Eixo Monumental

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NOV.B.2 (37)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-37
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem. Em primeiro plano está o acampamento de obras do Palácio do Congresso, com estruturas de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores da construção do Palácio do Congresso, além de materiais de construção, beirando a obra, como estacas de madeiras e cabos de ferro. Ainda em primeiro plano, mais à esquerda da imagem está o Palácio do Congresso, monumento sede do poder Legislativo, e o seu esqueleto estrutural construído, com as vigas e lajes em concreto aparente. Em terceiro plano está o caminho de terra delimitando o local definido para a construção do espelho d’água do Palácio do Congresso, logo atrás está a Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu (1689-1755) (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.23); com o Museu Histórico de Brasília (Museu da Cidade) em sua forma final, na lateral direita da imagem, atrás de uma camionete em movimento; na lateral esquerda da imagem, ao fundo está o Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, em estado intermediário de construção, com a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51) de sua fachada finalizadas, e a estrutura interna em concreto armado em andamento, ainda em fase de cimbramento (processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de estrutura metálica); as mesmas sustentam a laje de cobertura, que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá; rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento. Inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); e o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70), com a estrutura finalizada, mas sem acabamento; entre a rampa e o parlatório está a placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial; na lateral esquerda da rampa está a placa da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) identificando a obra do Palácio do Planalto.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (371)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-371
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista aérea da Praça dos Três Poderes, ainda em terra batida, com sua disposição espacial em forma de triângulo, o qual detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, cada vértice estará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo), Supremo Tribunal Federal (Judiciário) e Palácio do Planalto (Executivo). O solo apresenta-se bastante degradado e modificado urbanisticamente. No primeiro terço, situa-se um terreno bastante degradado em trecho inicial, ao meio, destaca-se uma grande via, perpassando o terreno, a qual enverga-se de tal forma que assemelha-se a uma ponta de um vértice de triângulo. Na parte externa, localiza-se o Palácio do Planalto com a cobertura sem revestimento completo, com a rampa externa e Parlatório em processo de construção. Circundando o monumento, encontram depósitos de aspecto longitudinal, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Ao lado localiza-se o Eixo Monumental, ainda não pavimentado, o qual estende-se por todo o terreno. Acima da sede do Executivo, nota-se fragmentos de Cerrado nativo (fitofisionomia não identificável), em que se observa média densidade de árvores. No segundo terço, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios administrativos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias em processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza as torres. Circundando a sede do Legislativo estão mais depósitos temporários. No terceiro terço, destaca-se o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, é possível visualizar somente (no lado esquerdo), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, em acaba localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. Próximo ao monumento, localiza uma outra grande via, perpassando o terreno, a qual enverga-se assumindo uma forma pontiaguda. No trecho inicial ocorre um cruzamento dessas vias. Em geral, é possível notar que o terreno apresenta bastante erosão e está bastante danificado.

Untitled

NOV.B.2 (389)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-389
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Visão panorâmica do canteiro de obras correspondente a praça central do Congresso Nacional. Em destaque, encontra-se um pilar de metal de larga espessura, atravessado por duas vigas metálicas de proporções consideráveis. Nota-se a presença de duas tábuas de madeira acopladas sob a viga vertical, no trecho final, tais tábuas estabelecem uma ligação com a viga disposta horizontalmente. Logo abaixo, verifica-se na superfície as pontas de esperas, que servem de complementação de futuras estruturas ou que aguardam para sequente execução, essas são escoradas por estrutura de madeira. Mais a frente, encontram-se mais escoras reunidas em círculo. No nível do solo, ao centro, há uma grande armadura de concreto armado, a qual está seccionada em três partes que estendem-se até a extremidade direita. Predomina na forma as esperas. No lado direito, ressalta-se o piso arenoso concentrado mais esperas que circundam o local. Escorado em uma elevação de terra, está atravessando elas está uma tábua de madeiras reunidas. À esquerda, pousa-se um poste de iluminação de madeira de três apoios e com a cúpula da lâmpada visível, próximo a um conjunto de vergalhões de aço enfileirados que servem de componentes para armadura de concreto. Adjacente ao talude, que detém duas concentrações de areia clara. À frente, em um espaço mais limitado, localiza-se bastante entulho. No patamar acima, um amontoado de areia clara e com tábuas espaçadas. Sobressai duas barras de aço, provavelmente suspensas para que o material não pegue contato com a umidade do solo. Posteriormente, outra edificação menor com revestimento completo, segue-se circunvizinho uma cerca irregular que estende-se pelo terreno, destacando-se: o automóvel transitando, no trecho inicial; edificações humildes de pequena dimensão; um único pilar erigido do Palácio do Planalto, sustentado por estrutura provisória de madeira agrupados; postes de madeira espaçados do terreno; uma placa ilegível com um suposto alojamento ou depósito de madeira que detém porta; mais à frente, há uma torre treliçado de altura considerável, mais outras edificações estão ulteriormente. Ao fundo, alastra-se Cerrado Nativo do tipo rupestre.

