Embaixada dos Estados Unidos

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NOV.B.3 (28)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-28
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato retrato. Em primeiro plano, marco comemorativo da visita do presidente dos Estados Unidos, Dwight Eisenhower (1890 - 1969) a Brasília no dia 23/02/1960, sobre grama aparentemente plantada. A placa a traz os seguintes dizeres: ""Marco comemorativo da visita GENERAL DWIGHT EISENHOWER Presidente da República dos Estados Unidos da América a BRASÍLIA sendo Presidente dos Estados Unidos do Brasil JUSCELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA nesta ocasião os dois presidentes reafirmaram a unidade espiritual da américa e a resolução de defender a democracia e combater o sub-desenvolvimento no continente. 23 de fevereiro de 1960.""
O marco é uma placa de mármore na cor branca com letras pretas em baixo relevo, afixada sobre gramado. A placa foi feita por iniciativa da Novacap. Suas dimensões têm 50 cm de altura e 90 cm de largura. Está localizado no Setor de Embaixadas Sul, quadra 801- Asa Sul. É possível observar que o fotógrafo fez um enquadramento da imagem possibilitando o foco na placa, mas também evidenciando o terreno e a pista atrás. O marco foi disposto no terreno escolhido para a construção da embaixada dos Estados Unidos. A visita do presidente norte-americano ao Brasil ocorreu em um momento em que os Estados Unidos buscava um melhor relacionamento com a América Latina. Para o governo brasileiro, principalmente para o presidente Juscelino Kubitschek (1902 – 1976), a visita foi importante para demonstrar o apoio da nação norte americana a construção da Nova Capital. Ao fundo, vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
"

Untitled

NOV.B.3 (29)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-29
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato paisagem. A imagem possui um enquadramento mais restrito, destacando a placa que celebra a entrega do terreno da embaixada dos Estados Unidos. A placa traz as seguintes informações: “O Presidente da República JUSCELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA com a presença do senhor secretário de Estado dos ESTADOS UNIDOS DA AMERICA DO NORTE JOHN FOSTER DULLES procedeu à entrega dêste terreno, escolhido pelo govêrno da nação amiga, dentre aquêles doados aos diversos países. Para nêles serem levantadas as sédes de suas embaixadas. BRASÍLIA, 8 de agosto de 1958.” Ao fundo, observa-se uma área desfocada, aparentemente um gramado.
Vale ressaltar que os terrenos das embaixadas foram doados pelo governo brasileiro. Estados Unidos foi o primeiro a estabelecer uma embaixada em Brasília, sendo o local escolhido por John Foster Dulles (1888 – 1959), o então Secretário de Estado norte-americano da época.
"

Untitled

NOV.B.21 (32)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-32
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem demonstra uma placa identificadora da região de um lote destinado à Embaixada dos Estados Unidos da América (EUA/USA), retirada em 08/1958. Representante digital contém riscos e pontos esverdeados. Na placa contém as inscrições: Embaixadas Lote Nº 3 130,00 x 250,00 U.S.A D.T.U. Os primeiros visitantes a conhecer os lotes disponíveis na Nova Capital foram os estadunidenses, incluindo a visita do ex-Presidente Eisenhower (1890-1969). O lote é o único com área equivalente de 50.000m², enquanto os demais receberam um único lote de 25.000m². As instalações provisórias foram concluídas em 04 de abril de 1961, mas a totalidade da construção só foi terminada em 1976. Após a transferência da Capital (anteriormente localizada no Rio de Janeiro), foi necessário também transferir o corpo diplomático para Brasília, assim viabilizando lotes localizados na Avenida das Nações, Setor de Embaixadas Sul, W3 Norte, Setor de Rádio e TV Norte, Asa Sul e Asa Norte. Mesmo após anos de inauguração de Brasília, a transferência dessas representações estrangeiras não foi feita de imediato, devido à resistência de alguns consulados, mas em 1973 foi concluída. Sobre o atraso da mudança das embaixadas para a nova capital, Mendes (1995, p.93) explicita um trecho inflamado retirado do Correio Braziliense de 15 de maio de 1969, redigido pelo jornalista Ari Cunha: “Isto, entretanto, é o resultado de muita preguiça entre muitos diplomatas, nacionais e estrangeiros. Se o governo for com ‘diplomacia’, não muda nunca. E a vergonha será sempre nossa. Três governos já marcaram a data da mudança do Itamaraty para Brasília. As Embaixadas já receberam, oficialmente, três comunicações diferentes, e nenhuma foi cumprida até agora. Este é o último desafio, porque depois restará apenas a desmoralização nossa diante dos governos estrangeiros, que nunca mais acreditarão em mudança, e estarão rindo dos papeis que fizeram investimentos monstruosos construindo Embaixadas numa cidade que o Itamaraty rejeita por princípio”. A primeira embaixada a concluir suas construções em Brasília foi a da Sérvia e Montenegro (antiga Iugoslávia) e a primeira nação a erguer a sua Chancelaria foi a dos Estados Unidos da América. As embaixadas, de modo geral, apresentam uma grande lista de edifícios e autores, o que explica a extensa variedade de soluções arquitetônicas adotadas – embora prevaleça a expressão brutalista –, sendo possível distinguir também traços típicos do país de origem. Apesar disso, parte das embaixadas precedem a intenção de retratar a modernidade – tanto de seu próprio país como a presente em Brasília e que, segundo Santos (2005, p. 157) “em algumas delas, no entanto, o objetivo é dar destaque à arquitetura tradicional e, finalmente, há aquelas em que ambas as alternativas foram harmonizadas ou convivem – bem ou mal – lado a lado”. Tais características não apenas ampliaram o interesse cultural nessas edificações, mas a tornaram significativas coleções de obras de arte, incorporando o patrimônio da cidade. Ao fundo está uma vegetação campestre do Cerrado (campo limpo) e atrás há um aumento na densidade de árvores, indicando ser alguma fitofisionomia savânica ou florestal. No canto direito, nota-se que a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com fitofisionomias diversas distribuídas em forma de mosaico.

