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NOV.B.18 (72)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-72
  • Unidad documental simple
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista aérea do comércio residencial da W3 Sul, na altura da quadra 507/707 sul, onde se localizava o Banco Lowndes S.A. Atrás dos blocos de comércio onde se localiza o Banco Lowndes estão instalações de apoio aos trabalhadores do canteiro de obras. Ao lado direito dessas instalações está a Escola Parque da 308 Sul, uma das primeiras escolas construídas de Brasília e, logo atrás, está a Igrejinha com azulejos de Athos Bulcão (1918-2008), que são obras que compõem a superquadra modelo 308 Sul. Observam-se diversos carros, caminhonetes, caminhões, Jeep Willys, Rural Willys, Kombi, dentre outros veículos a circular pela via W3 e W2 Sul (via marginal, atrás dos comércios). Atrás dos comércios há espaços definidos para estacionamento, bem como faixas de calçamento. No primeiro bloco comercial, no quadrante inferior esquerdo, um homem se locomove na segunda abertura no térreo, da direita para a esquerda. Abaixo do primeiro bloco comercial, próximo da linha inferior da fotografia, está uma região descampada, em terra seca batida, provavelmente ainda em processo construtivo. Na parte inferior da imagem nota-se fragmento de vegetação de Cerrado com espaços desmatados, evidências da intervenção humana e entre as construções nota-se espaços com gramíneas e árvores esparsas.Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Autor da fotografia: Mario Fontenelle. Remissiva B7, B2
"

Sin título

NOV.B.18 (73)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-73
  • Unidad documental simple
  • 16/03/1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção do trevo do Eixo Rodoviário Sul, registrada em 16/03/1960, em Brasília-DF. Representante digital contém pequenas manchas brancas e riscos do lado direito da imagem. Vista do trevo de entrada da superquadra 107/108 Sul, no qual as vias já foram asfaltadas, porém ainda não receberam delimitações de via (como meio-fio). Na região de terra, no canteiro, estão dois trabalhadores de vestimentas claras, parecendo executar algum serviço. Na via acima, sobre o viaduto, estão dois homens carregando materiais de obra. Ao fundo, diversas instalações de apoio aos trabalhadores e blocos residenciais concluídos e em fase de montagem de estruturas (dado os andaimes e vazios nos andares), com árvores esparsas de medio porte entre elas. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto. Autor da fotografia: Mário Fontenelle.
"

Sin título

NOV.B.18 (74)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-74
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato retrato captura a construção dos viadutos de entrada de uma superquadra, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. O registro captura a construção dos viadutos da região do Eixo Rodoviário do Plano Piloto, dentre os quais dois estão concluídos e um, mais à frente, ainda está em fase de cimbramento, com escoras e fôrmas. Acima do viaduto inacabado, dois trabalhadores conversam entre si e vestem camisas de manga longa claras, o da esquerda está vestindo uma calça escura, enquanto o da direita veste calça clara, chapéu e segura uma espécie de enxada na mão direita. Há diversos materiais e um piso concretado inacabado, abaixo do primeiro viaduto. No quadrante superior esquerdo da imagem há um homem de camisa clara e boné caminhando em direção oposta ao viaduto inacabado e em um plano atrás, há uma edificação de madeira simples, com uma caixa d’água acima e uma placa com símbolo. Ao fundo, a vegetação de cerrado típico se estende. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.
"

Sin título

NOV.B.18 (77)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-77
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção do viaduto de entrada de uma superquadra, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Representante digital contém uma mancha preta logo acima da pista, próximo ao limite direito da imagem. A captura demonstra uma pista marginal e uma central do Eixo Rodoviário Sul do Plano Piloto, este que é formado por três vias (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central). No quadrante superior direito, ao lado da faixa direita de entrada à quadra, três homens caminham, sendo o primeiro - próximo à placa - vestido todo em preto; o do centro está vestido com uma camisa clara e calça escura, parece carregar algo ou é uma silhueta de uma pessoa logo atrás; por último, um homem de calça mais escura e camisa clara caminha em direção oposta. Ao fundo, próximo do limite superior da imagem, estão construções brancas com diversas aberturas, remetendo a alojamentos para os trabalhadores dos prédios da superquadra. Entre as vias, nota-se terra batida e na parte superior, duas árvores esparsas ao centro e á esquerda fragmento de vegetação do Cerrado (fitofisionomis não identificável), sendo possível distinguir apenas copas de árvores e arbustos. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na asa norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.
"

Sin título

NOV.B.18 (78)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-78
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção de edifícios, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Representante digital contém pontos esbranquiçados. No primeiro terço da imagem estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central). Na primeira faixa marginal (correspondente ao eixo W - eixinho oeste), transita um Rural Willys, na direção do limite inferior da imagem. No canteiro entre marginal e pista central do Eixo Rodoviário Sul, além da vegetação rasteira com árvores esparsas, estão três pedestres: um homem de calças claras e camisa escura próximo a uma árvore, um homem de vestes claras e chapéu sentado sobre um corrimão de concreto e, atrás deste, um homem de vestes pretas caminha sobre a marcação de calçada. Na pista marginal eixo L, próximo às construções está um veículo preto. Entre a pista marginal e as construções está uma faixa de vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Além disso, entre o Eixo Rodoviário e o Eixo L, há árvores do Cerrado esparsas de pequeno e médio porte. No centro da vegetação está uma construção em fase estrutural (possivelmente de um posto de gasolina entre quadras). Ao fundo, construções de edifícios correspondentes à superquadra 408, onde nota-se a construção de dois prédios sem pilotis (sem apoios de pilares que garantam vão livre no seu térreo), blocos estes que receberam a alcunha de prédio JK. Os primeiros sete prédios JK foram construídos pela NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), entre 1959 e 1961, na quadra 408 sul e foram projetados por Oscar Niemeyer (1907-2012).
"

