Distrito Federal

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NOV.B.08 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-35
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Vista da construção do Teatro Nacional Claudio Santoro pela perspectiva da plataforma inferior da Plataforma Rodoviária de Brasília (Rodoviária do Plano Piloto). Em primeiro plano, há a estrutura inferior da rodoviária completamente finalizada, entretanto, do lado esquerdo da figura existe uma pequena obra próxima à plataforma que é evidenciada pela presença de seis trabalhadores, não identificados, um caminhão, dois amontoados de terra e uma pá. Os operários presentes na imagem estão posicionados em locais distintos, sendo dois na carroceria de um caminhão e um próximo a ele, dois perto dos amontoados de terra e um mais afastado dos demais. Em segundo plano, em frente ao grande desnível de terra batida existente entre o nível inferior da rodoviária e o platô do Teatro Nacional, há um ônibus em movimento. Também são visíveis estruturas provisórias comuns em canteiros de obras, como alojamentos temporários de madeira, refletores e andaimes. Em terceiro plano, está a construção do teatro em fase de fechamento da fachada sul com placas de concreto pré-fabricadas, colocadas com o auxílio de um guindaste.
Informações adicionais:
A Plataforma Rodoviária de Brasília foi construída entre os anos de 1958 e 1963. Em 1960, a maior parte do conjunto edificado foi concluída. O projeto arquitetônico é do arquiteto Lucio Costa (1902-1998), o projeto estrutural de Bruno Contarini (1933-2021) e a empresa executora foi a Construtora Rabello S/A. A construção de concreto protendido é uma superestrutura de mais de setecentos metros de extensão e marca o cruzamento entre os eixos monumental e rodoviário da capital.
A respeito da obra, o livro Diário de Brasília, volume VII, em 19 de fevereiro de 1960, apresenta as seguintes informações: ""[...] Plataforma rodoviária - Iniciada em fins de dezembro de 1958, acha-se em sua fase inicial a construção da Plataforma Rodoviária de Brasília, obra projetada por Lucio Costa e cuja execução foi entregue pela NOVACAP a firma particular, selecionada por concorrência pública. A Plataforma, com 9 metros de altura, é um dos trabalhos mais arrojados deste grande canteiro de obras modernas e será uma das estações rodoviárias mais perfeitas do mundo. Nela foram gastos 160 mil sacos de cimento, 600 toneladas de aço duro para concreto protendido e 800 toneladas de aço de outro tipo. Terá, além das instalações comuns a tais edificações, restaurante, bar, cozinha, guarda-volumes, quatro escadas rolantes e três elevadores, com capacidade de 20 pessoas cada um"" (BRASIL, 1960, p. 89-90).
Ainda, é possível encontrar mais registros sobre o período de construção da Rodoviária do Plano Piloto em contratos de pagamentos disponíveis no acervo textual do Arquivo Público do Distrito Federal, tais como os documentos com as seguintes notações: NOV-C-1-2-0046 (14)d; NOV-C-1-4-0393 (6)d; NOV-C-1-4-0394 (21)d.
Sobre o Teatro Nacional de Brasília, seu projeto é do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e foi produzido em 1958. A obra passou por um longo período até ser completamente finalizada, iniciada em julho de 1960 e sua parte estrutural concluída em janeiro de 1961. Entre as décadas de 1960 e meados de 1970, o teatro, mesmo inacabado, era utilizado para realização de eventos. Em 1975, o arquiteto Milton Ramos (1929-2008) foi convidado a detalhar e complementar a obra, gerando mudanças significativas no prédio. Com a construção das salas concluída, em 6 de março de 1979, o teatro foi reaberto com vários problemas técnicos. A obra foi retomada e ele foi reinaugurado em 21 de abril de 1981. Integram a equipe de construção inicial: a Construtora Rabello, o engenheiro Bruno Contarini, responsável inicial pelo projeto de cálculo e acompanhamento da construção, Aldo Calvo (1906-1991), técnico de teatro e cenógrafo, engenheiro Lothar Cremer (1905-1990), responsável pelo estudo acústico completo, e Athos Bulcão (1918-2008), artista plástico, autor dos volumes presentes nas fachadas norte e sul. Já a equipe de retomada da obra, em 1975, é composta por Milton Ramos, arquiteto responsável, Aldo Calvo e Athos Bulcão, novamente contratados, Roberto Burle Marx (1909-1994), paisagista, Sérgio Rodrigues (1927-2014), arquiteto e designer de mobiliário, e Igor Sresnewsky (1913-1996), consultor de acústica.
Ainda, é válido ressaltar que, em alguns textos mais antigos, o teatro pode aparecer denominado como Teatro Nacional de Brasília, pois o nome atual, Teatro Nacional Cláudio Santoro, só foi definido em 1989, na Lei nº 37, no Diário Oficial do Distrito Federal. A antiga denominação, inclusive, aparece em um artigo presente na revista Brasília, coleção completa do 2º aniversário, de 1953 a 1954, da NOVACAP. Nessa publicação, a estética do Teatro Nacional é justificada como: ""A forma exterior, de paredes lisas, caídas, indiferentes, é apenas, (assim se expressou Oscar Niemeyer), o envólucro necessário para deixar funcionar livremente todos os tipos de teatro para o povo de Brasília"".
"

