Distrito Federal

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NOV.B.2 (179)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-179
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Localiza-se a área da praça central da Esplanada dos Ministérios com o terreno ainda em terra de chão batido, com edifícios administrativos encadeados apenas com sua malha estrutural aparente, compostos de vigas e pilares metálicos, as empenas cegas ainda estão em fase inicial de construção. Estão as construções temporárias de aspecto longitudinais, compostas de madeiras, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Uma cerca simples circunda as edificações em geral. Mais a frente, localiza-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios administrativos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, virado à cima, e o Senado de menor proporção virado para baixo. Ambas as obras estão sem revestimento completo ainda em processo de construção, as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza.

Untitled

NOV.B.2 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-18
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da Praça dos Três Poderes, o Congresso Nacional ainda está com estrutura inacabada e sem tintura original completa. Os dois anexos grandes destinados aos escritórios administrativos (de volumes verticalizados de 92 metros) apresentam-se com apenas metade dos edifícios com tintura e a outra está repleta de andaimes. A Câmara está quase no estágio final de acabamento e o Senado está ainda sem revestimento externo concluído. À direita, o Palácio do Planalto sem a cobertura finalizada e, à esquerda, o Supremo Tribunal Federal está com sua estrutura fundante incompleta. Ambos os momentos do Legislativo e Judiciário estão rodeados por galpões e depósitos que provavelmente acumulavam os materiais de construção utilizados nas obras. À frente, do triângulo equilátero formador do solo da Praça dos Três Poderes, há os Ministérios enfileirados estão com a acabamento incompleta. É possível visualizar a elevação da ponte que futuramente contribuirá com a formação da Via de Ligação Se/Ne. Ademais, abaixo, da Praça dos Três Poderes, destaca-se o Eixo Monumental prolongando abaixo e cruza-se com as vias SCES Trecho 2, SCES Trecho 3 e a N1 Leste. Ambas as vias estão sem pavimentação . À direita, da Esplanada dos Ministérios, com diversas habitações populares está a Vila Planalto. É possível visualizar que o bioma natural da região está em estágio avançado de desmatamento, resta apenas algumas manchas de Cerrado espalhadas pelo território em questão.

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NOV.B.2 (180)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-180
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato retrato. Vista do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) praticamente finalizado. Em primeiro plano, terra batida com materiais de construção sobre o mesmo. Em destaque, vista frontal de uma das sete colunas presentes nas fachadas leste e oeste do Palácio do Supremo Tribunal Federal. Mais ao fundo, à esquerda há um caminhão, alguns postes de madeira e no edifício, vários homens trabalham na obra. A volumetria central do edifício está quase finalizada, com as esquadrias e alguns vidros das janelas e um andaime. No horizonte, dois edifícios em construção que aparentam ser dois dos ministérios na Esplanada dos Ministérios.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (181)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-181
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica da Esplanada dos Ministérios, em primeiro plano, destaca-se a praça central, com a presença de duas edificações temporárias de aspecto longitudinais, compostas de madeira, que parecem estar sendo desfeitas, tais edifícios poderiam ter a função de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. É possível visualizar mais desses depósitos permeados entre os Ministérios. No trecho inicial, nota-se uma construção simples com duas aberturas e um telhado inclinado que presume-se que seja um banheiro seguido de uma rastro de terra que possivelmente serve para tampar o sistema de encanamento, nota-se uma cancela isolada, que provavelmente fazia parte de um grande cercado. Em segundo plano, localiza-se o Eixo Monumental, em fase inicial de construção, sem pavimentação. Trabalhadores e caminhonetes percorrem essa ampla via. Em terceiro plano, situa-se os edifícios administrativos, no sentido leste, encadeados apresentando apenas sua malha estrutural, composto de vigas e pilares metálicos e empenas cegas, sem revestimentos de concreto. Ao fundo das construções, observa-se vegetação do Cerrado.

Untitled

NOV.B.2 (182)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-182
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato retrato. Vista a partir da marquise, cobertura que protege e circunda as fachadas, do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, base das colunas com a construção aparente e, mais à direita, monte de terra. Ao centro, três das sete colunas de uma das fachadas do Palácio do Supremo Tribunal Federal. Ao fundo, da esquerda para a direita, dois homens trabalhando na parte inferior das colunas; construções que aparentam ser acampamento dos trabalhadores ou depósito de materiais sobre terra batida e um veículo.
Item NOV-4-4-B-2 (666) é cópia desta fotografia.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (183)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-183
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista aérea do complexo Praça dos Três Poderes-Esplanada dos Ministérios. Em primeiro plano, vegetação Cerrado rala, com rebrotas sobre terra batida que indicam desmatamento, e em segundo plano, terreno em terra batida fruto de terraplanagem, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, ainda incompleto e com erosões levemente acentuadas nas laterais, correspondente a futura Esplanada dos Ministérios. Nota-se a presença apenas do Marco Zero, símbolo da construção de Brasília, que consiste em um relevo de altitude baixa e bastante acidentado. No canto direito, localiza-se uma rampa improvisada com dois Escrêiperes transitando por fora da localidade principal. Essas máquinas servem para auxiliar no processo de formação do terrapleno, ao lado, e para carregamento de terra. No espaço correlacionado à Praça dos Três Poderes nota-se à esquerda apenas os dois pilares emblemáticos do Palácio do Planalto, com suas formas que se assemelham às velas de barco. Adjacente encontra-se ainda não concluído Eixo Monumental, possui somente um trecho manchado, infere-se ser brita. Alguns automóveis perambulam pelo local. Na praça central, destaca-se um espaço vazio, característica marcante da arquitetura moderna. Na ponta do centro, situa-se a base característica do Concreto Nacional sem sua largura projetada completa, é possível visualizar a rampa formando-se com materiais de construção circundando a localidade. No canto direito, predomina apenas depósitos de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Nas laterais observa-se vegetação do Cerrado com média densidade de árvores e ao fundo a mesma se estende pelo horizonte, porém com outras fitofisionomias, que se distribuem na forma de mosaico. Ao fundo, encontra-se o Cerrado do campo rupestre. Ao redor, está um Cerrado nativo do tipo savânico.

