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NOV.B.19 (76)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem parcial do croqui, em perspectiva de voo de pássaro, da Escola Classe da 308 Sul, projetada por Oscar Niemeyer (1907-2012). O projeto, ilustrado em nanquim, é composto por dois volumes principais, simples, conectados por um estreito corredor coberto. Há uma diferença de proporção entre eles, sendo a edificação da esquerda muito maior que a da direita. Além disso, o volume maior possui cobertura com rasgo central, telhado em múltiplas águas e platibanda, enquanto, o volume menor contém apenas a platibanda e o telhado em uma água. Outros elementos arquitetônicos, tais como os brises fixos nas esquadrias da fachada oeste do primeiro bloco, e a vedação em pele de vidro (cortina de vidro) da fachada sul do segundo, contribuem para enquadrar a Escola Classe como um exemplar da arquitetura moderna brasileira. Por último, integram o desenho, a ilustração do paisagismo e da proposta de paginação do piso externo, além de uma bandeira do Brasil hasteada, localizada próximo à passagem coberta.

Informações adicionais sobre a Escola Classe da 308 Sul: A Escola Classe 308 Sul, localizada em Brasília, é um exemplo icônico da arquitetura modernista e foi projetada pelo renomado arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. Construída em 1973, a escola é um marco arquitetônico na cidade e reflete os princípios estéticos e funcionais que caracterizam a capital brasileira.
A fachada da escola é marcada por grandes aberturas e janelas, permitindo a entrada abundante de luz natural e proporcionando uma sensação de conexão com o ambiente externo. A disposição dos espaços internos foi pensada para oferecer um ambiente acolhedor e funcional para os alunos, promovendo a interação e o aprendizado.
Além da arquitetura, a Escola Classe 308 Sul conta com espaços ao ar livre bem planejados, como pátios e áreas de recreação, que incentivam a interação social e o contato com a natureza. O projeto paisagístico valoriza o uso de áreas verdes, criando um ambiente agradável para os estudantes.
De acordo com Juscelino Kubitschek (1902 – 1976) o projeto de criação da nova capital buscava abarcar todas as áreas relevantes para o desenvolvimento da nação e do indivíduo. E a educação não ficaria de fora desse planejamento, pelo contrário, teve sempre lugar destaque. Acreditavam que o sistema educacional idealizado aqui serviria como base e modelo para ser seguido no resto do país. Dessa forma, deram prioridade a execução de um plano educacional que enfatiza a democratização do ensino e que ele se ajustasse às peculiaridades urbanísticas propostas por Lucio Costa (1902 – 1998). O plano de construção das escolas levou em consideração a quantidade de habitantes na região e foram divididas da seguinte forma:
• Jardins da infância - destinados à educação de crianças nas idades de 4, 5 e 6 anos;
• Escolas-classe: para a educação intelectual sistemática de menores nas idades de 7 a 14 anos, em curso completo de seis anos ou séries escolares;
• Escolas-parque - destinadas a complementar a tarefa das ""escolas-classe"", mediante o desenvolvimento artístico, físico e recreativo da criança e sua iniciação no trabalho, mediante uma rede de instituições ligadas entre si, dentro da mesma área.
O plano educacional foi pensado por uma equipe técnica chefiada pelo professor Anísio Teixeira (1900 – 1971) e entraria em vigor após a inauguração de Brasília. Entretanto, com a construção da capital, famílias mudaram-se para o planalto central e a demanda por educação para os seus filhos passou a existir antes mesmo do Plano Educacional e as estruturas físicas das escolas ficarem prontas.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (75)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem do croqui da Escola Normal da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). A ilustração, feita com tinta nanquim, apresenta a vista aérea (perspectiva de voo de pássaro) da escola pioneira com as propostas de paisagismo e de paginação do piso externo, além de escala humana e automobilística. O projeto é um exemplar da arquitetura moderna, fator que é notório devido a adoção de volumes simples e cobertura shed, com platibanda, para compor a obra, e emprego da vedação externa em pele de vidro (cortina de vidro). Ainda, no projeto, um vasto gramado circunda a construção - composta por três volumes retangulares, sendo dois menores e um maior -, enquanto espécies arbóreas compõem um cinturão de vegetação que delimita os limites do lote.

