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NOV.B.10 (86)

Fotografia preto e branco em formato retrato registra o posteamento do Eixo Rodoviário de Brasília. Em primeiro plano, observa-se na parte inferior, a curva popularmente conhecida como "tesourinha", que dá acesso aos comércios e residências das superquadras. Ainda no mesmo plano, observa-se na parte superior e no meio os canteiros com solo exposto, com árvores esparsas e ao fundo vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) ao fundo, atrás da cerca. Em segundo plano, há o Eixo Rodoviário ainda em estrada de terra, com piquetes de demarcação e postes em ambas as laterais da via. Além disso, observa-se um andaime na lateral da via, com um cabo que entra em um dos postes e se estende até o andaime, com cerca de três homens próximos, e outro homem mais á esquerda, na contenção do viaduto. Ao fundo, observa-se uma caminhonete com um homem na porta e outro na caçamba. Em terceiro plano, canteiro com solo exposto e árvores plantadas com fim paisagístico, e blocos residenciais das superquadras (SQ) ao fundo, e horizonte com muitas nuvens. No andaime, há placa com os seguintes dizeres: "EMPRESA BRASILEIRA DE ENGENHARIA S.A.; EBE; S.A.; ELÉTRICA; HIDRÁULICA; MONTAGENS". A Empresa Brasileira de Engenharia (EBE) foi uma empreiteira com grande papel na constituição das estruturas da capital, como a rede elétrica, a limpeza pública, o ajardinamento, e a construção do Congresso Nacional, Edifícios ministeriais, o Palácio do Planalto entre 1958 e 1966 (BR.ArPDF.NOV.C.1.4). A empresa se instalou no Planalto Central em 1957 e, três anos depois, conforme o cronograma previsto, já havia feito toda a instalação elétrica dos palácios, hospitais, blocos residenciais, ruas, praças, avenidas, aeroporto e embaixadas. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.10 (85)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a iluminação do Eixo Rodoviário no período noturno. Em primeiro plano, observa-se o Eixo Rodoviário Sul, com postes iluminando ambas as laterais da via. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (86).

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NOV.B.10 (84)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a Asa Sul no período noturno, em algum ponto das quadras 105/205, 106/206, 107/207 e 108/208. Em primeiro plano, observa-se o Eixo Rodoviário Sul, com postes iluminando ambas as laterais da via. Em segundo plano, há a Superquadra Residencial Sul (SQS), com edifícios residenciais com algumas janelas iluminadas. Devido a data da fotografia, provavelmente ela foi tirada na altura das quadras 105, 106, 306, 107, 108, 208 e 308, que já estavam em prontas ou em construção na época da inauguração (OLIVEIRA, 2006, p. 347). Apesar disso, nem todos os prédios e obras de calçamento e ajardinamento dessas quadras estava concluída. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 103). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (85), B10 (86).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.10 (70)

Fotografia em preto e branco em formato paisagem registra a Esplanada dos Ministérios iluminada no período noturno. Em primeiro plano, terra batida e no canto direito direito na calçada. Em segundo plano, o Eixo Monumental já asfaltado com um automóvel trafegando. Ainda no mesmo plano, ao fundo, postes acesos á direita, e cerca de três prédios ministeriais enfileirados, todos iluminados. A Esplanada dos Ministérios, situada na região central de Brasília, é o espaço que abriga os prédios - sede dos três poderes e outros prédios como os ministérios e a catedral. A região se situa na região leste do Eixo Monumental, e de acordo com o projeto de Lúcio Costa, seria o local onde mais se desenvolve a escala monumental de Brasília (BRAGA, 1997, p. 6). A área é caracterizada por extremas áreas livres em que os edifícios ministeriais se dispõem enfileirados nas laterais, sendo margeados pelo eixo monumental e um extenso canteiro de gramado ao centro que se estende até o Congresso Nacional e ao fundo a Praça dos Três Poderes, no extremo leste da avenida (BRAGA, 1997, p. 7). Os prédios dos ministérios se apresentam na forma de paralelepípedos de base retangular (BRAGA, 1997, p. 7) e o gramado da Esplanada dos Ministérios é palco de manifestações populares de cunho cívico, cultural, religioso, esportivo e político, atividades para as quais se vocaciona (SEGETH, 2014, p. 6). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (84), B10 (85), B10 (86).

