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NOV.B.07 (1)

Fotografia em formato paisagem, colorida. A imagem retrara obras na Avenida W3 sul, na altura da atual quadra 507 sul. Destacam-se em perspectiva um conjunto de edfícios com fachadas já finalizadas. Paralelamente a esses, observam-se as vias da Avenida W3 sul asfaltadas e um canteiro central ainda em terra batida. Montes de terra com resíduos da construção cívil na via e andaimes na fachada lateral indicam as movimentações na área. O prédio de três pavimentos em primeiro plano abrigou posteriormente o Banco Lowndes s.a. de Brasília. Em arquitetura modernista o prédio possui no térreo uma marquise em concreto sob a frente das futuras lojas. A fachada é marcada por duas faixas de janelas em fita alternadas com duas faixas de pastilhas. "Nas primeiras duas décadas de inauguração da Capital, a W3 se afirmou como a grande artéria que suportava o maior fluxo de trânsito da cidade, pois, nela se estabeleceu o maior pólo comercial e financeiro do Distrito Federal com suas lojas, bancos e outras atividades comerciais. " (NOVACAP,2010,p.118). Ver também itens B.7 (01), B.7 (11), B.7(12), B.7 (14) e B.7 (29) e B.7 (40)

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (3)

Fotografia em formato retrato, colorida. A imagem destaca, ao longo do eixo vertical, o edfício da futura Sede do Banco do Brasil em construção no Setor Bancário Sul. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Observam-se escoras entre as lajes dos pavimentos e andaimes no térreo e na fachada esquerda do edifício. Em primeiro plano, observa-se uma via asfaltada onde passa um caminhão, paralelamente ao chão de terra batida. Ao fundo, o céu limpo e azulado. Ver também itens B.7 (4), (5), (32), (33), (34), (35), (36) e (37).

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NOV.B.07 (32)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra prédio sede do Banco do Brasil, no Setor Bancário Sul (SBS). O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em primeiro plano, observamos terra batida com alguns postes em frente à construção e piquetes para marcação das vias. Em segundo plano, observa-se a torre do prédio em construção e a estrutura do pavimento térreo que se projeta nas duas fachadas principais, compondo marquises que são atualmente bastante utilizadas por skatistas devido o seu sombreamento. Em terceiro plano observamos o horizonte ensolarado com nuvens esparsas. Ao centro da imagem, na lateral direita, placa com os seguintes dizeres: "BANCO DO BRASIL". Atualmente, o térreo abriga uma agência do Banco do Brasil, dentre outros usos. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (33), (34), (35), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício.

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NOV.B.07 (33)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra contrução do prédio sede do Banco do Brasil, no Setor Bancário Sul (SBS). O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em primeiro plano, materiais de construção empilhados dos quais nota-se sacos de cimento, betoneiras, areia, além de operários negros. Em segundo plano, observamos um casebre que provavelmente era utilizado como escritório do arquiteto/engenheiro responsável pela obra. Em terceiro plano, há o esqueleto do prédio em construção. Entre o primeiro e o segundo plano, há placa com os seguintes dizeres: "BANCO DO BRASIL; COMISSÃO DE CONSTRUÇÃO EOBRA; MAURICIO CHAGAS BICALHO - PRESIDENTE; J. PEDREIRA DE FREITAS - DIRETOR; CYRO LOPES GONÇALVES - SUPERINTENDENTE; JOAQUIM IGNACIO CARDOSO - CH DEPIM; ERNESTO LUIZ GREVE - ENG DEPIM; RUBELIO FREIRE DE AGUIAR - SEC. EXECUTIVO; ESCRITORIO EM BRASILIA; WAGNER CARVALHO - ENCARREGADO; SAMIR KURY - ENG FISCAL CREA 9747 5ª REG.; ISMAEL M. MENDES ENG FISCAL CREA 2667 - D 4ª REG.; PROJETO E FISCALIZAÇÃO ARQUITETÔNICA; ARQUITETO: ARY GARCIA ROZA; CONSTRUÇÃO; CONSTRUTORA; RABELLO S.A.". As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (34), (35), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício. Fotógrafo: Mário Fontenelle.

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NOV.B.07 (34)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra prédio sede do Banco do Brasil, no Setor Bancário Sul (SBS). O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em primeiro plano, a estrutura do pavimento térreo que se projeta nas duas fachadas principais compondo marquises, e no canto à direita uma instalação de apoio com uma via de terra batida ajdacente. Em segundo plano observa-se a torre do prédio em construção. Em terceiro plano, horizonte ensolarado com poucas nuvens. No primeiro plano à direita, totem com os seguintes dizeres: "BANCO DO BRASIL". A marquise foi construída com o intuito de possuir lojas de apoio as empresas, como papelarias e restaurante, mas atualmente a marquise abriga uma agência do Banco do Brasil, e é bastante utilizadas por skatistas devido o seu sombreamento. O edifício foi projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rosa. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (35), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício. Fotógrafo: Mário Fontenelle.