Untitled

NOV.B.2 (393)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-393
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica da Praça dos Três Poderes, no lado esquerdo, em primeiro plano, situa-se uma via temporária com um Escrêiper vagando por ela, sua extensão chega até a sede do Legislativo. Postes de madeira, encadeados à direita, acompanham toda a via do trecho não pavimentado que desemboca adjunto a um amontoado de terra, próximos a essa localidade, estão dois automóveis transitando em direção a Praça dos Três Poderes. Ao centro, situam-se os depósitos de aspecto longitudinal, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Mais ao fundo, localizam-se as duas rampas externas do Congresso Nacional, uma delas oferece acesso à base da sede do Legislativo, é possível notar no canto direito extremo, o processo cimbramento, adjacente, a um solo bastante acidentado. A outra oferece acesso às cúpulas emblemáticas da Câmara dos Deputados, de maior dimensão, sem revestimento e com andaime rente a parede externa. É possível visualizar ainda, os trabalhadores manipulando os recursos da obra na cobertura e, abaixo, mais operários preparando materiais da obra. Já o Senado está em estágio de acabamento encontra-se com a forma original. Mais atrás, ressalta-se os monumentais edifícios administrativos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. A parte inferior de ambas as grandes edificações está sendo iniciado seu revestimento. Destoa-se no lado esquerdo, a presença da plataforma de proteção, que possui a função de evitar a queda de pessoas, ferramentas e materiais. Tal estruturação aparece, externamente, a cada sete pavimentos. Nos pavimentos iniciais, verifica-se a construção da vedação das empenas. Adjacente ao Congresso Nacional, pousa o Eixo Monumental, sem pavimentação concluída, esse trecho alonga-se por todo o terreno. O Palácio do Planalto, sobressai, com a predominância de diversas escoras em toda a sua malha estrutural e também nas colunas-curvas emblemáticas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que remetem à forma de velas de barco. Atrás do Congresso Nacional, cercado de estruturas provisórias que bloqueiam a visão do Museu da Cidade e seu formato característico das vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura. O Supremo Tribunal Federal, é possível observar apenas uma fachada da série de colunas-curvas encadeadas, contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. Próximo no sentido sul, está um grande descampado de terra de chão batido. Circundando o terreno correspondente, está o Cerrado nativo (fitofisionomia não identificável), que se estende pela linha do horizonte.

Untitled

NOV.B.2 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-4
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista frontal da formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. O desenho elaborado da forma do triângulo, detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, à superior), Supremo Tribunal Federal (Judiciário, à esquerda) e Palácio do Planalto (Executivo, à direita). No momento, há apenas construções simples longitudinais, provavelmente para o alojamento e repouso dos trabalhadores operantes da obra. Inserido no vértice superior do triângulo equilátero, encontra-se o retângulo que se expande, à frente, em largura e irá compor a região que abarca os diversos Ministérios, que mudam ocasionalmente com a alteração de governos e a Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida de Brasília (ainda em período de construção).

Untitled

NOV.B.2 (404)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-404
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em primeiro plano, está uma concentração de terra batida mais escura, situa-se nessa localidade um trabalhador trajando camisa xadrez, calça clara e um chapéu segurando uma longa corda que liga-se a estrutura sem vedação e com a presença de andaimes do Congresso Nacional. À esquerda, verifica-se apenas a parte de cima do corpo de quatro obreiros em pé usando seus habituais chapéus, nota-se um saca jogada ao chão. À direita, do amontoado de terra batida escura, há a abertura para o local que localiza-se um depósito de madeira e o resto dos materiais de construção, um trabalhador com calça escura, camisa branca de manga comprida e chapéu encontra-se no trecho inicial. No canto ensolarado, ao lado, de várias tábuas de madeira está uma placa branca com o escrito em caixa alta de “Comp.Construtora Nacional S.A”. Na extrema direita, um pedreiro aparece sutilmente, agachado, movendo um grande monte de terra, outro membro da obra está as mãos na cintura de boné, camisa branca e calça escura, encontra-se olhando para frente, em um nível abaixo, em um buraco com um cabo de longa extensão inserido, é visível a cabeça de um colega de profissão dentro da cavidade. Tomados pela sombra causada pela sede do Legislativo, ainda sem o revestimento completo, encontra-se uma edificação simples, à esquerda, de madeira sem vedação. Ao lado, está um trator com dois operários em pé na caçamba. Ao centro, pousa-se um depósito de aspecto longitudinal, que provavelmente servia de acúmulo de materiais, no trecho inicial e mais distante da Esplanada. No canto direito, é possível visualizar parcialmente a silhueta de três conversando. No lado esquerdo, estão com a caixa ensolarados. Mais ao fundo, há o Museu da Cidade é sustentado por um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao vão com inscrições nas paredes. Em seu interior, paredes em mármore exibem 16 painéis, que contam a história da mudança da capital desde o processo de interiorização do mesmo em 1789 para o Planalto Central em 1960. Mais à direita, o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. Ao fundo, Cerrado nativo que se estende pela linha do horizonte.

