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NOV.B.08 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-15
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A fotografia mostra a estrutura de um ambiente fechado, com duas colunas circulares, localizado no Jardim Zoológico de Brasília. O cenário possui uma cortina vermelha com detalhes de brilhos pratas que está sustentada por uma peça de madeira curvilínea, a qual contém, ainda, cinco luminárias pequenas amarelas e preta.
A estrutura possui um palco de dois degraus revestido com carpete de tom escuro, e sobre este estão lozalizadas duas cadeiras sem braços, de acento acolchoado, um instrumento musical com capa, de formato similar à um piano, objetos sonoros, microfone e iluminação.
A imagem fotográfica, ao fundo, apresenta o acesso para um espaço restrito com uma arandela fixada em uma parede lateral.
Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
"

Sans titre

NOV.B.08 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-16
  • Pièce
  • 30/11/1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica de uma cobra cascavel (Crotalus sp.) sobre terra batida com poucos vestígios de vegetação. O lréptil se encontra no Jardim Zoológico de Brasília. A respeito da criação da instituição, Daniel Silva (2001) afirma: “O Jardim Zoológico de Brasília foi concebido no bojo da própria criação do projeto do Plano Piloto de Brasília em 1956 e, desde então, tem passado por profundas modificações. Estas modificações incluem a alteração do local onde deveria ser implantado o parque, a redução da área que lhe foi efetivamente destinada e uma sucessão de mudanças em sua estrutura orgânica, até a criação em 1997 da Fundação Pólo Ecológico de Brasília. [...]”.
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
"

Sans titre

NOV.B.08 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-17
  • Pièce
  • 30/11/1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta um recinto cercado por uma mureta baixa com montantes de madeira e fechamento em tela métalica. Dentro da área delimitada existe um lago artificial de concreto, e nele encontra-se um grupo de pato-do-mato (família Anatidae) ou marrecos (Cairina moschata) dispersos na água e sobre a borda . À esquerda, atrás do lago, há um abrigo feito de pequenas toras de madeira com telhado de palha, material que também aparece no chão da parte interior do local coberto. Entre o abrigo e o lago, há uma árvore seca com um ninho de pássaros e também um pequeno grupo de patos no chão batido. Sobre os elementos que compõe esse ambiente, podem ser identificados: um arbusto, no canto inferior direito; três pedras grandes situadas de maneira aleatória ao redor da margem do lago artificial; também, observa-se gramíneas dispersas na terra batida e uma parte de gramado concentrado ao fundo do recinto. Atrás do cercado, há uma estrada de terra que separa o espaço destiano aos animais de uma área campestre de Cerrado (campo limpo), que marca a linha do horizonte, ligeiramente inclinada. No canto esquerdo, próximo ao horizonte, existe um cercamento feito de tábuas de madeira branca que cobre parte de uma jaula de madeira, permitindo a visualização apenas do fragmento superior do abrigo. Vale ressaltar que os elementos que compunham àquele ambiente tinha como intencionalidade deixar os animais em espaços em que pudessem ter objetos similares do local de onde foram removidos. Nessa imagem, os elementos foram: o lago artificial, que atualmente, se chama Lago do Pirarucu, devido a grande quantidade de peixes dessa espécie naquele local, pedras, arbustos, árvores e o abrigo.
Contexto histórico: A partir da análise de Daniel Silva (2001), Mestre em Desenvolvimento Sustentável, que descobriu terrenos desmatados na construção de Brasília quando estudou o Plano Diretor do Parque do Zoobotânico, a região apresentada ao fundo da fotografia é caracterizada por cerrado devastado. Assim, Silva (2001, p. 44) afirma: “[...] Elaborado antes da cidade completar dez anos, encontramos nele uma importância referência sobre o estado de degradação ambiental da região, destacando-se a destruição da mata de galeria do Riacho Fundo e Córrego Guará, assoreamento dos leitos, a poluição dos mananciais, erosão das margem e a presença de diferentes acampamento com milhares de pessoas ” (SILVA, 2001, p. 44).
Imagem associada à: NOV-D-4-4-B-8 (24); NOV-D-4-4-B-8 (27).
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146)."

