Construção de Brasília

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NOV.B.13 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-14
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida no formato paisagem retrata o interior do salão de festas do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 e 1960 em Brasília-DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Ocupando lugar de destaque ao lado direito do salão, um grande afresco de Athos Bulcão (1918-2008), feito em 1958 com as dimensões de 3,25m de altura e 26m de largura, é uma pintura mural feita sobre alvenaria, composta por linhas finas brancas e formas abstratas nas cores branca e preta sobre um fundo azul (cor nº 55 na escala cromática de Athos Bulcão). Em primeiro plano, na parte inferior do piso flutuante de madeira, um tapete off-white delimita um espaço de convivência, juntamente com um conjunto de mobília composta por duas poltronas brancas, um sofá amarelo e uma mesinha branca ao centro, com um cinzeiro de vidro acima. Subindo a escadaria de seis degraus revestidos de mármore carrara, chega-se a um mezanino; sobre ele, há uma peça de tapeçaria e um grupo de três poltronas vermelhas Womb Chair, projetadas em 1948 por Eero Saarinen (1910-1961), dispostas em volta de uma mesinha de centro com um arranjo de flores em cima. No fundo, um painel ripado de madeira de tons escuros com passagens em ambos os lados. Na base do mezanino - lado esquerdo da fotografia - há um recorte paisagístico com jardim de plantas ornamentais. No lajeamento, três placas com cores amareladas destoam das demais. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada. Sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, inclusive com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.

Untitled

NOV.B.13 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-17
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem mostra parte da fachada principal do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1959-1960, em Brasília, DF. Observa-se que a intenção do fotógrafo foi capturar a vasta paisagem do Cerrado e o pitoresco céu azul e flocado com nuvens em contraste com a imponente obra de Oscar Niemeyer (1907-2012). O prédio, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos com fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. Toda a estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. À penumbra do edifício, sobre o piso concretado, uma estrutura retangular e vertical, que parece ser de madeira, e em frente ao hotel há um gramado, incerto se plantado ou não. Ao fundo, a região onde passará o Lago Paranoá, local onde residiam parte dos trabalhadores da capital - a Vila Amaury - em uma vila precária de casas e comércios em madeira. Tal vila foi criada por Amaury Almeida, servidor da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), em 1957, como uma região temporária, pois aquela porção de terreno receberia as águas da barragem do Paranoá, com o intuito de promover lazer e conforto climático para Brasília. A remoção dos residentes foi compulsória, mas alguns resistiram à destruição da vila permanecendo até que o nível da água subisse, tendo seus pertences levados. Cely Nogueira, trabalhador da época, conta que seu pai foi um dos que resistiu à saída da Vila: 'Meu pai teimoso não queria sair. Ele não acreditava que a água ia subir. De repente, a água estava entrando dentro de casa. Eu me mudei com ele com a água dentro da casa porque ele não queria sair. Aquele que não queria sair, teve que sair forçado' (NOGUEIRA apud BASTOS, 2018).

Untitled

NOV.B.13 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-18
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem da perspectiva da fachada do Brasília Palace Hotel, entre os anos de 1959-1960, em Brasília, DF. No terço inferior da imagem, há o terreno de terra seca batida da parte mais alta da implantação. O conjunto de dois blocos - principal e secundário - do Palace se estende transversalmente no segundo terço da imagem, demonstrando sua fachada leste de cobogós no bloco principal e, ao lado direito, o segundo bloco térreo. O prédio, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos com fachadas envidraçadas (fachada posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. Toda a estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. No canto esquerdo, na parte inferior do terreno, há duas treliças metálicas verticais, um ônibus amarelo e uma cobertura branca. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. O Brasília Palace Hotel se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca.

Untitled

NOV.B.13 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-20
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida no formato paisagem retrata o interior do salão de festas do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília, DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Ocupando lugar de destaque ao lado esquerdo do salão, há um grande afresco de Athos Bulcão (1918-2008), feito em 1958, com as dimensões de 3,25m de altura e 26m de largura - uma pintura mural feita sobre alvenaria - composta por linhas finas brancas e formas abstratas nas cores branca e preta sobre um fundo azul (cor nº 55 na escala cromática de Athos Bulcão). Ao fundo, do lado esquerdo, sobre o mezanino, vêem-se três poltronas vermelhas Womb Chair, projetadas em 1948 por Eero Saarinen (1910-1961), colocadas em volta de uma mesinha de centro decorada com arranjos de flores e um vaso decorado no chão. Do lado direito, uma escultura (possivelmente trata-se da obra Três Pontos) de Franz Weissmann, de 1957, sobre uma base cúbica branca. Piso flutuante de madeira foi aplicado sobre toda a extensão do salão, exceto no quadrante inferior central da fotografia - na base do mezanino - onde há um recorte paisagístico com jardim de plantas ornamentais. No piso inferior, quatro áreas de convivência são delimitadas por tapetes off white: no primeiro agrupamento de mobílias, à esquerda, há duas poltronas brancas, um sofá amarelo de quatro lugares, uma mesinha de centro e outra entre o sofá e uma das poltronas, onde há uma lixeira preta em formato semelhante a uma ampulheta. Do lado direito, em primeiro plano, o segundo ambiente é composto por um conjunto de sofás vermelhos de quatro lugares, duas poltronas brancas e uma mesa de canto de madeira na lateral da poltrona. Ao fundo, um terceiro conjunto de mobílias com uma poltrona vermelha Womb Chair e duas poltronas brancas em volta de uma mesa ao centro com um arranjo de flores em vaso sobre ela. Na delimitação do lado direito da fotografia, vê-se uma parede ondulada começando convexa em primeiro plano e terminando côncava ao fundo, feita de grandes placas de vidro e esquadrias de alumínio. Na abertura entre o mezanino e os painéis de vidro, um grupo de homens e mulheres (12) está sentado em volta de uma mesa enquanto outro homem está de pé. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada. Sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008).

Untitled

NOV.B.13 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-21
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960, em Brasília, DF. A representação digital contém manchas e pontos verdes. No terço inferior da imagem, há o terreno de terra seca batida na parte mais alta da implantação. O conjunto de dois blocos - principal e secundário - do Palace se estende transversalmente no primeiro e segundo terço da imagem (da esquerda para direita), demonstrando sua fachada leste de cobogós no bloco principal e, ao lado esquerdo, o segundo bloco térreo. O prédio, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do Brasília Palace Hotel foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto. A laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008) e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. "Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas." Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso (AMORIM, 2007, p.118). O Brasília Palace Hotel tornou-se cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). No canto direito, sobre o terreno de terra seca batida com uma árvore seca aparentemente morta, há 2 ônibus Mercedes amarelos, um caminhão branco com a carroceria virada para a câmera e pilhas de terra. Ao lado de uma destas pilhas, um operário anda em direção aos ônibus de transporte dos trabalhadores, enquanto um grupo de cerca de 15 operários se reúne atrás dos montes de terras. Próximo aos trabalhadores, uma estrutura branca cilíndrica e algumas estacas de madeira espalhadas pelo terreno. Escorado na fachada de cobogó, está um andaime metálico para apoio. Abaixo do prédio principal, entre os pilares, estão dois carros, um Ford F100 amarelo e uma Rural Willys. Do lado do bloco secundário térreo do Palace, um funcionário varre o piso da área social, debaixo da marquise. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte.

Untitled

NOV.B.13 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-25
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília, DF. O prédio se estende transversalmente nos dois quadrantes esquerdos da imagem, apresentando placas destoantes em sua laje. Abaixo do prédio, seis carros estão estacionados, dentre eles uma Rural Willys, um Ford F100 amarelo e uma Kombi, atrás de um gramado plantado. Ao lado da Kombi, uma placa de fundo preto está cravada na grama. É nítida a etapa avançada de construção, restando apenas alguns pisos a serem pavimentados. Ao fundo, um largo grupo de operários (aproximadamente 12) se desloca sobre o terreno de terra seca batida e entre materiais de obra. Próximo ao grupo, dois ônibus amarelos Mercedes de transporte de funcionários e um caminhão estão estacionados. Atrás da caçamba do caminhão, três operários: um de calças azuis e sem camisa se escora em uma carriola; ao lado, outro operário com vestimentas claras leva a mão esquerda ao rosto; mais acima sobre a pilha de terra vermelha, um operário de calças jeans e camisa em tom bege estica a mão para alcançar algo. Atrás dos montes de terra vermelha estão vários funcionários e uma estrutura vertical, cilíndrica e branca, assemelhando-se a uma estrutura de torre de caixa d’água. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. Toda a estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada. Sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.