Untitled

NOV.B.08 (34)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-34
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Imagem fotográfica da fachada oeste do Teatro Nacional Claudio Santoro, em 1960, durante o período inicial da construção. No registro, a obra da etapa estrutural se encontra em estágio avançado, com a colocação de parte das vigas invertidas de concreto protendido. A laje da entrada principal também está finalizada. No canto superior esquerdo, há um andaime levantando um elemento construtivo cilíndrico com um operário pendurado. Na parte superior da construção, existem diversos escoramentos e alguns trabalhadores apoiados sobre a laje de cobertura e na primeira viga do lado esquerdo da fachada. Outros três operários podem ser visualizados sobre a laje de cobertura inclinada, e um sobre a laje de acesso à entrada principal. Três escadas provisórias e um caminhão caçamba, não identificado, aparecem no centro da fotografia. Em frente a construção.
O projeto do Teatro Nacional de Brasília é do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), produzido em 1958. A obra passou por um longo período até ser completamente finalizada, iniciada em julho de 1960 e sua parte estrutural concluída em janeiro de 1961. Entre as décadas de 1960 e meados de 1970, o teatro, mesmo inacabado, era utilizado para realização de eventos. Em 1975, o arquiteto Milton Ramos (1929-2008) foi convidado a detalhar e complementar a obra, gerando mudanças significativas no prédio. Com a construção das salas concluída, em 6 de março de 1979, o teatro foi reaberto com vários problemas técnicos. A obra foi retomada e ele foi reinaugurado em 21 de abril de 1981. Integram a equipe de construção inicial: a Construtora Rabello, o engenheiro Bruno Contarini (1933-2021), responsável inicial pelo projeto de cálculo e acompanhamento da construção, Aldo Calvo (1906-1991), técnico de teatro e cenógrafo, engenheiro Lothar Cremer (1905-1990), responsável pelo estudo acústico completo, e Athos Bulcão (1918-2008), artista plástico, autor dos volumes presentes nas fachadas norte e sul. Já a equipe de retomada da obra, em 1975, é composta por Milton Ramos, arquiteto responsável, Aldo Calvo e Athos Bulcão, novamente contratados, Roberto Burle Marx (1909-1994), paisagista, Sérgio Rodrigues (1927-2014), arquiteto e designer de mobiliário, e Igor Sresnewsky (1913-1996), consultor de acústica.
"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Imagem fotográfica da fachada oeste do Teatro Nacional Claudio Santoro, em 1960, durante o período inicial da construção. No registro, a obra da etapa estrutural se encontra em estágio avançado, com a colocação de parte das vigas invertidas de concreto protendido. A laje da entrada principal também está finalizada. No canto superior esquerdo, há um andaime levantando um elemento construtivo cilíndrico com um operário pendurado. Na parte superior da construção, existem diversos escoramentos e alguns trabalhadores apoiados sobre a laje de cobertura e na primeira viga do lado esquerdo da fachada. Outros três operários podem ser visualizados sobre a laje de cobertura inclinada, e um sobre a laje de acesso à entrada principal. Três escadas provisórias e um caminhão caçamba, não identificado, aparecem no centro da fotografia. Em frente a construção.
O projeto do Teatro Nacional de Brasília é do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), produzido em 1958. A obra passou por um longo período até ser completamente finalizada, iniciada em julho de 1960 e sua parte estrutural concluída em janeiro de 1961. Entre as décadas de 1960 e meados de 1970, o teatro, mesmo inacabado, era utilizado para realização de eventos. Em 1975, o arquiteto Milton Ramos (1929-2008) foi convidado a detalhar e complementar a obra, gerando mudanças significativas no prédio. Com a construção das salas concluída, em 6 de março de 1979, o teatro foi reaberto com vários problemas técnicos. A obra foi retomada e ele foi reinaugurado em 21 de abril de 1981. Integram a equipe de construção inicial: a Construtora Rabello, o engenheiro Bruno Contarini (1933-2021), responsável inicial pelo projeto de cálculo e acompanhamento da construção, Aldo Calvo (1906-1991), técnico de teatro e cenógrafo, engenheiro Lothar Cremer (1905-1990), responsável pelo estudo acústico completo, e Athos Bulcão (1918-2008), artista plástico, autor dos volumes presentes nas fachadas norte e sul. Já a equipe de retomada da obra, em 1975, é composta por Milton Ramos, arquiteto responsável, Aldo Calvo e Athos Bulcão, novamente contratados, Roberto Burle Marx (1909-1994), paisagista, Sérgio Rodrigues (1927-2014), arquiteto e designer de mobiliário, e Igor Sresnewsky (1913-1996), consultor de acústica.
Ainda, é válido ressaltar que, em alguns textos mais antigos, o teatro pode aparecer denominado como Teatro Nacional de Brasília, pois o nome atual, Teatro Nacional Cláudio Santoro, só foi definido em 1989, na Lei nº 37, no Diário Oficial do Distrito Federal. A antiga denominação, inclusive, aparece em um artigo presente na revista Brasília, coleção completa do 2º aniversário, de 1953 a 1954, da NOVACAP. Nessa publicação, a estética do Teatro Nacional é justificada como: ""A forma exterior, de paredes lisas, caídas, indiferentes, é apenas, (assim se expressou Oscar Niemeyer), o envólucro necessário para deixar funcionar livremente todos os tipos de teatro para o povo de Brasília""."