Untitled

NOV.B.2 (184)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-184
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista a partir da marquise, cobertura que protege e circunda as fachadas, do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em destaque, seis das sete colunas presentes nas fachadas leste e oeste do edifício já finalizadas com alguns materiais em suas bases. À esquerda da fotografia, terra batida com materiais da construção, além de dois homens, provavelmente, trabalhadores, alguns postes em madeira e uma construção em madeira mais ao fundo, galpão de materiais de construção ou alojamento dos trabalhadores. Logo atrás de uma das colunas, há uma torre de madeira. Na laje de piso do Palácio do Supremo Tribunal Federal, alguns materiais de construção estão sobre o mesmo.
Item NOV-4-4-B-2 (429) é semelhante, porém há alteração de coloração da fotografia para preto e branco e movimentação dos trabalhadores.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (185)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-185
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da Esplanada dos Ministérios e de parte do Palácio do Congresso Nacional a partir da marquise, cobertura que protege e circunda as fachadas, do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, à direita da fotografia, uma das sete colunas presentes nas fachadas leste e oeste do STF. Em segundo plano, chão de terra batida com materiais de construção e trabalhadores atuando na obra da Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Três Poderes. Ao centro, cinco ministérios paralelos entre si e, mais à frente, o grande monte de terra que será parte da pista de veículos do Eixo Monumental em Brasília ao lado da cúpula da Câmara dos Deputados do Palácio do Congresso Nacional, finalizada. Mais à direita, na lateral da fotografia entre a coluna do Palácio do Supremo Tribunal Federal, parte de uma das torres do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção, porém, já com as esquadrias que irão abrigar os vidros das janelas.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (186)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-186
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista frontal do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, solo exposto. Em segundo plano, uma grande pavimentação em frente à fachada principal do Palácio do Supremo Tribunal Federal o qual está praticamente finalizado, podendo visualizar as sete colunas da fachada leste e três colunas da fachada oeste as quais estão com algumas estruturas de madeira; a volumetria central já está envidraçada; a pequena escada (à esquerda da rampa) e a larga rampa estão prontas. Na cobertura do edifício, há alguns trabalhadores e um objeto não identificável. Ao fundo, da esquerda para a direita, vários montes do solo exposto, uma construção, postes de madeira com fiação, duas torres em madeira logo ao fundo do STF, outra construção próximo a mais montes de solo exposto e uma máquina para auxiliar na construção.
Item NOV-4-4-B-2 (667) é cópia desta fotografia.
Item NOV-4-4-B-2 (443) é semelhante, porém há alteração de coloração da fotografia para preto e branco, enquadramento e movimentação dos trabalhadores.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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NOV.B.2 (187)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-187
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Na vista aérea da Esplanada dos Ministérios e da Praça dos Três Poderes. Em primeiro plano, ao centro, situa-se a praça central com o espaço vazio, característico do marcante da arquitetura moderna. No sentido leste-oeste, localizam-se os edifícios administrativos correspondentes aos Ministérios composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto. Ressalta a empena cega revestida de mármore e a cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos). Adjacentes aos Ministérios estão as duas vias correspondentes ao Eixo Monumental, com diversos automóveis transitando o trecho. Em segundo plano, localiza-se o terreno triangular, o qual detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, no meio), com os seus monumentais edifícios administrativos, verticalizados de 92 metros. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. À esquerda, notabiliza-se o Palácio do Planalto (Executivo) com sua pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. Destaca-se a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas (frontal e posterior), revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que remetem à forma de velas de barco. Tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos) que compõem o Palácio do Planalto. À frente, evidencia-se a rampa de acesso ao salão nobre, que se eleva lentamente do solo, abaixo, há o espelho d’água que circunda frontalmente e lateralmente do prédio, confere beleza à fachada do palácio, auxiliar a manter a segurança do prédio e a controlar a umidade do ar. O Parlatório situado à direita da entrada principal, é o local onde o Presidente e convidados podem se dirigir ao povo concretado na praça. À direita, Supremo Tribunal Federal (Judiciário), com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. Ao fundo, circundando o complexo Praça dos Três Poderes-Esplanada dos Ministérios, a vegetação do Cerrado se estende pela linha do horizonte, com diversas fitofisionomias distribuídas em forma de mosaico.

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