Distrito Federal

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NOV.B.19 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-20
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem com diversas manchas amarelas. Desenho da perspectiva interna do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília com fina moldura alaranjada/marrom a qual possui um grampo em cada um dos vértices. O desenho em questão foi realizado para fins de estudo do monumento, mais precisamente, da sua área interna. Este está em perspectiva com um ponto de fuga no centro que é a referência no horizonte para fazer as linhas em um desenho e construir uma perspectiva. Em primeiro plano, há três pequenos expositores de chão no formato retangular com a representação de objetos expostos sobre e dentro dos mesmos. Ao centro, mais ao fundo, dois calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) estão dentro do Museu, sendo que um está observando a parede, à esquerda, e o outro está observando um comprido expositor retangular fixado na parede oposta. Nas paredes percebe-se algumas inscrições que futuramente serão os 16 painéis que contam a história da mudança da capital. Na cobertura, há pequenas aberturas zenitais para a entrada de iluminação natural (claraboias), ou seja, é uma abertura feita na laje de uma construção que permite a entrada de iluminação natural, projetam luz no piso, formando padrões de sombreamento, e se conectam com uma das aberturas da fachada, a fenda vertical. Ao fundo, outro pequeno expositor de chão no formato retangular próximo a fenda vertical.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.19 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-2
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem com manchas amarelas e verdes pela fotografia. Vista diagonal da maquete de um edifício sob pilotis não identificável. Este possui 4 pavimentos e não é um edifício usual, uma vez que nas superquadras 400 do Plano Piloto os edifícios têm 3 pavimentos e nas demais superquadras possuem 6 pavimentos. Infere-se pela caixilharia (conjunto de esquadrias) que os apartamentos são duplex (apartamentos de dois andares, interligado por uma escada que dá acesso aos pavimentos inferior ao superior). Há 8 caixas de circulação vertical (escada e elevador) na fachada posterior e na fachada frontal, no térreo, a representação do que aparenta ser uma piscina (à esquerda) e uma marquise/cobertura com 3 arcos, em abóbadas sucessivas de mesmo tamanho. A maquete não possui escala humana.

Untitled

NOV.B.19 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-19
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, em formato paisagem, representante digital constando riscos e marcas de deterioração temporal. Croqui em aquarela e nankin do loteamento dos setores ilhados de casas individuais, parte do projeto de Brasília idealizado por Lucio Costa (1902-1998). Centralizado ocupando a maior parte do documento, há vários conjuntos de loteamentos idênticos, em formato trapezoidal e com uma via principal sem saída (Cul-de-sac). O empreendimento também está situado nas proximidades do Lago Paranoá. Um tipo similar de ocupação foi implantado nas áreas correspondentes às regiões administrativas Lago Sul e Lago Norte.

Untitled

NOV.B.19 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-18
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem parcial do mapa da rede de instituições do sistema de abastecimento do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998). No desenho há a marcação da Esplanada dos Ministérios com as áreas destinadas aos equipamentos governamentais, portanto, é possível identificar a sequência dos Blocos Ministeriais, representados por traços verticais, e Congresso Nacional ao final da larga avenida, simbolizado por dois círculos e dois traços horizontais paralelos. As superquadras e as grandes áreas das asas Sul e Norte também aparecem de forma esquemática na representação. Outros dois elementos importantes no projeto encontram-se expostos do lado direito da imagem, o Lago Paranoá e a Lagoa Jaburu. Próximo a esse grande corpo d’água, estão situados o Hotel Turismo, atualmente denominado de Brasília Palace Hotel, e o Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República. Por último, uma larga pista, que futuramente integraria a Estrada de Hotéis e Turismo, cruza a diagonal do mapa e se encerra percorrendo o perímetro das duas últimas edificações mencionadas.

Informações adicionais sobre a Esplanada dos Ministérios: Inserida no vértice superior do triângulo equilátero, encontra-se o retângulo que se expande, à frente, em largura e irá compor a região que abarca os diversos Ministérios, que mudam ocasionalmente com a alteração de governos e a Catedral. Esplanada dos Ministérios, no sentido leste-oeste do Plano Piloto, estão os edifícios administrativos (prédios ministeriais) correspondente aos Ministérios, composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto. (sem esquadrias)

Informações adicionais sobre a Estrada de Hotéis e Turismo: No trecho da península sul do Lago Paranoá, encontram-se o Palácio da Alvorada e o Brasília Palace Hotel. Um pequeno trecho de via, do que futuramente se tornaria a Estrada de Hotéis e Turismo, no Setor de Hotéis de Turismo Norte - SHTN.

Informações adicionais sobre o Palácio da Alvorada: O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Informações adicionais sobre as Superquadras: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.

Informações adicionais sobre o Brasília Palace Hotel: O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008)."

Untitled

NOV.B.19 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-17
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem, Mário Fontenelle. Imagem do mapa de planejamento habitacional do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998). Por essa razão, do lado esquerdo, há uma grande planta do PPB com suas respectivas quadras e grandes áreas, enquanto, do lado esquerdo, há o título do desenho com uma legenda de cores e outra de números. Além do título, aparece destacada por uma linha de chamada a Rede Hospitalar da área.
A legenda inicial é segmentada por sete faixas de cores correspondentes a determinada quantidade de habitantes, sendo elas: amarelo claro, 49.250 hab; azul claro, 39.400 hab; rosa claro, 48.900 hab; laranja, 38.600 hab; amarelo, 40.000 hab; azul escuro, 10.000 hab; e rosa escuro, 60.000 hab. Em contrapartida, a segunda legenda está ilegível devido a resolução da fotografia.