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NOV.B.07 (36)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra prédios em construção de Brasília, no Setor Bancário Sul (SBS) e na Esplanada. Em primeiro plano, vias ainda em terra batida. Nas vias, há dois carros e uma carroça. Em segundo plano, há o edifício da sede do Banco do Brasil à direita e o edifício seguradoras ao centro, ambos em construção, com barracos de apoio e materiais de construção diversos á frente. No prédio do Banco do Brasil, observam-se diversos trabalhadores dentro da estrutura do prédio. No mesmo plano, no canto direito, há os prédios ministeriais em construção na esplanada. Em terceiro plano, há o horizonte nublado. Entre o primeiro e o segundo plano, placa com os seguintes dizeres: "BANCO DO BRASIL". O Edifício Seguradoras pertencia ao Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), abrigando a sede da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais (Caixa Seguradora S/A), que atualmente abriga sedes comerciais diversas. O edifício, primeiro projeto do arquiteto Antônio Pedro Souza e Silva , possui 17 pavimentos, além de terraço, sobrelojas, lojas e subsolo. O edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul, foi projetado pelo arquiteto Ary Garcia Roza. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimento, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (35) e (37) se referem ao mesmo edifício. Imagens complementares do Edifício Seguradoras podem ser vistas nos itens: B.7 (7), B.7 (36), B.7 (37) e B.7 (43).

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NOV.B.07 (37)

Fotografia preto e branco formato retrato registra prédios em construção do Setor Bancário Sul (SBS). Em primeiro plano, observa-se trecho de uma rotatória rodoviária abaixo do Eixo Rodoviário Sul, com pessoas circulando pelo canto esquerdo e um caminhão na pista atrás ao viaduto, passando em frente ao SBS. Em segundo plano, há os prédios em construção, da direita para a esquerda, da sede do Banco do Brasil, da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais e do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES). A sede da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais (Caixa Seguradora S/A), primeiro projeto do arquiteto Antônio Pedro Souza e Silva , possui 17 pavimentos, além de terraço, sobrelojas, lojas e subsolo, atualmente abriga sedes comerciais diversas. O edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul e tem a mesma data de inauguração de Brasília, foi projetado pelo arquiteto Ary Garcia Roza. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimento, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. O edifício do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), projetado pelos arquitetas Alcides Rocha Miranda, Elvio Mackay Dubregas e Fernando Cabral Pinto também já abrigou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), mas moveu sua sede em 2022 para edifício na entrequadra 702/902 sul. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (35) e (36) se referem ao mesmo edifício. Imagens complementares do Edifício Seguradoras podem ser vistas nos itens: B.7 (7), B.7 (36), B.7 (37) e B.7 (43).

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NOV.B.07 (4)

Fotografia em formato retrato, colorida. A imagem destaca a obra do edfício da futura Sede do Banco do Brasil em construção no Setor Bancário Sul, cortado na margem direita da fotograifa. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozateve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Observam-se escoras entre as lajes dos pavimentos e andaimes no térreo e na fachada esquerda do edifício. Ao centro da imagem uma estrutura elevada com a caixa d'água que abastece o canteiro de obras sinaliza com letras de caixa alta, nas cores amarelo e azul, o nome do edifício : "BANCO DO BRASIL". O chão em terra batida envolve o canteiro de obras, onde observam-se barracões e alguns funcionários. Em primeiro plano no sentido diagonal uma estrada úmida também em terra batida. Ao fundo, o céu limpo e azulado. Ver também itens B.7 (3), (5), (32), (33), (34), (35), (36) e (37).

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NOV.B.07 (5)

Fotografia em formato paisagem, paisagem. A imagem destaca ao centro a fachada principal da futura Sede do Banco do Brasil em construção no Setor Bancário Sul. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozateve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. A fotografia fechada mostra os pavimentos do mesmo a partir do 15° pavimento. Observam-se a presença de andaimes e escoras entre as lajes de pavimento, sinalizadas por grandes placas em fundo amarelo. De acordo com o projeto, as lajes planas de 450 quilos de sobrecarga não terão nenhuma viga aparente, permitindo a distribuição livre das instalações abaixo das lajes. A construção teve início entorno de abril e maio de 1959, de acordo com o Diário de Brasília Volume X, com previsão de conclusão em um ano. Na cobertura repara-se um letreiro em caixa alta com as iniciais "BBB" e "JK" entre algumas palmeiras dispersas atrás. Ao fundo, o céu limpo e azulado. Ver também itens B.7 (3), (4), (32), (33), (34), (35), (36) e (37).

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NOV.B.20 (32)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea do aparenta ser o Setor Hoteleiro Sul de Brasília. Este possui diversos edifícios/hotéis longilíneos paralelos entre si com dois pavimentos e grandes esquadrias quadrangulares bem marcadas nas suas fachadas. Na parte inferior da fotografia, a vegetação possui aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por intervenção humana. Ao redor dos edifícios há construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Atrás do conjunto de edifícios e entre as avenidas de terra batida, há vegetação de cerrado típico, que se estende pelo horizonte.

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