Esculturas e Marcos

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NOV.B.3 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-015
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1958
  • Parte deSin título

Fotografia colorida no formato paisagem. Em primeiro plano, observa-se vegetação típica de cerrado aparentemente desmatada devido a presença de estradas de terra batida. Ainda no mesmo plano, há árvores da espécie popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea). Ao centro da imagem, está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro e, ao redor e ao fundo, é possível visualizar a paisagem original de mata seca que se mantém em meio a estradas de terra batida. É possivel ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona, que serviria como cobertura, no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. Fotografia de Mário Fontenelle.

Sin título

NOV.B.3 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-041
  • Unidad documental simple
  • 1956
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Em foco, trabalhadores constroem uma estrutura de arquibancada ao redor da base do cruzeiro, no local conhecido atualmente como Praça do Cruzeiro, possivelmente para a primeira visita do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976) à Brasília, em outubro de 1956. Entre os trabalhadores é possível reconhecer o vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959). Ao fundo é possível ver a vegetação típica de Cerrado, com predominância de arbustos e poucas árvores de maior porte.

Sin título

NOV.B.3 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-1
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1958
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco, em formato paisagem capturando a preparação para a primeira missa em Brasília. A celebração ocorreu na atual Praça do Cruzeiro, durante a fase inicial da construção da cidade. Na imagem, cinco trabalhadores se dedicam à construção de algo que sugere um altar de igreja. O evento, datado de 3 de maio de 1957, é memorável como a ocasião da primeira missa em Brasília. Ao fundo, destaca-se a vegetação característica de uma área de mata seca. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original.

Sin título

NOV.B.3 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-10
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem, capturada na Estaca Zero de Brasília, estrategicamente posicionada sobre um monte de terra, simbolizando a ampla movimentação de solo empreendida para a construção da plataforma da Rodoviária. Essa se revelou como um marco essencial para o desenvolvimento de projetos significativos durante a fase conceitual de Brasília. No ponto focal da imagem, encontra-se um grupo de trabalhadores que desempenharam papel fundamental na construção da cidade. O grupo é composto por nove homens brancos, dois homens pretos e uma criança, todos trajando vestimentas sociais e posando para a fotografia. A paisagem ao fundo da imagem é caracterizada por uma extensão de terra batida. Da esquerda para a direita, eles são: 1. Não identificado - auxiliar de encarregado da CCBE (Companhia construtora brasileira de estradas), empresa paulista de estradas; 2. Mário Farina - químico da empresa Rodotécnica Ltda; 3. Atahualpa Schimitz da silva prego - Engenheiro encarregado da construção do aeroporto de Brasília; 4. Menino - Porfírio; 5. Moacyr Gomes e Souza - Diretor de viação de obras da Novacap - DVO. Inaugurada a capital, tornou-se conselheiro do tribunal de contas do DF; 6. Dimas - encarregado geral da CCBE; 7. Presidente Juscelino Kubitschek; 8. Vasco Viana - Engenheiro; 9. Israel Pinheiro - Presidente da Novacap; 10. Thomaz - Capitão aviador. Pilota o helicóptero da FAB a serviço da NOVACAP; 11. Vicente de paulo Lopes - Engenheiro; 12. Francisco, conhecido como "Chicão" - Subcarregado da CCBE (Companhia construtora brasileira de estradas), empresa paulista de estradas. Atualmente, a Estaca Zero encontra-se na rodoviária central, precisamente na pista dentro do túnel sob a Rodoviária Central, popularmente denominado "Buraco do Tatu", em referência a um animal típico da fauna do Cerrado. O projeto foi concretizado com base no marco geodésico Vértice nº 8, estabelecido pelo IBGE no ponto mais elevado da cidade, próximo ao Cruzeiro, sendo utilizado como referência por Joffre Mozart Parada para o posicionamento preciso da Estaca Zero. Lucio Costa propôs a construção da Esplanada dos Ministérios em um terrapleno, demandando a escultura do terreno devido ao declive. Nesse processo, a Estaca Zero foi suspensa por um pequeno morro, preservando o nível do terreno original deixado pelas máquinas. Brasília, originada a partir do Vértice nº 8 do Cruzeiro, irradiou-se a partir da Estaca Zero, representando um ponto central na sua fundação.