Untitled

NOV.B.21 (34)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-34
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato retrato demonstra uma placa identificadora da região de um lote destinado à Embaixada dos Estados Unidos da América (EUA/USA). Na placa contém as inscrições: NOVACAP D.I Estados Unidos da América do Norte Lote Nº 3. Os primeiros visitantes a conhecer os lotes disponíveis na Nova Capital foram os estadunidenses, incluindo a visita do ex-Presidente Eisenhower (1890-1969). O lote é o único com área equivalente de 50.000m², enquanto os demais receberam um único lote de 25.000m². As instalações provisórias foram concluídas em 04 de abril de 1961, mas a totalidade da construção só foi terminada em 1976. Após a transferência da Capital (anteriormente localizada no Rio de Janeiro), foi necessário também transferir o corpo diplomático para Brasília, assim viabilizando lotes localizados na Avenida das Nações, Setor de Embaixadas Sul, W3 Norte, Setor de Rádio e TV Norte, Asa Sul e Asa Norte. Mesmo após anos de inauguração de Brasília, a transferência dessas representações estrangeiras não foi feita de imediato, devido à resistência de alguns consulados, mas em 1973 foi concluída. Sobre o atraso da mudança das embaixadas para a nova capital, Mendes (1995, p.93) explicita um trecho inflamado retirado do Correio Braziliense de 15 de maio de 1969, redigido pelo jornalista Ari Cunha: “Isto, entretanto, é o resultado de muita preguiça entre muitos diplomatas, nacionais e estrangeiros. Se o governo for com ‘diplomacia’, não muda nunca. E a vergonha será sempre nossa. Três governos já marcaram a data da mudança do Itamaraty para Brasília. As Embaixadas já receberam, oficialmente, três comunicações diferentes, e nenhuma foi cumprida até agora. Este é o último desafio, porque depois restará apenas a desmoralização nossa diante dos governos estrangeiros, que nunca mais acreditarão em mudança, e estarão rindo dos papeis que fizeram investimentos monstruosos construindo Embaixadas numa cidade que o Itamaraty rejeita por princípio”. A primeira embaixada a concluir suas construções em Brasília foi a da Sérvia e Montenegro (antiga Iugoslávia) e a primeira nação a erguer a sua Chancelaria foi a dos Estados Unidos da América. As embaixadas, de modo geral, apresentam uma grande lista de edifícios e autores, o que explica a extensa variedade de soluções arquitetônicas adotadas – embora prevaleça a expressão brutalista –, sendo possível distinguir também traços típicos do país de origem. Apesar disso, parte das embaixadas precedem a intenção de retratar a modernidade – tanto de seu próprio país como a presente em Brasília e que, segundo Santos (2005, p. 157) “em algumas delas, no entanto, o objetivo é dar destaque à arquitetura tradicional e, finalmente, há aquelas em que ambas as alternativas foram harmonizadas ou convivem – bem ou mal – lado a lado”. Tais características não apenas ampliaram o interesse cultural nessas edificações, mas a tornaram significativas coleções de obras de arte, incorporando o patrimônio da cidade. Ao redor da placa nota-se terra batida, indicando remoção recente da vegetação e ao fundo, observa-se vegetação florestal do Cerrado (cerradão). Ao lado de estacas de madeira está uma pequena placa com a inscrição: RNB 113 COTA 1039086. Sobre o tronco retorcido de uma árvore à esquerda da placa central está outra pequena placa cravada.

Untitled