Construção de Brasília

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NOV.B.13 (21)

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960, em Brasília, DF. A representação digital contém manchas e pontos verdes. No terço inferior da imagem, há o terreno de terra seca batida na parte mais alta da implantação. O conjunto de dois blocos - principal e secundário - do Palace se estende transversalmente no primeiro e segundo terço da imagem (da esquerda para direita), demonstrando sua fachada leste de cobogós no bloco principal e, ao lado esquerdo, o segundo bloco térreo. O prédio, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do Brasília Palace Hotel foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto. A laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008) e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. "Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas." Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso (AMORIM, 2007, p.118). O Brasília Palace Hotel tornou-se cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). No canto direito, sobre o terreno de terra seca batida com uma árvore seca aparentemente morta, há 2 ônibus Mercedes amarelos, um caminhão branco com a carroceria virada para a câmera e pilhas de terra. Ao lado de uma destas pilhas, um operário anda em direção aos ônibus de transporte dos trabalhadores, enquanto um grupo de cerca de 15 operários se reúne atrás dos montes de terras. Próximo aos trabalhadores, uma estrutura branca cilíndrica e algumas estacas de madeira espalhadas pelo terreno. Escorado na fachada de cobogó, está um andaime metálico para apoio. Abaixo do prédio principal, entre os pilares, estão dois carros, um Ford F100 amarelo e uma Rural Willys. Do lado do bloco secundário térreo do Palace, um funcionário varre o piso da área social, debaixo da marquise. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (20)

Fotografia colorida no formato paisagem retrata o interior do salão de festas do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília, DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Ocupando lugar de destaque ao lado esquerdo do salão, há um grande afresco de Athos Bulcão (1918-2008), feito em 1958, com as dimensões de 3,25m de altura e 26m de largura - uma pintura mural feita sobre alvenaria - composta por linhas finas brancas e formas abstratas nas cores branca e preta sobre um fundo azul (cor nº 55 na escala cromática de Athos Bulcão). Ao fundo, do lado esquerdo, sobre o mezanino, vêem-se três poltronas vermelhas Womb Chair, projetadas em 1948 por Eero Saarinen (1910-1961), colocadas em volta de uma mesinha de centro decorada com arranjos de flores e um vaso decorado no chão. Do lado direito, uma escultura (possivelmente trata-se da obra Três Pontos) de Franz Weissmann, de 1957, sobre uma base cúbica branca. Piso flutuante de madeira foi aplicado sobre toda a extensão do salão, exceto no quadrante inferior central da fotografia - na base do mezanino - onde há um recorte paisagístico com jardim de plantas ornamentais. No piso inferior, quatro áreas de convivência são delimitadas por tapetes off white: no primeiro agrupamento de mobílias, à esquerda, há duas poltronas brancas, um sofá amarelo de quatro lugares, uma mesinha de centro e outra entre o sofá e uma das poltronas, onde há uma lixeira preta em formato semelhante a uma ampulheta. Do lado direito, em primeiro plano, o segundo ambiente é composto por um conjunto de sofás vermelhos de quatro lugares, duas poltronas brancas e uma mesa de canto de madeira na lateral da poltrona. Ao fundo, um terceiro conjunto de mobílias com uma poltrona vermelha Womb Chair e duas poltronas brancas em volta de uma mesa ao centro com um arranjo de flores em vaso sobre ela. Na delimitação do lado direito da fotografia, vê-se uma parede ondulada começando convexa em primeiro plano e terminando côncava ao fundo, feita de grandes placas de vidro e esquadrias de alumínio. Na abertura entre o mezanino e os painéis de vidro, um grupo de homens e mulheres (12) está sentado em volta de uma mesa enquanto outro homem está de pé. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada. Sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (18)

Fotografia colorida em formato paisagem da perspectiva da fachada do Brasília Palace Hotel, entre os anos de 1959-1960, em Brasília, DF. No terço inferior da imagem, há o terreno de terra seca batida da parte mais alta da implantação. O conjunto de dois blocos - principal e secundário - do Palace se estende transversalmente no segundo terço da imagem, demonstrando sua fachada leste de cobogós no bloco principal e, ao lado direito, o segundo bloco térreo. O prédio, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos com fachadas envidraçadas (fachada posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. Toda a estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. No canto esquerdo, na parte inferior do terreno, há duas treliças metálicas verticais, um ônibus amarelo e uma cobertura branca. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. O Brasília Palace Hotel se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (17)

