Distrito Federal

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NOV.C.2 (51)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-51
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma multidão de pessoas, no dia do enterro de Bernardo Sayão. No primeiro plano, mostra-se um espaço de grama em que encontra-se uma figura masculina de chapéu andando de perfil para o lado direito perto da linha horizontal da imagem fotográfica. Um pouco mais à frente, há uma prancha feita de várias madeiras presa no chão de lado. Perto da multidão, há duas figuras masculinas de costas para a câmera, uma no meio perto de um monte de galhos secos no chão e outra no canto direito. Podemos identificar uma elevação na terra a partir das duas figuras masculinas. No segundo plano, antes da multidão de pessoas, há um carro que parece ser um Ford antigo parado na horizontal. Do outro lado do carro, vemos algumas pessoas de uniforme caminhando para o lado direito da imagem, e mais à frente alguns carros que podemos enxergar só o teto, entre eles um amarelo. Do outro lado da multidão e à esquerda, estão outros carros estacionados, carros de cores amarelas e vermelhas. E no fundo da imagem, diante de uma elevação de terra com grama (montanha/amontoado), está uma figura masculina de camisa branca com as mãos na cintura olhando para a multidão, perto desta na mesma linha, duas figuras masculinas; a primeira de camisa branca e calça preta caminhando para a esquerda e a outra de costas, também de camisa branca e calça preta, perto da linha vertical direita. E mais atrás, um grupo de pessoas paradas em fileira em cima de um elevação de terra com grama, olhando para a multidão. No último plano, podemos identificar uma cerca, e depois casas, que parecem ser residenciais e comerciais.
Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas:
NOV-D-4-4-B-25 (1); NOV-D-4-4-B-25 (2); NOV-D-4-4-B-25 (5); NOV-D-4-4-B-25 (6); NOV-D-4-4-B-25 (7); NOV-D-4-4-B-25 (8); NOV-D-4-4-B-25 (9); NOV-D-4-4-C-2 (27);NOV-D-4-4-C-2 (28); NOV-D-4-4-C-2 (29); NOV-D-4-4-C-2 (30); NOV-D-4-4-C-2 (31); NOV-D-4-4-C-2 (32); NOV-D-4-4-C-2 (33);NOV-D-4-4-C-2 (34); NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
"

Untitled

NOV.C.2 (50)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-50
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma multidão de pessoas e alguns carros e caminhões estacionados de forma desorganizada. O espaço é dividido em uma área de terra no meio, e vegetações do Cerrado com fitofisionomias distintas, sendo gramado em cada lado. No primeiro plano, há figuras masculinas e femininas de perfil andando para o lado direito da imagem, perto destas figuras tem dois (2) carros pretos estacionados horizontalmente. Após os dois carros pretos, há um carro verde e mais a frente desse três (3) carros, podemos observar pessoas sentadas no banco da frente de cada um. No meio da multidão desagrupada, há vários carros de modelos únicos de cor verde, a maioria dos automóveis pode ser visualida a parte traseira, focada pela câmera. A maior parte das pessoas, se movimentam na multidão, uma parte andando para o fundo da imagem, e outras indo para o lado direito da imagem. Do lado direito da imagem, há automóveis parados, é possível identificar um caminhão amarelo com pessoas no interior. No mesmo lado, próximo ao fundo da imagem, é possível identificar caminhões lotados de pessoas e em seguida árvores e arbustos do cerrado típico. Do outro lado e um pouco no fundo da imagem, há alguns caminhões de frente para câmera, alguns carros e um ôinibus parado na horizontal. No fundo da imagem, por último, podemos ver imóveis e árvores do cerrado.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)"

