Construtora Soares Leone S.A

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NOV.B.18 (45)

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área desmatada correspondente à Rodoferroviária no Plano Piloto de Brasília e a extensão do Eixo Monumental. Paralelo à delimitação de terra destinada à construção da Rodoferroviária de Brasília, passa a via DF-003, conhecida como EPIA (Estrada Parque Indústria e Abastecimento) que arremata a linha do Eixo Monumental e suas vias N1 e S1. Na região central da imagem, observa-se as vias S1 e N1 se abrindo e se conectando à região delimitada para a Rodoviária de Brasília, para a Praça dos Três Poderes e Congresso Nacional. Ao redor das vias de terra batida e dos espaços descampados e/ou com construções, nota-se vegetação do Cerrado, com trechos campestres (campo limpo/sujo), trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos de fitofisionomias não identificadas, que ocupam quase toda a fotografia e se estendem pelo horizonte. Na parte inferior e na parte superior mais a direita, nota-se presença de árvores esparsas. Além disso, na parte superior á direita, nota-se adensamento de árvores em formato linear, indicando ser uma mata de galeria que acompanha uma das nascentes do Rio Paranoá. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012) (1957): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade.” “Arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso êsses elementos, pois nêles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília"" (Niemeyer apud Silva, 2007, p.47-11) As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)”. À oeste do Eixo Monumental, já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa (1902-1998), a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (41)

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área desmatada correspondente à Rodoferroviária no Plano Piloto de Brasília e a extensão do Eixo Monumental. Paralelo à delimitação de terra destinada à construção da Rodoferroviária de Brasília, passa a via DF-003, conhecida como EPIA (Estrada Parque Indústria e Abastecimento) que arremata a linha do Eixo Monumental e suas vias N1 e S1. Na região central da imagem, observa-se as vias S1 e N1 se abrindo e se conectando à região delimitada para a Rodoviária de Brasília, para a Praça dos Três Poderes e Congresso Nacional. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012) (1957): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade.” “Arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso êsses elementos, pois nêles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília" (Niemeyer apud Silva, 2007, p.47-11). As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)”. À oeste do Eixo Monumental, já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa (1902-1998), a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília. Ao redor das vias e espaços de terra batida, nota-se vegetação do Cerrado, com trechos campestres (campo limpo/campo sujo) e trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que se estendem pelo horizonte.

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NOV.B.18 (40)

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a terraplenagem de uma área do Plano Piloto, em Brasília - DF, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. Na imagem vê-se um recorte correspondente a área da Rodoferroviária em meio a vegetação densa, de colorações que variam do verde claro até o verde escuro, correspondente ao Cerrado típico (cerrado sentido restrito). Na região que sofreu ação antrópica, tem-se uma instalação de dois telhados e, ao lado esquerdo, uma fileira de caminhões (aproximadamente seis) direcionados à movimentação de terra. O entorno do retângulo de terra e das vias de terra batida está envolvido pelo mosaico de vegetações de Cerrado, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que se estendem pelo horizonte. Uma delimitação de estrada se estende pela diagonal direita da região terraplanada. Já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa (1902-1998), a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília.

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NOV.B.18 (39)

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área desmatada correspondente à Rodoferroviária no Plano Piloto de Brasília e a extensão do Eixo Monumental. Paralelo à delimitação de terra destinada à construção da Rodoferroviária de Brasília, passa a via DF-003, conhecida como EPIA (Estrada Parque Indústria e Abastecimento) que arremata a linha do Eixo Monumental e suas vias N1 e S1. Na região central da imagem, observa-se as vias S1 e N1 se abrindo e se conectando à região delimitada para a Rodoviária de Brasília, para a Praça dos Três Poderes e Congresso Nacional. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto na Revista Brasília (1956) por Oscar Niemeyer (1907-2012) (1957): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade.” “Arquitetonicamente, um prédio como o do Congresso Nacional deve ser caracterizado pelos seus elementos fundamentais. Os dois plenários são no caso êsses elementos, pois nêles é que se resolvem e decidem os grandes problemas do país. (...) Ao fundo, contrariando a linha horizontal da esplanada, erguem-se os blocos administrativos, que são os mais altos de Brasília" (Niemeyer apud Silva, 2007, p.47-11) As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)”. À oeste do Eixo Monumental, já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa (1902-1998), a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília. Além disso, ao redor das vias de terra batida há vegetação do Cerrado, com trechos campestres (campo limpo/sujo), trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos de fitofisionomias não identificadas, que ocupam quase toda a fotografia e se estendem pelo horizonte.

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NOV.B.18 (29)

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área desmatada correspondente à Rodoferroviária no Plano Piloto de Brasília e a extensão do Eixo Monumental. Paralelo à delimitação de terra destinada à construção da Rodoferroviária de Brasília, passa a via DF-003, conhecida como EPIA (Estrada Parque Indústria e Abastecimento) que arremata a linha do Eixo Monumental e suas vias N1 e S1. Na região central da imagem, observa-se as vias S1 e N1 se abrindo e se conectando à região delimitada para a Rodoviária de Brasília, para a Praça dos Três Poderes e Congresso Nacional. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade.Todas as vias são rodeadas por vegetação do Cerrado, que ocupa quase toda a fotografia. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p. 10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento". Já com relação à Rodoviária de Brasília, sua proposta foi de evitar o congestionamento e Cruzamento de vias, permitindo que o fluxo viário não fosse interrompido. Suas obras iniciaram-se em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. À oeste do Eixo Monumental, já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa, a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília (Cruz, 2013).

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NOV.B.18 (18)

Fotografia colorida em formato paisagem retrata área desmatada correspondente à Rodoferroviária no Plano Piloto de Brasília. Representante digital apresenta manchas e riscos verdes. Vista da região correspondente à Rodoferroviária de Brasília, em largo retângulo de área desmatada rodeado por vegetação de Cerrado, sendo que na parte inferior da fotografia há maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada) e na parte superior vegetação campestre (campo sujo). A vegetação de Cerrado se estende pelo horizonte. Já estabelecida no projeto do Plano Piloto de Lucio Costa (1902-1998), a Estação Ferroviária de Brasília ou Rodoferroviária (como é conhecida atualmente) foi pensada para integrar a Viação Férrea Centro-Oeste, ligando Brasília à Estrada de Ferro Goiás. A região da implantação foi definida, mas seu projeto só foi feito em 1970 por Oscar Niemeyer (1907-2012) e as obras feitas pela Construtora Soares Leone S.A só terminaram em 1976 e, em 1981, o primeiro trem de passageiros vindo de São Paulo chegou para inaugurar a estação. A Estação de Brasília ficou posicionada de forma a arrematar a linha do Eixo Monumental à oeste, mas anteriormente, no plano de Lucio Costa (1902-1998), a estação ficaria no ponto mais alto da topografia. Sua construção veio como definitiva, enquanto a Estação Bernardo Sayão, localizada próximo ao Núcleo Bandeirante, serviu de estação provisória para escoar passageiros e materiais da construção de Brasília. A Estação, também chamada de Rodoferroviária, ganhou este nome por seu uso tanto como ferroviária, como um terminal para ônibus interestaduais, se consolidando deste modo até o ano de 2010 quando perdeu força ao ser inaugurada a Rodoviária Interestadual de Brasília.

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