Sin título

NOV.B.3 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-11
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1958
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem. Área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro. Ao horizonte é vista uma cruz, feita em madeira de aroeira torneada, denominada de "O Cruzeiro". É possível visualizar também duas estruturas de madeira, semelhantes a um cavalete, utilizadas para erguer uma lona, que serviria como cobertura, durante a primeira missa de Brasília realizada em 1957. Ao redor do marco, observa-se vegetação típica de mata seca, com sinais de desmatamento devido a presença de via de passagem. Na área, prevalecem gramíneas e arbustos na paisagem, com algumas árvores esparsas de gomeira (Vochysia thyrsoidea), espécie típica dessa fitofisionomia.

Sin título

NOV.B.3 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-12
  • Unidad documental simple
  • 1958
  • Parte deSin título

Fotografia colorida. Em primeiro plano, ao centro, é possível ver uma estrutura de madeira semelhante à um cavalete, que possivelmente foi utilizada para se erguer uma lona, que serviria como cobertura, durante a realização da primeira missa de Brasília meses antes, no local conhecido atualmente como Praça do Cruzeiro. Em segundo plano, é visto uma vegetação remanescente de Cerrado, com presença de gramíneas, arbustos e árvores lenhosas de pequeno porte. A paisagem é cortada por uma estrada de terra batida no lado esquerdo da fotografia, a área aparenta ter sido queimada recentemente. Ao fundo, a vegetação arbórea se apresenta mais adensada. Fotografia de Mário Fontenelle.

Sin título

NOV.B.3 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-13
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1958
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem. Em destaque, há uma das estradas que seguia para o marco "o Cruzeiro", o ponto mais alto de Brasília e local de visitação dos pioneiros devido à sua vista panôramica. Ao fundo, é possível ver duas estruturas de madeira utilizadas para erguer uma lona, que serviria como cobertura, durante a celebração da primeira missa da cidade, em 1957. Atualmente o local é conhecido pelo nome de Praça do Cruzeiro. Em primeiro plano, observa-se área campestre de Cerrado (campo sujo) com arbustos e árvores esparsos, onde verifica-se que na lateral esquerda uma árvore de médio porte popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea). Em segundo plano, observa-se a mata seca e ao fundo vegetação do Cerrado que se estende pelo horizonte e céu ensolarado com nuvens.

Sin título

NOV.B.3 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-14
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1958
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida no formato paisagem. Em destaque, há uma das estradas que seguia para o marco ""o Cruzeiro"", o ponto mais alto de Brasília e local de visitação dos pioneiros devido à sua vista panôramica. Ao fundo é possível ver duas estruturas de madeira, utilizadas para erguer uma lona, que serviria como cobertura, durante a celebração da primeira missa da cidade, realizada em 1957. No horizonte, ao centro da fotografia, está a cruz que da nome ao local, feita em madeira de aroeira torneada. O espaço é rodeado por uma vegetação de cerrado, com predominância de espécies de gramíneas e arbustos, com poucas árvores espaçadas entre si. Atualmente o local é conhecido como Praça do Cruzeiro. Fotografia de Mário Fontenelle.
"

Sin título

NOV.B.3 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-16
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1958
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem. Ao lado direito da foto é possível ver o início da construção da "Via S1" do Eixo Monumental. Ao lado esquerdo, está o local que atualmente é a Praça do Cruzeiro. Destaque para a alteração da vegetação típica de Cerrado, em razão da construção das rodovias, enquanto ao fundo a paisagem original de mata seca se mantém. Na lateral direita há diversos indivíduos da árvore popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea) de floração amarela.

Sin título

NOV.B.3 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-17
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1958
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem. Ao centro da imagem está a área que atualmente é a Praça do Cruzeiro. Em segundo plano, é possível visualizar vegetação de Cerrado composta de tapete graminoso com árvores esparsas, entre elas a gomeira (Vochysia thyrsoidea), enquanto ao fundo a paisagem original de mata seca se mantém. Por toda a imagem é perceptível a ação humana, demonstrado pela presença de estradas de terra batida e marcas de veículos em meio às gramíneas. É possivel ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona que serviria como cobertura no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 3 de maio de 1957. Destaque para o canto inferior direito da imagem, onde é possível ver o marco geodésico "Vértice n°8", há alguns metros à direita do cruzeiro, sinalizado por uma bandeira hasteada. O marco se configura como um ponto referencial de coordenadas geográficas que integra a malha do Sistema Geodésico Brasileiro, instalado pelo IBGE da década de 1950. Fotografia de Mário Fontenelle.

Sin título

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