Sans titre

NOV.B.08 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-18
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta uma vista aérea de um recinto com um elefante centralizado sobre terra batida. Assim, o espaço dedicado ao animal ocupa mais da metade da imagem, abrangindo tanto o canto inferior esquerdo quanto o centro horizontal e o canto inferior direito. O cercado de madeira, situa-se em parte do canto central esquerdo em direção diagonal e se encontra em uma quina do cercado, na parte superior esquerda; a continuidade do cercado na direção diagonal de cima para baixo, chega até o centro da margem vertical da fotografia. Na parte externa do fechamento, no canto superior esquerdo, existe um recinto de animal cercado em formato circular e gramado ralo (incerto se de gramíneas nativas ou exóticas); no canto superior direito também existe área campestre de Cerrado, porém nessa parte pode se identificar a modificação do ambiente pela ação humana, caracterizada tanto por um amontoado de terra, quanto por um caminho criado por rodas de automóveis, situado entre o cercado circular e o gramado. Na parte interna da cerca, encontra-se o elefante que está preso por uma corda amarrada em uma de suas patas e fixada em uma estaca de madeira. Ainda dentro do recinto, no canto inferior esquerdo, pode ser identificado um curso d’água que vai até o amontoado de terra, do lado de fora da cerca.
Sobre o momento que o mamífero chegou ao recinto, o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), contextualiza que: “[...] Nely, uma fêmea de elefante asiático (Elephas maximus), foi o segundo animal registrado, em 06 de dezembro do mesmo ano. Nely veio de um circo e seu nome original era Detefon” (SILVA, 2001, p. 43). Segundo Gizella Rodrigues, em um texto exposto no site da Agência Brasília, (RODRIGUES, 2019, p. 3) no cadastro do mamífero, presente na documentação da instituição, a fêmea foi “[...] citada [...] em uma folha rasgada escrita à mão [...]” no “Livro de Registros do Zoológico”.
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
Segundo Gizella Rodrigues no site da Agência Brasília (RODRIGUES, 2019, p. 3) informa sobre a origem da elefanta, nomeada por “Nely”, que foi trazida para o recinto expositivo, o site informa sobre o cadastro do mamífero na documentação da instituição, assim o animal foi “[...] citada [...] em uma folha rasgada escrita à mão [...]” no “Livro de Registros do Zoológico”.
As próximas informações adicionais, tratam-se de fragmentos de materiais de Jornais sobre a elefanta Nely, que foi encontrada no Acervo Institucional do Jardim Zoológico de Brasília, sendo o quantitativo de quatro sobre a temática, a primeira de Cristina Ávila (1997); o segundo de Heberth Gomes (1994); o terceiro o autor está sem identificação, mas o subtítulo “Elefanta foi artista de circo” (ZOOLÓGICO, 1993); o quarto com situação similar a anterior contém o título “Zôo festeja aniversário preocupado com limpeza”.
Ainda sobre o contexto da vida da elefante no Zoológico, Cristina Ávila (1997) apresentou em uma matéria de jornal sobre a morte da elefante ao afirmar: “Nely era indiana e viveu 37 anos nos Zoológico. Chegou em 18, em dezembro de 1957, antes da inauguração da cidade. Fazia shows para os operários que construíam a capital. Fez parte da infância de muita gente grande que, em janeiro de 1994, se comoveu com sua morte. ” (ÁVILA, 1997).
Em outro arquivo jornalístico, de autoria de Heberth Gomes (1994) apresenta: “A elefanta Nely, que agonizou durante 17 dias, vítima de uma artrose crônica que atacou sua pata dianteira, morreu ontem às 14h30, ao sofrer uma parada respiratória após ter sido colocada num jirau especial. A morte de Nely comoveu funcionários e veterinários do zoológico que vinham fazendo de tudo para salvar a elefanta. Nely tinha 54 anos e era o animal mais antigo e querido do zoológico, onde chegou em 1957 ao ser doado ao presidente Juscelino Kubitschek.
Nely foi enterrada ontem mesmo, às 18h, numa área reservada do zoológico. Por ser um animal do patrimônio público foi submetida a autópsia pelos veterinários Augusto Finageiv, Lúcia Magalhães e Adriana Melo. O enterro de Nely não pode ser acompanhado pela imprensa e nem pelas pessoas que visitavam o zoológico. O zoológico permanecerá aberto neste final de semana, apesar de Arthur Seabra, administrador interino ter cogitado em fechá-lo devido a morte da Nely.