Untitled

NOV.B.08 (33)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-33
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Imagem fotográfica das fachadas sul e oeste do Teatro Nacional Claudio Santoro, em 1960, durante o período inicial da construção. O registro retrata o momento de escoramento e montagem das fôrmas e ancoragens dos elementos estruturais. A fotografia foi feita fora do canteiro de obras, sendo possível visualizar o tapume que delimita o local, e em frente observa-se a desnivel de terra batida. Ainda é notório a presença de quatro grandes estruturas metálicas com refletores nas extremidades da construção. Também, podem ser visualizados dois guindastes em frente a fachada sul, localizados no canto esquerdo e direito da imagem. Por último, seis operários são retratados, no centro da fotografia, trabalhando na montagem das treliças laterais que amarram a estrutura do Teatro Nacional.
O projeto do Teatro Nacional de Brasília é do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), produzido em 1958. A obra passou por um longo período até ser completamente finalizada, iniciada em julho de 1960 e sua parte estrutural concluída em janeiro de 1961. Entre as décadas de 1960 e meados de 1970, o teatro, mesmo inacabado, era utilizado para realização de eventos. Em 1975, o arquiteto Milton Ramos (1929-2008) foi convidado a detalhar e complementar a obra, gerando mudanças significativas no prédio. Com a construção das salas concluída, em 6 de março de 1979, o teatro foi reaberto com vários problemas técnicos. A obra foi retomada e ele foi reinaugurado em 21 de abril de 1981. Integram a equipe de construção inicial: a Construtora Rabello, o engenheiro Bruno Contarini (1933-2021), responsável inicial pelo projeto de cálculo e acompanhamento da construção, Aldo Calvo (1906-1991), técnico de teatro e cenógrafo, engenheiro Lothar Cremer (1905-1990), responsável pelo estudo acústico completo, e Athos Bulcão (1918-2008), artista plástico, autor dos volumes presentes nas fachadas norte e sul. Já a equipe de retomada da obra, em 1975, é composta por Milton Ramos, arquiteto responsável, Aldo Calvo e Athos Bulcão, novamente contratados, Roberto Burle Marx (1909-1994), paisagista, Sérgio Rodrigues (1927-2014), arquiteto e designer de mobiliário, e Igor Sresnewsky (1913-1996), consultor de acústica.
Ainda, é válido ressaltar que, em alguns textos mais antigos, o teatro pode aparecer denominado como Teatro Nacional de Brasília, pois o nome atual, Teatro Nacional Cláudio Santoro, só foi definido em 1989, na Lei nº 37, no Diário Oficial do Distrito Federal. A antiga denominação, inclusive, aparece em um artigo presente na revista Brasília, coleção completa do 2º aniversário, de 1953 a 1954, da NOVACAP. Nessa publicação, a estética do Teatro Nacional é justificada como: ""A forma exterior, de paredes lisas, caídas, indiferentes, é apenas, (assim se expressou Oscar Niemeyer), o envólucro necessário para deixar funcionar livremente todos os tipos de teatro para o povo de Brasília""."

Untitled

NOV.B.08 (32)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-32
