Distrito Federal

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NOV.B.3 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-9
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem, destacando a Estaca Zero situada sobre um monte de terra, simbolizando a extensa movimentação de solo realizada para a construção da plataforma Rodoviária, um marco fundamental para o desenvolvimento de projetos significativos durante a concepção de Brasília. Ao redor e ao fundo, observa-se uma paisagem de terra batida. Atualmente, a Estaca Zero encontra-se na rodoviária central, precisamente na pista dentro do túnel sob a Rodoviária Central, popularmente denominado "Buraco do Tatu", em referência a um animal típico da fauna do Cerrado. O projeto foi concretizado com base no marco geodésico Vértice nº 8, estabelecido pelo IBGE no ponto mais elevado da cidade, próximo ao Cruzeiro, sendo utilizado como referência por Joffre Mozart Parada para o posicionamento preciso da Estaca Zero. Lucio Costa propôs a construção da Esplanada dos Ministérios em um terrapleno, demandando que a movimentação de terra no terreno seguisse o declive existente. Nesse processo, a Estaca Zero foi suspensa por um pequeno morro, preservando o nível do terreno original deixado pelas máquinas. Brasília, originada a partir do Vértice nº 8 do Cruzeiro, irradiou-se a partir da Estaca Zero, representando um ponto central na sua fundação.

Untitled

NOV.B.3 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-8
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem, destacando-se no primeiro plano a Estaca Zero, um marco crucial para a implementação de projetos significativos durante a concepção de Brasília. Ao fundo, registra-se a presença de um helicóptero sobrevoando os arredores da área. Atualmente, a localização da Estaca Zero encontra-se na Rodoviária do Plano Piloto, precisamente na pista situada dentro do túnel sob a Rodoviária, na transição entre o Eixo Rodoviário sul/norte, popularmente conhecido como "Buraco do Tatu", em alusão ao animal característico da fauna do Cerrado. Para a concretização do projeto, Joffre Mozart Parada utilizou como referência o marco geodésico Vértice nº 8, instalado pelo IBGE no ponto mais elevado da cidade, ao lado do Cruzeiro. Lucio Costa propôs a construção da Esplanada dos Ministérios em um terrapleno, sendo necessário esculpir o terreno devido ao declive. Nesse processo, a Estaca Zero foi suspensa por um pequeno morro deixado pelas máquinas, mantendo-se no nível do terreno original. Brasília, tendo seu ponto de origem no Vértice nº 8 do Cruzeiro, irradiou-se a partir da Estaca Zero, representando um marco fundamental em sua fundação.

Untitled

NOV.B.3 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-7
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida. Em foco, a escultura "Edificação" de autoria do arquiteto francês André Bloc (1896 - 1966), posicionada no salão nobre do Palácio da Alvorada. A obra passou 40 anos fora do Palácio e retornou ao espaço somente em 2018 após um processo de restauração. A escultura é constituída em bronze, composta por elementos geométricos empilhados de forma assimétrica, com uma base retangular de madeira. Ao fundo, há um par de poltronas em madeira de jacarandá e tecido, com estrutura retilínea, traços em ângulos retos descendo as pernas no mesmo contexto, assento e espaldar almofadado, com destaque para a luz ambiente proveniente das cortinas brancas. A criação da obra se deu em virtude do Congresso Internacional de Críticos de Arte, com o tema "Cidade Nova - Síntese das Artes", realizado em 1959, véspera da inauguração de Brasília. Na ocasião, foram convidados críticos e estudiosos com a finalidade de discutir a importância da colaboração arquiteto-artista e promover o conceito de Síntese das Artes como marca do Modernismo.

Untitled

NOV.B.3 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-6
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato retrato. Em foco, trabalhadores constroem uma estrutura de arquibancada ao redor da base de uma cruz, o monumento era conhecido pelo nome "O Cruzeiro", feita em madeira de aroeira torneada. Possivelmente, o espaço estava sendo preparado para a primeira visita do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976) a Brasília. Entre os operários é possível reconhecer o vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959) - segundo homem da direita para a esquerda na fotografia. Ao fundo, observa-se uma paisagem composta por vegetação de Cerrado, que apresenta sinais de desmatamento. Atualmente o espaço é conhecido como Praça do Cruzeiro.