Segundo a veterinária Lúcia Magalhães, a elefanta Nely morreu de forma tranquila e em poucos segundos, após ter sofrido a parada respiratória. Ao presenciar a morte da elefanta. Valter Pereira que cuidava de Nely há 27 anos, teve uma crise nervosa e chorou abraçado ao animal. Várias tentativas para reanimar Nely foram realizadas pelos veterinários e ela não reagiu. Ao ficar de pé com ajuda de um guindaste. Nely estava com o lado esquerdo ferido por ter ficado deitada durante 17 dias.
A operação para pôr Nely em pé teve início às 6h. Cuidadosamente, os funcionários do zoológico, Nova Cap e da Fundação Zoobotânica içaram a elefanta diante dos olhares atentos dos veterinários. Às12h30, Nely foi colocada no jirau, onde ficaria por tempo indeterminado numa rede que manteria erguida e facilitaria a sua circulação sanguínea. Na nova posição, a elefanta teria também suas funções vitais ativadas, conforme o veterinário Augusto Finageiv.
Segundo a veterinária Lúcia Magalhães, colocar Nely de pé era a única alternativa dela reagir à doença. ” (GOMES, 1994).
Em um outro fragmento de jornal, do acervo do Jardim Zoológico de Brasília, intitulado “Elefanta foi artista de circo”, foi possível encontrar informações da origem da elefanta e como o animal se chamava antes de habitar o recinto do Zoológico.
“A Elefanta Nely teve seus dias de glória. Foi ‘garota propaganda’ do inseticida Detefon e chegou a Brasília em 1957 para inaugurar o Zoológico da cidade. No Zôo, Nely era atração no teatro de arena, exibindo tudo que tinha aprendido quando se apresentava no circo Sarrazini, em São Paulo. Nely nasceu em Zande, no Sudão, e chegou ao Brasil em 1930. Doada ao ex-presidente Juscelino Kubitschek, Nely passou a incorporar a história da nova capital e conquistou o carinho da criançada.
Na época, Nely era conhecida como a elefante Detefon. O nome não soava bem e o animal foi ‘rebatizado’ de Nely. Para os frequentadores do Zoológico, Nely simbolizava a longevidade e a sabedoria. Baseado nestes conceitos, um grupo de idosos da Assessoria Especial da Terceira Idade (Aeti), adotou Nely. Faceira, a elefanta foi atração de várias gerações que se divertiam com as estripulias do animal.
Porre – Certo dia, Nely saiu para um passeio no Zoológico e encontrou uma garrafa de cachaça camuflada numa moita. A bebida tinha sido escondida por um funcionário e Nely, utilizando sua habilidosa tromba, bebeu a cachaça. O resultado foi um ‘porre’ que ficou registrado com muito bom humor na história do Zoológico.
Ao completar 54 anos, ano passado, Nely teve bolo com velas e o tradicional ‘Parabéns pra você’. O viveiro de Nely foi caprichosamente enfeitado e ela agradecia a homenagem andando de um lado para outro balançando a tromba. Mas não era só a elefanta que estava empolgada com a festa. Uma animada platéia com crianças e idosos também estava feliz por comemorar o aniversário de Nely.
A elefanta tinha centenas de fãs. Entre eles, Valter Pereira que cuidava de Nely há 27 anos. O primeiro contato que Valter teve com a elefanta foi em 1957 quando ela viajava com destino a Brasília. Na época, Valter tinha 12 anos e residia em Anápolis. O animal parou na cidade parou na cidade e Valter se aproximou oferecendo-lhe uma banana. Nely o afastou pela tromba. Em 1967, Valter também chegou em Brasília. Desde então, ele passou a zelar por Nely, trabalhando no Zoológico. As histórias são muitas e o tempo se encarregou de contá-las. [...] um artesanal de remédios e correntes de orações em prol da saúde da elefanta foram desencadeadas por funcionários do Zoológico e por integrantes do Grupo da Terceira Idade. Nely, por ser o animal mais antigo do Zoológico de Brasília, era símbolo do pessoal da Terceira Idade, que todas as quartas-feiras se reunia no Zoológico para visitá-la.
Terapias alternativas para curar Nely também foram usadas pelos veterinários porque antes o animal tinha se recuperado de outras crises ao ser medicado com remédios homeopáticos. Os esforços para salvar Nely não pararam por aí. A elefanta foi submetida também à musicoterapia como forma de evitar stress e, segundo Augusto Finageiv, ficava calma.
Nely, deixava transparecer que estava entendendo tudo o que acontecia em sua volta, e teve sua alimentação reforçada com mamão, abacaxi, rapadura, melancia, maçã e outras frutas. Durante o período de agonia, o viveiro de Nely foi bastante visitado por crianças que queriam a todo custo ver a elefanta. ” (ZOOLÓGICO, 1993, grifos do autor).
Em outra matéria de jornal do Cidades-DF referente ao dia 3 de dezembro de 1993, cujo título: “Zôo festeja aniversário preocupado com limpeza” com o seguinte texto: “O Zoológico de Brasília comemora hoje os seus 35 anos de existência com o lançamento da campanha ‘Zoo Tá Limpo’ para conscientizar os visitantes a não sujaram o local. Patrocinada por empresários do Distrito Federal, a campanha irá distribuir calendários, cartazes e folhetos orientando os usuários a utilizarem as lixeiras. Na entrada os visitantes receberão saquinhos plásticos, um estímulo à participação de cada um na conservação do zoológico.