Untitled

NOV.B.13 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-26
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília, DF. A posição do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam toda a extensão transversal da longa fachada leste do conjunto do Brasília Palace, enquadrando a fachada envidraçada do bloco principal e o bloco térreo. Atrás do bloco térreo, há uma torre de caixa d’água e, à direita da fachada circunflexa do salão, a vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e uma edificação simples ao fundo, no limite da fotografia à esquerda. Abaixo do bloco principal, seis carros estão estacionados, dentre eles um Jeep Willys. No terço inferior da imagem, pode-se ver que o terreno ainda está exposto, recebendo futuramente pavimentação e gramado. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como o restaurante e o salão de eventos. Toda a estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Atrás do primeiro pilar direito do bloco principal, à esquerda, um transeunte - de calça escura e camisa clara. O menor bloco do Brasília Palace Hotel foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008) e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. 'Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.' Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). O Brasília Palace Hotel tornou-se cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico.

Untitled

NOV.B.13 (27)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-27
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos, pontos verdes e está superexposta. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam parte da extensão transversal da longa fachada do conjunto do Brasília Palace, enquadrando a fachada envidraçada leste do bloco principal e parte do bloco térreo, intencionalmente captando o vão entre as estruturas. À esquerda, abaixo da cobertura do bloco secundário, um homem de capacete claro está no canto entre os painéis de vidro e o painel de azulejos. Sendo o painel de Athos Bulcão (1918-2008) composto de azulejos 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco, de 3,18 x 34,74m e está instalado no jardim externo e no salão de eventos. Paralelo ao fotógrafo estão os painéis de vidro do corredor conectivo - onde fica o mezanino e a recepção - do bloco térreo com o bloco principal. Abaixo do maior bloco, entre os pilares pretos, estão um grupo de homens (aproximadamente 9) que utilizam vestimentas mais formais - ternos, camisas sociais - e conversam entre si. Ao lado, um carro de cor amarronzada e um homem atrás dele. Atrás do bloco térreo, é possível ver uma torre de caixa d’água. Entre o hotel e o bloco secundário, há grama plantada com intuito paisagístico. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Em 1978, o edifício foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008) Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
"

Untitled

NOV.B.13 (30)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-30
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos, pontos verdes e está superexposta. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam a extensão transversal da longa fachada leste do conjunto do Brasília Palace, enquadrando a fachada envidraçada do bloco principal e o bloco térreo. Ao lado do prédio principal, uma torre de caixa d’água com duas instalações de apoio ao operários ao fundo. À frente do restaurante envidraçado no bloco térreo, mais 4 instalações de apoio, apresentando estruturas em madeira, cercados e varais. Atrás das instalações, observa-se uma fumaça, provavelmente advinda das casas. Na estrada de terra, à frente da segunda instalação à direita, um homem de camisa clara e calças azuis caminha. No terço inferior da imagem nota-se vegetação campestre de Cerrado (campo sujo). O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

Untitled

NOV.B.13 (31)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-31
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam a extensão transversal da longa fachada oeste do conjunto do Brasília Palace, enquadrando a fachada de cobogós do bloco principal e o bloco térreo atrás. Da esquerda para à direita: um grupo de aproximadamente 4 operários estão encostados em um veículo de cor azulada e vestem roupas mais casuais - calças jeans, camisas claras; adiante, um homem de camisa azul e calças escuras se agacha ao lado de um poste de energia elétrica; atrás deste, uma espécie de placa de fundo preto, um poste e outra pessoa de vestes claras ao lado; em um plano à frente, ao que parece, uma criança se locomove sobre a terra seca batida; ao lado e um plano atrás, um grupo de 6 homens estão debaixo da cobertura do bloco térreo; dando seguimento à linha de observação, mais pessoas estão distribuídas entre o bloco secundário e os pilares do bloco principal; abaixo do bloco de 3 pavimentos, um caminhão azul e alguns carros estacionados entre os pilares, bem como uma mulher de longo vestido vermelho, 2 homens sob o sol e 4 agrupamentos de pessoas próximas ao edifício; perto da instalação pequena de apoio ao canteiro, 3 homens de vestes azuis conversam; ao fundo, após a instalação de apoio, aproximadamente 5 carros estão estacionados - entre eles Fuscas e Jeep Willys - com algumas pessoas com trajes mais formais saindo da região de estacionamento; por último, no plano à frente do estacionamento, um homem de camisa listrada e calças azuis anda de bicicleta no terreno de terra seca. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado, dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca.
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