Construção

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NOV.B.6 (67)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-67
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato paisagem preto e branco.
Segundo informações anotadas no verso da fotografia, o dia em que foi tirada é 27/07/1958, na Candangolândia, com autoria de Mário Fontenelle.
Na imagem se vê a fachada principal do SAPS, Serviço de Alimentação da Previdência Social, na Candangolândia, ainda em etapa de construção. A frente, em primeiro plano estão alguns materiais de construção empilhados, a esquerda as peças de elementos vazados que compõem a fachada, podendo formar desenhos diferentes, ao seu lado os pés de concreto que irão formar bancos para entrada do edifício, atrás, pilhas de alguma pedra para revestimento, cobertas por uma telha metálica, alguns canos também estão espalhados pelo chão. Atrás, um homem está de frente de uma escada e atrás desta um anexo do edifício, de uma etapa anterior, com estrutura de madeira, telhas metálicas e algum tipo de gradil nas aberturas laterais. O chão defronte ao edifício está em terra, a fachada, composta pelas divisórias de elementos vazados e um frontão de madeira, de onde se lê : “Serviço de Alimentação da Previdência Social SAPS”, já parece em estado avançado de execução e ainda é possível ver um pedaço do painél decorativo no seu interior, do artista Dirso José de Oliveira.

Untitled

NOV.B.07 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-11
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato paisagem, preto e branco. A fotografia retrata em perspectiva a construção de três edifícios comerciais semelhantes dispostos em linha, adjacentes à Avenida W3 sul. Em primeiro plano se apresenta diagonalmente o canteiro central da avenida em terra batida. Na fachada dos edifícios observam-se escoras de madeira, a alvenaria construída em tijolo, ainda sem reboco, e uma marquise sob as futuras lojas. Ao fundo céu nublado. Os edifícios aqui em construção estão representados quase finalizados na fotografia B.7(1). O primeiro edifício abrigará futuramente o Banco Lowndes s.a. de Brasília. De acordo com o livro NOVACAP: 50 ANOS DE BRASÍLIA a Avenida W3 sul teve grande relevância comercial durante a construção da cidade: "Nas primeiras duas décadas de inauguração da Capital, a W3 se afirmou como a grande artéria que suportava o maior fluxo de trânsito da cidade, pois, nela se estabeleceu o maior pólo comercial e financeiro do Distrito Federal com suas lojas, bancos e outras atividades comerciais. " (NOVACAP,2010,p.118). Ver também itens B.7(1) e(12).

Untitled

NOV.B.07 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-12
  • Item
  • 13/09/1958
  • Part of Untitled

Fotografia em formato paisagem, preto e branco. A fotografia retrata em perspectiva a construção de três edifícios comerciais dispostos em linha, adjacentes à Avenida W3 sul. Em primeiro plano se apresenta diagonalmente o canteiro central da avenida em terra batida. Destacam-se sobre o solo montes de galhos e montes de madeiras utilizadas na obra para escoramento e fôrma, entre eles quatro árvores de médio a grande porte nativas do Cerrado. Observam-se trabalhadores da construção civil dispersos pela cena. Os dois primeiros edifícios, da esquerda para a direita, em fase de construção mais avançada apresentam marquise em concreto. De acordo com o livro NOVACAP: 50 ANOS DE BRASÍLIA a Avenida W3 sul teve grande relevância comercial durante a construção da cidade: "Nas primeiras duas décadas de inauguração da Capital, a W3 se afirmou como a grande artéria que suportava o maior fluxo de trânsito da cidade, pois, nela se estabeleceu o maior pólo comercial e financeiro do Distrito Federal com suas lojas, bancos e outras atividades comerciais. " (NOVACAP,2010,p.118). A imagem também pode ser encontrada no livro NOVACAP 50 ANOS POR BRASÍLIA (NOVACAP,2010, p.118). Ver também itens B.7(1) e(11). Fotógrafo: Mario Fontenelle.

Untitled

NOV.B.07 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-13
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato paisagem, preto e branco. A imagem retrata em perspectiva trecho da Avenida W3 sul na altura das quadras 507/508 onde observa-se a presença de dois edifícios modernistas, alguns automóveis na via e pessoas dispersas. Nos edifícios destacam-se marquises sob lojas e janelas em fita. Em primeiro plano, uma via asfaltada com automóveis estacionados e um ônibus da marca Mercedes escrito "ESPECIAL" no letreiro frontal superior. O primeiro edifício, em segundo plano, possui em sua fachada o letreiro escrito: "DC - Brasília; S.A Diário Carioca" indicando o provável uso dado ao primeiro pavimento desse. Nota-se um comércio em funcionamento no térreo, em uma das lojas do mesmo edifício, com alguns cartazes na parede e dois letreiros com os dizeres: "CUBA LIBRE; RON MERINO" e "CINZANO; BAR RESTAURANTE; CHEZ WILLY", o primeiro referente a uma bebida cubana e o segundo à marca de um vinho e o nome do comércio. O nome "CHEZ WILLY" também consta na lataria de um automóvel Jeep Rural Willys estacionado em frente ao estabelecimento. Ao fundo, céu com nuvens em dia ensolarado. De acordo com o livro NOVACAP: 50 ANOS DE BRASÍLIA a Avenida W3 sul teve grande relevância comercial durante a construção da cidade: "Nas primeiras duas décadas de inauguração da Capital, a W3 se afirmou como a grande artéria que suportava o maior fluxo de trânsito da cidade, pois, nela se estabeleceu o maior pólo comercial e financeiro do Distrito Federal com suas lojas, bancos e outras atividades comerciais. " (NOVACAP,2010,p.118). A imagem também pode ser encontrada no livro Ousadia em imagens na página 62. De acordo com o Arquivo Público do Distrito Federal o restaurante Chez Willy, citado acima, funcionava a princípio na Cidade Livre e foi o primeiro restaurante de comida internacional do Plano Piloto. No Depoimento de Eduardo Brandão Cavalcanti - Programa de História Oral, do ArPDF, também há duas menções ao restaurante