As comemorações do aniversário do Zôo começaram ontem com a festa de 54 anos da elefanta Nely. Hoje, além da campanha Tá Limpo, a direção lança uma gincana de pesquisas do zoológico. No Teatro de Arena haverá a exposição de fotos ‘Quatro Décadas do Zôo’ que reúne trabalhos feitos em diferentes épocas por funcionários e outros profissionais. A Banda de Música dos Fuzileiros Navais fará uma apresentação, a partir de 10h, na área ao lado da Zôo Lanches.
O grupo de Gerência de Educação Ambiental do Instituto de Ecologia e Meio Ambiente da Sematec preparou ainda para a garotada um show de bonecos de pano. A partir de 11h, a mesma equipe do início às oficinas pedagógicas, uma de papel reciclado e a outra de pintura, na mesma área. As crianças e adultos poderão conhecer como se prepara fibras e papel velho para fazer um novo papel, além de pintar o que quiserem.
Segundo o diretor do Zoológico, Raul Gonzalez, a festa do Zôo é da comunidade, proporcionará visitantes atrações das 9h às 16h no Teatro de Arena. Os recém-chegados micos-leões deverão também atrair a atenção dos visitantes. São espécies em extinção expostos pela primeira vez num zoológico brasileiro. Neste domingo, os usuários encontrarão placas por todo o Zôo com a frase ‘Um animal de Zoológico é alvo fácil e indefeso a todo tipo de vandalismo. Respeite-o’.
As placas são parte da campanha ‘Tá Limpo’, que segundo Raul González distribuirá mais cem lixeiras na área de visitação do zoológico que contava apenas 60. A divisão do Zôo fará um trabalho ‘corpo a corpo’ para estimular a todos a se envolver com a campanha. O símbolo da ‘Zôo Tá Limpo’ é a girafa Raio de Luz que vivia ali. O animal morreu ao comer um sanduíche dentro de um saco plástico. O alimento foi dado por um visitante.
De acordo com Raul Gonzalez, a campanha será permanente e incluirá novas ações no decorrer do próximo ano. ‘O problema da limpeza dos zoológicos é cultural, por isso, teremos que mudar hábitos o que demanda muito tempo’, justificou. ”
Nesta mesma matéria, há um tópico especifico para mencionar sobre a comemoração do aniversário da elefanta, intitulada ‘Elefante Nely comemora 54° aniversário’, assim descreve:
“A elefanta Nely, o mais antigo animal do Zoológico de Brasília, comemorou ontem o seu aniversário cercada pelos amigos da terceira idade. Ao lado de uma mesa forrada com folhas de bananeira – uma das suas guloseimas prediletas – cheia de frutas e rapaduras, Nely teve que ouvir primeiro o ‘Pai Nosso’, o Hino do Idoso e o tradicional ‘Parabéns pra você’ antes de experimentar o bolo feito com melado sem manteiga, especialmente para a festa dos seus 54 anos.
O tratador Adelino Rodrigues da Silva cuidou de manter o charme da aniversariante dando a ela algumas rapaduras. Nely estava impaciente, como os demais contemporâneos da terceira idade. Mas foi só com a chegada do padrinho da elefanta, o empresário Luiz Estevão que a festa começou. Nely sacudia as orelhas e explorava a grama a sua volta com sua habilidosa tromba. Finalmente, após as rezas e as músicas, ela saboreou os presentes, começando por um abacaxi, antes o secretário de Meio Ambiente, Newton de Castro, e o empresário Luis Estevão apagaram a velas.
O aniversário de Nely que marcou o início das comemorações dos 36 anos do Zoológico, contou com a presença do diretor do Zôo, Raul Gonzales, do coordenador da Assessoria Especial da Terceira Idade, João Batista de Medeiros, do superintendente do Instituto de Ciência e Tecnologia, Paulo Alvim, e das representantes da Sociedade dos Amigos do Zoológico (Amezoo), entre outros.
Segundo João Batista de Medeiros, esta foi a primeira vez que os grupos da terceira idade são convidados para uma solenidade no Distrito Federal, o que vem demonstrar que, aos poucos, a luta pelos direitos dos idosos está sendo reconhecida.
Zôo – Com 36 anos de fundação de Brasília tornou-se referência para o País e o mundo. O tratamento dos animais só é comparado aos zoológicos de Primeiro Mundo, onde a prevenção e o tratamento de doenças valem-se de técnicas alternativas como a fitoterapia, musicoterapia, cromoterapia, acupuntura entre outras. Dezenas de projetos de pesquisa e educação ambiental pretendem avançar ainda mais no conhecimento do trato com animais em cativeiros. ” (CIDADES-DF, 1993, grifos do autor).
"

