Curso d'água

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NOV.B.6 (97)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-97
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato paisagem, fotografia preto e branco.
A fotografia retrata a Fazenda Gama, tirada no período de 1957-1960.
Na imagem, aparece com centralidade a fachada principal da casa da Fazenda do Gama. A residência possui telhado de quatro águas, telhas coloniais, construída em alvenaria estrutural. Nesta fachada são observadas cinco janelas com esquadrias de madeira fechadas no momento da foto. A entrada é contornada por um alpendre e a porta está entreaberta. Há uma tigela apoiada na cerca do alpendre. Atrás da imagem é possível ver a mangueira do quintal da casa e a cerca que separa o terreno de cultivo. Mais ao fundo se vê uma planície.

Untitled

NOV.B.6 (96)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-96
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato paisagem, fotografia preta e branca.
Fazenda do gama. data: 1957-1960
Nesta imagem se vê um campo de plantação de alface, algumas árvores entre as plantações. Cinco trabalhadores fazem a rega do plantio , vestem chapéus. Ao fundo se vê parte dos fundos da casa na fazenda gama, de alvenaria estrutural e cobertura de quatro águas com telha colonial, à direita, e uma enorme mangueira à esquerda. Mais ao fundo cerrado sentido restrito. Separando a casa e a plantação existe uma cerca de arame e tocos de madeira roliça bruta, parte dela está sendo usada como varal e ali se veem roupas secando. É possível ver postes de fiação elétrica e iluminação.
A casa da fazenda gama “A Casa da Fazenda Gama" hospedou o ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira e sua comitiva, quando da primeira visita ao Planalto Central, em 1956. Simbolizando a transferência da capital para o planalto central. A sede da Fazenda Gama ficava próxima ao local onde atualmente está o Catetinho (primeira residência oficial de Juscelino Kubitschek). Uma construção típica do século XVIII, sede de uma fazenda com mais de 161 hectares. Foi tombada pelo decreto Decreto nº 26.660, de 21/03/2006, DODF nº 62, de 29/03/2006, p. 2.

Untitled

NOV.B.02 (515)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-515
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em destaque, um pequeno curso d’ água percorre uma abertura no centro de um solo nativo do Cerrado, com leve desmatamento. No lado esquerdo, há um trabalhador negro segurando uma enxada com indumentária simples, própria para o campo, e descalço. No lado direito, um trabalhador branco com estatura baixa e outro negro pousando de perfil, ambos também com vestes simples para o oficio no campo, segurando enxada e desçalcos. Estes membros da obra estão olhando para o centro e envoltos em uma vegetação densa típica de mata de galeria.
CONTEXTO HISTÓRICO DA FAZENDA GAMA:
O sítio escolhido para a construção provisória fica a 500 metros a oeste da sede da Fazenda do Gama, desapropriada pela comissão estadual goiana de cooperação com a mudança da capital, chefiada pelo médico e pecuarista Altamiro de Moura Pacheco (1896-1996). [...] Já em 31 de julho de 1958, pouco após a transferência da residência presidencial para o recém concluído Palácio da Alvorada, o terreno da Fazenda Gama, incluindo o Catetinho, foi apropriado para a criação do Brasília Country Club (IPHAN, 2017).
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled