Construção

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NOV.B.15 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-1
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores no formato paisagem, registro de Mario Fontenelle. Em destaque, a Central Telefônica Sul, em processo de construção. Em primeiro plano, na porção inferior à esquerda, um amontoado de entulho e, mais à frente chão de terra batida. Em segundo plano, há estacas de madeira, formando um cercamento, que delimita a área de intervenção e, ao longo dessa, amontoados de terra provavelmente provenientes de movimentações do terreno. À extrema esquerda, há duas placas de identificação com as inscrições (respectivamente da esquerda para a direita): "CENTRAL TELEFÔNICA SUL [em destaque]/ NOVACAP [Companhia Urbanizadora da Nova Capital] DEPARTAMENTO/ DE EDIFICAÇÕES 5ᵃ DIVISÃO" e "ESTACAS FRANKI LTDA./ FUNDAÇÕES (...)[restante ilegível]". Na segunda placa, parte das inscrições estão ilegíveis, mas se infere tratar dos nomes dos responsáveis técnicos e endereço da empresa. Na extrema direita, há uma terceira placa indicativa onde se lê: "SOCIEDADE IMOBILIÁRIA E COMERCIAL PAULISTA SICOPAL/ Sicopal/ [à esquerda] ENG ᵒˢ RESPONSÁVEIS/ ALBERTO LANG - CREA 5644/ MILTON OLIVO - CREA 8671/ ROBERTO BUENO - CREA 8724/ [à direita] AV. LIBERDADE/ TEL. 35-0114 S.". Mais adiante, está o edifício da Central Telefônica Sul com a execução em andamento. Sua estrutura (pilares e laje) encontra-se ainda enformada e apoiada por tábuas em madeira e há escoramentos montados ao longo da porção visível do edifício. Na parte posterior, há uma torre treliçada com uma escada central, ao que tudo indica executada em madeira, constituída por quatro apoios e travamentos diagonais (contraventamentos), possivelmente erigida para alojar a antena telefônica. Ao fundo, há postes de iluminação e na lateral esquerda, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.13 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-60
  • Item
  • 06/08/1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, retirado em 06/08/1958 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos esbranquiçados. No formato paisagem da vista aérea de um agrupamento residencial destinado aos operários candangos durante o processo de construção de Brasília. Registro retrata o contexto de vida dos operários, as residências são caracterizadas por um volume alongado, portas e telhado em duas quedas - se sobressai em relação a fachada de entrada, fornecendo uma pequena marquise para circulação. No quadrante inferior direito, depositados ao solo nas proximidades do acampamento, aglomerados de materiais - tapumes, tábuas, e telhas cerâmicas. Na porção inferior do registro, acima das residências, pequenas estruturas de madeira cobertas, provavelmente destinadas ao uso sanitário dos trabalhadores. Os alojamentos maiores eram destinados às casas profissionais com família, alojamentos de serventes sem família. As menores, administração, açougue, cantina, armazém, farmácia, enfermaria, etc. “Além de terem a função de prover residência para os trabalhadores, incluem também outros equipamentos ligados à reprodução da vida no território da construção, tais como, cantina, posto de saúde, armazém, etc.” (RIBEIRO, p. 130, 2008).  No quadrante inferior esquerdo, há a presença de três homens, onde, da esquerda para a direita, um parado está saindo de uma da instalação, outro está parado à esquerda de uma das estruturas. Enquanto o terceiro, está para a frente da mesma. Ao centro do agrupamento, uma caminhonete - responsável pela carga e descarga dos materiais ao canteiro de obra. No quadrante inferior direito, ao centro do registro, uma estrada de terra transpassa parte da imagem, nota-se a presença de outro acampamento, por sua vez, aparenta estar em um contexto precário. Além de serem menores, apresentam um desordenamento de sua organização. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Logo atrás do hotel, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e no horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Percebe-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Untitled

NOV.B.13 (45)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-45
  • Item
  • 24/03/1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem do interior do Brasília Palace Hotel, retirada na data de 24/03/1958, em Brasília-DF. Captura da obra da área interna do Palace, estando 4 homens localizados na região centro-esquerda da imagem. Em primeiro plano, um homem de cabelos claros e vestes mais formais (uma camisa social clara com dois bolsos, calça escura e um cinto escuro de fivela) observa com semblante preocupado o forro do local. Sua mão direita repousa sobre o quadril, enquanto o antebraço - que possui um relógio metálico de tira preta - se apoia sobre um cano metálico vertical. Em segundo plano, à esquerda da imagem, outro homem de camisa clara, cabelos castanhos, está saindo do enquadramento da imagem e leva o braço esquerdo, contendo um relógio de pulso de tira escura, até o rosto. Ao seu lado, caminhando na mesma direção, um homem de cabelos ralos na porção superior da cabeça, veste uma calça clara, ajustada por um cinto preto, uma camisa preta de manga curta, uma bolsa pochete e um objeto preto pendurados sobre o ombro esquerdo. Ainda no braço esquerdo, usa um relógio de tira preta e um anel que reluz em seu dedo anelar. A mão está fechada, segurando uma jaqueta. Entre os dois homens à esquerda, outro homem de cabelos castanhos e camisa clara está de costas para a câmera, no fundo da imagem. Com o braço direito erguido, parece anotar algo sobre um papel na parede. Atrás do homem de camisa preta, uma escada de madeira e, ao lado, um buraco para receber a caixa de tomada e um cabo de madeira em diagonal - possivelmente uma ferramenta de trabalho, podendo ser uma enxada. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Untitled

NOV.B.13 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-41
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo. Vista aérea da composição territorial entre o Cerrado e o processo construtivo de Brasília, ocorrida entre os anos 1956 e 1957. Na parte inferior da fotografia, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e logo atrás o adensamento de árvores caracteriza um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Nota-se instalações que provavelmente tratam-se de moradias e instalações de apoio que foram destinadas aos trabalhadores candangos responsáveis pelas obras ocorridas durante os anos de construção. Os alojamentos maiores eram destinados às casas profissionais com família, alojamentos de serventes sem família. As menores, administração, açougue, cantina, armazém, farmácia, enfermaria, etc. “Além de terem a função de prover residência para os trabalhadores, incluem também outros equipamentos ligados à reprodução da vida no território da construção, tais como, cantina, posto de saúde, armazém, etc.” (RIBEIRO, p. 130, 2008). Ao fundo do registro, um guindaste e estruturas metálicas contextualizam o processo de construção das torres do Congresso Nacional, Senado e Câmara, rodeado por vegetação do Cerrado, possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Nota-se um vislumbre da cúpula menor voltada para baixo - que abriga o Plenário do Senado Federal. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília, percebe-se o agrupamento de instalações - moradia e canteiro de obras - dos operários, instalações simples em madeira, em torno do que veio a ser a Esplanada do Ministérios estando em destaque o processo de obra da construção de Brasília. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, aparente uso de maquinário para retirada de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas.

Untitled

NOV.B.10 (70)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-70
  • Item
  • 22/04/1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco em formato paisagem registra a Esplanada dos Ministérios iluminada no período noturno. Em primeiro plano, terra batida e no canto direito direito na calçada. Em segundo plano, o Eixo Monumental já asfaltado com um automóvel trafegando. Ainda no mesmo plano, ao fundo, postes acesos á direita, e cerca de três prédios ministeriais enfileirados, todos iluminados. A Esplanada dos Ministérios, situada na região central de Brasília, é o espaço que abriga os prédios - sede dos três poderes e outros prédios como os ministérios e a catedral. A região se situa na região leste do Eixo Monumental, e de acordo com o projeto de Lúcio Costa, seria o local onde mais se desenvolve a escala monumental de Brasília (BRAGA, 1997, p. 6). A área é caracterizada por extremas áreas livres em que os edifícios ministeriais se dispõem enfileirados nas laterais, sendo margeados pelo eixo monumental e um extenso canteiro de gramado ao centro que se estende até o Congresso Nacional e ao fundo a Praça dos Três Poderes, no extremo leste da avenida (BRAGA, 1997, p. 7). Os prédios dos ministérios se apresentam na forma de paralelepípedos de base retangular (BRAGA, 1997, p. 7) e o gramado da Esplanada dos Ministérios é palco de manifestações populares de cunho cívico, cultural, religioso, esportivo e político, atividades para as quais se vocaciona (SEGETH, 2014, p. 6). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (84), B10 (85), B10 (86).

Untitled

NOV.B.10 (69)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-69
  • Item
  • 22/04/1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco em formato paisagem registra a Esplanada dos Ministérios iluminada no período noturno. Na parte central da fotografia observa-se uma fileira de postes iluminando a avenida, e nas laterais os prédios ministeriais da direita ainda na fundação e da esquerda já prontos e iluminados. Ainda no mesmo plano, ao fundo observa-se os prédios do congresso nacional, e na frente dos predios ministeriais da direita há iluminação que possivelmente é da catedral em construção. Com exceção da parte central, todo o resto da fotografia apresenta fundo preto. É importante destacar que essa fotografia foi tirada no dia posterior à inauguração de Brasília. A Esplanada dos Ministérios, situada na região central de Brasília, é o espaço que abriga os prédios - sede dos três poderes e outros prédios como os ministérios e a catedral. A região se situa na região leste do Eixo Monumental, e de acordo com o projeto de Lúcio Costa, seria o local onde mais se desenvolve a escala monumental de Brasília (BRAGA, 1997, p. 6). A área é caracterizada por extremas áreas livres em que os edifícios ministeriais se dispõem enfileirados nas laterais, sendo margeados pelo eixo monumental e um extenso canteiro de gramado ao centro que se estende até o Congresso Nacional e ao fundo a Praça dos Três Poderes, no extremo leste da avenida (BRAGA, 1997, p. 7). Os prédios dos ministérios se apresentam na forma de paralelepípedos de base retangular (BRAGA, 1997, p. 7) e o gramado da Esplanada dos Ministérios é palco de manifestações populares de cunho cívico, cultural, religioso, esportivo e político, atividades para as quais se vocaciona (SEGETH, 2014, p. 6). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85), B10 (86).

Untitled

NOV.B.08 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-5
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotografia exibe pelo menos treze crianças que brincam em um parquinho infantil de areia (continuação da foto (3) e (4)) com gangorras, escorregadores, balanços e trepa-trapa, e logo atrás uma fileira de aproximadamente seis árvores do Cerrado. No primeiro plano, duas crianças com cabelos claros brincam com areia e dois baldes. A maioria das crianças estão emolduradas na fotografia por baixo do escorregador, enquanto balançam e brincam, sendo em primeiro ou segundo planos. Há presença de duas adultas supervisionando as crianças.
Dois homens trabalhadores estão no parquinho por trás das gangorras no canto esquerdo, enquanto outras figura masculina estão posicionadas na parte direita da fotografia atrás dos brinquedos e na frente das construções.
Atrás das brincadeiras há o canteiro de obra e ao fundo, vegetação do Cerrado (fitofisionomia não identificável).
É o mesmo parquinho mostrado na fotografia de número (4) e (3), ocalizado nas proximidades da W3 Sul, no projeto de casas geminadas destinadas aos trabalhadores da Caixa Econonômica entre as quadras 707 e 712.
A construção dos blocos ocorreu entre 1957 a 1958 (Fonte: C30, Ficher, Sylvia; Schlee, Andrey Rosenthal; França, Joana).
Fotografias remissivas: nov-d-4-4-b-8(3); nov-d-4-4-b-8(4)."

Untitled

NOV.B.08 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-4
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem fotográfica mostra, em primeiro plano, o parquinho infantil com gangorra, escorregadores e balanços. O espaço de recreação infantil é composto por areia clara e árvores que têm seus troncos pintadas de branco até meia altura.
Dois grandes blocos de construções são destaques na fotografia.
A placa de identificação da obra informa: ""Casas Residenciais da Caixa Econômica Federal; Construção de: (....) J. da Costa Leite; Fiscalização: (...) Caixa Econômica"".
Entre um bloco de casas e outro, no meio da rua, existem ônibus, kombis e outro automóvel. Esse ângulo da fotografia permite ver 3 lados dos blocos: os fundos, a frente (com suas janelas singulares) e lateral. Essas casas foram construídas nas quadras da 707 a 715 Sul do Plano Piloto.
Entre as árvores e os blocos, dois postes estão presentes ligados por linhas de energia. Um está à direita na fotografia, e o outro mais à esquerda, atrás do balanço e também tem sua base pintada de branco.
Foi possível identificar a presença de nove crianças que brincam no parquinho, assim como cinco figuras masculinas que estão posicionando o escorregador. Ainda observa-se um casal de senhores de pele negra, sendo uma figura feminina empurrando uma criança no balanço e uma figura masculina que também supervisiona.
Informações Adicionais:
A construção dos blocos ocorreu entre 1957 a 1958.(Fonte: C30, Ficher, Sylvia; Schlee, Andrey Rosenthal; França, Joana).
A imagem trata do modelo de casas geminadas projetados por Oscar Niemeyer, sobrados para Habitação Popular denominados ""HP 5"" com 3 quartos e um banheiro na área principal. Nesse projeto, a entrada principal se daria pelos jardins, e o carro seria guardado pela entrada de serviços.
O SHIGS (Setor de Habitações Individuais Geminadas Sul) era originalmente destinado a casas populares. Cada quadra da 703 à 715 foi destinada a um órgão governamental específico e em todas as quadras manteve-se certa unidade formal por meio de seis tiplos de planta que são as HP (Habitação Popular), de HP1 a HP6. (Ricardo, p. 132)
Sobre as casas de dois movimentos, como as da imagem, Ricardo escreve:
""As quadras 703 a 707, como já observado no capítulo anterior, possuíam desenho idêntico, com as ruas e renques de casas dispostos de forma paralela à via W3. As casas, destinadas a moradores com maior poder aquisitivo, possuíam dois pavimentos. Voltados ao amplo jardim público que faceia todo o bloco, estão os ambientes sociais (sala de estar e refeições) no pavimento térreo e os quartos maiores no pavimento superior. O acesso de veículos, conectado obviamente à garagem (descoberta no projeto original), tinha comunicação com a área de serviço e a cozinha da casa, sugerindo uma conexão essencialmente funcional entre a vida externa e o cotidiano intramuros.
Este grupo de quadras possui pouca variação tipológica. Todas as casas possuem dois pavimentos, mas os lotes variam de tamanho. As quadras 703 e 707 são compostas por 6 blocos com 14 casas cada um, com lotes de 6,40m x 20m. As quadras 704, 705 e 706 têm blocos de 8, 10, 12 ou 13 casas. Os lotes variam de 6,40m x 20m a 8m x 20m. De qualquer modo, a disposição interna das casas se mostra semelhante""
Imagem fotográfica remissiva à: NOV-D-4-4-8(3)."

Untitled

NOV.B.08 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-3
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
Parquinho infantil de areia com diversos brinquedos: gangorra, balanços, escorregador (no canto esquerdo), gaiola gínica (conhecida popularmente como ""trepa-trepa"") e logo atrás uma fileira de aproximadamente seis árvores do Cerrado. Atrás do parquinho, é possível identificar um canteiro de obras com construções sendo levantadas, barracões, materiais para construção e trabalhadores. Por fim, ao fundo, vegetação do Cerrado (fitofisionomia não identificável).
É o mesmo parquinho mostrado na fotografia de notação NOV-D-4-4-B-8 (4), localizado nas proximidades da W3 Sul, no projeto de casas geminadas destinadas aos trabalhadores da Caixa Econonômica entre as quadras 707 e 712.
A construção dos blocos ocorreu entre 1957 a 1958 (Fonte: C30, Ficher, Sylvia; Schlee, Andrey Rosenthal; França, Joana). "

Untitled

NOV.B.08 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-2
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco; Formato paisagem; Autor desconhecido.
A imagem apresenta outro ângulo da construção do Espaço Cultural Renato Russo, presente na imagem NOV-D-4-4-B-8 (1). Nesta é possível ver que cada um dois lados da construção existem 6 pilares de concreto. A estrutura da cobertura em forma de abóboda começou a ser coberta com telhas onduladas. O primeiro plano da fotografia tem uma enorme quantidade de tábuas que possivelmente serviram para as fôrmas dos pilares. Uma placa da Novacap está inserida no meio da construção à frente de pilhas de terra movimentada. Atrás da construção está um caminhão e cerrado típico (cerrado sentido restrito) na última camada da fotografia. Há pelo menos três trabalhadores em pé na caçamba deste caminhão. Ainda, dois trabalhadores encontram-se apoiados em duas escadas, cada um em uma, e fazem a colocação das telhas onduladas. Existem, por último, outros quatro trabalhadores, sendo dois deles localizados na frente da mesa de ferramentas. "

Untitled

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