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NOV.B.10 (69)

Fotografia em preto e branco em formato paisagem registra a Esplanada dos Ministérios iluminada no período noturno. Na parte central da fotografia observa-se uma fileira de postes iluminando a avenida, e nas laterais os prédios ministeriais da direita ainda na fundação e da esquerda já prontos e iluminados. Ainda no mesmo plano, ao fundo observa-se os prédios do congresso nacional, e na frente dos predios ministeriais da direita há iluminação que possivelmente é da catedral em construção. Com exceção da parte central, todo o resto da fotografia apresenta fundo preto. É importante destacar que essa fotografia foi tirada no dia posterior à inauguração de Brasília. A Esplanada dos Ministérios, situada na região central de Brasília, é o espaço que abriga os prédios - sede dos três poderes e outros prédios como os ministérios e a catedral. A região se situa na região leste do Eixo Monumental, e de acordo com o projeto de Lúcio Costa, seria o local onde mais se desenvolve a escala monumental de Brasília (BRAGA, 1997, p. 6). A área é caracterizada por extremas áreas livres em que os edifícios ministeriais se dispõem enfileirados nas laterais, sendo margeados pelo eixo monumental e um extenso canteiro de gramado ao centro que se estende até o Congresso Nacional e ao fundo a Praça dos Três Poderes, no extremo leste da avenida (BRAGA, 1997, p. 7). Os prédios dos ministérios se apresentam na forma de paralelepípedos de base retangular (BRAGA, 1997, p. 7) e o gramado da Esplanada dos Ministérios é palco de manifestações populares de cunho cívico, cultural, religioso, esportivo e político, atividades para as quais se vocaciona (SEGETH, 2014, p. 6). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85), B10 (86).

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NOV.B.10 (66)

"Fotografia em preto e branco em formato paisagem registra maquinário realizando terraplanagem do Rio Paranoá, para a construção da Barragem do Paranoá. Em primeiro plano observa-se revolvimento de terra por trator de esteira da empresa estadunidense Caterpillar (modelo CAT A7), com a finalidade de desviar a trajetória do Rio Paranoá para o vertedouro da barragem. Em segundo plano, observa-se vegetação florestal típica do Cerrado que ocorre próximo a cursos d'água (mata de galeria ou mata ciliar). Em terceiro plano, observa-se o horizonte nublado. Fotógrafo: Mário Fontenelle. Imagens complementares podem ser encontradas no grupo/maço A.1 (Paisagens) itens A.1(25), (37), (69) e (76) e no grupo/maço B10 (Energia) itens B.10 (33), B.10 (35), B.10 (38), B.10 (39), B.10 (61), B.10 (65), B.10 (67), B.10 (68), B.10 (89), B.10 (109), B.10 (111), B.10 (116).
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

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NOV.B.10 (102)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a Usina-Piloto Saia Velha. Em primeiro plano, observa-se à esquerda uma mata de galeria margeando um curso d'água, com troncos de árvores dispostos paralelamente ao riacho, para passagem de pessoas. Ao lado do curso d'água, observa-se mureta de concreto que contém parte do terreno nivelado e ao lado, a usina hidrelétrica. Em segundo plano, estrutura provisória de madeira na encosta de um morro, com vegetação campestre do Cerrado (provavelmente campo sujo) que na lateral direita possui um duto advindo da usina que segue em direção ao morro. Um pouco acima da encosta do morro, observa-se dois postes de transmissão de energia elétrica. Em terceiro plano, horizonte ensolarado com poucas nuvens. Ver os itens B10 (43), B10 (49), B10 (51), B10 (57) e B10 (58). A Usina - Piloto Saia Velha teve sua construção iniciada em 1957 e foi inaugurada em 1958, para que a energia gerada pudesse abastecer oficinas, residências e escritórios da NOVACAP, além do aeroporto (FONSECA, 2001, p. 191). Após décadas de reinvindicação e abandono, dando lugar a pichações e vandalismo, a usina localizada na Cidade Ocidental, município de Goiás, foi finalmente tombada como Patrimônio Artístico e Cultural do estado de Goiás em 2020 (GOIÁS, 2020). Atualmente se encontra em uma área particular, com a ideia de ser transformada em um museu histórico .

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