Eixo Rodoviário de Brasília

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Eixo Rodoviário de Brasília

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  • UF Eixão
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NOV.B.2 (94)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-94
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Imagem aérea da Praça dos Três Poderes e dos monumentos componentes da praça. A imagem enquadra o Palácio do Congresso, o Palácio do Planalto, o Museu Histórico de Brasília, o Palácio do Supremo Tribunal Federal e o terreno delimitado para a praça.

No primeiro terço da imagem, da metade inferior, estão passando as vias N1 e S1 do Eixo Monumental, uma de cada lado do Palácio do Congresso Nacional; ainda nessa região é possível ver a rampa que leva ao Salão Negro.

Entre o primeiro e segundo terço da imagem, encontra-se o Palácio do Congresso, este edifício situado no vértice superior do triângulo do complexo da Praça dos Três Poderes; é composto pelos edifício principal e dois anexos destinados aos escritórios administrativos; as cúpulas do edifício principal possuem um traço delicado que contrastam com as colunas simétricas, as mesmas correspondem à Câmara dos Deputados (cúpula virada para cima) e o Senado Federal (cúpula virada para baixo); as torres que formam vértices de 92 metros de altura, podem ser vistas desde a Torre de TV e orientam as perspectiva dos visitantes até a Esplanada dos Ministérios.

No segundo terço da imagem está o Palácio do Planalto, sua arquitetura tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. Destaca-se a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado,sem ornamentos, que remetem à forma velas de barco. Tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão a caixa de vidro que compõem o Palácio do Planalto. À frente, evidencia-se a rampa de acesso ao salão nobre, que se eleva lentamente do solo, abaixo, há o espelho d’água que circunda frontalmente e lateralmente do prédio, conferindo beleza à fachada do Palácio Presidencial e auxiliando a manter a segurança do prédio e a controlar a umidade do ar. O Parlatório situado à direita da entrada principal, é o local onde o Presidente e convidados podem se dirigir ao povo concretado na praça. Um pouco mais abaixo do Palácio do Planalto está situado o Museu Histórico de Brasília, de concreto armado e mármore branco, sustentado por um par de vigas que formam um bloco de 35 metros de comprimento e 5 metros de largura, apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao vão com inscrições nas paredes; em seu interior estão paredes em mármore exibem 16 painéis, que contam a história da mudança da capital; este foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960. Ao centro do segundo terço está o centro da Praça dos Três Poderes, onde há um grande espaço vazio característica marcante da concepção praça cívica, composto de pedra portuguesa

Centralizado no terceiro terço da imagem o Palácio do Supremo Tribunal Federal com suas colunas harmoniosas em duas fachadas (faces leste e oeste) com formato que remete a velas de barco; a caixa de vidro compõe o centro do edifício, dando a sensação de suspensão; a forma simples com elementos marcantes torna o edifício em um espaço convidativo e contemplativo, além de edificações ícones da região; a simplicidade da volumetria também incorpora os aspectos modernistas, característicos da assinatura do arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer, responsável pelo projeto dos palácios da Praça dos Três Poderes.

Ao fundo da imagem está a parte do Lago Paranoá e mais à direita estão o Brasília Palace Hotel e o Palácio da Alvorada.
"

Untitled

NOV.B.2 (96)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-96
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Imagem aérea da Praça dos Três Poderes e dos monumentos componentes da praça. A imagem enquadra o Palácio do Planalto, o Museu Histórico de Brasília, o Palácio do Supremo Tribunal Federal e o terreno delimitado para a praça, tendo o Lago Paranoá ao fundo.

Centralizado no primeiro terço da imagem está o jardim e espelho d’água do Palácio do Congresso Nacional; passando pelas laterais do jardim estão as vias N1 e S1 do Eixo Monumental.
Entre o primeiro e o segundo terço da imagem é possível ver o Palácio do Planalto, sua arquitetura tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. Destaca-se a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado,sem ornamentos, que remetem à forma velas de barco. Tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão a caixa de vidro que compõem o Palácio do Planalto. À frente, evidencia-se a rampa de acesso ao salão nobre, que se eleva lentamente do solo, abaixo, há o espelho d’água que circunda frontalmente e lateralmente do prédio, conferindo beleza à fachada do Palácio Presidencial e auxiliando a manter a segurança do prédio e a controlar a umidade do ar. O Parlatório situado à direita da entrada principal, é o local onde o Presidente e convidados podem se dirigir ao povo concretado na praça. Um pouco mais abaixo do Palácio do Planalto está situado o Museu Histórico de Brasília, de concreto armado e mármore branco, sustentado por um par de vigas que formam um bloco de 35 metros de comprimento e 5 metros de largura, apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao vão com inscrições nas paredes; em seu interior estão paredes em mármore exibem 16 painéis, que contam a história da mudança da capital; este foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960. Centralizado no segundo terço da imagem está o centro da Praça dos Três Poderes, onde há um grande espaço vazio característica marcante da concepção praça cívica, composto de pedra portuguesa

