Construção de Brasília

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NOV.B.18 (38)

Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas, riscos e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra e marcas de pneus em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. Da extremidade esquerda até a extremidade direita, 6 postes com fios condutores de energia elétrica e pontos de iluminação se distribuem pelo canteiro de forma ordenada e linear. No mesmo terço, em segundo plano, um trator de esteira D7 em tons de terracota. Na base do monte de terra movimentada ainda no primeiro terço da fotografia, uma pá carregadeira da marca caterpillar conduzida por um operário. Seguindo a base do monte, no centro da fotografia, um compactador de solo vibratório da marca caterpillar na cor amarelo com tons de terracota decorrente ao excesso de poeira existente no canteiro, conduzido por um operário com camisa e boné em tons claros, a frente, duas inchadas e um carrinho de mão. Sobre o monte de terra na faixa horizontal no centro da fotografia, uma Escrêiperes da marca caterpillar na cor amarela na metade esquerda, e um trator esteira D7 da marca caterpillar na cor amarela. No limite do lado direito da fotografia, um trabalhador - com camisa de manga curta branca, calça cinza e chapéu - empunhando uma enxada perto de alguns entulhos. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (37)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas, riscos e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. No primeiro terço à esquerda da fotografia um trator de esteira D7 na cor magenta, é operada por um homem - vestido em uma camisa xadrez nas cores branca e azul, uma calça em tons terrosos e um chapéu - que que faz o deslocamento de parte da terra, ainda no mesmo terço em segundo plano, um outro trator de esteira D7 na cor laranja é prada por outro operário - vestido de camisa de mangas longas e um chapéu - olha diretamente para o fotógrafo. No segundo quadrante ao centro da imagem, um terceiro trator de esteira D7 na cor magenta é operado por um homem - vestido em uma camisa branca e um chapéu- que desloca parte da terra. Ainda no mesmo terço em terceiro plano um quarto trator de esteira D7 com uma cobertura improvisada de estacas e lona preta para abrigo do sol, operada por um trabalhador - vestindo camisa de manga longa e um chapéu- que faz o deslocamento de parte da terra. No terceiro terço do lado direito da fotografia, o quarto trator de esteira D7 amarelo é operado por um operário vestido com uma camisa de mangas compridas e um chapéu.No quadrante superior esquerdo, alguns tonéis foram dispostos de forma aleatória e desorganizada. Ao redor da região de terra batida, nota-se vegetação do Cerrado, com trecho campestre (campo sujo) na lateral direita e de cerrado típico (cerrado sentido restrito) na lateral esquerda, e ao fundo a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres e savânicos dispostas em forma de mosaico.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (35)

Fotografia espelhada colorida no formato paisagem contendo manchas, riscos e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1958 a 1960. O canteiro em primeiro plano apresenta vestígios vegetais como troncos, folhas e raízes, indicando remoção da vegetação existente. Do centro à direita da fotografia, três maquinários motorizados estão dispostos sobre um monte de terra movimentada. Da esquerda para a direita, um trator de esteira D7 amarelo está sendo operado por um homem com indumentária em tons cinzas e um chapéu, em seguida, uma escrêiperes de caçamba aberta e um trator de esteira D7 na cor marrom com um trabalhador de chapéu e vestimentas escuras operando as alavancas da máquina. Em primeiro plano, ao centro da imagem uma estaca de madeira com o número “8” gravado com tinta branca. Em último plano e a direita da fotografia, torna-se nítido a presença de uma edificação e de vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (34)