Untitled

NOV.B.2 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-43
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato retrato. Em primeiro plano está o acampamento de obras do Palácio do Congresso, com alguns acampamentos da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). Localizado no canteiro de obras do congresso, servindo de suporte para os trabalhadores da obra (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105). Em segundo plano, mais à esquerda da imagem está o Palácio do Congresso, monumento sede do poder Legislativo, com o esqueleto estrutural do prédio construído, em fase de cimbramento (processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de estrutura metálica), com as vigas e lajes em concreto aparente; cercado de algumas pilhas de materiais usados na obra do Congresso Nacional. Em terceiro plano está o Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, em estado intermediário de construção, com a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51) de sua fachada finalizados e a estrutura interna em concreto armado em andamento, com a malha de ferro de suporte de cimbramento; as mesmas sustentam a laje de cobertura, que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá; rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento. Inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); e o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70), com a estrutura finalizada, mas sem acabamento; entre a rampa e o parlatório está a placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial; na lateral esquerda da rampa está a placa da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) identificando a obra do Palácio do Planalto.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO:
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

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NOV.B.2 (449)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-449
  • Item
  • 11/07/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato retrato. Em primeiro plano aparece parte do Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, onde destaca-se o pilar que viria a formar a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51), com suportes de madeira, do processo de cimbramento, processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de (madeira ou estrutura metálica), servindo de apoio para a construção do pilar de concreto; é possível também ver outros suportes se estendendo em todas as direções, para auxiliar na construção do corpo de janelas de vidro do palácio presidencial e da laje de cobertura, cobertura que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m², feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p. 51). Na base da estrutura em construção é possível ver uma pilha de estacas de madeira empilhadas, possivelmente restos de materiais usados na obra; mais à direita, estão algumas figuras masculinas, em sua maioria vestindo calça comprida, blusas de botão de mangas longas e chapéu; presume-se que sejam trabalhadores da obra. Em segundo plano na lateral direita da imagem está a rampa de acesso ao salão nobre sendo construída, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); e o parlatório em estado inicial de construção, situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. Nos itens NOV-D-4-4-B-2 (206), (210), (212), (216), (218), (227) é possível ver um protótipo do pilar do palácio, que foi feito de madeira e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo da parábola deixando o pilar mais estreito) (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

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NOV.B.2 (450)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-450
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, fotografia aérea. Imagem do Palácio do Planalto, visto de cima e já finalizado, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; com sua sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51); destacando-se na fachada principal está a rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70). Na lateral esquerda do palácio nota-se um estacionamento com vários carros estacionados. Na parte posterior e lateral direita do palácio estão algumas estruturas de agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores da construção que restaram após o final da obra. Logo a frente do palácio presidencial, passa a via N1 do Eixo Monumental, com alguns carros em movimento; à frente da via N1 aparece uma parte da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu (1689-1755) (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.23).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (451)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-451
  • Item
  • 20/04/1959
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"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em primeiro plano temos um terreno em terra batida, resultado de um processo de terraplanagem, onde seria construída a Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu; temos ainda várias figuras masculinas aparecendo nesse primeiro plano, em sua maioria vestindo calça comprida, blusas de botão de mangas longas e chapéu. Em segundo plano está o Palácio do Planalto em estado intermediário de construção, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; o prédio está com vários suportes de madeira, sendo parte da fase de cimbramento, um processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de (madeira ou estrutura metálica), estes suportes estão sustentando a construção das estruturas de concreto armado das lajes de cobertura e de piso, junto com os pilares da fachada; a laje de cobertura que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m², feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p. 51); achada principal caracteriza-se pela rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70). Entre a rampa e o parlatório está a placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial; na lateral esquerda da rampa está a placa da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) identificando a obra do Palácio do Planalto. Na extremidade esquerda do palácio é possível ver ainda o protótipo do pilar de sustentação da laje principal e da laje de cobertura (esse pilar foi feito de madeira e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo da parábola deixando o pilar mais estreito) (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106). À direita do palácio aparece uma caixa d’água temporária da obra com a placa com as letras “PFD”. identificando a construtora do Palácio do Planalto (Pacheco Fernandes Dantas), vários trabalhadores da época acreditavam ser “PFD” de Palácio Federal dos Despachos (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.46, p.47).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

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