Fotografia colorida em formato paisagem mostra parte da fachada principal do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1959-1960, em Brasília, DF. Observa-se que a intenção do fotógrafo foi capturar a vasta paisagem do Cerrado e o pitoresco céu azul e flocado com nuvens em contraste com a imponente obra de Oscar Niemeyer (1907-2012). O prédio, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos com fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. Toda a estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. À penumbra do edifício, sobre o piso concretado, uma estrutura retangular e vertical, que parece ser de madeira, e em frente ao hotel há um gramado, incerto se plantado ou não. Ao fundo, a região onde passará o Lago Paranoá, local onde residiam parte dos trabalhadores da capital - a Vila Amaury - em uma vila precária de casas e comércios em madeira. Tal vila foi criada por Amaury Almeida, servidor da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), em 1957, como uma região temporária, pois aquela porção de terreno receberia as águas da barragem do Paranoá, com o intuito de promover lazer e conforto climático para Brasília. A remoção dos residentes foi compulsória, mas alguns resistiram à destruição da vila permanecendo até que o nível da água subisse, tendo seus pertences levados. Cely Nogueira, trabalhador da época, conta que seu pai foi um dos que resistiu à saída da Vila: 'Meu pai teimoso não queria sair. Ele não acreditava que a água ia subir. De repente, a água estava entrando dentro de casa. Eu me mudei com ele com a água dentro da casa porque ele não queria sair. Aquele que não queria sair, teve que sair forçado' (NOGUEIRA apud BASTOS, 2018).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (14)

Fotografia colorida no formato paisagem retrata o interior do salão de festas do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 e 1960 em Brasília-DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Ocupando lugar de destaque ao lado direito do salão, um grande afresco de Athos Bulcão (1918-2008), feito em 1958 com as dimensões de 3,25m de altura e 26m de largura, é uma pintura mural feita sobre alvenaria, composta por linhas finas brancas e formas abstratas nas cores branca e preta sobre um fundo azul (cor nº 55 na escala cromática de Athos Bulcão). Em primeiro plano, na parte inferior do piso flutuante de madeira, um tapete off-white delimita um espaço de convivência, juntamente com um conjunto de mobília composta por duas poltronas brancas, um sofá amarelo e uma mesinha branca ao centro, com um cinzeiro de vidro acima. Subindo a escadaria de seis degraus revestidos de mármore carrara, chega-se a um mezanino; sobre ele, há uma peça de tapeçaria e um grupo de três poltronas vermelhas Womb Chair, projetadas em 1948 por Eero Saarinen (1910-1961), dispostas em volta de uma mesinha de centro com um arranjo de flores em cima. No fundo, um painel ripado de madeira de tons escuros com passagens em ambos os lados. Na base do mezanino - lado esquerdo da fotografia - há um recorte paisagístico com jardim de plantas ornamentais. No lajeamento, três placas com cores amareladas destoam das demais. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada. Sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, inclusive com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.

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NOV.B.13 (137)

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH), no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira-branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos. À frente, o estacionamento do hotel. No canto esquerdo, próximo ao estacionamento, alguns homens trabalham no ajardinamento. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.
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NOV.B.13 (136)

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH) levemente em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos. À frente, o estacionamento do hotel. Na margem esquerda da fotografia se enxerga alguns galhos e folhas de um tipo de laranja (Citrus sp.) do pomar próximo ao estacionamento e no canto esquerdo nota-se parte da copa de uma árvore de médio porte (espécie não identificada). O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (135)

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH), no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos.. À frente, o estacionamento do hotel. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.
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NOV.B.13 (134)

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH), no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos. À frente, o estacionamento do hotel. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.
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NOV.B.13 (133)

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro das fachadas oeste e sul do Brasília Palace Hotel (BPH) em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Em primeiro plano, nota-se gramado plantado delimitado por calçada, havendo gramado também em frente ao hotel. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente. À esquerda, um volume retangular baixo coberto por uma laje corresponde a área destinada à manutenção e serviços do hotel, construída abaixo do solo. À sua frente uma caçamba amarela. À direita, atrás do edifício, se enxerga a piscina do BPH e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake. Ao fundo, à esquerda se enxerga o lago paranoá. Dois homens são vistos trabalhando na cobertura do hotel. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.

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