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Imagem fotográfica das fachadas oeste e norte do Teatro Nacional Claudio Santoro, em 1960, durante o período inicial da construção. O registro retrata, na fachada oeste, o momento da montagem das treze vigas invertidas e inclinadas, pré-fabricadas em concreto protendido, com o auxílio de um guindaste e de diversos operários, enquanto, na fachada norte, está sendo instalados os preenchimentos de placas de concreto pré fabricadas que escondem a estrutura lateral. Ainda, é possível identificar que esses processos se iniciaram do lado direito da fachada oeste, pois se encontram mais incompletos do lado esquerdo, local que apresenta um maior número de trabalhadores sobre a estrutura, grande quantidade de escoramentos, fôrmas e ancoragens estruturais. A parte inferior da fotografia apresenta as vigas de contorno já concretadas próximas ao nível térreo, ainda em terra batida. Ao fundo, do lado direito, há uma grande estrutura metálica com refletores.
O projeto do Teatro Nacional de Brasília é do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), produzido em 1958. A obra passou por um longo período até ser completamente finalizada, iniciada em julho de 1960 e sua parte estrutural concluída em janeiro de 1961. Entre as décadas de 1960 e meados de 1970, o teatro, mesmo inacabado, era utilizado para realização de eventos. Em 1975, o arquiteto Milton Ramos (1929-2008) foi convidado a detalhar e complementar a obra, gerando mudanças significativas no prédio. Com a construção das salas concluída, em 6 de março de 1979, o teatro foi reaberto com vários problemas técnicos. A obra foi retomada e ele foi reinaugurado em 21 de abril de 1981. Integram a equipe de construção inicial: a Construtora Rabello, o engenheiro Bruno Contarini (1933-2021), responsável inicial pelo projeto de cálculo e acompanhamento da construção, Aldo Calvo (1906-1991), técnico de teatro e cenógrafo, engenheiro Lothar Cremer (1905-1990), responsável pelo estudo acústico completo, e Athos Bulcão (1918-2008), artista plástico, autor dos volumes presentes nas fachadas norte e sul. Já a equipe de retomada da obra, em 1975, é composta por Milton Ramos, arquiteto responsável, Aldo Calvo e Athos Bulcão, novamente contratados, Roberto Burle Marx (1909-1994), paisagista, Sérgio Rodrigues (1927-2014), arquiteto e designer de mobiliário, e Igor Sresnewsky (1913-1996), consultor de acústica.
Ainda, é válido ressaltar que, em alguns textos mais antigos, o teatro pode aparecer denominado como Teatro Nacional de Brasília, pois o nome atual, Teatro Nacional Cláudio Santoro, só foi definido em 1989, na Lei nº 37, no Diário Oficial do Distrito Federal. A antiga denominação, inclusive, aparece em um artigo presente na revista Brasília, coleção completa do 2º aniversário, de 1953 a 1954, da NOVACAP. Nessa publicação, a estética do Teatro Nacional é justificada como: ""A forma exterior, de paredes lisas, caídas, indiferentes, é apenas, (assim se expressou Oscar Niemeyer), o envólucro necessário para deixar funcionar livremente todos os tipos de teatro para o povo de Brasília""."