Untitled

NOV.C.2 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-49
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma multidão de pessoas no Cerrado típico, no dia do enterro de Bernardo Sayão. No meio da multidão, há uma ambulância da Cruz vermelha e no lado direito da imagem, os tetos de dois (2) outros carros. No primeiro plano, podemos identificar pessoas que estão paradas e em pé, enquanto outras estão caminhando em direção ao lado esquerdo da imagem. Dentre essas pessoas, podemos observar a presença de pessoas de peles negras. Essa multidão está em cima de uma estrada de terra vermelha em construção, no canto inferior direito da imagem. Por isso, há terra mexida, que indica a borda de uma estrada de terra. Próximo ao fundo da imagem, há uma fileira de figuras masculinas paradas em uma pequena montanha, pois estão em uma altura elevada. Na mesma linha, para o lado esquerdo há três (3) figuras masculinas de pé e atrás delas uma pessoa de costa perto de uma cerca que separa o lugar de uma pequena vegetação do Cerrado típico. No segundo plano, podemos identificar um monte de imóveis que parecem ser usinas ou imóveis comerciais, e próximo a esses árvores do cerrado típico. E na frente dos edifícios, há uma torre, infere-se ser de controle, com a presença de duas figuras masculinas em cima. E por último, o céu nublado.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)"

Untitled

NOV.C.2 (48)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-48
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido. A fotografia apresenta, no primeiro plano, uma estrada de terra com quatro carros parados em direção ao lado esquerdo da imagem, o primeiro perto da linha esquerda é de cor verde e amarela, o outro que está do lado é de cor amarela com uma figura masculina no banco do motorista. No meio da estrada perto do carro amarelo, há uma figura masculina de terno andando. E atrás estão mais dois carros, um de cor verde com o motorista e o outro de cor amarela com a porta aberta e uma figura masculina que parece ser um policial de pé dentro do carro com o tronco para fora, e perto dele mais dois policiais uniformizados. Ao lado desses, uma figura masculina correndo e no meio da estrada quatro (4) figuras masculinas andando e conversando. Do outro lado dos carros, um grupo de pessoas espalhadas na vegetação do Cerrado típico, que estão andando e correndo para o fundo da imagem, sendo figuras masculinas e figuras femininas. Ademais, há cerca de cinco (5) caminhões lotados de pessoas, no canto superior a esquerda da imagem. A movimentação refere-se ao dia do enterro de Bernardo Sayão. E lá no fundo da imagem, podemos identificar imóveis não identificados no meio da vegetação do Cerrado.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
"

Untitled

NOV.C.2 (47)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-47
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma multidão de pessoas e automóveis no Cerrado (típico) com alterações humanas. Refere-se ao dia do enterro de Bernardo Sayão, no Campo da Esperança. No primeiro plano, há um grupo de pessoas um pouco afastadas da multidão. Dentre essas, destaca-se uma figura masculina parada de chapéu (adorno de chapelaria) e de cabeça baixa olhando em uma câmera, atrás do mesmo, há figuras masculinas de terno. Podemos identificar duas figuras femininas (duas mulheres) no grupo, especificamente, paradas perto da árvore de médio porte, visível na fotografia. Abaixo, desta árvore uma figura feminina de pele negra, com lenço na cabeça, camiseta e saia longa mais um guarda chuva no braço. No lado direito da imagem, podemos identificar uma ambulância de tonalidade militar verde com o símbolo da Cruz vermelha (delimitado em quadrado branco) e ao lado desse automóvel da saúde, uma figura infantil (criança) caminhando, especificamente perto da roda traseira da ambulância. Essa criança utiliza camisa branca, bermuda, sapatos e meias pretas, ademais a mão esquerda (da imagem) no bolso. Há um “homem” parado no estribo lateral esquerdo da ambulância, de camisa branca e calça preta, podemos identificar mais uma figura masculina apoiado com o joelho em cima do capô e uma “criança” de pé em cima da roda dianteira da ambulância. E, logo, na frente da ambulância, existe uma multidão de pessoas. Ainda, há grupos de pessoas em cima de um caminhão e ao redor. A maioria das pessoas estão de trajadas de branco. Do lado esquerdo da fotografia, próximo a borda, podemos identificar o capô de um carro e perto desse; outro automóvel de cor verde com duas figuras masculinas penduradas no parachoque traseiro, dois quais, cada um com uma das mãos na cintura e as outras no teto do carro. Próximo, grupos de pessoas juntas e dispersas em movimento. Ao fundo, existe um ônibus de cor verde e branca parado na horizontal, entre arbustos. Ao lado, um carro estacionado de frente para a câmera, e atrás um carro de tonalidade esverdeada com as portas abertas, também de frente para a câmera. No segundo plano da imagem, há a vasta vegetação, e por último o céu meio nublado.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
"