Untitled

NOV.B.3 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-5
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, que na epóca contava somente com uma cruz, feita em madeira de aroeira, sob uma base de alvenaria, o monumento recebia o nome de O Cruzeiro. É possível ver ainda o marco geodésico "Vértice n°8", há alguns metros à direita do cruzeiro, sinalizado por uma bandeira hasteada. O marco se configura como um ponto referencial de coordenadas geográficas que integra a malha do Sistema Geodésico Brasileiro, instalado pelo IBGE da década de 1950. No segundo plano é possível observar o surgimento de uma das vias do Eixo Monumental, margeada por vegetação de cerrado típico. Ao fundo observa-se uma paisagem arbórea mais adensada, que se estende pelo horizonte em um conjunto de diferentes fitofisionomias do Cerrado em forma de mosaico. Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (40)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-40
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Em foco está uma estrada de terra batida, que corta a paisagem. Ao centro da fotografia está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, em segundo plano é possível visualizar a vegetação típica de Cerrado com árvores de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas, que aparentemente foi desmatada, enquanto ao fundo a vegetação arbórea original de mata seca se mantém. É possível ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original. Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-4
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, que a epóca contava somente com a base de alvenaria e a cruz em madeira de aroeira para ornamentação. É possível ver ainda o marco geodésico "Vértice n°8", a alguns metros à direita do cruzeiro, sinalizado por uma bandeira hasteada. O marco se configura como um ponto referencial de coordenadas geográficas que integra a malha do Sistema Geodésico Brasileiro, instalado pelo IBGE da década de 1950. No segundo plano é possível observar o surgimento de uma das vias do Eixo Monumental, margeada por vegetação de mata seca. Em terceiro plano, se estende pelo horizonte um conjunto de diferentes fitofisionomias do Cerrado. Na parte inferior da fotografia observa-se parte de uma árvore de gomeira (Vochysia thyrsoidea). Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (39)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-39
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco em formato paisagem, capturada durante a visita do presidente Juscelino Kubitschek à Estaca Zero de Brasília. Esta, estrategicamente posicionada sobre um monte de terra, simboliza a extensa movimentação de solo realizada para a construção da plataforma rodoviária, tornando-se um marco crucial no desenvolvimento de projetos significativos durante a fase conceitual de Brasília. Vasco Viana, Engenheiro do Departamento de Viação de Obras da Novacap, encontra-se no topo do monte de terra, posando ao lado da placa que contem a inscrição ""ZERO"" e situando-se sobre um monte elevado de terra, cercado por uma extensão de solo batido que se estende ao longo do horizonte.

Atualmente o local da Estaca Zero está situado na rodoviária central, precisamente na pista que corre dentro do túnel abaixo da Rodoviária Central, batizado popularmente, por inspiração a partir de um animal típico da fauna do Cerrado, como “Buraco do Tatu”. Para que o projeto saísse do papel, o marco geodésico Vértice nº 8 instalado pelo IBGE, que se encontrava no ponto mais alto da cidade, ao lado do Cruzeiro, foi utilizado como base por Joffre Mozart Parada que calculou e estabeleceu onde deveria ser fincada à Estaca Zero.
Lucio Costa propôs que a Esplanada dos Ministérios fosse construída em um terrapleno. Como o terreno estava em declive era necessário esculpir o terreno e dessa forma, gerando uma movimentação de terra. Após isso, à Estaca Zero ficou suspensa por um pequeno morro, deixado pelas máquinas no nível do terreno original.
Brasília nasceu a partir do Vértice nº 8 do Cruzeiro e foi irradiada com base na Estaca Zero."

Untitled

NOV.B.3 (38)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-38
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Em foco está uma estrada de terra batida, que corta a paisagem. Ao centro da fotografia está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, em segundo plano é possível visualizar a vegetação típica de Cerrado com árvores de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas, que aparentemente foi desmatada, enquanto ao fundo a vegetação arbórea original de mata seca se mantém. É possível ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original. Fotografia de Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.3 (37)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-37
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco em formato retrato. A fotografia foi tirada na estaca zero de Brasília em uma visita de do presidente Juscelino Kubitschek. Capturada na Estaca Zero de Brasília, estrategicamente posicionada sobre um monte de terra, simbolizando a ampla movimentação de solo empreendida para a construção da plataforma rodoviária. Esta se revelou como um marco essencial para o desenvolvimento de projetos significativos durante a fase conceitual de Brasília.
No ponto focal da imagem, encontra-se um grupo de trabalhadores que desempenharam papel fundamental na construção da cidade. O grupo é composto por nove homens brancos, dois homens pretos e uma criança, todos trajando vestimentas sociais e posando para a fotografia. A paisagem ao fundo da imagem é caracterizada por uma extensão de terra batida.
No ponto mais alto, da esquerda para a direita, eles são: 1. Francisco, conhecido como ""Chicão"" - Subcarregado da CCBE (Companhia construtora brasileira de estradas), empresa paulista de estradas; 2.Vasco Viana - Engenheiro; Israel Pinheiro - Presidente da Novacap; 3. Dimas - encarregado geral da CCBE; na fila de baixo: 4. Vicente de Paulo Lopes - Engenheiro; 5. Atahualpa Schmitz da SilvaPrego - Engenheiro, encarregado da construção do aeroporto de Brasília; 6. Mário Farina - Químico da empresa ""Rodotécnica Ltda"". 7. Não identificado.
Atualmente o local da Estaca Zero está situado na rodoviária central, precisamente na pista que corre dentro do túnel abaixo da Rodoviária Central, batizado popularmente, por inspiração a partir de um animal típico da fauna do Cerrado, como “Buraco do Tatu”. Para que o projeto saísse do papel, o marco geodésico Vértice nº 8 instalado pelo IBGE, que se encontrava no ponto mais alto da cidade, ao lado do Cruzeiro, foi utilizado como base por Joffre Mozart Parada que calculou e estabeleceu onde deveria ser fincada à Estaca Zero.
Lucio Costa propôs que a Esplanada dos Ministérios fosse construída em um terrapleno. Como o terreno estava em declive era necessário esculpir o terreno e dessa forma, gerando uma movimentação de terra. Após isso, à Estaca Zero ficou suspensa por um pequeno morro, deixado pelas máquinas no nível do terreno original.
Brasília nasceu a partir do Vértice nº 8 do Cruzeiro e foi irradiada com base na Estaca Zero.
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