No terceiro terço da imagem está o Palácio do Supremo Tribunal Federal com suas colunas harmoniosas em duas fachadas (faces leste e oeste) com formato que remete a velas de barco; a caixa de vidro compõe o centro do edifício, dando a sensação de suspensão; a forma simples com elementos marcantes torna o edifício em um espaço convidativo e contemplativo, além de edificações ícones da região; a simplicidade da volumetria também incorpora os aspectos modernistas, característicos da assinatura do arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer, responsável pelo projeto dos palácios da Praça dos Três Poderes.

Na base da imagem estão presentes os galpões e depósitos que provavelmente armazenavam os materiais de construção utilizados nas obras.
"

Untitled

NOV.B.2 (98)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-98
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista aérea dos monumentos componentes da Praça dos Três Poderes e parte da esplanada dos ministérios. A imagem enquadra o Palácio do Supremo Tribunal Federal, cinco dos edifícios ministeriais, o Palácio do Congresso Nacional, o Museu da Cidade de Brasília e grande parte do terreno delimitado para a praça.

Untitled

NOV.B.2 (99)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-99
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista área da formação do terreno que corresponde a área do Congresso Nacional. Em destaque está o Eixo Monumental, com um automóvel transitando seu percurso, que cruza-se com uma via que circunda a parte superior da sede do Legislativo, ambas as vias estão sem pavimentação. É notável o grande nível de desmatamento entre os solos está bastante avançado presente nas divisórias.

Untitled

NOV.B.07 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-35
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato retrato, mostra vista aérea do Setor de Diversões Sul (SDS) e Setor Bancário Sul (SBS), em construção. No primeiro plano, no canto inferior direito, vê-se instalações de suporte para construção no lote que atualmente abriga o Hotel Nacional, cujas obras se iniciaram em 1960. No segundo plano, no centro da imagem, tratores e veículos de carga trabalham na terraplanagem e preparação para asfaltamento das vias, das quais se destacam o Eixo Rodoviário e, perpendicular a ele, no nível inferior, a via S2. No terceiro plano, destaca-se a construção do edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimentos, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. Posterior ao SBS, é possível identificar área de Cerrado e trecho do Lago Paranoá. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício.

Untitled

NOV.B.10 (46)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-46
  • Item
  • 1955 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, em formato paisagem, registra vista noturna do Eixo Rodoviário do Plano Piloto de Brasília. A imagem, feita com longa exposição, registra as luzes de veículos que se movimentam pela via e a iluminação dos postes. Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85), B10 (86). O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122).

Untitled

NOV.B.10 (84)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-84
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a Asa Sul no período noturno, em algum ponto das quadras 105/205, 106/206, 107/207 e 108/208. Em primeiro plano, observa-se o Eixo Rodoviário Sul, com postes iluminando ambas as laterais da via. Em segundo plano, há a Superquadra Residencial Sul (SQS), com edifícios residenciais com algumas janelas iluminadas. Devido a data da fotografia, provavelmente ela foi tirada na altura das quadras 105, 106, 306, 107, 108, 208 e 308, que já estavam em prontas ou em construção na época da inauguração (OLIVEIRA, 2006, p. 347). Apesar disso, nem todos os prédios e obras de calçamento e ajardinamento dessas quadras estava concluída. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 103). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (85), B10 (86).

Untitled

NOV.B.10 (85)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-85
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a iluminação do Eixo Rodoviário no período noturno. Em primeiro plano, observa-se o Eixo Rodoviário Sul, com postes iluminando ambas as laterais da via. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (86).