Untitled

NOV.C.2 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-22
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A fotografia mostra uma multidão distribuída no cerrado(típico), que foi registrada em um dia ensolarado. A multidão está composta por figuras masculinas e femininas, que usam roupas de modelo social do contexto da década de 1950-1960. No primeiro plano, mostra-se um jovem em cima de um carro olhando por cima do teto do carro em direção à multidão. Observa-se na multidão dois guardas-chuvas abertos de cor preta; infere-se, que um dos guardas-chuvas (localizado mais à esquerda da imagem), esteja protegendo o presidente Juscelino Kubitschek; e a outra está protegendo uma figura feminina com óculos de sol (localizado mais à direita da imagem). Infere-se que a figura feminina, possa ser a primeira-dama. Próximo ao presidente, um figura masculina que utiliza indumentária associada à função da Igreja Católica. Ao redor dos dois, figuras masculinas que estão de ternos, outras de camisas brancas. Ainda, próxima a figura feminina, destaca-se uma figura masculina com adorno de chapelaria. Há na multidão policiais uniformizados com capacete, situados em uma espécie de primeiro plano; figuras humanas outras, que utilizam adornos de chapelarias diversas. Dentre as figuras humanas, existem próximas de caminhões que vestem roupas relacionadas a usos diários, como blusas, camisetas, calças, sapatos, dentre outros não-identificados.
Ao fundo do aglomerado da multidão, existem três caminhões, sendo que dois destes puderam ser identificados e produzidos pela Fábrica Nacional de Motores. Esses automóveis possuem a inscrição, com siglas e em caixa alta: “FNM”, tal inscrição foi possível identificar na fotografia remissiva 41. Sobre os caminhões em movimento, figuras humanas diversas.
Ainda no fundo da imagem, no segundo plano, cerrado denso com árvores da vegetação em questão.

Informações Adicionais: “A FNM, estatal, foi criada em 1942 em Xerém, distrito industrial da cidade de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, para ser a primeira fábrica de motores de avião do País, idealizada pelo general brigadeiro Antônio Guedes Muniz, que dirigiu a criação e a fase inicial de operação da FNM - Fábrica Nacional de Motores S.A., e se tornou o diretor-presidente da empresa criada no bojo dos acordos entre o Brasil e os Estados Unidos sobre a cessão das bases aéreas e militares nas regiões Norte, em Barreiras, na Bahia e no Nordeste do Brasil, em Natal, no Rio Grande do Norte, durante a Segunda Guerra Mundial, para apoio militar do Brasil aos Estados Unidos”.
"

Untitled

NOV.B.6 (53)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-53
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.
Em plano solo desmatado e arenoso, com algumas plantas rasteiras ralas e dispersas. Alguns montes de areias com pedaços brancos e minas d'água à esquerda. Uma pequena ponte atravessando o córrego na lateral inferior esquerda, partindo do lado de montes de areia em cada margem.
Terreno inclinado onde a direita está mais alta do que a esquerda, e o córrego é a parte mais baixa.
Em segundo plano uma estrada de terra parte da direita da imagem e segue pelo centro. Um carro está no meio da estrada ao lado de restos de troncos.
Em terceiro plano há maior densidade de vegetação nativa, incluindo mata ciliar/ de galeria, e pasto. Ao centro há um assentamento envolto à mata nativa, com diversos blocos de edificações com telhados de uma água.
A parte superior consiste em céu nublado, parte essa que ocupa quase metade da fotografia.

Informações adicionais: Os primeiros japoneses chegaram à Brasília em 1956. Isto é, antes da inauguração da Capital. Vieram por conta da Cooperativa Agrícola Cotia. Era um grupo de aproximadamente 30 orientais. Eles receberam terras (arrendadas) e se instalaram às margens do Riacho Fundo (próximo à entrada da Fazenda Sucupira) e na Vargem Bonita, constituindo o primeiro núcleo rural do Distrito Federal. (p. 44)

Untitled