Informações adicionais sobre a Escola Normal: Sobre a Escola Normal consta, no Museu da Educação do Distrito Federal, a seguinte informação:
“Outra importante escola pioneira foi a Escola Normal de Brasília que funcionou, desde 1960, nas dependências do Colégio CASEB e, posteriormente, do Centro de Ensino Médio Elefante Branco, CEMEB. Sua sede própria data de 1970, tendo sido inaugurada com a presença do então Ministro da Educação Tarso Dutra e outras autoridades. Seu projeto arquitetônico, de autoria do arquiteto Germano Galler, atende à filosofia da educação adotada por Anísio Teixeira para o desenvolvimento de um currículo escolar abrangente de uma instituição que funcionaria em tempo integral. Localizada numa área de 18.000m², tendo 12.000m² de área construída, a Escola Normal de Brasília, concebida para atender 1.000 alunos, possui 137 dependências. A Escola Normal de Brasília inspirou-se no modelo de escola de John Dewey, em Chicago, como um centro permanente de pesquisa e experimentação pedagógica. Nela, foram idealizadas quatro unidades: (1ª) laboratório primário; (2ª) laboratório jardim; (3ª) laboratório creche; e (4ª) laboratório formação (normal)

As inovações pedagógicas estavam presentes desde as instalações sanitárias, laboratórios, salas de repouso, gabinetes médico-odontológicos e de enfermagem, cantinas. Os laboratórios de biologia, por exemplo, possuíam plataformas externas para a colocação dos biotérios e eram equipados com dispositivos de proteção contra incêndio e explosão. Havia, ainda, quatro conjuntos de quatro salas, divididas por divisórias móveis, removíveis, que, além de possuírem isolamento acústico, podiam ser transformadas em salões, o que permitia agrupar atividades didáticas. O auditório era uma área de uso múltiplo, com um palco, camarins e dispositivos para cenários, assim como cabine de projeção equipada com projetores de 16 e 35mm, mesa de comando e distribuição de som e luz. As salas de aulas possuem janelas envidraçadas, na sua maioria voltadas para os jardins.”
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (74)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem dos croquis do Centro Cultural da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). O projeto, não executado, é apresentado por meio de duas vistas externas, uma aérea (perspectiva de voo de pássaro) e outra em perspectiva do pedestre. Por elas, é possível identificar o formato irregular da construção proposta, composto por várias diagonais. Além disso, nota-se que a cobertura possuiria diversas águas e platibanda e que o fechamento principal externo seria por meio de uma extensa pele de vidro. Também, devido à robustez dos elementos representados e a cultura construtiva de Brasília, é possível inferir que material proposto para a estrutura do complexo seria o concreto armado. Ainda sobre esse ponto, o projeto possui grandes pilares em formato de “V”, localizados no perímetro da vedação externa, que vencem vãos consideráveis. Por último, complementam os croquis, a escala humana e a representação do paisagismo.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (73)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem dos croquis do Centro Esportivo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). O projeto, não executado, apresentado por meio de duas vistas em perspectiva - uma externa e outra interna, respectivamente - é de um centro poliesportivo semienterrado, de grande vão, e com visual e acessos amplos no pavimento térreo. Por meio do desenho, da robustez dos elementos e da cultura construtiva de Brasília, é possível inferir que o material proposto para a estrutura do pavilhão seria o concreto armado. Ainda sobre esse ponto, o projeto retangular é composto por largos pilares de seção “V”, localizados equidistantes nas extremidades das laterais de maior lado, e recebem as cargas de uma cobertura de várias águas, de mesmo material. Internamente, pode-se visualizar arquibancadas de sete patamares, uma quadra de basquete e uma piscina com trampolim. Por último, complementam o croqui superior de vista externa, a escala humana, a representação do paisagismo e uma haste de bandeiras, situada do lado esquerdo da representação, enquanto, no croqui inferior, apenas são ilustrados os dois primeiros itens mencionados.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil