Construção de Brasília

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

Nota(s) da fonte

Mostrar nota(s)

Termos hierárquicos

Construção de Brasília

Termos equivalentes

Construção de Brasília

Termos associados

Construção de Brasília

85 Descrição arquivística resultados para Construção de Brasília

85 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos

NOV.B.13 (38)

"Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Vista da perpendicular entre o corredor de acesso ao segundo bloco do hotel e o painel de 3,18 x 34,74m de Athos Bulcão (1918-2008) de azulejos por um único padrão de peças, 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco voltado para o jardim externo. No jardim encontram-se 4 cupinzeiros e 3 mudas de árvores/arbustos sobre gramado plantado. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como restaurante e um salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). O Brasília Palace Hotel foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994).
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (35)

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam parte da extensão transversal da longa fachada frontal do conjunto do Brasília Palace, ao fundo, voltados para leste, é possível ver também o segundo bloco térreo, destinado ao restaurante e ao salão de eventos, e um cerceamento alto de tapumes dividindo as instalações de apoio do bloco secundário. Aproximadamente 6 carros estão estacionados abaixo e nas imediações do bloco principal, dois Jeep Willys, um Buick Super Sport 1941, uma Kombi e um Fusca estão visíveis. À direita da imagem, um mosaico de pisos com gramado, calçada concretada e terra seca batida estão aparentes, também uma sequência de postes de energia e um tronco seco e de galhos enegrecidos. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (34)

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Observa-se o enquadramento parcial do segundo bloco - área de restaurante e salão de eventos - e de parte da piscina oval ainda não concluída na área social do hotel. A área de piscina encontra-se próxima do bloco térreo e foi pensada por Niemeyer de modo simplista, quando à época da construção desenhou o formato ovalado. Este formato partiu de uma inspiração do arquiteto: “Tudo era feito na marra, com burocracia zero. Um dia, tomando café no bar hotel, impaciente pela demora na construção da piscina - havia uns seis meses e nada -, Niemeyer desenhou um ovo de Páscoa (uns dizem que num papel; outros que no chão mesmo) e disse: ‘Taí, podem fazer.” (ESNAL, 2015, p. 35). Um trabalhador encontra-se dentro da piscina - aparenta realizar a etapa de rejunte -, trajando apenas calça enquanto sua camisa está pendurada em uma estaca de madeira no arredores da piscina. Entre a área à construir da piscina e o segundo bloco envidraçado, um mosaico de calçadas concretadas, gramado e terra seca batida, indicando que ainda estava em processo de obras. Abaixo da marquise, à frente do plano de vidro convexo, um homem de calça e camisa escura transita nas dependências da área social do hotel. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá. No período, o preenchimento do lago foi uma demanda de urgência de Juscelino Kubitschek (1902-1961), mas que só foi cumprida em setembro de 1959, quando fecharam as comportas da barragem do Paranoá. O lago só foi totalmente preenchido com a sequência de chuvas do ano de 1961. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (33)

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos, pontos verdes e manchas roxas. Vista parcial da fachada frontal do bloco principal do Palace Hotel voltado para área onde será preenchido o Lago Paranoá. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. No período, o preenchimento do lago foi uma demanda de urgência de Juscelino Kubitschek (1902-1961), mas que só foi cumprida em setembro de 1959, quando fecharam as comportas da barragem do Paranoá. O lago só foi totalmente preenchido com a sequência de chuvas do ano de 1961. No canto direito da imagem, o prédio de três pavimentos projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012), com dois carros estacionados entre os pilares do térreo. No canto esquerdo, um operário de capacete, calça jeans e camisa social aberta caminha frente às pilhas de terra vermelha e observa o edifício ao lado. Ao seu lado, uma árvore seca e de galhos enegrecidos. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (32)

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Vista de parte da fachada envidraçada do bloco principal e visualização do corredor de conexão - local onde fica o mezanino e a recepção - entre os blocos. À frente do corredor no bloco secundário, 2 funcionários - vestidos com macacão escuro, um deles utilizando chapéu - escorados nas esquadrias conversam entre si. Entre o hotel e o bloco secundário, há grama plantada. À esquerda, duas mudas e um cortador de grama manual, atrás do pilar. Após o bloco principal, um carro preto está estacionado sob o sol e 6 operários umedecem o solo de terra seca batida, ao fundo, onde veio a ser o estacionamento do hotel. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Atrás do hotel nota-se a vegetação campestre de Cerrado (campo sujo). Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (31)

"Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam a extensão transversal da longa fachada oeste do conjunto do Brasília Palace, enquadrando a fachada de cobogós do bloco principal e o bloco térreo atrás. Da esquerda para à direita: um grupo de aproximadamente 4 operários estão encostados em um veículo de cor azulada e vestem roupas mais casuais - calças jeans, camisas claras; adiante, um homem de camisa azul e calças escuras se agacha ao lado de um poste de energia elétrica; atrás deste, uma espécie de placa de fundo preto, um poste e outra pessoa de vestes claras ao lado; em um plano à frente, ao que parece, uma criança se locomove sobre a terra seca batida; ao lado e um plano atrás, um grupo de 6 homens estão debaixo da cobertura do bloco térreo; dando seguimento à linha de observação, mais pessoas estão distribuídas entre o bloco secundário e os pilares do bloco principal; abaixo do bloco de 3 pavimentos, um caminhão azul e alguns carros estacionados entre os pilares, bem como uma mulher de longo vestido vermelho, 2 homens sob o sol e 4 agrupamentos de pessoas próximas ao edifício; perto da instalação pequena de apoio ao canteiro, 3 homens de vestes azuis conversam; ao fundo, após a instalação de apoio, aproximadamente 5 carros estão estacionados - entre eles Fuscas e Jeep Willys - com algumas pessoas com trajes mais formais saindo da região de estacionamento; por último, no plano à frente do estacionamento, um homem de camisa listrada e calças azuis anda de bicicleta no terreno de terra seca. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado, dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (30)

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos, pontos verdes e está superexposta. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam a extensão transversal da longa fachada leste do conjunto do Brasília Palace, enquadrando a fachada envidraçada do bloco principal e o bloco térreo. Ao lado do prédio principal, uma torre de caixa d’água com duas instalações de apoio ao operários ao fundo. À frente do restaurante envidraçado no bloco térreo, mais 4 instalações de apoio, apresentando estruturas em madeira, cercados e varais. Atrás das instalações, observa-se uma fumaça, provavelmente advinda das casas. Na estrada de terra, à frente da segunda instalação à direita, um homem de camisa clara e calças azuis caminha. No terço inferior da imagem nota-se vegetação campestre de Cerrado (campo sujo). O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (27)

"Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos, pontos verdes e está superexposta. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam parte da extensão transversal da longa fachada do conjunto do Brasília Palace, enquadrando a fachada envidraçada leste do bloco principal e parte do bloco térreo, intencionalmente captando o vão entre as estruturas. À esquerda, abaixo da cobertura do bloco secundário, um homem de capacete claro está no canto entre os painéis de vidro e o painel de azulejos. Sendo o painel de Athos Bulcão (1918-2008) composto de azulejos 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco, de 3,18 x 34,74m e está instalado no jardim externo e no salão de eventos. Paralelo ao fotógrafo estão os painéis de vidro do corredor conectivo - onde fica o mezanino e a recepção - do bloco térreo com o bloco principal. Abaixo do maior bloco, entre os pilares pretos, estão um grupo de homens (aproximadamente 9) que utilizam vestimentas mais formais - ternos, camisas sociais - e conversam entre si. Ao lado, um carro de cor amarronzada e um homem atrás dele. Atrás do bloco térreo, é possível ver uma torre de caixa d’água. Entre o hotel e o bloco secundário, há grama plantada com intuito paisagístico. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Em 1978, o edifício foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008) Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (26)

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília, DF. A posição do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam toda a extensão transversal da longa fachada leste do conjunto do Brasília Palace, enquadrando a fachada envidraçada do bloco principal e o bloco térreo. Atrás do bloco térreo, há uma torre de caixa d’água e, à direita da fachada circunflexa do salão, a vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e uma edificação simples ao fundo, no limite da fotografia à esquerda. Abaixo do bloco principal, seis carros estão estacionados, dentre eles um Jeep Willys. No terço inferior da imagem, pode-se ver que o terreno ainda está exposto, recebendo futuramente pavimentação e gramado. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como o restaurante e o salão de eventos. Toda a estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Atrás do primeiro pilar direito do bloco principal, à esquerda, um transeunte - de calça escura e camisa clara. O menor bloco do Brasília Palace Hotel foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008) e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. 'Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.' Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). O Brasília Palace Hotel tornou-se cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (25)

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília, DF. O prédio se estende transversalmente nos dois quadrantes esquerdos da imagem, apresentando placas destoantes em sua laje. Abaixo do prédio, seis carros estão estacionados, dentre eles uma Rural Willys, um Ford F100 amarelo e uma Kombi, atrás de um gramado plantado. Ao lado da Kombi, uma placa de fundo preto está cravada na grama. É nítida a etapa avançada de construção, restando apenas alguns pisos a serem pavimentados. Ao fundo, um largo grupo de operários (aproximadamente 12) se desloca sobre o terreno de terra seca batida e entre materiais de obra. Próximo ao grupo, dois ônibus amarelos Mercedes de transporte de funcionários e um caminhão estão estacionados. Atrás da caçamba do caminhão, três operários: um de calças azuis e sem camisa se escora em uma carriola; ao lado, outro operário com vestimentas claras leva a mão esquerda ao rosto; mais acima sobre a pilha de terra vermelha, um operário de calças jeans e camisa em tom bege estica a mão para alcançar algo. Atrás dos montes de terra vermelha estão vários funcionários e uma estrutura vertical, cilíndrica e branca, assemelhando-se a uma estrutura de torre de caixa d’água. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. Toda a estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada. Sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

Resultados 31 a 40 de 85