Sans titre

NOV.B.08 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-19
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta a parte interna de um recinto de terra batida, com gramíneas, rebrotas de arbustos e árvores e pequenas pedras, cercado por tábuas de madeiras, que pode ser visualizado tanto em vista, em uma faixa horizontal na parte superior da fotografia, quanto em vista de topo, em uma faixa diagonal estreita em parte do canto do lado direito. No canto esquerdo, perto do cercado, existe um pequeno abrigo de palha e madeira, utilizado para abrigar um grupo de cerca de oito pombas-silvestre (Zenaida auriculata) ou juritis (Leptolila verreauxi), que estão posicionadas de forma dispersa no terreno de terra batida. No local há alguns arbustos ao fundo, próximo ao cercado, de espécies não identificadas. Ainda, nota-se sombras projetadas no chão batido: da cerca, de uma figura humana em pé na parte direita, possivelmente pertencente ao fotógrafo.
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146)."

Sans titre

NOV.B.08 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-22
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta a vista interna de uma jaula com a presença de um mamífero, identificado como cachorro-vinagre (Speothos venaticus), no Zoológico de Brasília. A estrutura é composta por madeira e a divisória entre recintos é feita com montantes de ferro e fechamento em tela metálica (gradil). A fotografia possui três planos, sendo que no primeiro plano há o chão de areia e, à esquerda, o compartimento alimentar e a estrutura madeira com grade metálica. No segundo plano, encontra-se o cachorro-vinagre, centralizado em pé. No último plano, está a grade de metal, separando o recinto do mamífero da jaula dos macacos-prego, onde pode-se identificar caules de árvores, terreno de terra batida e a delimitação do cercado desse último grupo de animais mencionado. É válido ressaltar que a perspectiva escolhida pelo fotógrafo no momento do registro, de ângulo baixo, permite ao observador ver os limites das jaulas subsequentes.
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF)[...]” (SILVA, 2001, p. 43).
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
"