Informações adicionais sobre as Superquadras: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
"

Untitled

NOV.B.19 (166)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-166
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A imagem colorida, exibida em formato paisagem, revela a maquete do anteprojeto do congresso nacional de Oscar Niemeyer em 1957. Através da fotografia, é possível inferir que ao fundo, aparentemente apoiada no guarda-corpo da sacada de um edifício beira-mar, encontra-se o mar. A paisagem marítima ao fundo sugere a possibilidade de ser uma praia no Rio de Janeiro, presumivelmente relacionada à residência do arquiteto Oscar Niemeyer na cidade.
A cena abrange as vias laterais, identificadas como Via S1 e Via N1, que circundam o Congresso Nacional. Destaca-se também uma rampa localizada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício do Congresso em comparação com a configuração atual. Neste projeto inicial, não há uma via específica dedicada ao Congresso, como encontramos nos dias de hoje.
Ao comparar a maquete com a situação atual, observamos a ausência do espelho d'água na frente do Congresso Nacional, um elemento que foi posteriormente incorporado ao design. A imagem sugere que, devido à perspectiva limitada, elementos como rampas, coberturas e o edifício dos anexos para os gabinetes mantêm semelhanças notáveis com a configuração presente.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Autoria: Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (165)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-165
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, em formato paisagem, revela uma vista superior da maquete da Praça dos Três Poderes. A perspectiva abrange desde o Congresso Nacional até a área onde se encontram o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, incluindo as vias S1, S2, N1 e N2 que circundam os imponentes edifícios.
A imagem enfoca a Praça dos Três Poderes com os edifícios do Palácio do Planalto e do STF, ainda sem os monumentos característicos como o Museu Histórico de Brasília, o Espaço Lucio Costa e o Monumento aos Candangos. A Via N1, ao contornar o Eixo Monumental, gera uma quebra na praça ao cortar o Palácio do Planalto.
Ao fundo da fotografia, o Congresso Nacional se estende, sem identificação específica do projeto representado. Observa-se o Jardim das Palmeiras e o espelho d'água no edifício anexo ao Congresso Nacional, adicionando elementos de paisagismo à arquitetura. Não é possível visualizar a parte da frente do Congresso Nacional.

Praça dos Três Poderes: praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu (1689-1755) (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.23). Autoria: Iris Castro e Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (164)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-164
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A imagem colorida, em formato paisagem, captura o anteprojeto de Oscar Niemeyer, datado de 1957. O foco central recai sobre a maquete do Congresso Nacional.
O cenário ao fundo sugere uma paisagem de morros, possivelmente no Rio de Janeiro. A perspectiva escolhida proporciona uma visão frontal da maquete, destacando sua grandiosidade.
Através da análise da fotografia, é plausível inferir que o registro foi capturado a partir da sacada de um edifício à beira-mar. A presença do guarda-corpo, como em outras fotos, adiciona um elemento de contexto, sugerindo que a fotografia pode ter sido tomada em uma residência associada ao próprio arquiteto. A proximidade geográfica com o Rio de Janeiro reforça a possibilidade de se tratar da residência de Niemeyer.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Autoria: Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (163)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-163
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A imagem colorida, apresentada em formato paisagem, apresenta o anteprojeto de Oscar Niemeyer, datado de 1957. O ponto focal centraliza-se na maquete do Congresso Nacional. O cenário ao fundo desvenda uma visão aérea de uma praia, provavelmente no Rio de Janeiro, onde pequenas figuras humanas caminham. A perspectiva da fotografia escolhida oferece uma vista aérea da maquete, destacando sua forma e estrutura.
A maquete abrange as vias laterais, conhecidas como Via S1 e Via N1, que circundam o Congresso Nacional, alcançando até o início da praça dos três poderes, focalizando o projeto. Uma característica notável é a presença de uma rampa localizada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício do Congresso em comparação com a configuração atual. Nesse estágio inicial, não há uma via específica dedicada ao Congresso, como observamos nos dias atuais.
Ao analisar a maquete com a situação presente, destaca-se a ausência do espelho d'água diante do Congresso Nacional, um elemento que foi posteriormente integrado ao projeto arquitetônico. A imagem sugere que, apesar da perspectiva limitada, elementos como rampas, coberturas e o edifício dos anexos para os gabinetes preservam notáveis semelhanças com a configuração atual.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Autoria: Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (162)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-162
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"A imagem colorida, apresentada em formato paisagem, apresenta o anteprojeto de Oscar Niemeyer, datado de 1957. O ponto focal centraliza-se na maquete do Congresso Nacional. O cenário ao fundo desvenda uma visão aérea de uma praia, provavelmente no Rio de Janeiro, onde pequenas figuras humanas caminham. A perspectiva da fotografia escolhida oferece uma vista aérea da maquete, destacando sua forma e estrutura.
A maquete abrange as vias laterais, conhecidas como Via S1 e Via N1, que circundam o Congresso Nacional, alcançando até o início da praça dos três poderes, focalizando o projeto. Uma característica notável é a presença de uma rampa localizada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício do Congresso em comparação com a configuração atual. Nesse estágio inicial, não há uma via específica dedicada ao Congresso, como observamos nos dias atuais.
Ao analisar a maquete com a situação presente, destaca-se a ausência do espelho d'água diante do Congresso Nacional, um elemento que foi posteriormente integrado ao projeto arquitetônico. A imagem sugere que, apesar da perspectiva limitada, elementos como rampas, coberturas e o edifício dos anexos para os gabinetes preservam notáveis semelhanças com a configuração atual.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Autoria: Maritza Dantas"

Untitled

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