Sin título

NOV.B.18 (79)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-79
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção de edifícios, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Representante digital contém pontos esbranquiçados e uma mancha no centro da porção superior. À direita as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central) estão movimentadas, principalmente a via Eixo W (eixinho oeste), próxima aos alojamentos, em que nela passam diversos carros e caminhões. No quadrante inferior esquerdo, no lote delimitado por tapumes contém pilhas de materiais, um grupo de trabalhadores dispersos, uma instalação pequena de apoio e um outdoor ao centro. À frente do lote, uma vala foi feita para instalação da tubulação de drenagem de águas. Nas laterais nota-se fragmentos de vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e entre o Eixo Rodoviário e os Eixos L e W, árvores esparsas de pequeno e médio porte, nativas do Cerrado. Ao fundo, no quadrante superior esquerdo, tem-se as edificações de uma superquadra (possivelmente a 102 sul), prontas. No plano de fundo, observa-se parte dos edifícios ministeriais localizados na Esplanada dos Ministérios e,atrás do conjunto de prédios à direita (202 sul), vê-se a extensão das duas torres do Congresso Nacional. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.
"

Sin título

NOV.B.18 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-8
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata o asfaltamento do Eixo Rodoviário do Plano Piloto, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. Centralizadas na fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível ver vegetação nativa do local de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte. No quadrante superior esquerdo, observam-se edifícios sendo construídos, possivelmente referentes a uma das superquadras modelo - 107, 108, 307, 308. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
"

Sin título

NOV.B.18 (81)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-81
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção dos trevos/tesourinhas de entrada de uma superquadra, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Representante digital contém pontos esbranquiçados. Vista aérea de parte das três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central) e das tesourinhas de entrada/saída de uma superquadra, onde vemos na pista marginal inferior dois grupos de homens na via: o primeiro grupo, com dois homens que caminham para fora de uma pista de entrada de quadra; o segundo grupo contém quatro homens que estão lado a lado, no canteiro das duas vias; seis homens estão dispersos na pista e canteiros. Entre as vias há apenas terra batida e na lateral esquerda árvores de méio porte esparsas, e fragmento de cerrado típico (cerrado sentido restrito) já bastante modificado pela ação humana na parte superior. Próximo ao limite direito da fotografia estão as duas passagens subterrâneas para pedestres que cortam as três vias do Eixo Rodoviário, para facilitar o fluxo de pessoas das quadras inferiores para as superiores e vice-versa. Lucio Costa (1902-1998) pensou na unidade de vizinhança como característica principal do tecido urbano, ampliando a liberdade de movimentação das pessoas por meio de passagens para pedestres que atravessavam a cidade em um nível inferior. Estas passagens estão presentes tanto nos edifícios do congresso, como nas transversais de quadras sendo lojas e comércios previstos para movimentar essas passagens. No Eixo Rodoviário Sul as passagens subterrâneas para pedestre se encontram ao sul das tesouras e no Eixo Norte, estão ao norte das tesouras das quadras. Atualmente as passagens são pouco utilizadas ou evitadas devido à insegurança que trazem ao transeunte, sendo passagens escuras e que mudaram em relação ao projeto original (não receberam lojas, mal iluminadas e ganharam escadas e esquinas para vencer a topografia, atrapalhando o fluxo livre) (Arnhold, 2018).

Sin título

NOV.B.18 (82)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-82
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura o Eixo Rodoviário Sul e construção ao redor, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista aérea do Eixo Rodoviário Sul da extremidade, onde se encontra o trevo de entrada à pista central do Eixo. Vê-se as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), sendo que entre o Eixo Rodoviário e os Eixos W e L, há árvores de médio porte esparsas. No quadrante superior esquerdo há prédios em construção nas regiões das superquadras 100. No quadrante inferior esquerdo está uma parte metálica do avião ou helicóptero do qual o fotógrafo capturou a imagem. Abaixo está uma alça da pista central (provavelmente um retorno) que passa por baixo da via de seis faixas. Ao centro da fotografia estão as vias que compõem o Eixo Rodoviário, sendo que em seu canteiro tem-se valas recém cavadas (devido à terra mais escura e revolvida acima), possivelmente destinadas a receber tubulação de drenagem da pista. No quadrante inferior direito tem-se o mesmo cenário que do lado esquerdo, mas na região superior já se encontram prédios das superquadras 400 sul. Nas laterais da fotografia é possível observar fragmentos de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.
"

Sin título

NOV.B.18 (85)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-85
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção de um viaduto do Eixo Rodoviário, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista diagonal da entrada do viaduto, possivelmente do trevo/tesourinha de entrada da superquadra. Ao redor de toda a estrutura em concreto, há terra solta que receberá gramado e asfaltamento. Vegetação do Cerrado típico (cerrado sentido amplo) na parte superior do terreno, ao fundo. À frente da vegetação, sobre o terreno de terra solta, manilhas estão distribuídas. Abaixo, engastado no aterro, tem uma tubulação de drenagem com três manilhas empilhadas. Há uma instalação simples tangente à estrada de terra, próximo ao limite direito do retrato. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.
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Sin título

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