Fotografia espelhada colorida no formato paisagem contendo manchas, riscos e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1957 a 1960. Ao centro da imagem uma esteira transportadora de terra conduz o material para a carroceria de um veículo onde dois operários - usando chapéu e camisa de botões- aguardam sobre. Na conexão da carroceria com o veículo, é notório a gravação em letras brancas “15-10 (possivelmente) EUCCIJ”. Na caçamba de terra, é visível um símbolo redondo branco com um homem apontando em cima de uma superfície. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília, em que o Cerrado se estende. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (32)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1956 a 1960. No quadrante inferior, um caminhão International L-160 em um tom de verde escuro, no assento do motorista um homem aguarda a Pá carregadeira de esteira D7 amarela abastecer o caminhão com a terra decorrente da movimentação do solo, vestindo uma camisa azul e tem o semblante concentrado na atividade. Atrás do maquinário, no quadrante inferior esquerdo, estão aparentes as copas das árvores. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).
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NOV.B.18 (31)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1956 a 1960. No quadrante inferior, um caminhão International L-160 em um tom de verde escuro. No vidro da porta do passageiro a escrita “Não bata a porta”, no assento do motorista. Um homem aguarda a pá carregadeira de esteira D7 amarela abastecer com a terra decorrente da movimentação do solo. Sobre a carregadeira, um homem de chapéu e camisa quadriculada opera o maquinário. Atrás do maquinário, no quadrante inferior direito, está aparente a copa de uma árvore. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (30)

"Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes, retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF entre os anos de 1956 a 1960. No centro da fotografia, um trator de esteira D7 amarelo da marca caterpillar, com a numeração “11214” gravada em preto abaixo do assento, onde um trabalhador - de roupas beges e chapéu - opera a máquina. Atrás do maquinário, no quadrante superior esquerdo, está aparente a copa de uma árvore. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (26)

Fotografia colorida no formato paisagem contendo manchas e pontos verdes. Registro térreo retrata um canteiro de obra com bastante movimentação de terra em Brasília-DF, entre os anos de 1956 a 1960. Tratores auxiliam no processo de terraplenagem, sendo utilizadas: duas caçambas carregadas de terra e entre as caçambas uma esteira transportadora de terra erguida diagonalmente. Há um desnível no terreno no qual o maquinário se desloca. No plano de fundo, após os desníveis da via, é possível identificar montantes de terra que separam a região modificada da área vegetativa. Em último plano, no canto direito, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152).

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NOV.B.18 (118)

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Retrato do cenário de construção de Brasília, DF, entre os anos de 1956-1960. Vê-se o trabalho de terraplenagem sendo executado por maquinários pesados, como retroescavadeira e tratores-escrêiperes de rodas que revolvem e planificam o terreno. Na primeira máquina à esquerda, está um operador que utiliza chapéu de palha e manuseia a alavanca do maquinário. À frente, outro maquinário está sem operador, mas três homens se encontram ao redor: um à direita da máquina leva uma das mãos no quadril e usa chapéu; outros dois à esquerda da máquina parecem distraídos, sendo que um deles usa chapéu e leva uma das mãos ao queixo, enquanto que o segundo usa uma calça mais escura e parece observar na direção do fotógrafo. No limite da fotografia, dois operários de chapéu estão acima da caçamba de um caminhão, provavelmente carregando-o com terra. Do lado esquerdo da máquina que está sendo operada, vê-se uma construção que se assemelha a um alojamento ou uma instalação de apoio aos trabalhadores do canteiro. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), até o final daquele ano, as obras da nova capital já contavam com cerca de, 237 km de estradas internas, 1.397.000 m² de área desmatada e 470.000 m³ de terraplenagem, enquanto os locais destinados às construções do Plano Piloto já apresentam 1.014.299 m³ de terraplenagem e desmatamento com aproximados 6.000.000 m².” (31/12/57) (p. 152). No plano de fundo, parte da vegetação típica do Cerrado rodeia a área terraplanada, sendo possível identificar uma vegetação com densidade média a alta (fitofisionomia de Cerrado típico, Cerrado sentido restrito), enquanto a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. Há presença de uma vasta vegetação de Cerrado (fitofisionomia não identificável).
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NOV.B.13 (80)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada do segundo bloco do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1957-1960 em Brasília - DF. Vista perpendicular entre o corredor de acesso ao segundo bloco do hotel e o painel de 3,18 x 34,74m de Athos Bulcão (1918-2008) feito por um único padrão de peças, 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco voltado para o jardim externo, composto de canelas-de-ema (Vellozia squamata) no canto direito sobre grama plantada. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas e com cobogós, duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como restaurante e um salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994).  

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