao lado da cúpula da Câmara dos Deputados do Palácio do Congresso Nacional, finalizada. Mais à direita, na lateral da fotografia entre as colunas do Palácio do Supremo Tribunal Federal, as torres do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção, porém, já com as esquadrias que irão abrigar os vidros das janelas.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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NOV.B.2 (173)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em destaque, percorrendo o complexo que engloba a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, está pavimentado o Eixo Monumental. À esquerda, ressalta-se a estrutura aparente do edifícios ministeriais composta de vigas e pilares metálicos, com andaimes, galpões estão espaçados de madeira que provavelmente de acúmulos de materiais de construção. Localiza-se um fragmento de Cerrado (fitofisionomia não identificável) acumulada no canto esquerdo. Acúmulos de materiais ao longo da via. Ao fundo, localiza-se depósitos que possivelmente podem servir de refeitórios ou habitações. Nota-se a presença de um caminhão transitando e um trabalhador deslocado ao centro. À direita da via , situa-se a praça central da Esplanada dos Ministérios, no final do Congresso Nacional com seus monumentais edifícios administrativos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. As cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Ao fundo das construções, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (171)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em destaque, ressalta-se terra batida planificado, fruto de processo de desmatamento, que corresponde, atualmente, à praça central da Esplanada dos Ministérios. É possível visualizar os pequenos arbustos esparsos pelo terreno, além disso, localizam-se pedregulhos acumulados no canto esquerdo, próximos a uma via urbana sem pavimentação com poste localizado ao final do trajeto, é possível visualizar apenas uma parte do caminhão transitando. No sentido leste, encontram-se os edifícios administrativos encadeados com sua composição de estrutura metálica ainda sem a concretagem nas vedações e sem a cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos). Nota-se que algumas edificações, as duas últimas, não possuem nem a parte lateral externa iniciada ou completamente finalizada e detém menos ligações em sua estrutura metálica. Adjacente, estão várias habitações temporárias provavelmente para acumular materiais de construção, em destaque, nota-se um recurso da obra concentrado. Notabilizam-se automóveis transitando pela região, algumas caminhonetes detém trabalhadores na garupa. Ao fundo, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios administrativos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. No canto direito, situa-se, o Supremo Tribunal Federal, pouco visível, destaca-se o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. Ao fundo, observa-se vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte.

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