Sans titre

NOV.B.08 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-23
  • Pièce
  • 30/11/1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta a vista interna de uma jaula com três mamíferos, sendo duas capivaras (Hydrochoerus hydracheris) e um cateto ou caititu (Pecari tajacu), no Zoológico de Brasília. No primeiro plano, há o caititu se locomovendo para frente, em direção ao fotógrafo, no chão de terra batida. No segundo plano, está o abrigo dos animais, formado por quatro pilares de madeira, que suportam a cobertura de tesoura de madeira com fechamento de palha. Abaixo do local, na seguinte ordem, de frente para trás, encontra-se um compartimento alimentar de tronco de madeira, uma capivara de perfil, outro compartimento e, em seguida, outra capivara de costa. Ao fundo, a cerca composta por montantes de madeiras e tela metálica delimita o recinto. No terceiro plano, pode ser visualizada área campestre de Cerrado (campo limpo) e ao fundo mata ciliar, indicando a existência de água natural no local. Ainda, há uma ponte no centro superior da fotografia.
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF)[...]” (SILVA, 2001, p. 43).
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146)."

Sans titre

NOV.B.08 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-24
  • Pièce
  • 30/11/1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta um recinto cercado por uma mureta baixa com montantes de madeira e fechamento em tela métalica. Dentro da área delimitada existe um lago artificial de concreto, e nele encontra-se um grupo de pato-do-mato (família Anatidae) ou marrecos (Cairina moschata) dispersos na água e sobre a borda . À esquerda, atrás do lago, há um abrigo feito de pequenas toras de madeira com telhado de palha, material que também aparece no chão da parte interior do local coberto. Entre o abrigo e o lago, há uma árvore seca com um ninho de pássaros e também um pequeno grupo de patos no chão batido. Sobre os elementos que compõe esse ambiente, podem ser identificados: um arbusto, no canto inferior direito; três pedras grandes situadas de maneira aleatória ao redor da margem do lago artificial; também, observa-se gramíneas dispersas na terra batida e uma parte de gramado concentrado ao fundo do recinto. Atrás do cercado, há uma estrada de terra que separa o espaço destiano aos animais de uma área campestre de Cerrado (campo limpo úmido), que marca a linha do horizonte, ligeiramente inclinada. No canto esquerdo, próximo ao horizonte, existe um cercamento feito de tábuas de madeira branca que cobre parte de uma jaula de madeira, permitindo a visualização apenas do fragmento superior do abrigo. Vale ressaltar que os elementos que compunham àquele ambiente tinha como intencionalidade deixar os animais em espaços em que pudessem ter objetos similares do local de onde foram removidos. Nessa imagem, os elementos foram: o lago artificial, que atualmente, se chama Lago do Pirarucu, devido a grande quantidade de peixes dessa espécie naquele local, pedras, arbustos, árvores e o abrigo.
Contexto histórico: A partir da análise de Daniel Silva (2001), Mestre em Desenvolvimento Sustentável, que descobriu terrenos desmatados na construção de Brasília quando estudou o Plano Diretor do Parque do Zoobotânico, a região apresentada ao fundo da fotografia é caracterizada por cerrado devastado. Assim, Silva (2001, p. 44) afirma: “[...] Elaborado antes da cidade completar dez anos, encontramos nele uma importância referência sobre o estado de degradação ambiental da região, destacando-se a destruição da mata de galeria do Riacho Fundo e Córrego Guará, assoreamento dos leitos, a poluição dos mananciais, erosão das margem e a presença de diferentes acampamento com milhares de pessoas ” (SILVA, 2001, p. 44).
Imagem associada à: NOV-D-4-4-B-8 (17); NOV-D-4-4-B-8 (27).
Informações adicionais:
O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146)."

