Congresso Nacional (Brasília, DF)

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NOV.B.18 (123)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-123
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção de edifícios, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. À direita as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central) estão movimentadas, principalmente a via Eixo W (eixinho oeste), próxima aos alojamentos, em que nela passam diversos carros e caminhões. Além disso, nota-se árvores esparsas entre os canteiros do Eixão e dos Eixos W e L. No quadrante inferior esquerdo, no lote delimitado por tapumes, contém pilhas de materiais, uma instalação pequena de apoio e um outdoor ao centro, com árvores esparsas logo atrás do outdoor. À frente do lote, uma vala foi feita para instalação da tubulação de drenagem de águas. Nos lotes vazios do lado direito às vias, vê-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No plano de fundo, observa-se parte dos edifícios ministeriais localizados na Esplanada dos Ministérios e,atrás do conjunto de prédios à direita (quadra 202 sul), vê-se a extensão das duas torres do Congresso Nacional. Entre os blocos residenciais, nota-se árvores esparsas e trechos de vegetação de Cerrado preservado. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto. Remissiva item 79
"

Untitled

NOV.B.18 (124)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-124
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção da região tangente ao Eixo Rodoviário Sul, registrada entre os anos de 1959-1960, em Brasília-DF. Representante digital está com seu tamanho distorcido, na qual os edifícios e veículos parecem achatados na imagem. A resolução também está comprometida. Vista aérea do Eixo Rodoviário Sul no qual se observam as três vias que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central). Movimentada por diversos veículos, principalmente concentrados no Eixo W, suas vias subdividem as quadras pares (lado esquerdo do Eixo) das quadras ímpares (lado direito do Eixo) e funcionam como pistas expressas (via central) e arteriais (vias marginais). Tangente à via Eixo W estão lotes vazios contendo vegetação de árvores esparsas, incerto se vegetação naturalmente campestre ou se outra forma de vegetação que sofreu intervenção humana, bem como os blocos residenciais das quadras 100 e 300 sul. Próximo ao limite inferior da fotografia estão as tesourinhas/trevos que possibilitam o retorno de entrada/saída das superquadras em níveis diferentes da circulação mais alta de carros nas vias acima. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. Torna-se nítido a presença do Cerrado. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada).
"

Untitled

NOV.B.18 (126)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-126
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção de edifícios, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. À direita as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central) estão movimentadas, principalmente a via Eixo W (eixinho oeste), próxima aos alojamentos, em que nela passam diversos carros e caminhões, em que nos canteiros entre as vias há árvores esparsas. No quadrante inferior esquerdo, no lote delimitado por tapumes, contém pilhas de materiais, uma instalação pequena de apoio e um outdoor ao centro. À frente do lote, uma vala foi feita para instalação da tubulação de drenagem de águas. Nos lotes vazios do lado direito às vias, vê-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No plano de fundo, observa-se parte dos edifícios ministeriais localizados na Esplanada dos Ministérios e,atrás do conjunto de prédios à direita (quadra 202 sul), vê-se a extensão das duas torres do Congresso Nacional. Entre os prédio residenciais observa-se árvores esparsas de médio e grande porte. No canto direito, ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, sendo possível identificar apenas as copas das árvores. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto. Remissiva item 79
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Untitled