Untitled

NOV.B.07 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-17
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra placa da construção de filial da Caixa Econômica Federal, no comércio Local da quadra 107 da Asa Sul. Na imagem, consta placa com os seguintes dizeres: "ECISA; Engenharia, comércio e industria S. A.; Rua Senador Dantas Nº 74-12º andar - Telefone 32- 2363; Obra: Caixa Econômica Federal do Rio de Janeiro; Quadra - 107 - Setor Comercial Local; Fiscalização - Serviço de engenharia; Eng. Resps. Julio de Barros Barreto C.R. 1219 D. Nº 537 CREA 5ª REG.; DONALD STEWART JUNIOR C.R. 8594 D. Nº 32437 CREA 5ª REG.; HEITOR BARBOSA MOREIRA C.R. 8460 D. Nº 31778 CREA 5ª REG.". Ao fundo observamos a obra de construção da filial de maneira desfocada.

Untitled

NOV.B.07 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-24
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra avenida W3 sul em construção, na altura da quadra 508 sul. Em primeiro plano, há a avenida W3 em estrada de terra. Em segundo plano, as edificações que darão origem aos prédios comerciais, alguns em malha estrutural e outros em estágios mais avançados de construção. O galpão localizado atrás dos prédio comerciais em construção pertencia à NOVACAP, com armazenamento de materiais de construção ao lado, e atualmente é onde se localiza o Espaco Cultural Renato Russo. Em terceiro plano observamos vegetação de Cerrado Típico (Cerrado sentido restrito) com sinais de intervenção humana como estradas para passagem, com cerca de 5 pedestres caminhando por elas, em localidades distintas. A fotografia B.7 (25) se refere à mesma região.

Untitled

NOV.B.07 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-25
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra avenida W3 sul, na altura da quadra 508 sul. Em primeiro plano, há a avenida W3 em estrada de terra. Em segundo plano, as edificações dos prédios comerciais, em malha estrutural. O galpão localizado atrás dos prédio comerciais em construção pertencia à NOVACAP, e atualmente é onde se localiza o Espaco Cultural Renato Russo. Em terceiro plano observamos área de Cerrado Típico (Cerrado sentido restrito) com sinais de intervenção humana como estradas para passagem, com cerca de 5 pedestres caminhando por elas, em localidades distintas. A fotografia B.7 (24) se refere a mesma região.

Untitled

NOV.B.07 (32)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-32
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra prédio sede do Banco do Brasil, no Setor Bancário Sul (SBS). O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em primeiro plano, observamos terra batida com alguns postes em frente à construção e piquetes para marcação das vias. Em segundo plano, observa-se a torre do prédio em construção e a estrutura do pavimento térreo que se projeta nas duas fachadas principais, compondo marquises que são atualmente bastante utilizadas por skatistas devido o seu sombreamento. Em terceiro plano observamos o horizonte ensolarado com nuvens esparsas. Ao centro da imagem, na lateral direita, placa com os seguintes dizeres: "BANCO DO BRASIL". Atualmente, o térreo abriga uma agência do Banco do Brasil, dentre outros usos. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (33), (34), (35), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício.

Untitled

NOV.B.07 (33)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-33
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra contrução do prédio sede do Banco do Brasil, no Setor Bancário Sul (SBS). O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em primeiro plano, materiais de construção empilhados dos quais nota-se sacos de cimento, betoneiras, areia, além de operários negros. Em segundo plano, observamos um casebre que provavelmente era utilizado como escritório do arquiteto/engenheiro responsável pela obra. Em terceiro plano, há o esqueleto do prédio em construção. Entre o primeiro e o segundo plano, há placa com os seguintes dizeres: "BANCO DO BRASIL; COMISSÃO DE CONSTRUÇÃO EOBRA; MAURICIO CHAGAS BICALHO - PRESIDENTE; J. PEDREIRA DE FREITAS - DIRETOR; CYRO LOPES GONÇALVES - SUPERINTENDENTE; JOAQUIM IGNACIO CARDOSO - CH DEPIM; ERNESTO LUIZ GREVE - ENG DEPIM; RUBELIO FREIRE DE AGUIAR - SEC. EXECUTIVO; ESCRITORIO EM BRASILIA; WAGNER CARVALHO - ENCARREGADO; SAMIR KURY - ENG FISCAL CREA 9747 5ª REG.; ISMAEL M. MENDES ENG FISCAL CREA 2667 - D 4ª REG.; PROJETO E FISCALIZAÇÃO ARQUITETÔNICA; ARQUITETO: ARY GARCIA ROZA; CONSTRUÇÃO; CONSTRUTORA; RABELLO S.A.". As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (34), (35), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício. Fotógrafo: Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.07 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-35
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato retrato, mostra vista aérea do Setor de Diversões Sul (SDS) e Setor Bancário Sul (SBS), em construção. No primeiro plano, no canto inferior direito, vê-se instalações de suporte para construção no lote que atualmente abriga o Hotel Nacional, cujas obras se iniciaram em 1960. No segundo plano, no centro da imagem, tratores e veículos de carga trabalham na terraplanagem e preparação para asfaltamento das vias, das quais se destacam o Eixo Rodoviário e, perpendicular a ele, no nível inferior, a via S2. No terceiro plano, destaca-se a construção do edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimentos, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. Posterior ao SBS, é possível identificar área de Cerrado e trecho do Lago Paranoá. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício.

Untitled

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