Untitled

NOV.B.08 (31)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-31
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Placa de identificação da construção do Cine Brasília, localizado na entrequadra sul 106/107 (EQS 106/107), na unidade de vizinhança modelo da capital. Imagem do canteiro de obras com um amontoado de ripas de madeiras, utilizadas tanto no processo de escoramento quanto como fôrmas para os elementos estruturais do cinema. A fotografia foi feita fora do ambiente de obra, por essa razão é possível visualizar a cerca que delimita a área e a grande placa da construção do empreendimento, e a terra batida em frente. Tal identificação apresenta como informação o nome da construção, a NOVACAP e o Departamento de Edificações, como os responsáveis, as empresas Companhia Construtora Pederneiras S.A. e Estacas Franki LTDA., como executores, Felipe Nery Mc Pereira, como engenheiro responsável, e os nomes A. J. da Costa Nunes e Gilberto Pinto Scadda, sem funções identificadas. Ao fundo, além da presença do Cine Brasília com escoras de madeira, há um alojamento temporário no canteiro de obras e, no lado esquerdo, a construção do bloco residencial H da Superquadra 107 Sul. Ainda, estão presentes na fotografia quatro trabalhadores, sendo dois no chão, próximos às madeiras, um sobre a laje do cinema, e o último sobre um andaime lateral.
O projeto do Cine Brasília é assinado por Oscar Niemeyer (1907-2012) e foi inaugurado no dia 22 de abril de 1960. O cinema faz parte do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB) que, em 1987, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO. A edificação, em si, foi tombada a nível distrital por meio do decreto nº 28.519, de 07 de fevereiro de 2007.
Sobre a construção do Cine Brasília, o Diário de Brasília de 1960 apresenta, no dia 8 de fevereiro, a seguinte informação: ""Antes de 21 de abril estará terminada a construção do Cine Unidade de Vizinhança, que se localiza entre os blocos IAPI e IAPETC e que começou a ser erguido em novembro do ano passado. Com uma tela de 15 metros por 7, uma fachada de 54 metros e tendo 60 metros da entrada à tela, o primeiro cinema de Brasília terá capacidade para 1.500 espectadores, e disporá de ar-refrigerado"". Embora essas informações apareçam no diário da construção, nem todas de fato foram concretizadas. Atualmente, o cinema possui 607 lugares e sua tela tem 14 metros de comprimento por 6,30 metros de altura. Inaugurado em 1960, o Cine Brasília passou por duas grandes reformas em 1975 e 2012. A primeira reforma foi realizada pela empresa Santa Bárbara Engenharia S.A., e tinha como responsável técnico Fernando Márcio Queiroz e como engenheiro Paulo de Paiva Fonseca. O valor estimado da obra foi de quatro milhões e quinhentos mil cruzeiros, e o prazo de execução estabelecido foi de 150 dias a partir do dia 01 de julho de 1975, data da Ordem de Serviço, Nº 034/75-CFO.
Sobre os documentos referentes ao Cine Brasília, consultar mais informações no fundo NOVACAP, na seção B.9 (Presidência - Contratos/Propostas), nas caixas 273 a 275."