Untitled

NOV.B.10 (86)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-86
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato retrato registra o posteamento do Eixo Rodoviário de Brasília. Em primeiro plano, observa-se na parte inferior, a curva popularmente conhecida como "tesourinha", que dá acesso aos comércios e residências das superquadras. Ainda no mesmo plano, observa-se na parte superior e no meio os canteiros com solo exposto, com árvores esparsas e ao fundo vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) ao fundo, atrás da cerca. Em segundo plano, há o Eixo Rodoviário ainda em estrada de terra, com piquetes de demarcação e postes em ambas as laterais da via. Além disso, observa-se um andaime na lateral da via, com um cabo que entra em um dos postes e se estende até o andaime, com cerca de três homens próximos, e outro homem mais á esquerda, na contenção do viaduto. Ao fundo, observa-se uma caminhonete com um homem na porta e outro na caçamba. Em terceiro plano, canteiro com solo exposto e árvores plantadas com fim paisagístico, e blocos residenciais das superquadras (SQ) ao fundo, e horizonte com muitas nuvens. No andaime, há placa com os seguintes dizeres: "EMPRESA BRASILEIRA DE ENGENHARIA S.A.; EBE; S.A.; ELÉTRICA; HIDRÁULICA; MONTAGENS". A Empresa Brasileira de Engenharia (EBE) foi uma empreiteira com grande papel na constituição das estruturas da capital, como a rede elétrica, a limpeza pública, o ajardinamento, e a construção do Congresso Nacional, Edifícios ministeriais, o Palácio do Planalto entre 1958 e 1966 (BR.ArPDF.NOV.C.1.4). A empresa se instalou no Planalto Central em 1957 e, três anos depois, conforme o cronograma previsto, já havia feito toda a instalação elétrica dos palácios, hospitais, blocos residenciais, ruas, praças, avenidas, aeroporto e embaixadas. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85).

Untitled

NOV.B.18 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-1
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital com riscos e manchas amareladas. Registro à margem do Eixo Rodoviário (popularmente conhecido como eixão) transitado por automóveis e em plano de fundo visualiza-se as superquadras durante os primeiros anos da construção de Brasília entre 1956 e 1960. A disposição dos conjuntos residenciais e a trama viária se deram no plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital através do eixo rodoviário, este que, segundo a edição “Arquitetura e Engenharia” da Revista Brasília (Pinheiro, 1960, p. 9), “foi arqueado, de acordo com a topografia local, e veio a formar o tronco da circulação, livre de Cruzamento graças ao recurso dos trevos e passagens de nível, que conduz às superquadras residenciais, estabelecidas em ambos os lados seus” que, conforme relatou Lucio Costa em uma das edições da Revista Brasília de 1957, “o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento” (Pinheiro, 1957, p. 10). A construção das pistas do Eixo Rodoviário e suas pistas marginais (que recebem a alcunha de eixão - pista central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da pista central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio). Localizam-se na via: um veículo de modelo Chevrolet Biscayne cor bege, trafegando em primeiro plano; um caminhão verde e mais dois automóveis transitam em lados opostos da avenida (o da esquerda, é, provavelmente, um Rural Willys; e o da direita, possivelmente, um Ford F100 1951 “Vampirinha”); ao fundo do registro, veículos dispersos não identificaveis locomovem-se pelo eixo rodoviário; adjacentes à via, postes de iluminação. No quadrante inferior esquerdo, o canteiro lateral em terra seca contendo pedras e pedaços de madeira, caracterizando o processo de obra recente. Entre os canteiros centrais das vias, o solo ainda em terra, com poucas árvores. No quadrante central do registro, adjacentes ao eixo rodoviário, notam-se três conjuntos residenciais das superquadras, apresentando níveis diferentes do processo construtivo: o primeiro ao centro do registro, em plano posterior ao eixão, caracteriza-se ainda em processo de obra devido a presença de andaimes nas fachadas; aspecto de fachadas vazadas e empenas cegas (fachada sem aberturas, janelas ou portas) ainda em concreto aparente; além de esqueletos estruturais ainda evidentes. Ao fundo, outros dois conjuntos implantados em lados opostos do Eixo Rodoviário já apresentam detalhamentos mais específicos, aparentando estarem finalizados ou em processo de finalização devido a falta de andaimes, com destaque das esquadrias colocadas e pinturas nas fachadas. Os conjuntos residenciais, conforme descritos por Lucio Costa compõem a Escala Residencial, sendo esta constituída de “superquadras, quadriláteros medindo 240 x 240 ms., rodeada por uma área arborizada de 20 m de largura e localizadas de cada lado do eixo monumental Norte-Sul” (Castro, 1960, p.73). Do lado direito do registro, duas vias paralelas em declive, ladeadas por areas de terra batida e ao fundo à direita adensamento de árvores - de pequeno e médio porte - caracterizam uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com árvores esparsas entre os eixos, próximos às construções, tornando-se mais densa conforme se distancia da via, à direita da imagem.

Untitled

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