Sans titre

NOV.B.08 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-25
  • Pièce
  • 30/11/1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica apresenta o recinto de um réptil, sucuri (Eunectes cf. murinus), no Zoológico de Brasília. Assim, o local do animal é composto por um canteiro central, em destaque, com elementos para ambientação do animal: pedras, plantas exóticas, composto de plantas arbustivas e arbóreas em crescimento. A sucuri está sobre o monte de pedras do canteiro central. Ainda, foi possível identificar um filhote de cobra nas folhas de um arbusto no centro do lado esquerdo. A sombra do muro do recinto, cobre mais da metade do canteiro central, no sentindo da esquerda para direita em forma horizontal. Ademais, na parte esquerda da sombra, percebe-se a presença de quem fez o registro da fotografia. Ao redor do canteiro, contém um espelho d’água que é delimitado por uma parede com superfície de concreto liso. Depois, existe um outro recinto, que pode visualizar apenas a parte do concreto. Atrás, como composição da paisagem: uma área campestre de Cerrado (campo limpo) e na parte posterior observa-se montante de terra, o que indica para intervenção humana na vegetação e ao fundo Mata Ciliar. Vale ressaltar que os elementos que compunham àquele ambiente tinha como intencionalidade deixar os animais em espaços em que pudessem ter objetos similares do local de onde foram removidos. Nessa imagem, os elementos foram: o espelho d'água artificial, pedras, arbustos e árvores pequenas.

Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).
"

Sans titre

NOV.B.08 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-26
  • Pièce
  • 30/11/1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. A imagem fotográfica tem como foco uma jaula com um grupo de macacos-prego (Sapajus libidinosus) em seu interior. A localização do recinto fica no Jardim Zoológico de Brasília. A jaula é composta por tela treliça de metal e estrutura metálica. Dois terços da jaula está coberta por telha de uma água (e um beiral significativo por fora), e um terço do teto está coberto por tela, estando assim aberto para sol e chuva. Há presença de uma porta para acesso dos cuidadores. Há também no interior duas árvores baixas sem folhas. No chão estão várias vasilhas para comida e água. No plano seguinte, na formação da paisagem: uma estrada de terra, matriz do Cerrado caracterizado com campo rupestre e elementos de árvores do próprio Bioma ao fundo, do canto esquerdo. Vale ressaltar que oos elementos que compõem o ambiente pretendem simular o cenário natural das espécies. Nessa imagem, os elementos são: as árvores secas; escada e a grade de metal.
Fotografia remissiva da colorida a NOV-D-4-4-B-8 (9).

Informações adicionais: O Plano Diretor do complexo de lazer e de preservação ambiental foi elaborado pela arquiteta Márcia Nogueira Batista e pelo veterinário Clovis Fleuri Godoi. Segundo o site da Fundação Jardim Zoológico de Brasília - FJZB - (2022), o Jardim Zoológico de Brasília, foi inaugurado em 06 de dezembro de 1957 e é a primeira instituição ambientalista do Distrito Federal. Ainda, quando foi inaugurada, segundo o Mestre em Desenvolvimento Sustentável, Daniel Silva (2001), a instituição esteve associada à NOVACAP e em “[...] 1961 o jardim zoológico foi denominado Parque Zoobotânico e passou a estar vinculado à Fundação Zoobotânica do Distrito Federal (FZDF). [...]” (SILVA, 2001, p. 43.)
Sobre o responsável pelo o Zoológico, o Diário Oficial de Brasília (1956-1957) informa que na “quarta-feira, 24 de julho de 1957: Jardim Zoológico – Chega em Brasília o Senhor Clóvis Fleury de Godoy, encarregado de organizar e dirigir o Jardim Zoológico de Brasília. ” (BRASIL, 1960, p. 112). Ainda, essa mesma fonte, na “sexta-feira, 6 de dezembro de 1957”, apresenta que “[...] Lavra-se ata das primeiras doações recebidas pelo Jardim Zoológico de Brasília: guariba, jaó, gaviãozinho, raposa do campo, tatu-galinha, elefante mutum, juriti e lagarto teiú.” (BRASIL, 1960, p. 146).

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Sans titre

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