Untitled

NOV.B.08 (30)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-30
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Construção do Cine Brasília, localizado na entrequadra sul 106/107 (EQS 106/107), na unidade de vizinhança modelo da capital. Na imagem, a obra encontra-se em estágio de escoramento dos elementos estruturais concretados. No canteiro de obras, delimitado por uma cerca de toras de madeira e arames, há a presença de alguns materiais de construção como britas, ripas e areia, quatro carrinhos de mão e uma betoneira sobre terra batida. Ainda, são retratados quinze trabalhadores, não identificados, posicionados em três locais distintos, sendo sete figuras masculinas no chão, três funcionários em cima de um grande andaime de madeira e cinco homens sobre a laje de cobertura. Ao fundo, no lado esquerdo do retrato, é possível identificar a construção do bloco residencial H, da Superquadra 107 Sul (SQS 107), em fase avançada de obra.
O projeto do Cine Brasília é assinado por Oscar Niemeyer (1907-2012) e foi inaugurado no dia 22 de abril de 1960. O cinema faz parte do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB) que, em 1987, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO. A edificação, em si, foi tombada a nível distrital por meio do decreto nº 28.519, de 07 de fevereiro de 2007.
Sobre a construção do Cine Brasília, o Diário de Brasília de 1960 apresenta, no dia 8 de fevereiro, a seguinte informação: ""Antes de 21 de abril estará terminada a construção do Cine Unidade de Vizinhança, que se localiza entre os blocos IAPI e IAPETC e que começou a ser erguido em novembro do ano passado. Com uma tela de 15 metros por 7, uma fachada de 54 metros e tendo 60 metros da entrada à tela, o primeiro cinema de Brasília terá capacidade para 1.500 espectadores, e disporá de ar-refrigerado"". Embora essas informações apareçam no diário da construção, nem todas de fato foram concretizadas. Atualmente, o cinema possui 607 lugares e sua tela tem 14 metros de comprimento por 6,30 metros de altura. Inaugurado em 1960, o Cine Brasília passou por duas grandes reformas em 1975 e 2012. A primeira reforma foi realizada pela empresa Santa Bárbara Engenharia S.A., e tinha como responsável técnico Fernando Márcio Queiroz e como engenheiro Paulo de Paiva Fonseca. O valor estimado da obra foi de quatro milhões e quinhentos mil cruzeiros, e o prazo de execução estabelecido foi de cento e cinquenta dias a partir do dia 01 de julho de 1975, data da Ordem de Serviço, Nº 034/75-CFO.
Sobre os documentos referentes ao Cine Brasília, consultar mais informações no fundo NOVACAP, na seção B.9 (Presidência - Contratos/Propostas), nas caixas 273 a 275."

Untitled

NOV.B.08 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-3
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
Parquinho infantil de areia com diversos brinquedos: gangorra, balanços, escorregador (no canto esquerdo), gaiola gínica (conhecida popularmente como ""trepa-trepa"") e logo atrás uma fileira de aproximadamente seis árvores do Cerrado. Atrás do parquinho, é possível identificar um canteiro de obras com construções sendo levantadas, barracões, materiais para construção e trabalhadores. Por fim, ao fundo, vegetação do Cerrado (fitofisionomia não identificável).
É o mesmo parquinho mostrado na fotografia de notação NOV-D-4-4-B-8 (4), localizado nas proximidades da W3 Sul, no projeto de casas geminadas destinadas aos trabalhadores da Caixa Econonômica entre as quadras 707 e 712.
A construção dos blocos ocorreu entre 1957 a 1958 (Fonte: C30, Ficher, Sylvia; Schlee, Andrey Rosenthal; França, Joana). "

Untitled

NOV.B.08 (29)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-29
  • Item
  • 30/11/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
A fotografia apresenta um recinto com dois animais da espécie tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla). Os animais possuem aproximadamente o mesmo tamanho, observa-se que um aninal está sobre o outro. Estes estão na terra barrida. E o cercado é formado de tábuas de madeira.

Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
"

Untitled

NOV.B.08 (28)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-28
  • Item
  • 30/11/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia de formato fotográfico, em preto e branco, autor desconhecido. No primeiro plano, dupla de homem em pé imobilizando um filhote de onça-pintada (Panthera onça), deitada no chão de terra batida. A primeira figura masculina de pele negra, usa um macacão com colarinho em abertura em formato de V, mangas curtas e longos até a altura dos pés. A indumentária pode ser utilizada como uniforme de funcionários do Jardim Zoológico de Brasília, a qual contém como elementos decorativos dois bolsos de aba, um em cada lado, na altura do peito. Ainda, a fixação de dois bolsos, um em cada lado, das laterais do quadril. O profissional ainda utiliza um A direita, um cercamento composto por estrutura de madeira e tela metálica, com telhado. Na frente e encostado no cercamento, um objeto de madeira similar a uma caixa. Ainda a uma caixa. Continuando no primeiro plano, atrás das duas figuras masculinas a delimitação da área, por troncos de madeira. Atrás da pista de chão e no canto direito desse acesso um pé de arbusto pequeno plantado com proteção de ripas de madeira. Após a espessura da pista, identifica-se elementos da composição da paisagem, sendo, matriz do Cerrado caracterizado como campo rupestre e árvores do próprio Bioma situados ao fundo, no canto superior esquerdo. Acima da linha do horizonte do Cerrado, visualiza-se o céu límpido com poucas nuvens.

Informações adicionais:
Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).

"

Untitled

NOV.B.08 (27)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-27
  • Item
  • 30/11/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta um recinto cercado por uma parede baixa de concreto com vigas de madeira em cima. No interior da área demarcada, um lago artificial de concreto, em formato de “C” invertido, largo e centralizado na imagem, que se enche por um cano interno localizado no canto inferior direito. Assim, no convexo do lago, do lado direita, na parte de cima, há um grupo de pato-do-mato (família Anatidae) ou marrecos (Cairina moschata) que se divide sob o concreto e sob o chão de terra batida, também pode-se visualizar outro grupo de aves na água. Ainda na margem, pouco a abaixo, aparece um fragmento da pedra ornamental. À esquerda, no côncavo, possui três planos, no primeiro, um tronco de planta de uma espécie de palmeira; no segundo plano, há uma árvore seca e dois compartimentos com inscrição “20” em cada um; no terceiro plano, há um abrigo feito de toras de madeira e telhado de palha, com palhas no interior. Atrás do cercado, uma estrada de terra que faz divisa com o recinto um amplo pasto de gramado. Mais ao fundo, existe uma ponte e uma mata ciliar, esse conjunto indica para a existência de água natural no local. No último plano, exibe-se no horizonte uma paisagem de vegetação heterogênea. Vale ressaltar que os elementos que compunham àquele ambiente tinha como intencionalidade deixar os animais em espaços em que pudessem ter objetos similares do local de onde foram removidos. Nessa imagem, os elementos foram: o lago artificial, pedras, arbustos, árvores e o abrigo.
Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
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